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Açúcar na medida

Você sabe qual é a quantidade de açúcar presente nos alimentos?

No dia-a-dia ingerimos comidas e bebidas sem saber ao certo a quantidade de açúcar que cada um deles contém.

O açúcar não está presente apenas no docinho da sobremesa, mas em muitos dos alimentos que comemos diariamente!

É importante ficar atento aos alimentos que escondem o ingrediente em sua fórmula!

Para se ter ideia, uma unidade pequena de pão de queijo tem 11 colheres de chá de açúcar, uma porção de lasanha, 19, um pãozinho francês, 8, e um copo de suco de laranja, 7!

O problema do açúcar, em especial o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente e em grande quantidade pode levar à obesidade, hipertensão, problemas cardiovasculares, ao diabetes e até alguns tipos de câncer.

O nosso organismo precisa de açúcar como fonte de energia. No entanto, prefira as fontes naturais, como leite, frutas, cereais.

O importante é evitar exageros! A Organização Mundial da Saúde sugere, no máximo, 10% das calorias diárias de açúcar, ou seja, em uma dieta padrão de 2 mil calorias, o consumo deve ser de até 200 calorias, o que equivale a 50 gramas de açúcar.

Para evitar excessos, o aconselhável é cautela no uso do açucareiro e moderação com os alimentos que já carregam o ingrediente. Veja tabela comparativa abaixo com a quantidade de açúcar em doces, refrigerantes, pães, massas e sucos.

Diferentes tipos de açúcar:
Mascavo
De cor caramelo ou marrom, ele é obtido das primeiras extrações da cana e por isso costuma oferecer pitadas de minerais como o fósforo e o cálcio.
Demerara
Ele é extraído do melado e tem coloração marrom. É usado como açúcar de mesa, mas empedra com facilidade. Também conta com minerais na composição.
Cristal
Graças à sua granulação, é usado para a preparação de doces e até para adoçar cafés. No quesito minerais, perde feio para as versões escuras.
Refinado
O mais comum e mais branquinho dos açúcares. Ele passa por processos físicos e químicos que alteram sua textura e coloração.
Confeiteiro
Por ser finíssimo, é perfeito para bolos e outros doces. Como pode conter amido em sua composição, não serve para cafés e sucos.
Xarope de glicose
Costuma ser obtido do amido de milho e é muito utilizado para conferir mais cor aos alimentos.
Açúcar invertido
Trata-se da modificação da estrutura molecular da sacarose. O resultado é um açúcar mais solúvel, que faz sucesso na indústria no preparo de balas e doces.

* Este post contém informações da revista Saúde!
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Quem consome produtos ‘sem açúcar’ provavelmente não quer ou não pode aumentar os níveis de açúcar no sangue, certo?

Certo. Esta é a função dos adoçantes sacarina, aspartame e sucralose. Eles adoçam, mas não contêm as calorias do açúcar porque não têm carboidratos e então não produzem nenhum efeito sobre o nível de açúcar no sangue.

Quando o assunto passa para os produtos ‘sem açúcar’ é preciso entender o que diz a embalagem. Muitos deles substituem o açúcar pelos alcoóis – recebem esse nome porque parecem a mistura de uma molécula de álcool e açúcar, mas não são nenhum dos dois.

Preste atenção

Para quem tenta controlar o nível de açúcar no sangue, essas informações são essenciais: os alcoóis de açúcar fornecem cerca de 1,5 a 3 calorias por grama, em comparação a 4 calorias por grama de açúcar comum – o que pode aumentar levemente o nível de açúcar no sangue.

Portanto, para saber como isso refletirá no seu corpo, conte metade das gramas de alcoóis de açúcar num produto como carboidratos, já que aproximadamente metade do conteúdo de álcool de açúcar é de fato digerido.

Para identificá-los na embalagem, procure as terminações em “ol”, como sorbitol ou maltitol.

Você costuma ler as informações nutricionais das embalagens?

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A maioria dos conselheiros de saúde americanos concluiu que o remédio contra diabetes Avandia, do laboratório britânico  GlaxoSmithKline, não levanta preocupação sobre risco de vida quando comparado com outros medicamentos utilizados contra a doença.

Dezenove dos 33 membros do painel de peritos da FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, afirmaram que os dados disponíveis sobre o medicamento não preocupam em relação ao risco de vida associado ao uso contínuo do Avandia.

Por 12 votos contra 7, o painel não localizou nenhuma preocupação de morte em relação ao Avandia e ao Actos, medicamento, também usado no tratamento de diabetes, do laboratório japonês Takeda.

