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O mundo no escuro pela Hora do Planeta 2011

Chegamos à quinta edição da Hora do Planeta, uma mobilização social em que você demonstra a sua preocupação com o aquecimento global ao apagar as luzes durante sessenta minutos, com hora marcada.

A ideia, promovida no mundo todo pela Rede WWF, é que todo mundo faça isso ao mesmo tempo neste sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30.

Apesar do ato simbólico acontecer já há 5 anos em algumas partes do mundo, o Brasil participa pela terceira vez. É que a cada ano mais governos, empresas e pessoas aderem à causa.

Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram suas luzes.

Quem participar pode enviar um relato das suas ações ou fotos tiradas durante o evento em sua cidade para o e-mail comunicacaohp@wwf.org.br com o nome, a cidade e o endereço eletrônico do remetente.

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O principal personagem do aquecimento global, o dióxido de carbono (CO2), continua preocupando (e muito!). Apesar de pauta constante e alvo diversas iniciativas, a emissão do CO2 não caiu como o esperado.

A conclusão é de um estudo realizado por um grupo de pesquisadores do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e França. O texto, uma atualização anual do Global Carbon Project, destaca que as emissões de dióxido de carbono não dão sinais de queda global e pior: pode atingir nível recorde em 2010.

Os autores concluíram que as emissões do poluente em 2009 foram apenas 1,3% menores do que as do ano anterior. A queda é menos da metade do que se estimava há um ano.

Relação com a crise

A previsão dos especialistas era que a crise econômica e financeira, que afetou diversos países no último ano, contribuísse com a redução do CO2. De fato, isso ocorreu. A maioria dos países industrializados apresentou diminuição da emissão do dióxido de carbono, como o Reino Unido, que registrou em 2009 queda de 8,6% em relação ao ano anterior.

Entretanto, diversas economias emergentes tiveram crescimento elevado, mesmo com a crise, o que refletiu no aumento das emissões do gás. Na China, houve, por exemplo, uma elevação de 8% e na Índia de 6,2%.

A pesquisa, publicada na revista Nature Geoscience, aponta ainda que, se o crescimento econômico continuar, as emissões globais de combustíveis fósseis aumentarão em mais de 3% em 2010, aproximando-se das elevadas taxas observadas entre 2000 e 2008.

Como cumprir as metas?

Segundo documento divulgado hoje (23) pelo Programa Ambiental da ONU (Pnuma), se tudo der certo e todos os países fizerem o máximo para conter emissões de carbono nos próximos anos, o mundo ainda estará longe de atingir a meta de limitar o aquecimento global a 2ºC.

Para cumprir o que foi prometido na última conferência do clima de Copenhague (COP-15) e evitar um possível aquecimento descontrolado da Terra, os países não apenas teriam de endurecer suas metas de corte de emissão do CO2, como ainda precisariam desligar todo o sistema de transporte do globo!

Em números: No documento, feito por nove institutos de pesquisa, os cientistas afirmam que as emissões de gases do efeito estufa deveriam ficar entre 40 e 48,3 bilhões de toneladas de CO2 até 2020, e que o valor deveria atingir seu auge entre 2015 e 2021. Para os pesquisadores, manter essa faixa e cortar as emissões globais de 48% a 72%, entre 2020 e 2050, daria ao mundo uma chance “mediana” de respeitar o limite de 2C.

No entanto, o próprio relatório documento informa que “as emissões esperadas para 2020 variam de 48,8 e 51,2 bilhões de toneladas de CO2-equivalente”. Ou seja, mesmo no melhor cenário, em que todos os países cumpram suas promessas, o total de emissões ainda estará entre 500 milhões e 8,8 bilhões de toneladas acima do que os cientistas julgam tolerável.

Resumindo: Se a humanidade quiser ter 66% de chance de manter o aquecimento global abaixo de 2ºC no fim deste século, o nível global de emissões em 2020 terá de ser de 44 bilhões de toneladas de CO2 equivalente, ou seja, a soma de todos os gases-estufa “convertidos” no potencial de aquecimento do dióxido de carbono.

