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Até quem não fuma, fuma

Você tem uma alimentação saudável, pratica exercícios, planta árvores, faz trabalho voluntário e respira a fumaça dos outros.

O fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas por ano, segundo um estudo com informações de 192 países colhidas em 2004. Sendo que 40% das crianças e mais de 30% dos adultos não fumantes estão expostos ao cigarro regularmente.

A estimativa é que o fumo passivo mate 379 mil pessoas por doenças cardíacas, 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão, a cada ano. Isso totaliza 1% das mortes do mundo todo.

A OMS está preocupada com as 165 mil crianças que morrem por infecções respiratórias causadas pelo cigarro a cada ano, a maioria no sudeste asiático e na África. Filhos de fumantes têm maior risco de morte súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma.

Impacto

O fumo passivo tem o maior impacto nas mulheres, causando 281 mil mortes no ano.

Entre crianças, as mortes pelo fumo passivo se concentram nos países de baixa e média renda. Entre adultos, elas se distribuem de forma mais homogênea.

No Reino Unido, a Fundação Britânica do Pulmão está pedindo que o governo proíba o fumo dentro dos carros. O argumento é de que os pais subestimam o perigo do fumo para seus filhos: eles não fariam algo perigoso como deixar as crianças no meio da rua, mas fumar na frente delas é aceitável.

O estudo da Organização Mundial da Saúde foi publicado no jornal Lancet. As 600 mil mortes por fumo passivo devem ser somadas aos 5,1 milhões de mortes de fumantes ao ano.

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O uso obrigatório da cadeirinha foi adiado para primeiro de setembro – data limite para pais desprevenidos comprarem o produto.

A cadeirinha deve ser usada até os 7 anos de idade, segundo a lei. Mas médicos da SBOT, Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, afirmam que a idade não é o fator mais importante: se a criança tiver menos de 1,45 metro deve continuar a usar o equipamento.

Veja onde seu filho deve ser transportado:

- Recém-nascidos até 1 ano: devem ser transportados no bebê-conforto
- De 1 a 4 anos: devem utilizar as cadeirinhas
- De 4 a 7 anos e meio: é ideal o uso do booster, que é a elevação do assento
- De 7 a 10 anos: devem viajar somente no banco traseiro com o cinto de segurança

Os acidentes são a principal causa de morte em pessoas entre 1 e 14 anos de idade no país. Todos os anos, 2.000 crianças e adolescentes morrem em acidentes, segundo dados da SBOT.

Não marque bobeira e proteja seus filhos. Se você já comprou a cadeirinha recentemente, dê a dica para que outros leitores possam encontrar o produto! Escreva nos comentários.

Veja o valor da multa para quem não tiver o equipamento quando a lei entrar em vigor, clique aqui.

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Dia 19 de abril o Blog da Saúde informou sobre a lei que obriga os bebês a usarem a cadeirinha no banco de trás do carro. Estava prevista para entrar em vigor amanhã, 9 de junho.

A fiscalização sobre o uso foi adiada pelo Conselho Nacional de Trânsito a pedido dos motoristas e passará a valer dia 1° de setembro. Garanta a sua.

Veja as informações da rádio CBN:


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Quem tem avô e avó sabe como é bom crescer cercado de carinhos, mimos e muito aprendizado. Conviver e crescer com a experiência e paciência que só a maturidade traz é mágico.

Às crianças que ainda não tiveram essa oportunidade, um projeto em São Paulo resgata, para ambas as partes, a riqueza dessa convivência.

Quinzenalmente, cerca de dez crianças de cinco a sete anos visitam os 56 idosos em casa de repouso localizada no bairro do Butantã, em São Paulo.

O projeto, intitulado de Vovó-Criança existe há 8 anos e promove atividades que tem como objetivo principal estimular o desenvolvimento cognitivo, físico e social das duas faixas etárias.

Para Nancy Coutinho, que é coordenadora geral dos centros “Esse encontro é uma oportunidade para as crianças preencherem a lacuna de seus próprios avós, que, na maioria das vezes, não estão por perto”.