A avaliação feita pelos peritos científicos foi feita com base em opiniões conflitantes e revisão de dados e estudos sobre o caso.

A FDA convocou o painel de peritos externos para ajudar a agência a resolver um debate sobre a segurança do Avandia que já dura três anos. Ainda não é possível prever como esse diagnóstico precoce poderá afetar a votação final.

Próximas ações

O painel consultivo deverá votar agora se a droga será mantida no mercado sem advertências ou se a venda será suspensa.

Restrições quanto à utilização do medicamento ou o reforço das advertências estão entre outras opções.

A votação final será realizada em breve.

Histórico

Em 2007, um painel consultivo votou (por 20 votos a 3) que o Avandia pode aumentar as chances de um ataque cardíaco em alguns pacientes, mas por 22 votos a 1 foi recomendado que a droga permanecesse no mercado.

As vendas do Avandia nos EUA representavam apenas 1,5% do faturamento da Glaxo em 2009, mas os investidores temem que a companhia poderia enfrentar mais processos judiciais se o medicamento for retirado do mercado.

Posição da Anvisa

Por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não fala em proibição. A agência decidirá sobre a manutenção do Avandia no mercado brasileiro após a resolução final da FDA.

A Anvisa acompanha de perto essa discussão e, em 2007, determinou alteração da bula do remédio no Brasil para alertar que pacientes cardíacos são contraindicados a tomá-lo.

Além disso, médicos foram orientados a informar os pacientes diabéticos sobre os possíveis riscos do medicamento de tarja vermelha.

O assunto será discutido pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), conselho que reúne pesquisadores, universidades, farmacêuticos e químicos, entre outros profissionais, para avaliar os riscos do Avandia à saúde dos usuários.

* Com informações do ESP.
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Em 1999, a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline lançou, em segredo, um estudo para descobrir se seu medicamento para diabetes, o Avandia, era mais seguro para o coração que o rival Actos, da japonesa Takeda.

O problema: os resultados!

Os dados obtidos no mesmo ano foram desastrosos. O Avandia não só não era melhor, como provocava ainda mais riscos cardíacos.

No entanto, ao invés de publicar os resultados, a empresa passou os 11 anos seguintes tentando acobertá-los, segundo documentos.

A empresa não publicou os resultados nem transmitiu aos reguladores de drogas, como determina a lei.

O assunto ficou em discussão por anos!

Como publicou o Blog da Saúde, os riscos de ataque cardíaco decorrentes do uso do Avantia ficaram comprovados com um estudo da Cleveland Clinic Foundation (EUA), divulgado este ano.

Agora, o Avandia passa por novas análises do FDA (Food and Drug Administration), agência que regula remédios e alimentos nos EUA, que deve definir se o medicamento deve ou não continuar a ser vendido.

O laboratório britânico GlaxoSmithKline teria concordado em pagar US$ 460 milhões (R$ 808 milhões) para encerrar pelo menos 10 mil dos cerca de 13 mil processos movidos por alegações de que o remédio para diabetes Avandia poderia causar ataques cardíacos e derrames.

*Com informações da FSP.
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Um cão labrador treinado para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes.

Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1, é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença.

A cadela Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes. O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como a palidez.

Assim que sente o cheiro, a cadela começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la a ingerir açúcar, que elevam seus níveis novamente. Desta forma, a Rebecca ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.

A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora. A entidade beneficente treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer.

De acordo com a Cancer & Bio-detection, os cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar.

Como já falou o Blog da Saúde, os cachorros também podem ser usados para ajudar pessoas com deficiência visual, os cães-guia. Mas a ajuda não para por aí.

Pet-terapia

Além da locomoção, alerta para doenças e atividades do dia-a-dia, os animais também são importantes na recuperação de diversos problemas de saúde, a chamada pet-terapia.

A pet-terapia é a utilização do contato com animais com fins terapêuticos. A simples presença de um animal em um ambiente promove bem-estar, influenciando a saúde dos pacientes.

A pet-terapia pode ser utilizada em crianças, idosos e adultos, portadores de necessidades especiais ou não. O tratamento oferece benefícios físicos, mentais, emocionais e sociais.

Em alguns casos, por exemplo, o tratamento com apoio dos animais reduz pela metade o uso de medicamentos para dor.

