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Agora existe Crowdlearning

Financiamento coletivo, mobilização coletiva, aprendizado coletivo. Uma das grandes sacadas no uso da internet é que essa gente toda atrás das telas pode se juntar por uma ideia ou ideal.

O Nós.vc foi criado para que pessoas apaixonadas pelos mesmos assuntos aprendam e ensinem. Você cria o encontro que gostaria de liderar e, após curadoria dos fundadores do site, sua proposta vai ao ar para votação.

Líder é quem conduz o encontro e inspira os participantes. Não há restrição de temas, afinal ninguém sabe qual é o talento que você tem para mostrar.

Nós.vc – Encontros Inspiradores from Nós.vc on Vimeo.

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Em um post recente, o Blog da Saúde mostrou a campanha mexicana que aponta que a luta contra o racismo pede por uma mudança cultural.

Hoje, o projeto “Ensinando o Respeito para Todos”, fruto de cooperação entre a UNESCO, os Estados Unidos e o Brasil, será lançado na sede da Organização em Paris buscando exatamente esse fim. A iniciativa parte do reconhecimento das escolas como papel fundamental no combate à discriminação racial e étnica.

O evento terá a participação por videoconferência dos estudantes da Tallwood High School (Virginia Beach, EUA) e do Bagunçaço (Salvador, BR).

O primeiro passo será identificar o que pode ser feito para melhorar a tolerância dentro do ambiente escolar. O segundo passo, contará com a implantação de programas pedagógicos e ferramentas práticas, como os livros didáticos, que integrarão a luta contra a discriminação.

Uma plataforma online será criada para contar com a participação de jovens que poderão compartilhar experiências e fazer sugestões durante o processo.

Aqui no Brasil, já contamos com a ajuda da UNESCO e o do MEC que promovem o Programa Brasil-África: Histórias Cruzadas, trazendo inclusão das relações étnico-raciais no sistema de educação brasileiro.

 

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O Conselho Nacional mexicano para prevenir a discriminação fez um vídeo com crianças entre 6 e 10 anos, tanto de colégios públicos como de privados, em que os questionavam sobre um boneco branco e um boneco negro.

Entre perguntas como “qual boneco é mais bonito?”, “qual é feio?”, “qual é mau?”, todos disseram o mesmo: gostavam mais do boneco branco e atribuíram características negativas ao boneco negro.

Logo após a gravação, os participantes e os pais participaram de um espaço de reflexão para ensinar às crianças as questões de igualdade. O Conselho Nacional pretende prevenir a discriminação no país. Logo no final do vídeo, pede-se respeito absoluto às crianças entrevistadas, que são apenas um reflexo de uma sociedade em que o racismo se transmite e se reproduz culturalmente.

Por isso, os pais têm dever absoluto em ensinar aos filhos as questões envolvendo o tema, bem como outros tipos de preconceito. Converse em casa com seus filhos e ajude a prevenir a discriminação.

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Tem de tudo no Youtube, inclusive vídeos educacionais bem bacanas e dos mais variados temas. Do outro lado estão as escolas e suas salas físicas tendo que se adaptar à cultura digital. Porque ela não vai acabar, nem diminuir, então é melhor estar por dentro.

A questão de como trazer o conteúdo de vídeos educacionais da rede de forma segura foi resolvida. O YouTube permite que as escolas acessem vídeos educativos, limitando o acesso a outros conteúdos.

O conteúdo é separado por grau de escolaridade; não é possível fazer comentários e não há vídeos relacionados. Os professores podem criar suas playlists de conteúdo para não ter que procurar os vídeos toda vez que desejarem passá-los.

Todo o conteúdo educacional em http://YouTube.com/Schools.

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Um novo projeto das secretarias de Estado da Saúde e da Educação, em parceria com o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), pretende alertar sobre prevenção do câncer nas escolas da rede estadual.

O “Educar é prevenir” levará a 1,5 milhão de alunos a importância do cuidado com a saúde para evitar diversos tipos de câncer. O alerta também marcará o Dia Nacional de Combate ao Câncer, comemorado em 27 de novembro.

