O dado faz parte de um estudo realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA).

As drogas se tornaram um mal social em todo mundo e a data visa estimular o debate em torno do tema

O estudo aponta que quase metade (45,5%) dos alunos no 9º ano escolar tinha 14 anos de idade

A campanha nacional defende a descriminalização das drogas e protege os usuários.

Mundialmente, 210 milhões de pessoas usam drogas ilícitas e quase 200 mil delas morrem. Para acabar com isso, pais precisam orientar os filhos sobre as consequências do uso.

Estudo revela que o consumo da droga perturba completamente as ondas cerebrais, assim como na esquizofrenia.

Estudo feito com pacientes em tratamento no Instituto do Câncer de São Paulo alerta que o consumo da droga aumenta o risco de desenvolvimento do tumor.

Se a sua resposta foi cigarro, acertou. De acordo com a publicação Cannabis Policy, 32% dos que experimentaram tabaco tornam-se dependentes, contra 15% do álcool e 9% da maconha.

Levantamento mostra que metade dos universitários brasileiros já usaram drogas ilícitas. A maconha ainda aparece entre a droga mais consumida, mas os anfetamínicos e o crack apresentam sinais de aumento no consumo preocupantes.

Se o título do post parece pesado demais, o assunto que vamos tratar aqui não fica por menos. Batata frita, hambúrguer, sorvete…todas as delícias que formam o cardápio conhecido como “junk food” estimulam em nosso cérebro o mesmo mecanismo que provoca o vício em drogas.

Considerada uma das cem pessoas mais influentes do mundo, a neurocientista Nora Volkow afirma que a dependência em drogas é uma doença crônica e reincidente, que envolve mudanças no cérebro.

A explosão do escândalo de doping no atletismo brasileiro, bem às vésperas do Mundial de Berlim, que começa no próximo dia 15, chocou muitos competidores, treinadores e admiradores do esporte. Os seis atletas de alto-nível flagrados pela Confederação Brasileira de Atletismo quanto ao uso de substâncias ilícitas servem como um meio de reflexão e indignação aos colegas de trabalho e ao público: doping e esporte não combinam!

A superação tanto de um atleta competitivo quanto de um praticante comum envolve ética, saúde e dedicação.