Veja alguns benefícios da pet-terapia:

- Melhora a concentração;

- Estimula a afetividade e formação de vínculos;

- Diminui a pressão sanguínea e frequência cardíaca;

- Calmante e anti-depressivo;

- Melhora do sistema imunológico;

- Estímulo da interação social e comunicação;

- Melhora da capacidade motora;

- Diminui a quantidade de medicamentos utilizada;

- Melhora a auto-confiança e autoestima.

Mas não são apenas cachorros e gatos que são usados para fins terapêuticos.

Equoterapia

Os cavalos ajudam deficientes e pessoas com necessidades especiais a melhorar a postura, ter mais equilíbrio e maior coordenação motora.

É um método terapêutico usado em muitos países. Andar a cavalo exige a participação do corpo inteiro, ajudando as pessoas (principalmente as crianças) no desenvolvimento da força, do tônus muscular, na flexibilidade, no relaxamento. A interação com o cavalo desenvolve novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima.

Bototerapia

Importada dos Estados Unidos, a bototerapia usa golfinhos em cativeiro para fazer tratamentos. Aqui no Brasil essa terapia é feita com botos no Rio Negro (Amazonas). Crianças são levadas ao rio, brincam e dão alimentos aos botos cor-de-rosa. Além de ajudar, os botos são mantidos no seu habitat.

Os bichinhos devolvem a alegria e autoestima a crianças que tem que enfrentar um tratamento contra a leucemia, crianças com deficiências físicas e mentais e até autistas.

Você conhece casos de tratamentos realizados na convivência de pessoas com os animais? Escreva para nós!

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De acordo com resultado de testes clínicos, o Avandia, medicamento utilizado contra diabetes, aumenta o risco de problemas cardiovasculares de 28% a 39% (o número não vem acompanhado de um aumento de mortes por infarto).

A conclusão é baseada na análise de 56 ensaios clínicos, realizadas até fevereiro de 2010, pelos médicos Steven Nissen e Kathy Wolsky, da Cleveland Clinic Foundation (EUA).

Os testes contaram com a participação de 35.531 pacientes. Entre eles, 19.509 haviam tomado Avandia (molécula rosiglitazona), do laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK), enquanto 16.022 foram tratados com o medicamento Actos (molécula pioglitazona), da mesma categoria que o anterior, mas do laboratório japonês Takeda.

Os resultados obtidos agora são similares aos estudos feitos em 2007 pelo fabricante do medicamento, a agência americana de medicamentos FDA (Food and Drug Administration) e pesquisadores independentes.

A FDA já anunciou que um grupo de especialistas independentes se reunirá em julho para recomendar ou não a retirada deste medicamento do mercado.

A comercialização do Avandia foi autorizada em 1999 pela agência americana de medicamentos para tratar a hiperglicemia – taxa elevada de açúcar no sangue – nos pacientes que sofrem de diabetes tipo 2.

No Brasil

A unidade brasileira da GlaxoSmithKline informa que até que tenha acesso às publicações finais não pode se pronunciar em detalhes, mas ressalta que há limitações inerentes ao tipo de estudo conduzido, que foi baseado apenas em dados estatísticos.

A empresa ressalta que “estudos clínicos feitos diretamente com pacientes de forma randomizada (aleatórias) são padrões de referência para a avaliação de questões científicas e médicas”.

Seis estudos deste tipo – RECORD, APPROACH, VICTORY, VADT, ACCORD e BARI-2D – foram apresentados ao FDA durante a última revisão sobre a segurança cardiovascular do Avandia. De acordo com a GlaxoSmithKline, ao serem analisados conjuntamente, estes estudos mostram que Avandia não aumenta o risco de ataques do coração. 

O estudo foi publicado na versão online do jornal Archives of Internal Medicine e saíra na versão impressa do jornal no dia 26 de julho.

*Com informações da FSP.
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Os avanços em pesquisa científica trazem uma boa notícia aos diabéticos. Um estudo divulgado pela revista Science, revelou a funcionalidade do “pâncreas artificial”.

Quem convive com a doença sabe como é complicado ter que furar o dedo várias vezes por dia para medir o nível de glicose no organismo. O protótipo criado por especialistas faz a medição do glucagon – hormônio que eleva a quantidade de açúcar no sangue.

A informação então é enviada a um computador que faz a interpretação dos dados e injeta no organismo a quantidade de insulina e glucagon necessários para manter o nível de glicose no sangue. Com a inovação será possível evitar alguns problemas graves como amputações, paradas cardíacas e cegueira.