Médicos do Icesp promovem uma série de palestras para os alunos do Ensino Médio com orientações sobre a doença, importância da prevenção, além de uma cartilha informativa e um vídeo gravado com os próprios médicos do Instituto. A população também terá acesso ao projeto.

Mitos e verdades sobre o câncer

Na luta contra o câncer, a descoberta precoce e seu acompanhamento são fatores fundamentais na busca pela cura, pelo aumento da sobrevida e pela melhora na qualidade de vida do paciente.

No entanto, crenças populares sem respaldo científico podem prejudicar a detecção precoce e o tratamento da doença. É necessário ficar atento e seguir orientações somente de médicos ou instituições confiáveis.

Por isso o Icesp faz um alerta sobre os mitos e as verdades sobre a doença, veja abaixo:

Mitos

  • Uso de desodorantes pode causar câncer de mama.
  • Somente quem tem histórico familiar está sujeito a desenvolver a doença.
  • Ingestão de leite prejudica o tratamento do câncer.
  • O consumo de adoçantes provoca o surgimento da doença.
  • Falta de higiene nas regiões íntimas não está relacionado ao câncer.
  • Câncer é uma doença contagiosa.
  • Pessoas negras não têm câncer de pele.
  • Segurar a urina dá câncer de bexiga.
  • Prática de relações sexuais sem preservativos não aumenta risco de desenvolvimento da doença.
  • Implantes de silicone podem provocar câncer de mama.
  • Alimentos preparados no micro-ondas podem provocar câncer.
  • Uma pancada pode causar a doença.
  • Todo nódulo ou tumor se transformará em câncer.

Verdades

  • Falta de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
  • HPV está relacionado ao desenvolvimento de tumores no ânus, e nos órgãos da região da cabeça e do pescoço.
  • Consumo de álcool e tabaco aumentam as chances de desenvolvimento da doença.
  • Ter filhos mais tarde (após os 30 anos) eleva os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
  • Quanto maior a idade, maiores as chances de desenvolvimento de um câncer. Mas isto não significa que jovens não estejam sujeitos à doença.
  • Homens também podem ter câncer de mama.
  • Câncer tem cura. Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de curá-lo.

Por fim, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) aponta uma estimativa de 520 mil casos novos da doença para o próximo ano. Sete novas localizações de câncer entraram no ranking dos tumores mais frequentes do país.

As estimativas destacam os tipos mais incidentes nas regiões brasileiras, caso do câncer de pele não melanoma, próstata, mama e pulmão.

Desconsiderando o câncer de pele não melanoma – tumor com baixa letalidade -; entre o sexo masculino o câncer de próstata permanecerá como o mais comum, seguido pelo de pulmão, cólon e reto, estômago, cavidade oral, laringe e bexiga. Já nas mulheres, a glândula tireoide, de modo inédito, aparece no quinto lugar geral, atrás do câncer de pele não melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto. Na sequência, vêm os tumores de pulmão, estômago e ovário.

Prevenção é fundamental. Cuidar de quem se ama também.

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O Brasil subiu uma posição no ranking global do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) deste ano, passando da 85ª para a 84ª posição. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país foi de 0,715 em 2010 para 0,718 neste ano.

O relatório, intitulado “Sustentabilidade e equidade: Um futuro melhor para todos”, foi lançado nesta quarta-feira (02/11), em Copenhague, na Dinamarca.

Ele mostra um número recorde de valores e classificações do IDH de países incluídos, pulando de 169 no ano passado para 187 países e territórios reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) neste ano.

Desses 187 países, apenas 36 subiram no ranking entre 2010 e 2011, e o Brasil está nesse grupo. O curioso é que os outros 151 permaneceram na mesma posição ou caíram.

Os 18 países incluídos este ano: Palau, Cuba, Seychelles, Antígua e Barbuda, Granada, Líbano, São Cristóvão e Névis, Dominica, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Omã, Samoa, Territórios Palestinos Ocupados, Kiribati, Vanuatu, Iraque, Butão, Eritreia.

IDH brasileiro

Os fatores primordiais para a evolução do IDH brasileiro são: o aumento da expectativa de vida (responsável por 40%), a educação e renda (cerca de 30% cada uma).