Senão…

Em contrapartida, se nada for feito, as emissões podem chegar a 56 bilhões de toneladas em 2020. “Isso elimina a chance dos 2ºC e pode nos colocar no caminho de 5ºC de aquecimento em 2100″, informou Suzana Kahn Ribeiro, pesquisadora da Coppe-UFRJ, uma das autoras do relatório, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.

Para tentar chegar mais perto do almejado 2ºC no aquecimento global, os países precisam adotar o que o “The Emissions Gap” chama de “cumprimento estrito de metas condicionais”.

Ou seja, o cumprimento das reduções que alguns países dizem que farão se outros fizerem. Não entendeu? Vamos explicar melhor: a União Européia, por exemplo, se compromete a passar de 20% para 30% de corte em relação a 1990 se os EUA também avançarem nas suas metas.

O cálculo dos cientistas é que se isso for feito, ficaria “sobrando” na atmosfera em 2020 “apenas” 5 bilhões de toneladas para atingir os 2ºC.

O relatório do Pnuma, intitulado “The Emissions Gap” (“A Lacuna das Emissões”), será entregue à chefe da Convenção do Clima da ONU, Cristiana Figueres. Seus autores passaram seis meses avaliando 223 cenários de emissões de CO2 construídos a partir das metas voluntárias de corte de carbono propostas por vários países no Acordo de Copenhague (documento que resultou da conferência).

Há menos de uma semana para o começo da Conferência do Clima de Cancún (COP 16),  no próximo dia 29, a intenção da ONU é chamar a atenção de que não é aceitável que o encontro termine apenas com fracas promessas.

*Com informações Agência FAPESP e FSP.
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Um jogo britânico de computador, lançado esta semana para testes, possibilita que os usuários entendam como determinadas ações podem ajudar ou prejudicar o meio ambiente.

O “Fate of the World” cria diferentes situações para que você possa salvar o planeta dos efeitos do clima. O futuro da Terra fica nas mãos dos jogadores, responsáveis por uma organização ambiental internacional que pode salvar o mundo das consequências das emissões de gases que causam o efeito estufa.

O game poderá levar o jogador para o futuro, mostrando os resultados das suas decisões em 200 anos.

Polêmica

As soluções incluem a geoengenharia e fontes alternativas de energia.

No entanto, uma das ações para salvar o planeta disponível no jogo está gerando polêmica: para reduzir a superpopulação mundial, o jogador pode criar uma doença que causaria a morte de milhares de pessoas.

“Não estamos defendendo uma causa específica. Há diversas opções, entre as quais energia nuclear e energia renovável. Não queremos dizer que um determinado caminho seja o melhor”, explica Gobion Rowlands, fundador e presidente do conselho da Red Redemption, produtora de videogames de Oxford, no Reino Unido, que criou o “Fate of the World”.

Em teste

Durante três meses, os usuários poderão fazer testes e enviar comentários sobre o jogo. Baseado nas críticas, ele será revisado e lançado novamente em fevereiro de 2011. O game foi lançado para PCs e Apple Macs.

A diferença entre o “Fate of the World” e os videogames de ação comuns é a utilização de dados de modelos climáticos reais.

Reprodução do Fate of the World

Saiba mais:

– Desenvolvimento sustentável – Brasil evolui, mas ainda há muito o que ser feito!

- Ihhh… Deu branco: A medida que promete combater o aquecimento global

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (1º) os indicadores de desenvolvimento sustentável 2010, dando continuidade à série iniciada em 2002. Veja alguns dos principais pontos.

Efeito estufa

Mesmo com desaceleração durante os últimos anos, os dados do relatório indicam que a emissão de gases de efeito estufa no Brasil subiu 62% entre 1990 e 2005, passando de 1,35 bilhão para 2,20 bilhões de toneladas de CO2.

