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Qual a relação entre casos de pedra no rim e o verão

Se o número de atendimentos a pessoas com este problema cresce cerca de 30% no verão em relação a outras épocas, precisamos estabelecer o porquê.

Nessa época do ano as pessoas transpiram mais e não aumentam a quantidade de água ingerida ao longo do dia, o que pode provocar a desidratação do corpo, diminuição da urina e, por consequência, problemas de saúde como cálculos renais.

Porém ainda há outras precauções que ajudam a evitar o aparecimento das pedras, como informa a Secretaria:

- Beba mais água – em torno de três litros por dia – e evite segurar a urina por muito tempo
- Faça refeições mais leves, saudáveis e não exagere no consumo de sal, carne vermelha e alimentos industrializados, como pizzas, enlatados e conservas
- Incluir na dieta legumes e frutas ricas em água, como a melancia e os sucos cítricos de laranja e limão, que contribuem para o bom funcionamento dos rins
- O tabagismo também aumenta a chance de desenvolvimento dos cálculos
- Exercícios físicos são sempre bem-vindos e devem ser realizados por, pelo menos, três vezes por semana

Segundo o urologista Fábio Vicentini, do Centro de Referência em Saúde do Homem, 12% da população apresenta cálculo renal.

Deste total, em 80% dos casos as pedras são expelidas naturalmente, mas os 20% restante apresentam dores mais fortes e outros problemas, como as infecções, e necessitam de tratamento com remédios e, em alguns casos, até de cirurgias.

A dica do urologista Fábio Vincentini é de que a desidratação é o fator mais agravante para a formação de pedras nos rins. Se a população tomar estes pequenos cuidados com, não haverá com o que se preocupar.

O levantamento foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde e o relatório tem como base dados do Centro de Referência em Saúde do Homem, ligado ao Hospital de Transplantes do Estado, em São Paulo.

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O mundo está de cabeça para baixo e a natureza está mostrando sua força de devastação. O Homem não tem do que reclamar, pois as agressões ao meio ambiente não param. Ontem, o Rio de Janeiro registrou a segunda maior temperatura do mundo, enquanto os EUA vivem debaixo de neve.

As altas temperaturas além de provocar incômodos, podem levar a morte, principalmente pessoas com saúde fragilizada como é o caso dos idosos. E a desidratação é uma doença que vem com tudo nesse verão, por isso fique atento!

No começo da semana, 32 idosos morreram em Santos, litoral de São Paulo, e tudo indica que a causa foi o calor, somado com a desidratação e doenças pré existentes, como diabetes, doenças cardiovasculares e pressão alta.

Nosso peso corporal é formado por 60% de água, no caso dos idosos esse volume de água diminui para 53%, em homens, e 46%, em mulheres. Por causa disso, eles ficam mais frágeis a temperaturas altas, perdem mais água, e sofrem mais de desidratação.

Porque a desidratação pode levar a morte
Segundo especialistas, quando o organismo tem menos água a pressão arterial diminui, e faz o coração trabalhar mais, batendo mais rápido. Os rins também sofrem com isso, com a diminuição de líquido, o rim tem que se adequar para continuar o seu funcionamento. Por isso, a maioria dos idosos morreram por insuficiência renal ou cardíaca.

Confira o vídeo sobre os óbitos dos idosos na baixada santista:

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