Analisando em médio prazo, de 2006 a 2011, o Brasil está entre os 24 países com melhor desempenho no IDH, que constitui aqueles que subiram 3 ou mais posições.

Esse índice de 2011 faz com que o Brasil permaneça no grupo dos países de alto desenvolvimento humano. Ficando atrás apenas da parcela de nações com os maiores IDH, que representam desenvolvimento muito alto.

Entenda o IDH

O IDH mede o progresso em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: uma vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um padrão de vida digno. Ou seja, valores relacionados à saúde, educação e renda.

Ele pode variar de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano).

Imagem: RDH 2011

Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD)

Contudo, como todas as médias, o IDH mascara a realidade, principalmente a desigualdade social. Desde 2010, o IDH Ajustado à Desigualdade (IDHAD) vem levando em consideração esses fatores.

Com esse novo índice, o IDH tradicional deve ser encarado com um apontador de desenvolvimento humano “potencial”, enquanto o IDHAD como o “real”.

No caso do Brasil, o IDH de 0,718, descontando a desigualdade, cai para 0,519. Resulta numa perda de 27,7%.

Portanto, o cidadão brasileiro médio tem o risco de quase 30% de não conseguir alcançar o desenvolvimento humano potencial que o país possui, isso em decorrência dos obstáculos que a desigualdade impõe, revela o IDHAD.

Essa situação, recorrente em toda a América Latina, representa uma barreira à melhoria dos índices. Mas o RDH desse ano elogia os avanços e esforços em tentar reduzir os números na região.

Ele cita as conquistas de países como Argentina, Brasil, Honduras, México e Peru em melhorar a educação básica e os programas de transferência de renda.

Imagem: RDH 2011

Fonte: ONU

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O Brasil pouco alfabetiza, de fato, suas crianças na escola pública e as que conseguem aprender a ler apresentam um resultado fraco e alarmante que se reflete na Prova Brasil de Língua Portuguesa: entre 30 e 50% dos alunos chegam analfabetos ao 5º ano.

Ao menos metade das escolas brasileiras está nesse nível, aponta o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira, coautor do capítulo sobre Alfabetização do livro sobre o tema “Aprendizagem Infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva”.

Ele avalia que os maus resultados e a situação atual da alfabetização no Brasil não são fruto de erro, mas sim consequências diretas das políticas educacionais existentes.

“Elas não determinam uma série limite para que o aluno já esteja alfabetizado, não criaram nenhum teste adequado para avaliar o nível de alfabetização das crianças (os existentes não medem nada e são confusos) e também não promovem a formação de professores alfabetizadores na maioria das faculdades de Educação”, aponta ele.

Segundo o especialista, também não há programas adequados de ensino de alfabetização e elaboração de cartilhas. “As cartilhas aprovadas pelo Ministério da Educação (MEC) não apresentam atividades consistentes para alfabetizar”, afirma.

Para Oliveira, o que temos, assim, é resultado das políticas, e não fruto de má implementação.  E essas políticas continuam a ser propagadas pelo MEC e Universidades e adotadas por estados e municípios.

Em sua palestra sobre alfabetização, João Batista Oliveira demonstrou que, no Brasil, ainda se confunde alfabetização com a questão da compreensão de texto. “Saber ler não é apenas ser capaz de identificar as letras e formar palavras, mas acima de tudo entender o seu significado e construir frases e textos inteligíveis com elas”.

Testes que avaliaram as crianças

Em um teste que aplicou em mais de 300 mil alunos de todo o Brasil, em escolas que tinham obtido média 175 na Prova Brasil de Língua Portuguesa, o Instituto Alba e Beto (IAB) confirmou que é isso que acontece com os 30 a 50% dos alunos citados – chegam ao 5º ano sabendo identificar letras e palavras mas sem entender o que leem e sem conseguir escrever com sentido minimamente compreensível.

“Já que não consegue ensinar, o sistema oficial prefere promover esse aluno para a série seguinte, para que tenha alguma oportunidade de aprender algo pela permanência na escola”, avalia Oliveira.