O CO2, apesar de não ser o gás de efeito estufa com maior capacidade de reter calor na atmosfera, preocupa pela emissão excessiva!

No Brasil, a principal fonte de emissão do gás é a destruição da vegetação natural, atividade relacionada à mudança no uso das terras e florestas, que incluem os desmatamentos na Amazônia e as queimadas no Cerrado. A agricultura aparece em segundo lugar.

Essas atividades respondem por mais de 75% das emissões brasileiras do poluente, sendo as responsáveis por colocar o Brasil entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa para a atmosfera.

Poluição do ar se mantém estável nas grandes cidades, mas concentração de ozônio cresce

O levantamento mostrou ainda que, após vários anos de queda, o consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio aumentou, de 1,43 mil toneladas em 2006, para 2,09 mil toneladas em 2008.

O IBGE afirma que, apesar de o Brasil ter superado metas internacionais de consumo de compostos com maior potencial de dano (como o clorofluorcarbono, ou CFC), nos últimos anos houve o aumento do uso de compostos que causam menos danos ao ambiente.

A partir de 2006, os HCFCs, ou hidroclorofluorcarbonos, que são gases usados como fluidos refrigerantes em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado, tornaram-se as principais substâncias que destroem a camada de ozônio em uso no País.

Concentração
A análise revela também um crescimento da concentração de ozônio (O3) em áreas urbanas. Nas regiões metropolitanas, os números (em microgramas por metro cúbico  – mg/m³) são:
- Belo Horizonte: 300 mg/m³;
- São Paulo: 279 mg/m³;
- Rio de Janeiro: 233 mg/m³.

O padrão estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) é de 160 microgramas por metro cúbico!

Para ler mais sobre o levantamento do IBGE, clique aqui e leia o relatório completo.

- O Aquecimento Global e suas consequências

- O Aquecimento Global pode comprometer a sua saúde

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A FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – faz diversas campanhas para diminuir o consumo de carne no mundo, já que atribui à indústria 20% das emissões globais de gases do efeito estufa.

A criação de vacas, porcos e ovelhas ocupa dois terços dos pastos mundiais, além da porcentagem atribuída às emissões de gases. Para mudar este cenário, uma das pretensões da ONU é reduzir a quantidade de carne na alimentação e optar por alternativas.

Que tal? - Imagem The Guardian

O truque estaria em mudar a dieta para o consumo de insetos rastejadores, como substitutos nutritivos.

Uma política de alimentação baseada nos insetos tem sido formalmente considerada pela FAO-ONU, que já debateu o tema na Tailândia em 2008 e está nos planos para o congresso mundial em 2013.

O autor da política, professor Arnold van Huis, afirma que alimentar-se deles têm vantagens. A população mundial irá crescer de seis bilhões para nove bilhões em 2050 e as pessoas estão consumindo cada vez mais carne. “Se continuarmos deste jeito, iremos precisar de outro planeta Terra” – afirma Arnold.

Os argumentos não param por aí. Eles alegam que boa parte do mundo já se alimenta de insetos, exceto o ocidente – mas comemos camarão, que segundo consultores da FAO, é comparável aos insetos. (E agora?)

As vantagens da dieta incluindo os bichinhos estão nos altos níveis de proteína, vitamina e mineral que possuem, além de produzirem bem menos gases prejudiciais do que a tradicional pecuária.

Gafanhotos, grilos e minhocas, emitem 10 vezes menos metano, 300 vezes menos óxido nitroso (gás que também provoca o aquecimento), e muito menos amônia, um poluente produzido por suínos e através da avicultura.

Mais de 1000 insetos são consumidos por livre escolha em todo o mundo em 80% das nações.

Qual a sua opinião sobre o assunto? Comente!

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Um ano depois da implantação da Lei do Clima na cidade de São Paulo, as principais metas previstas pela gestão do prefeito Gilberto Kassab não saíram do papel.

