Blog da Saúde
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Enxaqueca: Tome cuidado com seu coração

Você sofre com fortes dores de cabeça?

Saiba que existem pessoas que sofrem mais ainda por conta das enxaquecas, que são crises de dores de cabeça que tem intensidade moderada à grave, que vem acompanhada de vômitos, náuseas, sensibilidade à claridade, barulho e cheiro. As mulheres são mais atingidas do que os homens.

Elas podem ser geradas também por fatores como estresse físico e emocional, pela ingestão de alguns alimentos e falta ou excesso de sono. Ainda não existe uma certeza de onde essas crises têm início, mas acredita-se que ela começa em áreas específicas do encéfalo (centro do sistema nervoso).

Infarto e enxaqueca crônica: Qual a relação?
Mais do que uma crise de dor de cabeça, a enxaqueca crônica pode ser um agravante que aumenta os riscos das pessoas terem infarto. É o que os pesquisadores da Universidade de Yeshiva, Estados Unidos, descobriram depois de avaliarem pacientes com e sem enxaqueca.

O estudo americano revelou que os pacientes com enxaquecas com ou sem aura – tipo de enxaqueca que provoca alterações na visão – têm mais chances de desenvolver derrames e outros fatores de risco cardiovascular.

Além disso, as pessoas que sofrem com a enxaqueca crônica têm duas vezes mais chances de ter infarto, o que se agrava se o paciente tiver enxaqueca com aura, aumentando os riscos em três vezes. Essas pessoas também têm 50% de chance de sofrer com ter hipertensão, diabetes e colesterol alto.

Ainda não se sabe qual é a relação da enxaqueca com o aumento dos riscos de doenças cardiovasculares, mas os estudiosos acreditam que essas pessoas têm lesões na camada interna dos vasos sanguíneos, e isso pode ser o responsável pelo aumento dos riscos.

“Até que esse mistério seja resolvido, procure tratar das suas enxaquecas.
Busque saber o que as provoca e se policie para não sofrer mais tarde”

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Uma liminar da Justiça Federal de Goiás proibiu que a cirurgia de redução de estômago que promete curar diabetes seja realizada.

A liminar perdura até que o médico responsável – Dr. Áureo Ludovico de Paula submeta o procedimento – que até agora é considerado como experimental – ao Comitê Nacional de Ética e Pesquisa – Conep.

Ao todo, contando com o apresentador Fausto Silva, mais de 450 pessoas se submeteram à cirurgia. Por enquanto o procedimento só poderá ser realizado mediante a casos comprovados de urgência em que há risco de morte ao paciente. Entenda na imagem abaixo como funciona o procedimento cirúrgico. O que você pensa sobre o assunto? Comente.

Divulgação FSP - Clique para Ampliar

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Você tem muitos amigos? Cultiva essas amizades verdadeiras? Ou vive sozinho?

A amizade é cultivada por várias pessoas no mundo todo, algumas têm uma rede de amizades que são capazes de encher o estádio do Maracanã, outras não conseguem contar mais que dez. A quantidade de amigos que cada um tem não importa, e sim quantos desses amigos são verdadeiros, e te acompanham na alegria e na tristeza.

A amizade pode ser mais do que uma simples relação social, muito mais do que tomar uma cerveja no bar, muito mais do que te acompanhar em baladas e festas, esse sentimento é benéfico a nossa saúde.

O nosso corpo pode estar mais vulnerável quando não cultivamos amizades, e temos uma vida solitária. Segundo pesquisa realizada por Louise Hawkley, direto e pesquisadora do laboratório de neurologia social, do departamento de Psicologia da Universidade de Chicago, pode haver um aumento da pressão sanguínea, inflamações, a pessoa pode ficar mais sensível a diabetes, mais vulnerável ao álcool, mais sedentária, etc. Além disso, a solidão pode afetar o psicológico, deixando as pessoas mais depressivas e estressadas.

A longevidade também está relacionada à amizade. De acordo com uma pesquisa realizada pela National Geografic Society em parceria com a Universidade de Minnesota, pessoas que tem uma rede de amigos vivem mais, pois estão sempre exercitando a mente, além de fortalecer o sistema imunológico.

Segundo levantamento feito pelo Centro de Envelhecimento da Universidade Flinders, as pessoas que têm uma rede social de confidentes vivem 22% mais do que as pessoas solitárias.

Curiosidade
Você sabia que pessoas que vivem solitárias sentem mais frio? Pode parecer bobagem, história da carochinha, mas é verdade. Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Toronto, isso acontece porque as pessoas que se sentem só sofrem uma alteração na percepção do calor. É por isso que o calor humano, principalmente dos seus amigos, é muito importante.

Não passe frio, faça amizades !!