Para o especialista, esse contexto já é o suficiente para dar a dimensão da gravidade do problema e somente mudanças na política educacional do país podem alterar o quadro.

Chamado de “Aprendizagem Infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva” – o livro traz as conclusões de cinco anos de trabalho do Grupo de Trabalho sobre Educação Infantil, criado pela Academia Brasileira de Ciências em 2007.

*João Batista Oliveira é presidente do Instituto Alfa e Beto, psicólogo especialista em Educação, ex-secretário executivo do Ministério da Educação e consultor do Banco Mundial e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para projetos na área em mais de 60 países.
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Falamos do Brasil sede da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e da Olimpíada, em 2016. Do país que tem um vasto território com 22% da terra agricultável e 12% da água doce do mundo.

Educação é o tema unânime de presidentes de empresas e de quem coordena a área de recursos humanos sobre onde o país precisa investir. E como a informação é nossa principal arma para o crescimento das pessoas, o Blog da Saúde realiza uma cobertura especial sobre o futuro da gestão.

Começa hoje, dia 15 de agosto, a 37º edição do CONARH 2011 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, realizado durante a Expo ABRH, no ExpoTransamérica, em São Paulo.

Esse ano, o Congresso faz uma homenagem às pessoas que aliam as conquistas do resultado à garantia de sustentabilidade e conta com um recorde de palestrantes – são 3.400.

Gente em Ação – Construindo resultados

Durante a cerimônia de abertura, Leyla Nascimento, presidente da ABRH-Nacional, identificou que atualmente trabalho e estudo caminham lado a lado. A intenção é mais do que deixar um mundo melhor para as futuras gerações; engloba deixar melhores gerações para o mundo.

O Brasil tem que preparar as pessoas. São mais de 120.000 profissionais de Recursos Humanos no país com desafios a serem alcançados.

Ao serem perguntados sobre qual é o maior desafio que vem pela frente, sabe o que os presidentes consultados responderam? Escassez de mão de obra.

Hoje, há mais gente trabalhando com a maior deficiência educacional já vista. Nós estamos sem gestão que traga de volta o brilho nos olhos das pessoas. É preciso trabalhar com felicidade e transparência na comunicação.

O Blog da Saúde trará todas as novidades. Veja as imagens do primeiro dia de evento e acompanhe!

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O movimento Let’s Do it! foi criado em 2007 pelo estoniano Rainer Nolvak. E deu tão certo na Estônia, em outros países europeus e asiáticos, que agora chega ao Brasil e promete varrer todo o lixo das ruas em um ou dois dias.

Para isso, o projeto Limpa Brasil – Let’s Do it!, lançado por aqui pela empresa de comunicação ambiental Atitude Brasil, consiste em criar mutirões de limpeza nos quais toda ajuda é sempre bem-vinda.

A primeira cidade a recebê-lo será o Rio de Janeiro, onde há toneladas de lixo jogadas nas ruas e praias, anualmente. A ação acontecerá na primeira semana de junho e quem quiser já pode se voluntariar para participar.

Há outras 13 cidades brasileiras (todas com mais de um milhão de habitantes) no cronograma: Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Belém, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Guarulhos, Manaus, Porto Alegre, Recife e Salvador. O site do movimento contém todas as informações, e é por lá que cada pessoa pode se cadastrar como voluntário e saber sobre as atualizações.

Quem mora em cidades que não estão no planejamento de 2011 do Limpa Brasil, saiba que o projeto pretende ficar no país por uma década e, com a colaboração do Instituto Akatu e do Canal Futura, criar um plano educacional para escolas públicas sobre descarte certo de resíduos.

Prontos para colaborar e educar?

Limpa Brasil – Let’s Do it!

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Você está lendo esse post agora e é bem provável que nem imagine o tamanho do sufoco e do vazio que passam os cidadãos que não sabem ler nem escrever. Eu faço parte do grupo de pessoas que acredita que sem educação não se constrói nada.

Enquanto a base da cidadania não estiver bem firme de nada adianta “fazer bonito”. É como um prédio luxuoso em que a fundação não suporta seu peso.

