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Vai fazer um cruzeiro marítimo? Então confira algumas dicas

Os brasileiros têm viajado cada vez mais em cruzeiros nos últimos anos. Em decorrência disso, para padronizar as exigências nos portos do país e prevenir surtos de doenças, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou, no ano passado, um guia de higiene e conduta para navios de cruzeiro.

A partir da próxima semana (mês de outubro) inicia-se a temporada dos cruzeiros no país. Portanto, é necessário que os viajantes saibam os cuidados que devem ser tomados para evitar problemas de saúde a bordo. Pensando nisso, a Anvisa criou um hotsite para dar dicas aos viajantes.

Confira algumas dicas da Anvisa para os viajantes:

Antes de embarcar

Se você for portador de alguma doença, consulte o seu médico. E, se estiver com alguma doença infecciosa aguda, evite viajar. Caso tome alguma medicação, não se esqueça de levar o suficiente para todo o percurso.

Outra medida essencial é estar com as vacinas em dia e tomá-las com antecedência, pois elas têm um período, que varia de 10 a seis semanas, para alcançar a proteção desejada.

A bordo

Um dos maiores problemas de saúde nos navios é a diarreia, que pode ser causada por ingestão de água ou alimentos contaminados. Então os cuidados devem ser tomados especialmente com a alimentação.

Para preveni-la é necessário ter alguns cuidados, como estar atento às condições daquilo que se vai ingerir, lavar sempre as mãos, principalmente ao entrar em áreas públicas como restaurantes, teatros e cassinos.

Além de observar a higiene das pessoas que estão servindo e lidando com os alimentos, assim como a maneira que estes estão dispostos nas bancadas. Atentar para a temperatura que os pratos são servidos é essencial, as refeições devem estar sempre bastante quentes, uma vez que essa é uma forma de prevenção de proliferação de microorganismos.

Certifique-se de que todo alimento esteja bem cozido, evite os mal passados e o consumo de frutos do mar crus. É importante também verificar se a embalagem em que a água a é condicionada está bem lacrada. Assim como evitar adicionar gelo de procedência desconhecida às bebidas.

Nas paradas que os cruzeiros fazem pelas costas dos países, seja prudente ao consumir alimentos exóticos e/ou vendidos por ambulantes.

Algumas medidas simples de higiene e atenção podem fazer do seu passeio um momento mais tranquilo, sem surpresas desagradáveis em relação à saúde.

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Pelo visto, os passageiros poderão sentir-se mais seguros. A Anvisa conclui um guia de conduta para navios de cruzeiro a fim de padronizar as exigências nos portos do país e prevenir o surto de doenças.

Como o guia ainda está para ser concluído, agências e operadoras de cruzeiros podem fazer sugestões a serem enviadas para naviosdecruzeiro@anvisa.gov.br.

Por isso, a versão final valerá a partir da próxima temporada, no caso, em outubro de 2011.

Dois capítulos compõem o documento: o primeiro, sobre vigilância epidemiológica, define critérios para notificações de suspeita de surto a bordo e determina as regras de limpeza do navio, higiene da tripulação e dos passageiros.

O segundo capítulo é composto pelas regras de vigilância, como armazenamento de alimentos.

“Somos fiscais. Mas quem faz o controle sanitário é a própria tripulação. É importante que conheçam as regras e as apliquem” – Fábio Miranda da Rocha, especialista em regulação e vigilância sanitária da Gerência-Geral de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa.

Viu só?

O setor cresceu muito nos últimos anos, um dos fatores responsáveis pelas medidas.

Em 2001, 6 navios transportaram 127 mil pessoas. Nesta temporada, a previsão é de que 886 mil passageiros viajem em 20 navios pela costa brasileira.

Ao transportar de 5 a 6 mil pessoas, algumas podem contrair diarreia ou gripe. Fábio lembra que os passageiros comem e bebem demais, além de densa exposição ao sol. O resultado é imunidade baixa e facilidade de contaminação.