O coração sofre sem amigos
O órgão que mais sofre com a falta de amigos é o nosso coração. Segundo Louise Hawkley, viver só faz com que o hormônio cortisol – responsável pelo aumento da pressão arterial – seja produzido em maior quantidade, o que provoca inflamações e aumentam a resistência da circulação sanguínea do sistema cardiovascular.

Mulheres: quanto mais estresse, mais amizades
Trabalho, casa, marido, crianças… a rotina diária de uma mulher provoca situações de estresse todos os dias, algumas sofrem mais, outras menos. Mas quanto maior o estresse, mais amizades as mulheres fazem.

Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, quando as mulheres estão passando por uma situação de estresse, elas liberam um hormônio chamado ocitocina. Quando essa substância está presente no organismo feminino em grandes quantidades, as mulheres tendem a fazer amizades.

Já com os homens acontece o contrário, pois nessas situações eles liberam mais testosterona, diminuindo a ação da ocitocina.

“Faça amizades, viva feliz, e com saúde. Lembre-se que quando a
mente está sã o corpo também fica são”

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Paradoxalmente o aspecto que mais incomoda a saúde do homem  é o mesmo que mais os afasta de procurar um médico. Se você é do sexo masculino já deve saber qual o assunto que traremos neste post.

Se você é mulher saiba que este “probleminha deles” também afeta sua vida e sua saúde sexual.

Popularmente conhecida como “má performance”, a disfunção erétil (DE) segundo a terminologia médica é a incapacidade de apresentar ereção, e consequentemente, manter uma relação sexual. E, ao contrário do que muitos imaginam, a ejaculação precoce não é um dos seus sintomas.

Suas causas podem ser de origem orgânica ou psicogênica e esta identificação é necessária para o tratamento.

Qual a diferença entre elas?

Causas Orgânicas: Caracterizada por uma alteração física, entre as mais comuns estão: diabetes, hipertensão, alteração neurológica e cirurgias na região pélvica. Seu tratamento  é feito através de reposição dos níveis de testosterona (quando abaixo do normal) ou procedimentos que visam a vasodilatação do pênis como remédios, injeções, bombeamento de ar ou até mesmo cirurgia para colocação de prótese.

Causas Psicogênicas: Tem relação com traumas, geralmente, ligados a decepções amorosas e podem ser tratadas com terapia.

Além disso, cuidados com a saúde em geral como manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas e controlar o colesterol, triglicérides e a pressão arterial são recomendados. Aceite-se e faça as pazes com seu corpo. Só dessa maneira você coseguirá procurar ajuda e enfrentar os obstáculos.

“Lembre-se que o estado de sua saúde física reflete-se em outras saúdes como a social e a mental.”

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13/12/2009
8:00até20:30

O Hospital Brigadeiro realizará, no próximo dia 13 de dezembro uma jornada intensiva sobre Pé Diabético. O local do workshop será o Centro de Treinamento, localizado à Rua da Glória, 152 – 6º andar, no bairro da Liberdade. As inscrições para profissionais da saúde custam R$180,00 e para estudantes R$ 100,00. No caso de dúvidas entrar em contato através do telefone (11) 3052-0719.

Confira abaixo a Programação:

Horário: 8h às 8h45 – Coffe Break.

Horário: 9h às 9h30.
Palestra: Como surgiu a podologia na área hospitalar e qual sua importância?
Palestrante: Enfa Podiatra Vera Ligia Lellis Jacob – CEHB.

Horário: 9h30 às 10h.
Palestra: Fisiopatologia do Pé Diabético.
Palestrante: Prof. Dr. Mauro Semer – HSPE.

Horário: 10h às 10h30.
Palestra: Pé Isquêmico – Como identificar riscos e quais os procedimentos podologicos permitido.
Palestrante: Dr. Raimundo da C. Santos – Hospital Brigadeiro.

Horário: 10h30 às 11h.
Palestra: Considerações da anatomia e biomecânica do pé diabético.
Palestrante: Profª Fisioterapêutica Raquel Cristina Pascon.

Horário: 11h às 12h.
Palestra: Curativos em úlceras plantares evidências cientificas e clínica.
Palestrante: Enfa Podiatra Vera Ligia Lellis Jacob – CEHB.

Horário: 12h às 13h – Almoço

Horário: 13h às 13h30h.
Palestra: Paciente diabético: utilização das órteses plantares para aliviar os pontos de pressão.
Palestrante: Fisiot. José Marcelo de Carvalho – Ortopedia Andbem.

Horário: 13h30 às 14h.
Palestra: Diagnósticos diferencial em pacientes diabéticos e não diabéticos.
Palestrante: Profa. Pdga. Shirley dos Santos – CEHB.

Horário: 14h às 14h30.
Palestra: Neuroartropatia de Charcot.
Palestrante: Profª Dra. Candida Parisi – FMUSP.