Na constante luta para a mudança desse cenário,  o Conselho Nacional de Educação formalizou a proposta para o Novo Plano Nacional de Educação, que prevê a erradicaçãodo analfabetismo no Brasil até 2020. Do plano atual (2001-2010), dois terços das metas estabelecidas não foram cumpridas.

Na proposta atual, entrará como prioridade também a elevação do valor investido na educação. No papel passarão a equivaler a 10% do PIB – Produto Interno Bruto até 2014.

“O Blog da Saúde torce para que as mudanças realmente aconteçam e teme pelos menos favorecidos. A Saúde Social é fundamental para o equilíbrio das demais e também para a qualidade dos relacionamentos e da vida em sociedade.”

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Qualquer forma de ofensa, humilhação, discriminação, agressão, gozação ou isolamento configura-se como Bullying. Um inimigo muitas vezes invisível, ele afeta a pessoa agredida e também quem presencia as ações hostis.

A comprovação foi descoberta em estudo realizado pela Universidade Brunel, na Inglaterra. De acordo com a pesquisa, quem presencia essas situações fica inseguro e angustiado, mesmo que inconscientemente.

Números

Levantamento feito pelo pesquisador inglês Ian Rivers mostra que dos jovens entrevistados, adolescentes na faixa etária entre 12 e 16 anos, 34% afirmam já ter sofrido algum tipo de violência na escola.

Já 63% relataram ter testemunhado ações agressivas de colegas. Um alerta para os pais é para que fiquem sempre atentos às mudanças de comportamento apresentadas pelos filhos fora do ambiente escolar.

“Não deixe que a distância e o excesso de trabalho comprometam a qualidade do relacionamento com seus filhos. Mantenha sempre um diálogo aberto e fique atento às mudanças de comportamento.”

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O Brasil está no 75° lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) atualmente, é um país do Terceiro Mundo que está em constante desenvolvimento nos últimos anos, mas ainda possui alguns pontos fracos que poderiam ajudar no crescimento mais rápido do país.

O investimento na educação de uma nação faz com que o país melhore em muitos aspectos, como na diminuição da violência. Além de formar pessoas melhores que saberão correr atrás de seus direitos, e terão mais capacidade de se desenvolver socioeconomicamente, assim melhorando a qualidade de mão-de-obra dentro do país.

A educação é a base de um país, quanto mais profissionais qualificados em diversas áreas de atuação, mais o país cresce, não precisando importar tecnologias e descobertas fora do território nacional. Para isso é preciso investir mais na rede pública de ensino.

Através de um estudo feito no Brasil, o Projeto Geres, pesquisadores descobriram que há uma grande diferença entre a qualidade de ensino entre alunos de escolas particulares e públicas que ingressaram na 1ª série. E essa diferença se estende até a quarta série do ensino fundamental.

Para os especialistas, o governo tem que investir mais no ensino infantil, que começa nas creches e pré-escolas. Além disso, os pais têm um papel fundamental na educação dos filhos, práticas como ler histórias antes da criança dormir, podem fazer com que a criança tenha mais interesse pela leitura e aprenda a ler e interpretar mais rápido.

As famílias que têm condições de pagar escolas particulares para os seus filhos, desde muito pequenos, conseguem deixar eles um passo a frente das demais crianças, cujo as famílias não têm a mesma condição financeira.

“É importante lembrar que todo cidadão brasileiro têm o mesmo direito perante
a constituição, portanto, é preciso que o governo dê a devida atenção a população mais carente.”

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Quem for estudar na Unila terá que aprender, e nossos hermanos terão que arranhar o português.

Fica difícil imaginar como seria uma faculdade que detêm alunos de nacionalidades diferentes e que não falam outro idioma, mas isso já é um projeto aprovado pelo Senado e que aguarda a sanção do Presidente Lula.

Unila – Universidade Federal de Integração Latino-Americana – será o nome da universidade bilíngue que ficará na tríplice fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina, que se localiza em Foz do Iguaçu (PR).

Os idiomas utilizados serão o português e o espanhol, e para não deixar os alunos “boiando” na diversidade linguística, serão oferecidos cursos das duas línguas para os alunos que ingressarem na universidade.

