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Aplicativo da vez: o guia de genéricos brasileiros

Você é daquele tipo de pessoa que quer saber tudo sobre o remédio que te foi prescrito?

O Genéricos BR pode ajudar. É um guia de medicamentos de referência e genéricos que permite a consulta das bulas, como são apresentadas no bulário da Anvisa, antes de você adquirir o produto. Informações como efeitos colaterais, lista de fabricantes, formas farmacêuticas de cada genérico ficam fáceis de acessar com o aplicativo.

O bom é que está tudo disponibilizado offline, ou seja, você não precisará de conexão com a internet para realizar a pesquisa. Isso possibilita tirar suas dúvidas a qualquer momento, estando na farmácia, em um consultório médico ou mesmo em casa.

O aplicativo é destinado tanto para profissionais de saúde quanto ao público brasileiro em geral.

Imagem: App Store

(clique na imagem para ampliar)

 

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Um estudo finlandês faz com que a Organização Mundial da Saúde revise a segurança da vacina Pandemrix.

A pesquisa sugere que as crianças que receberam a imunização eram nove vezes mais propensas a contrair narcolepsia, um transtorno do sono capaz de fazer a pessoa dormir várias vezes ao dia sem motivo.

As investigações do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar da Finlândia (THL) começaram depois da detecção desta doença em 17 crianças finlandesas vacinadas com Pandemrix, fabricada pela GlaxoSmithKline, durante a última pandemia de gripe A H1N1.

O uso da vacina está interrompido na Finlândia até que se descubram os efeitos colaterais. Os cientistas acreditam que a causa seja uma combinação de fatores genéticos e ambientais, incluindo as infecções.

Dados

Entre 2009 e 2010, o Instituto diagnosticou 60 casos de narcolepsia em crianças e adolescentes finlandeses com idades entre 4 e 19 anos, dos quais 52 (quase 90%) haviam recebido a vacina Pandemrix.

A maior parte dos quadros de narcolepsia aparece em crianças entre 4 e 15 anos, enquanto não detectaram nenhum caso em menores de 4 anos nem em jovens maiores de 19 anos.

Além da Finlândia, até o momento Suécia e Islândia detectaram aumento anormal de casos de narcolepsia infantil possivelmente relacionado à vacina Pandemrix, embora estejam realizando estudos adicionais em outros nove países da União Europeia.

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Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem ser minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim
- manter uma boa higiene oral
- enxaguar a boca antes das refeições
- comer bala de hortelã ou menta
- pingar gotas de limão sobre a língua
- consumir alimentos de diferentes texturas
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos. O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia

Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;

- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico;

- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim;

- manter uma boa higiene oral;

- enxaguar a boca antes das refeições;

- comer bala de hortelã ou menta;

- pingar gotas de limão sobre a língua;

- consumir alimentos de diferentes texturas;

- beber suco de laranja ou água com gotas de limão.

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos.

O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

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Vamos lá: a pílula anticoncepcional faz 50 anos em 2010; 81% das brasileiras entre 15 e 49 anos que possuem um parceiro usam o contraceptivo. Mas estudo revela que pelo menos em São Paulo, quase metade das gestações não é programada.

O que acontece? Presume-se que nem todas as mulheres tenham acesso à pílula e entre aquelas que têm, falta conhecimento sobre o uso.

Para que a informação seja passada adiante, separamos três artigos que podem ajudar a esclarecer dúvidas frequentes e trazer à tona questões que intrigam o universo feminino, respondidas por especialista da área:

- Anticoncepcional: Entenda e Utilize com Saúde
- Anticoncepcional: Mitos e Verdades sobre o uso
- Gravidez não planejada é assunto sério

Há outros métodos que previnem a gravidez. A laqueadura, procedimento cirúrgico para mulheres já com filhos e mais de 25 anos, é o método mais usado, opção de 29% das mulheres. A pílula vem em segundo lugar, 25% delas, junto com anticoncepcionais injetáveis e DIU (Dispositivo Intrauterino).

Farmácia é o local onde elas obtêm as pílulas ou injeções. O Ministério da Saúde já aumentou os investimentos para oferecê-los através do SUS. Os dados são da PNDS (Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher).

Se restar alguma pergunta, não deixe de escrever para o Blog da Saúde que nós vamos atrás da resposta. Lembre-se de ter um bom diálogo com sua ginecologista!

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A gripe A (H1N1) provocou medo na população mundial desde abril do ano passado, provocando o fechamento de várias escolas e faculdades, além do alerta quanto aos cuidados com a higiene e a preocupação dos grupos de risco formados por crianças, grávidas, idosos, etc.

Em junho foi fabricado o primeiro lote de vacinas para combater a gripe. No Brasil, a vacinação começa no dia 8 de março e vai até 7 de maio.

A vacinação já começou a ser realizada nos EUA, mas mesmo assim, alguns pais não levaram os seus filhos para serem imunizados, pois têm mais medo dos efeitos colaterais da vacina do que da própria gripe, que matou cerca de 4 mil americanos.

É o que mostra uma pesquisa realizada pelo C. S. Mott Children’s Hospital, que detectou que 55% dos pais têm medo que seus filhos contraiam a gripe A, e que 66% estão mais preocupados com a vacina que tem a finalidade de combater o contágio. Somente 10% dos filhos de pais preocupados com a vacina foram imunizados.

Segundo especialistas brasileiros, a atitude dos pais brasileiros não deve ser a mesma dos americanos. Eles também alertam que a vacina de gripe A não é diferente da gripe normal, o que muda é o sorotipo.

“Pais: não tenham medo dos possíveis efeitos da vacina, pois a
gripe A (H1N1) pode levar a morte. Proteja seu filho!”

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