A resposta desse encontro à saúde dos idosos é motivadora. Segundo Roberta Rolim, que coordena o residencial que recebe o projeto “A convivência favorece a coordenação motora dos idosos e resgata sua autoestima ao passar suas experiências adiante”.

E você, já ligou ou visitou seus avós essa semana? Se não os tem mais procure exercitar sua saúde social e visite regularmente uma casa de repouso. Lembre-se sempre que um dia chegará a sua vez…”

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É sempre a mesma coisa. Basta a criança saber que vai ao dentista para o pavor começar. É choradeira, manha e a falsa promessa feita pelos pais de que aquela “tortura” não se repetirá nunca mais.

Tortura? Bem, geralmente as crianças criam esse fantasma em torno da ida ao dentista por causa de traumas passados muitas vezes pelos próprios pais. É certo que o barulho do motorzinho causa certo desconforto mas há muitas maneiras de reverter esse quadro.

Odontologia e Psicologia = Sorriso Feliz

As duas especialidades, quando unidas trazem bons resultados. Vale miniaturas de brinquedo e o chamado “jogo do rabisco”, onde a criança cria um desenho a partir de um rabisco.

Os desenhos criam afinidade entre a criança e a profissional e estabelecem uma relação de confiança que auxilia na perda do medo.

Agora você já sabe – Antes de levar as crianças ao dentista papel e lápis de cor são indispensáveis!

*Com informações da Revista Isto É.
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Todo pai, e claro, mãe, se preocupam com a formação de seus filhos. Segundo teorias psicanalíticas, o modo como um adulto lidará com as relações amorosas, de trabalho, autoestima, etc. dependem do vínculo que tinham com seus pais na infância. É por isso que a formação das crianças é um assunto tão importante e delicado.

O Blog da Saúde conversou com o Coordenador do Departamento de Psiquiatria de Infância e Adolescência da Associação Brasileira de Psiquiatria, Lúcio Simões de Lima, para comentar alguns tópicos sobre o assunto.

1. É possível os pais transformarem uma criança “normal” numa criança “prodígio/superdotada” através de estímulos durante a infância ou essa é uma característica inata?
Não é possível, esta é uma característica inata. Pode ser desenvolvida, mas tem que ter a potencialidade. Sabemos hoje que o meio ambiente pode influir na genética, e vice versa, mas a este ponto não.

2. Ballet, futebol, luta, natação, inglês, espanhol, kumon… A infância é a hora certa de começar as atividades para estimular o desenvolvimento intelectual e físico dos filhos, mas como fazer isso sem exagerar na dose e sobrecarregar a criança?
Estimular o desenvolvimento intelectual e físico é muito importante, mas tem que haver tempo para a criança brincar. O lúdico desenvolve potencialidades.

3. Nos dias atuais, crianças gastam a maior parte do seu tempo em vídeo-games e computadores. De que maneira os pais devem restringir este uso sem deixar seus filhos “revoltados”, já que todos os amigos fazem o mesmo?
Através de conversas e limite de uso. Se a criança cumpre bem suas atividades escolares, podem-se negociar horários. Sempre com tempo marcado adequado. Não pode haver liberação total do computador ou videogame.

4. Se o seu filho não tem habilidades para aquele esporte ou atividade que você gostaria que ele tivesse, como lidar com esta situação?
Os pais devem reconhecer as potencialidades dos filhos e não a que eles querem que ele tenha ou seja.

5. O seu filho quer fazer ballet e sua filha jogar futebol. Como agir quando seu filho opta por uma atividade vista como imprópria para seu sexo?
Com conversas os pais podem mostrar as dificuldades que ele/ela poderá enfrentar por escolher uma atividade imprópria para seu sexo. Se a vontade persistir, o certo é estar do lado deles.

6. O amadurecimento precoce pode ser associado a alguma característica psicológica? Isso pode desencadear alguma doença?
Desencadear propriamente não. Muitas crianças têm um amadurecimento precoce por situações próprias do momento, na família, na escola, etc. Certos traumas (abusos físicos, maus tratos ou abuso sexual) podem desencadear situações patológicas no futuro.

7. Verdade ou Mentira: Criança-prodígio = Adulto-problema?
Muitas vezes verdade, mas não é universal.

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