A previsão é de que as aulas comecem no segundo semestre de 2010. Os cursos são do interesse das três nações, como relações internacionais e integração regional; história e direitos humanos na América Latina; Saúde Coletiva e Comunicação, Poder e Mídias.

No início serão abertas mil vagas, 50% para o Brasil e a outra metade para os países vizinhos, e até 2015 serão 10 mil.

Esse será o futuro das relações latino-americanas, uma integração
das nações de interesses mútuos? Comente.

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É comum ouvirmos e até falarmos que a solução para o problema da educação no país é aumentar o salário dos professores e investir em infraestrutura. As questões citadas não deixam de ser importantes, mas só geram resultados quando fazem parte de um projeto a longo prazo.

Pesquisas apontam que a relação salário dos professores x desempenho dos alunos não é direta. Isso porque locais destacados com maior salário de professores teve por parte dos alunos a mesma nota em exames federais.

Segundo estudiosos os salários devem ser revistos com critérios para que gerem soluções. Além disso é necessário consciência na contratação do profissional e respeitar a disciplina em que é especialista. De nada adianta contratar um professor de matemática para lecionar física, por exemplo.

Verdade ou Mentira
Confira trecho de matéria publicada na Folha de São Paulo sobre o que é verdade e o que não passa de mito sobre a educação.

dinheiro

1. SÓ PAGAR MELHOR O PROFESSOR JÁ MELHORA O APRENDIZADO
Pesquisas nacionais e internacionais indicam que não há relação entre o salário do professor e o aprendizado dos alunos no curto prazo, já que não há impacto imediato na maneira como o professor ensina. No entanto, no longo prazo, alguns especialistas em educação afirmam que isso pode tornar a carreira de professor mais atraente, estimulando os melhores alunos do ensino médio a seguirem essa profissão.

 
escola2. MELHORAR A INFRAESTRUTURA DA ESCOLA TEM IMPACTO POSITIVO NO DESEMPENHO DOS ALUNOS
Na avaliação de alunos da oitava série na Prova Brasil de 2007, de 14 CEUs avaliados, 9 tiveram nota menor que a média da rede municipal de São Paulo. Uma das hipóteses é que, sem ter professores preparados para ensinar melhor, dispor de facilidades como piscina, teatro e recursos tecnológicos avançados não traz avanços no aprendizado dos alunos.

 

estudos3. A PROGRESSÃO CONTINUADA CONTRIBUI PARA PIORAR A QUALIDADE DO ENSINO
Nesse sistema, o aluno não está sujeito a repetência ao fim de cada série, mas ao fim de cada ciclo. Segundo pesquisa de Naércio Menezes Filho, os alunos das redes com progressão continuada têm desempenho muito parecido ao dos alunos de escolas com regime seriado. “Além disto, a evasão é muito maior no segundo caso (seriado).”

 

professora4. CURSOS DE RECICLAGEM PARA PROFESSORES AJUDAM A MELHORAR O ENSINO
Estudos feitos no Brasil e no exterior mostram que os professores que fizeram os chamados cursos de formação continuada não passaram a ensinar melhor. Isso porque eles são muito teóricos e influenciam pouco na melhoria do ensino em sala de aula. Mozart Neves, presidente do Todos pela Educação e professor da UFPE, ressalta que o mais indicado seria melhorar a formação dada nas universidades.

 
dindin5. GASTAR MAIS COM EDUCAÇÃO É SUFICIENTE PARA AUMENTAR O APRENDIZADO DOS ALUNOS
De acordo com levantamento feito por Menezes Filho, municípios que gastam R$ 1.000 por aluno no ensino fundamental têm a mesma nota na Prova Brasil do que municípios que gastam R$ 3.000. O economista Gustavo Ioschpe lembra ainda que, na maioria dos casos, aumentar os gastos com educação significa elevar os salários dos professores, que não é algo que dá resultados.