Horário: 14h30 às 15h.
Palestra: Patologias associadas aos diabéticos.
Palestrante: Profª Dra Maria Elizabeth Rossi e Silva – HC/FMUSP.

Horário: 15h às 15h30.
Palestra: Micoses em pé diebético.
Palestrante: Prof. Dr. Alberto Salebian – HC/FMUSP.

Horário: 15h30 às 16h.
Palestra: Papel de fisioterapeuta no grupo de pé diabético.
Palestrante: Profª Fisioterapeuta Raquel Cristina Pascon.

Horário: 16h às 16h45.
Palestra: Tratamento podologico: até onde ir.
Palestrante: Enfa. Pdga. Nara Magalhães Prado – CEHB.

Horário: 16h45 às 17h30 – Coffe Break.

Horário: 17h30 às 18h.
Palestra: Profilaxia do pé diabético.
Palestrante: Enfa. Podiatra Lindalva Patriota Naville – Hospital Brigadeiro.

Horário: 18h às 18h30.
Palestra: Relação equipe de saúde e paciente.
Palestrante: Psicol. Regina Célia Rocha – Psicologa Hosp São Luiz e Brigadeiro.

Horário: 18h30 às 19h45.
Palestra: Próteses e orteses de MMI e calçados para diabéticos.
Palestrante: Prof. Peter Kuhn – Ortopedia Americana – Faculdade Anhembi Morumbi/SP.

Horário: 19h45 às 20h30 – Encerramento.

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Além de todos os cuidados que o Blog da Saúde recomenda sobre o combate ao diabetes, os portadores dessa doença também devem dar atenção especial aos pés.

Para cada fase dessa patologia há um tipo de calçado específico que proporciona conforto, seja para prevenir ou para evitar deformações. “Na fase inicial, a sensibilidade dos pés e dedos ainda está preservada, mas com o passar do tempo, lesões e infecções podem ser desencadeadas devido à má circulação”, explica a enfermeira e proprietária da Perere, loja pioneira no conceito de “Comfort Shoes” no Brasil.

De maneira geral, as orientações que servem para qualquer um em busca de sapatos, como não apertar os pés e possuir palmilhas e tamanhos adequados, servem para os diabéticos. Porém, quando os pés apresentam deformidades ou ulcerações, o calçado pode precisar ser feito sob molde dos pés, por profissional especializado e o acompanhamento médico.

Listamos algumas características importantes para os diabéticos levarem em conta na hora da compra:

  • Fase inicial do diabetes:

- parte interior do calçado sem costuras e/ou nervuras;
- parte anterior generosa – acomodando com largueza o antepé e sem contato com as pontas dos dedos;
- contraforte (parte de trás do sapato) firme, mas com o rebordo superior macio e alto o suficiente para não terminar na tuberosidade posterior do calcanhar (osso saliente);
- palmilha feita de plastazote – fácil de lavar e secar

  • Estágio mais avançado do diabetes:

- além das especificações acima, deve usar palmilha especialmente moldada para os seus pés e o solado deve ser mais rígido e apresentar uma curvatura (rocker) que favorece o alívio da pressão nas cabeças dos ossos metatarsais.

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Em meio à polêmica da cirurgia para combater o diabetes, o Blog da Saúde, se propõe a conscientizar a população dos problemas causados pela doença e acredita que um estilo de vida saudável é a melhor maneira para não precisar entrar na discussão.

O levantamento mais recente sobre a doença, apresentado hoje, 11 de novembro, no congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica mostra que 11% da população brasileira têm diabetes. O último estudo divulgado em 1998 apontava 7,6%.

Paradoxalmente, o aumento dos casos vem junto com a falta de monitoramento tanto por parte do governo como dos próprios doentes. Apenas 20% deles apresentam plano de saúde e a grande maioria não segue o controle recomendado a cada dois meses.

Neste, 14 de novembro, Dia Mundial da Diabetes desde 1991, a população precisa parar para refletir que é possível prevenir a doença e que este método é muito mais vantajoso do que recorrer a cirurgias rápidas e milagrosas.

Se os traumas relatados por pacientes que se submeteram à cirurgia não são suficientes para adotar hábitos de vida mais saudáveis, veja algumas informações alarmantes, segundo a IDF (Federação Internacional do Diabetes):

- a cada 10 segundos uma pessoa morre de causas relacionadas ao diabetes;
- a cada 10 segundos duas pessoas desenvolvem diabetes;
- são 250 milhões de diabéticos em todo mundo e nos próximos 15 anos o número pode aumentar para 380 milhões;
- metade das pessoas com diabetes desconhece sua própria condição, essa estimativa chega a 80% em países em desenvolvimento;
- a doença causa custos astronômicos para o governo e a sociedade;
- 80% dos casos de diabetes tipo 2 poderiam ser evitados com dietas e atividades físicas.