A Anvisa aproximou-se das empresas donas dos navios na temporada passada, o que permitiu a ampliação do número de notificações de casos de doenças a bordo – passou de 500 para 4,4 mil. Casos de diarreia corresponderam a 70% dos problemas notificados.

*Com informações da AE
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A incidência da doença no Estado é consequência das chuvas que alastraram o nordeste neste ano.

Até agora, são 9 mortes e 18.314 casos de dengue em 2010, dados confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas.

Sem contar que outros 12 óbitos e quase 10 mil casos estão sob investigação. Maceió tem o maior número de casos confirmados – já são 160. Em 2009, foram registradas 1.871 ocorrências.

Diarreia, Leptospirose e Hepatite também são doenças que surgem com frequência após inundações.

O cuidado com a água parada tem que ser constante. Faça sua parte.

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Reduzir em dois terços a taxa mortalidade infantil é uma das metas do milênio da Organização Mundial da Saúde, assim como melhorar a saúde das gestantes. O prazo é até 2015.

Para isso, junto à UNICEF, a OMS produziu um relatório para saber quais são as doenças que mais matam crianças de até 5 anos de idade, em uma pesquisa que inclui 193 países.

Pneumonia, diarreia e malária, são as que mais ameaçam a saúde dos pequenos, nessa ordem. Sem contar que metade das mortes ocorrem em cinco países: Índia, Nigéria, República Democrática do Congo, Paquistão e China.

Os óbitos, em sua maioria (41%), acontecem quando os bebês ainda são considerados recém-nascidos – com até 27 dias. E a principal causa é alguma complicação do parto prematuro. Em seguida vem asfixia no parto, infecção generalizada e pneumonia.

Muitas dessas vidas poderiam ter sido salvas apenas com o uso de antibióticos, reidratação ou vacinação.

China

A cada hora, um bebê nasce com sífilis na China. A infecção bacteriana sexualmente transmissível tornou-se mais comum em Xangai, maior cidade do país, segundo artigo publicado no New England Journal of Medicine.

Os bebês infectados podem nascer com baixo peso e infecções. A sífilis também pode causar surdez, problemas neurológicos e deformidade nos recém-nascidos.

Brasil

As complicações do parto antes de hora ainda são responsáveis pela maior parte dos óbitos. As mortes por diarreia já diminuíram muito no país.

O desenvolvimento socioeconômico é responsável por boa parte da diminuição das taxas! Que medidas poderiam ser tomadas? Comente.

objetivosdomilenio.org.br

Para saber mais, clique aqui.

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Fim de ano, época de festas, férias escolares, no trabalho, e para onde o paulista vai? Para a praia. Essa é a diversão maior dos paulistas que ficam em contato com o concreto da grande cidade o ano inteiro.

A qualidade da água nas praias piora graças a grande quantidade de gente que frequenta o litoral nesse período do ano. Além disso, a alimentação das pessoas acaba ficando por conta das barraquinhas e quiosques a beira mar.

Esse cenário é propício para que as pessoas contraiam doenças como a diarreia, por exemplo. É o que está acontecendo com as pessoas que frequentaram o litoral paulista nesse fim de ano. Só no Guarujá, foram registrados 780 casos de diarreia desde o dia 31 de dezembro até do dia 3 deste mês.

A causa desse surto de diarreia que começa a atingir a capital, não tem causa específica, pode ser um vírus, uma bactéria ou um parasita. A recomendação é de que as pessoas redobrem os cuidados com a higiene, procurem não ingerir alimentos dos quais não se sabe a procedência, e tomem bastante água.

Na semana passada, a Vigilância Sanitária coletou amostras de água das praias do Guarujá, para serem analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz. O resultado deve sair em 10 ou 15 dias.

Enquanto o resultado não sai, procure se proteger contra a diarreia!

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