 

familia6. A ESCOLA NÃO PODE AJUDAR FILHOS DE FAMÍLIAS DESESTRUTURADAS
Para aprender, o aluno deve estar bem emocionalmente, mas isso não quer dizer que a escola deve se eximir de seu papel de educar, diz Magdalena Viggiani Jalbut, do Instituto Superior de Educação Vera Cruz. Além disso, mesmo no caso de uma família fora do padrão (quando mãe e pai não estão interessados na educação do filho), qualquer outro parente, até um primo, pode estimular a criança a aprender, segundo estudos feitos na França citados por Maria Letícia Nascimento, da Faculdade de Educação da USP.

cartilhas7. SISTEMAS DE ENSINO APOSTILADOS TOLHEM A AUTONOMIA DO PROFESSOR
Estudos feitos por Paula Louzano, doutora em educação pela Universidade Harvard (EUA), mostram que municípios de SP que usam esses métodos estruturados (como os do COC e do Anglo, com apostilas) tiveram desempenho superior na Prova Brasil, na comparação com as demais redes municipais. Em entrevista com professores que usam o sistema, 84% disseram que o desempenho dos alunos melhorou e 36% que o material estimula o aprendizado.

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A Corte Européia de Direitos Humanos proibiu ontem, 3 de novembro, o uso de símbolos religiosos em salas de aulas na Itália. A decisão está gerando muita polêmica no país, que é marcado pela tradição e valores religiosos, mas com cidadãos que não aspiram a uma formação educacional com base na igreja.

A discussão pode ser estendida à sociedade e escolas brasileiras. No último dia 7 de outubro, o Senado aprovou um acordo firmado entre o presidente Lula e o Vaticano que estabelece a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas.

A sociedade brasileira, esmagadoramente religiosa (e religião aqui se refere a qualquer prática transcendental), não está alheia à interferência religiosa na educação, não apenas dentro das paredes de instituições de ensino, mas em todos os níveis de formação social e cultural.

A Constituição Federal Brasileira, porém, estabelece e assegura a liberdade e diversidade religiosa no Brasil, o instituindo como um país laico, sem qualquer forma de discriminação.

O tema é bastante delicado e muitas vezes evitado, mas abrimos aqui um espaço para você dar seu parecer. Você acredita que a disciplina de ensino religioso deve ser obrigatória ou facultativa nas escolas?

“A religião (do latim religio=religar) foi criada pelo homem como uma tentativa de se ligar à Deus através de suas próprias crenças, por isso não existe uma religião certa”.

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Dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Professor. Quando pequenos geralmente não vos atribuímos o devido valor, mas ao longo do tempo percebemos o quanto esses educadores são importantes na nossa formação.

O Blog da Saúde aproveita a data, e convida todos a discutir sobre um polêmico assunto que envolve, transforma, ou para alguns até exclui, a participação desses profissionais no ensino, trata-se do ensino à distância.

Este é um processo pelo qual a aproximação alunos/professores não ocorre fisicamente, mas mediante aos aparelhos tecnológicos de informação e comunicação, como internet, TV, CD-ROM, rádio, etc., tão presentes na vida atual.

Essa ação vem sendo desenvolvida pelo Ministério da Educação, através de sua Secretária de Educação a Distância, em conjunto com escolas e universidades públicas do país a fim de superar as dificuldades sociais e geográficas que temos e disponibilizar uma alternativa de aprendizagem a toda população, sendo a educação um direito civil.

Enquanto para uns a ferramenta é crucial na erradicação da pobreza e desigualdade, para outros é apenas mais um processo rentável aos empresários, visto que grande parte desses cursos são caros. Também são uma alternativa para pessoas sem flexibilidade de horário, mas exigem muita disciplina.

Hoje, a educação a distância é aplicada em todos os níveis de ensino desde o básico até em pós-graduações e os professores devem fazer um curso de especialização do método. Como no ensino tradicional, alguns aspectos são obrigatórios durante o curso: aulas práticas, atividades laboratoriais, estágio, avaliações e trabalho de conclusão de curso.

Será que quantidade é qualidade? Você professor, aluno, educador ou aprendiz da vida dê seu parecer!