A lei busca adequar a capital paulista a uma convenção da Organização das Nações Unidas para mudança do clima. Uma das metas é reduzir em 30% a emissão de dióxido de carbono em São Paulo até 2012.

O dióxido de carbono é considerado o principal gás causador do efeito estufa e, consequentemente, do aquecimento global. Apesar da importância de sua redução, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera vem aumentando consideravelmente ano após ano.

De acordo com a Lei do Clima, o que era para ter acontecido:

 

- Relatório anual sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde. Ainda não foi divulgado!

- Inventário para medir o real impacto das motocicletas na poluição. Ainda não foi concluído!

- A cada ano, 10% dos novos ônibus passem a ser movidos a álcool ou a biodiesel, medida eficaz para a redução de emissões do dióxido de carbono. Até agora, nenhum ônibus novo passou a usar álcool ou biodisel!

Por enquanto, para tentar cumprir a nova legislação, um diesel menos poluente está sendo utilizado nos motores dos ônibus do sistema de transporte municipal. Além de parte da frota ter sido renovada.

- Instalação de ecopontos para descarte de entulho. A lei prevê um por distrito da capital até junho de 2011. No total são 96 distritos. Só dois novos ecopontos foram criados! 38 já existiam.

- Implementação de corredores exclusivos de trólebus (ônibus elétricos). A implementação não foi iniciada!

Por enquanto, o que aconteceu:

 

- Criação de programa de inspeção veicular.

- Controle de emissões dos aterros sanitários.

- Criação de ciclovias.

Aprovada por 51 dos 55 vereadores, a Lei do Clima não prevê punição à prefeitura pelo atraso.

A poluição e as mudanças climáticas na capital paulista são responsáveis por cerca de 70% das internações por doenças respiratórias.

Essa é uma das conclusões do relatório “Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo”, elaborado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo revela que as mudanças climáticas causadas pelo modelo de expansão da metrópole, aliadas à alterações no clima global, estão deixando a cidade cada vez mais vulnerável a desastres, como enchentes e deslizamentos, além de afetar de diversas maneiras a saúde da população.

*Com informações da FSP.

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E se fosse possível capturar o dióxido de carbono, um dos gases que gera o efeito-estufa, emitido pelas indústrias e prendê-lo ao cimento?

A Calera, nova empresa do Vale do Silício, descobriu como fazer isso. A empresa captura o dióxido de carbono (CO2), emitido pelas usinas a gás e carvão e o incorpora ao cimento.

Como é o processo? Uma usina a gás natural solta uma fumaça cinzenta cheia de gás carbônico. A Calera captura essa fumaça e combina o dióxido de carbono com a água do mar ou água salobra do subsolo, que pulverizada no gás, vira um líquido leitoso.

Esse líquido é coado para separar dele os resíduos sólidos – o que sobra é uma substância branca que lembra creme dental. Por fim, o calor que vem da fumaça na chaminé, transforma essa pasta branca em pequenas partículas de cimento. A empresa pretende tirar o sal da água que sobra para vendê-la.

Imagine, se essa tecnologia se popularizar, poderá tornar-se grande aliada na redução de gases que contribuem para o efeito estufa. Porém, alguns especialistas duvidam da possibilidade da empresa tornar esse método econômico e aplicável em larga escala.

Vale lembrar que as fábricas de cimento e usinas termoelétricas a carvão estão entre as principais indústrias que soltam gás carbônico na atmosfera nos EUA.

“Vamos torcer para que esse investimento ajude a saúde do nosso planeta!”

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A notícia estampa a página de economia e dinheiro dos principais jornais do país. O Blog da Saúde julga muito otimista a notícia de que a Agência de Proteção Ambiental Americana afirma que o produto brasileiro contribui em 61% para a redução da emissão de gases do efeito estufa.

A porcentagem é aplicada quando comparada ao álcool produzido a partir do milho, onde o percentual não passa de 20%. Os números são bons, e a perspectiva também é positiva.