Até o momento a novidade atendeu com sucesso pacientes que possuem diabetes tipo 1, que refere-se a 10% de toda a população diabética. Ajustes ainda serão feitos para que o aparelho pode ser utilizado também por pacientes com diabetes tipo 2.

*Com informações do Jornal Hoje.
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Tomar uma xícara de café nesse horário diminui os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, é o que aponta pesquisa desenvolvida na USP (Universidade de São Paulo).

Com uma base de dados de um estudo francês com 70 mil mulheres com idades entre 41 e 72 anos acompanhadas de 1993 a 2007, aquelas que beberam a xícara de café tiveram risco 34% menor de desenvolver a doença. Apesar do estudo ter sido feito só com mulheres, o resultado deve ser o mesmo para os homens, já que outros estudos foram feitos com os dois sexos.

Veja bem, o consumo de café já foi atribuído à proteção contra este tipo de diabetes, o que se vê neste estudo é a curiosa relação com o horário do almoço. Cafeinados ou não, com ou sem açúcar, o resultado é o mesmo.

Aqui vai uma possível explicação para os efeitos gerados nesse horário: pessoas com grande estoque de ferro têm maiores riscos de desenvolver diabetes. Ao tomar café, a absorção de ferro é menor e se for o almoço a refeição responsável pelo acúmulo de ferro no organismo, então se explica o equilíbrio gerado pela bebida.

Outros estudos

As substâncias presentes na bebida melhoram a sensibilidade do organismo à insulina, hormônio que facilita a entrada de glicose nas células do corpo. Também evita a oxidação das células beta, responsáveis pela produção desse hormônio.

Recomenda-se beber pelo menos duas xícaras de café para obter os benefícios.

“É ótimo saber que o que gostamos de fazer traz benefícios para a saúde.”

Você sempre toma um cafezinho depois do almoço? Ótimo!

Tomar uma xícara de café nesse horário diminui os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, é o que aponta pesquisa desenvolvida na USP.

Com uma base de dados de um estudo francês com 70 mil mulheres com idades entre 41 e 72 anos acompanhadas de 1993 a 2007, aquelas que beberam a xícara de café tiveram risco 34% menor de desenvolver a doença.

Apesar do estudo ter sido feito só com mulheres, o resultado deve ser o mesmo para os homens, já que outros estudos foram feitos com os dois sexos.

Veja bem, o consumo de café já foi atribuído à proteção contra este tipo de diabetes, o que se vê neste estudo é a curiosa relação com o horário do almoço. Cafeinados ou não, com ou sem açúcar, o resultado é o mesmo.

Aqui vai uma possível explicação para os efeitos gerados nesse horário: pessoas com grande estoque de ferro têm maiores riscos de desenvolver diabetes. Ao tomar café, a absorção de ferro é menor e se for o almoço a refeição responsável pelo acúmulo de ferro no organismo, então se explica o equilíbrio gerado pela bebida.

Outros estudos

As substâncias presentes na bebida melhoram a sensibilidade do organismo à insulina, hormônio que facilita a entrada de glicose nas células do corpo. Também evita a oxidação das células beta, responsáveis pela produção desse hormônio.

Recomenda-se beber pelo menos duas xícaras de café para obter os benefícios.

“Descobrir que o que já fazemos pode trazer benefícios para nossa saúde

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Uma novidade que promete facilitar, e muito a vida dos diabéticos. Perto de ser comercializada, a insulina inalável substitui as injeções necessárias durante as refeições.

A expectativa é que ainda em 2010 comece a ser comercializada nos EUA.

Produzida pelo Laboratório Mannkind, a nova droga foi batizada de Afrezza. Sua ação no organismo é mais rápida que a injetável, e mantém o nível de açúcar no sangue mais próximo do normal.

Mas atenção! O medicamento ainda precisa de aprovação de órgão regulador dos Estados Unidos e não substitui todas as injeções que um diabético precisa tomar.

Possíveis reações colaterais são impacto sobre o funcionamento do pulmão. Atualmente testes estão sendo feitos em pacientes asmáticos.

O Blog da Saúde espera que as pesquisas avancem e que o medicamento seja aprovado.
Facilidades e inovação a portadores de doenças crônicas são sempre benvindas!

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O exame conhecido como hemoglobina glicada, muito usado para avaliar o controle de glicemia de pacientes diabéticos também pode servir para demonstrar quais as chances de desenvolver doenças cardiovasculares e derrames.

O estudo foi feito com mais de 11 mil americanos e publicado no “New England Journal of Medicine”. Mas qual a relação entre glicemia e risco de doenças cardiovasculares?