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Estudantes em todo Brasil amanheceram hoje, 1º de outubro, pela manhã com uma notícia: a prova do ENEM – Exame Nacional do ensino Médio – que seria realizada neste próximo final de semana, foi cancelada. Este episódio foi a prova da falta de compromisso de alguns brasileiros com seus compatriotas e, ao mesmo, tempo mostrou a preocupação de órgãos públicos e midiáticos com a educação do país.

O cancelamento se deu pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, devido fortes indícios de vazamento da prova. A informação sobre a fraude, por sua vez, decorreu do Estado de S.Paulo que recebeu a denúncia por telefone, seguida da cobrança de R$ 500,00, por um homem que portava duas amostras do exame.

O desconhecido afirmou que adquiriu o conteúdo através de um funcionário do Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacional. É lamentável que um membro dessa instituição que visa desenvolver e promover educação, esteja numa direção tão oposta. Sua responsabilidade e envolvimento estão condenados não apenas pelo fato de um colaborador não “vestir a camisa” de onde trabalha, mas também “não vestir a camisa” de seu país.

Sabemos que o investimento na educação é o passo inicial para uma mudança e melhoria no comportamento e instrução do povo brasileiro e, consequentemente, desenvolvimento do Brasil. O comprometimento, tanto através dessa decisão tão correta e imediata, quanto de outras ações como a obrigatoriedade do Hino Nacional nas escolas, dos órgãos visíveis à sociedade alimentam uma esperança.

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Todo pai, e claro, mãe, se preocupam com a formação de seus filhos. Segundo teorias psicanalíticas, o modo como um adulto lidará com as relações amorosas, de trabalho, autoestima, etc. dependem do vínculo que tinham com seus pais na infância. É por isso que a formação das crianças é um assunto tão importante e delicado.

O Blog da Saúde conversou com o Coordenador do Departamento de Psiquiatria de Infância e Adolescência da Associação Brasileira de Psiquiatria, Lúcio Simões de Lima, para comentar alguns tópicos sobre o assunto.

1. É possível os pais transformarem uma criança “normal” numa criança “prodígio/superdotada” através de estímulos durante a infância ou essa é uma característica inata?
Não é possível, esta é uma característica inata. Pode ser desenvolvida, mas tem que ter a potencialidade. Sabemos hoje que o meio ambiente pode influir na genética, e vice versa, mas a este ponto não.

2. Ballet, futebol, luta, natação, inglês, espanhol, kumon… A infância é a hora certa de começar as atividades para estimular o desenvolvimento intelectual e físico dos filhos, mas como fazer isso sem exagerar na dose e sobrecarregar a criança?
Estimular o desenvolvimento intelectual e físico é muito importante, mas tem que haver tempo para a criança brincar. O lúdico desenvolve potencialidades.

3. Nos dias atuais, crianças gastam a maior parte do seu tempo em vídeo-games e computadores. De que maneira os pais devem restringir este uso sem deixar seus filhos “revoltados”, já que todos os amigos fazem o mesmo?
Através de conversas e limite de uso. Se a criança cumpre bem suas atividades escolares, podem-se negociar horários. Sempre com tempo marcado adequado. Não pode haver liberação total do computador ou videogame.

4. Se o seu filho não tem habilidades para aquele esporte ou atividade que você gostaria que ele tivesse, como lidar com esta situação?
Os pais devem reconhecer as potencialidades dos filhos e não a que eles querem que ele tenha ou seja.

5. O seu filho quer fazer ballet e sua filha jogar futebol. Como agir quando seu filho opta por uma atividade vista como imprópria para seu sexo?
Com conversas os pais podem mostrar as dificuldades que ele/ela poderá enfrentar por escolher uma atividade imprópria para seu sexo. Se a vontade persistir, o certo é estar do lado deles.

6. O amadurecimento precoce pode ser associado a alguma característica psicológica? Isso pode desencadear alguma doença?
Desencadear propriamente não. Muitas crianças têm um amadurecimento precoce por situações próprias do momento, na família, na escola, etc. Certos traumas (abusos físicos, maus tratos ou abuso sexual) podem desencadear situações patológicas no futuro.

7. Verdade ou Mentira: Criança-prodígio = Adulto-problema?
Muitas vezes verdade, mas não é universal.

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