Só nesse ano a previsão de uso do álcool de cana como combustível nos EUA é de 756 milhões de litros. Até o ano de 2022 a previsão dessa regulamentação é de que o consumo anual seja de 15 bilhões de litro.

Para Joel Velasco, representante-chefe da Única – União da Indústria de cana-de-açucar “as novas regras criam quase uma obrigação de consumo, cria mercado para o Brasil e fortalece os argumentos para derrubar a tarifa a qual estamos submetidos.”

“Qual a sua opinião sobre o assunto? Você concorda com o representante da Única ou acredita que o discurso de Obama seja apenas uma especulação? Afinal, o Brasil esta preparado para ampliar cada vez mais a produção de cana? Comente.”

*Com informações da Folha de São Paulo.

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Ainda neste século nós deveremos nos habituar ao calor intenso, que deve aumentar, e muito. Recentes pesquisas sobre as emissões de dióxido de carbono (CO2) no meio ambiente serão as grandes responsáveis.

Por isso é de extrema importância que desde já haja um esforço concentrado para a diminuição da queima de combustíveis fósseis.

A imagem abaixo, retirada do Blog do Planeta  demonstra como o mês de outubro passado foi mais quente que a média entre 1971 e 2000. Pontos vermelhos são quentes e pontos azuis são frios. Nosso país ficou de dois a três graus mais quente.

Divulgação Blog do Planeta - Clique para Ampliar

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“Aplique Filtro Solar e conscientize-se.”
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Para quem acha que as conseqüências da crise econômica foram apenas negativas e que influenciou somente o comércio, a produção e os setores políticos, financeiros e sociais, saiba que a premissa é falsa.

O meio ambiente também sofreu forte impacto da crise. De acordo com a AIE, Agência Internacional de Energia, a recessão global combinada com políticas públicas colaboraram com a maior redução da emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa nas últimas quatro décadas.

O fato chama atenção e demonstra que as mudanças climáticas e o meio ambiente não podem ser ignorados no mundo dos negócios.

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Boas notícias para a preservação da floresta Amazônica. A devastação acumulada em 12 meses foi a menor desde 2004, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE. Os satélites do instituto medem o avanço da devastação desde a década de 80. Apesar de a área devastada no mês de julho ser a maior do ano, ainda assim é 56% menor do que a média registrada desde julho de 2003.

Se nós contamos com a ajuda de satélites e sensores de motoserra para combater o desmatamento, um grupo britânico cogita a ideia de resfriar a Terra artificialmente, caso o novo acordo do clima falhar. A iniciativa, publicada ontem, 01, pela Royal Society pede verba ao governo para esclarecer dúvidas e ampliar as técnicas da chamada geoengenharia, que consiste em manipular a atmosfera da superfície da Terra para equilibrar as emissões de gases do efeito estufa.

Entenda o procedimento na imagem ilustrativa abaixo, publicada em matéria do jornal Folha de São Paulo.

aquecimento_global,

Imagem publicada no jornal Folha de São Paulo - clique para ampliar

Agora, releia com calma o parágrafo anterior e preste atenção às alternativas sugeridas e explicadas na imagem (topo). Creio que a maioria fará a si mesmo a mesma pergunta que fiz ao produzir o texto: Será mesmo necessário investirmos dinheiro em técnicas artificiais que combatam o aquecimento global?

Pare e reflita a respeito das mudanças climáticas no planeta e a responsabilidade de cada um. É mais viável investir em tecnologia para combater o “estrago” provocado pelo homem ou investir em práticas sustentáveis e conscientização ambiental?

“O Blog da Saúde fica na expectativa de que a Conferência de Copenhague, prevista para o final de 2009 traga um acordo sensato e preciso para o corte das emissões de gases causadores do efeito estufa, e lembra aos internautas que você pode ser a mudança que quer ver no mundo. Basta agir!”

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