Este último item, mais otimista, é a prova de que a ocorrência da doença pode ser evitada, mesmo em pessoas que apresentam maior risco para desenvolvê-la ou até entre aquelas que já receberam diagnóstico positivo. “O desaparecimento dos sinais laboratoriais de diabetes – após a perda de peso e a implementação rotineira de atividade física é um sinal de remissão da doença”, explica Dra. Ellen Simone Paiva, mestre na área de Nutrição e Diabetes pela USP e endocrinologista,  diretora do CITEN.

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A ciência tem avançado muito nessa área, mas a cura para o diabetes ainda não existe. Tratamentos, porém, são diversos e bastante efetivos, entre eles está a polêmica cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como redução de estômago.

Vale relembrar que existem dois tipos de diabetes (tipo 1 e tipo 2) e para cada um deles há um tipo de tratamento específico. No caso da cirurgia bariátrica, os pacientes que podem ser submetidos à operação são os portadores da diabetes tipo 2 com obesidade grave.

Há uma íntima relação do diabetes com a obesidade. Quando uma delas é corrigida, a outra também fica mais propensa a ser atenuada. A melhora do diabetes se deve a perda de peso e a normalização glicêmica. A regularização da pressão arterial e do colesterol também são consequências da cirurgia.

Existem ainda técnicas, mais desconhecidas, de cirúrgicas utilizadas em pacientes diabéticos não necessariamente obesos. Esta consiste na retirada de 20% do estômago e no desvio de uma pequena porção do intestino, enquanto na cirurgia bariátrica tradicional, conhecida como redução de estômago, a quantidade retirada é 90%, diferencia o responsável pelo projeto no Brasil, Dr. Ricardo Cohen.

Quando bem indicado, o procedimento cirúrgico pode realmente ser um diferencial no tratamento desses pacientes que podem muitas vezes suspender o uso dos medicamentos e até mudar a evolução de sua doença. Entretanto, a submissão a cirurgia deve acontecer apenas em casos extremos, é preferível recorrer a uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos anteriormente.

A grande preocupação em relação à cirurgia é o alto número de pacientes que se suicidam após a operação e a taxa de mobilidade operatória atualmente entre 0,5 e 1%. A boa notícia é que a porcentagem tem diminuído graças às tecnologias, como a laparoscopia, e o estabelecimento de normas seguras das rotinas de tratamento cirúrgico, pelo Conselho Federal de Medicina em 2005.

*Com informações de Ellen Simone Paiva, mestre em medicina na área de nutrição e diabetes pela USP e Diretora clínica do CITEN – Centro Integrado de Terapia Nutricional.

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Pesquisa recente publicada na revista Neurology afirma que o risco de desenvolver demência e perda de memória ao longo do tempo aumenta nos hipertensos. A pesquisa foi feita com cerca de 20 mil pessoas acima de 45 anos e idosos que nunca sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Os resultados da pesquisa foram aliados a outros fatores de risco como diabetes e tabagismo. Pessoas hipertensas sofrem os chamados microinfartos cerebrais. As lesões e a falta de circulação do sangue nessas regiões mata os neurônios, e, quando envelhecermos e a reserva de neurônios for menor será percebido o comprometimento neurológico.

Para entender melhor o que acontece em nosso cérebro clique aqui

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Quando estamos acima do peso, o risco de contrair o diabetes tipo 2 é maior. Este tipo de diabetes é resistente à insulina, o que induz a uma pane no sistema de defesa do corpo. Experimentos feitos em camundongos comprovaram esta tese e também a de que drogas antialérgicas podem prevenir e tratar a doença em indivíduos acima do peso. O teste, que foi conduzido por pesquisadores da Escola Médica de Harvard deverá ser repetido em macacos.

No diabetes tipo 1, o pâncreas é atacado pelo sistema imune, já o tipo 2 ocorre quando células do corpo se tornam avessas à insulina, hormônio produzido no pâncreas usado para processar açúcar. Os estudos que saem agora mostram o lado imunológico do diabetes de tipo 2, que não era totalmente claro.

Segundo Guo-Ping-Shi, biomédico e um dos autores da pesquisa “um dos pontos positivos das drogas é que já sabemos que elas são seguras para as pessoas. Resta saber se irão funcionar contra o diabetes.” Um dos pontos mais importantes dos novos estudos é que eles detalham diversos processos moleculares em que a obesidade interage com o diabetes tipo 2. Inflamações leves, mas crônicas no tecido adiposo de obesos, seriam então a bomba-relógio do diabetes tipo 2.

“Estar em dia com a alimentação e práticas saudáveis faz toda a diferença ao longo de nossa vida. Não espere seu organismo mandar sinais de que algo não esta certo para começar a mudança de hábito.”
 

 

*Este post utilizou informações do jornal Folha de São Paulo. Para ler a matéria completa clique aqui

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