Os picos de glicemia no sangue aumentam o risco cardiovascular. Isso porque o excesso de açúcar em nosso sangue pode provocar lesões na parede dos vasos, o que facilita a formação de placas de aterosclerose, capazes de causar infartos e derrames.

“Independente de ser diabético ou não todos nós devemos zelar pela boa alimentação e controle periódico dos níveis glicêmicos no sangue. Cuidar da saúde é estar atento a todos os sinais. Não marque bobeira!”

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Estar acima do peso é uma preocupação constante, pois o excesso de gordura no corpo vai além de fatores estéticos, atinge em cheio o funcionamento correto do nosso organismo e pode causar várias doenças como diabetes e problemas cardiovasculares.

Uma nova pesquisa constatou que doenças provocadas pelo excesso de gordura no corpo podem matar por conta de um grande processo inflamatório.

Os cientistas descobriram que o tecido adiposo, que é formado pelo excesso de gordura, fica cheio de células que estão envolvidas em processos inflamatórios, como é o caso dos macrófagos, que produzem a molécula PAI-1 que inibe a ação da insulina no corpo e é responsável pela formação de coágulos nos vasos sanguíneos. 

A PAI-1 presente no corpo de pessoas obesas é um vilão, pois, nesse processo de inibição da ação da insulina, acaba provocando o diabetes e com o surgimento de coágulos no sangue provoca doenças cardiovasculares.

Agora que os cientistas já sabem que a molécula PAI-1 está estritamente ligada a essas doenças no caso de pessoas obesas, eles podem desenvolver algum medicamento para inibir a ação dessa molécula. Enquanto isso a recomendação é que se evite uma dieta rica em gordura.

Entenda como a gordura pode ser a causa de outras doenças:

Divulgação FSP

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Você sofre com fortes dores de cabeça?

Saiba que existem pessoas que sofrem mais ainda por conta das enxaquecas, que são crises de dores de cabeça que tem intensidade moderada à grave, que vem acompanhada de vômitos, náuseas, sensibilidade à claridade, barulho e cheiro. As mulheres são mais atingidas do que os homens.

Elas podem ser geradas também por fatores como estresse físico e emocional, pela ingestão de alguns alimentos e falta ou excesso de sono. Ainda não existe uma certeza de onde essas crises têm início, mas acredita-se que ela começa em áreas específicas do encéfalo (centro do sistema nervoso).

Infarto e enxaqueca crônica: Qual a relação?
Mais do que uma crise de dor de cabeça, a enxaqueca crônica pode ser um agravante que aumenta os riscos das pessoas terem infarto. É o que os pesquisadores da Universidade de Yeshiva, Estados Unidos, descobriram depois de avaliarem pacientes com e sem enxaqueca.

O estudo americano revelou que os pacientes com enxaquecas com ou sem aura – tipo de enxaqueca que provoca alterações na visão – têm mais chances de desenvolver derrames e outros fatores de risco cardiovascular.

Além disso, as pessoas que sofrem com a enxaqueca crônica têm duas vezes mais chances de ter infarto, o que se agrava se o paciente tiver enxaqueca com aura, aumentando os riscos em três vezes. Essas pessoas também têm 50% de chance de sofrer com ter hipertensão, diabetes e colesterol alto.

Ainda não se sabe qual é a relação da enxaqueca com o aumento dos riscos de doenças cardiovasculares, mas os estudiosos acreditam que essas pessoas têm lesões na camada interna dos vasos sanguíneos, e isso pode ser o responsável pelo aumento dos riscos.

“Até que esse mistério seja resolvido, procure tratar das suas enxaquecas.
Busque saber o que as provoca e se policie para não sofrer mais tarde”

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Uma liminar da Justiça Federal de Goiás proibiu que a cirurgia de redução de estômago que promete curar diabetes seja realizada.

A liminar perdura até que o médico responsável – Dr. Áureo Ludovico de Paula submeta o procedimento – que até agora é considerado como experimental – ao Comitê Nacional de Ética e Pesquisa – Conep.

Ao todo, contando com o apresentador Fausto Silva, mais de 450 pessoas se submeteram à cirurgia. Por enquanto o procedimento só poderá ser realizado mediante a casos comprovados de urgência em que há risco de morte ao paciente. Entenda na imagem abaixo como funciona o procedimento cirúrgico. O que você pensa sobre o assunto? Comente.

Divulgação FSP - Clique para Ampliar

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