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Redução de colesterol diminui em 27% os infartos

Você sabia que uma pesquisa recente, feita pelo cientista britânico Colin Baigent, especialista em Epidemiologia Clínica da Universidade de Oxford, comprovou a redução de 27% do risco de infarto em pacientes que reduziram o nível do colesterol usando estatina?

Esse estudo será apresentado pelo especialista em Florianópolis, durante o XIII Congresso Brasileiro de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

A pesquisa levou à avaliação por cinco anos um total de 170 mil pacientes e comprovou que a redução para 40 ml/dcl do LDL (o “colesterol ruim”) não só reduziu o risco de infarto em 27%, como baixou em 22% o risco de derrame e reduziu a mortalidade em 10%.

Conforme afirma Raul Dias Santos, presidente do Departamento de Aterosclerose da SBC, apesar do recomendável de LDL ser em torno de 70, o nível médio da população brasileira chega a 120.

Raul Dias Santos levará ao Congresso uma pesquisa do Instituto do Coração que avalia os efeitos do alto nível de colesterol genético, isto é, famílias inteiras que apresentam elevado nível dessa gordura, mesmo tema que será analisado por um dos maiores geneticistas mundiais, o holandês Joep Defefche.

O cardiologista lembra que embora se fale muito em câncer, na realidade, as doenças cardiovasculares é que causam o maior número de mortes no Brasil, 315 mil por ano.

Portanto, controle o seu colesterol

Na próxima segunda-feira, dia 8 de agosto, é o Dia Nacional de Controle do Colesterol, data escolhida para alertar a população sobre a necessidade de ações preventivas contra o colesterol elevado a fim de promover hábitos saudáveis que colaborem para a saúde do coração.

O colesterol é essencial ao organismo, pois desempenha funções vitais: serve de matéria-prima para a produção de hormônios, do ácido biliar que regula a digestão e da vitamina D, e entra na construção de membranas celulares, entre outras funções.

Porém existem dois tipos dele, o LDL (conhecido como mau colesterol) e o HDL (o bom colesterol).

Uma dieta saudável, com baixos níveis de gordura saturada e colesterol, é o primeiro passo para o controle da doença e para a prevenção de riscos cardiovasculares.

Algumas mudanças de atitude podem ajudar a manter suas taxas reguladas:

  • Reduza o consumo de carne vermelha, substituindo-a por frango ou peixe;
  • Troque os queijos amarelos pelos brancos;
  • Prefira as margarinas com fitosterol, que contém ação para diminuição do colesterol ruim.
  • Aumente o consumo de fibras solúveis, encontradas na aveia, nos feijões e em frutas como a maçã;
  • Aposte nos alimentos ricos em antioxidantes, como as frutas cítricas e as folhas verde-escuras;
  • Exercite-se todo dia por, no mínimo, meia hora;
  • Abandone o cigarro, que lesa a parede dos vasos.
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O simples ato de checar os batimentos cardíacos é capaz de revelar e prevenir futuros problemas como, por exemplo, a arritmia.

Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) ensina você a medir o pulso a fim de verificar se está adequado. Primeiramente, não use o polegar. Ele tem um pulsar próprio, que pode confundir a contagem dos batimentos. O ideal é usar o dedo indicador e o dedo médio juntos. A partir do resultado você é capaz de saber se há algo de errado com o seu coração ou não. De 60 a 100 batimentos por minuto, em repouso, é uma frequência cardíaca considerada normal.

Pensando nisso, a Sobrac, com o apoio da Biosense Webster, criou a campanha pulsAção: sentindo o ritmo do seu coração. O objetivo é conscientizar a população brasileira a respeito do tipo de arritmia cardíaca mais comum nos consultórios dos cardiologistas: a fibrilação atrial (caracterizada pelo ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios). Esse problema pode ter sérias consequências, como o AVC e a insuficiência cardíaca, explica o Dr. Guilherme Fenelon, presidente da Sobrac.

As três maneiras mais comuns de checar o pulso são:

Imagem: Sobrac

Para não correr riscos, é importante que o diagnóstico seja precoce e o tratamento, adequado. Pois o problema ocorre de maneira silenciosa, ou seja, é necessário estar atento às batidas do coração.

A fibrilação atrial altera a função cardíaca, favorecendo o desenvolvimento da insuficiência e a formação de trombos de sangue dentro do órgão, podendo, então, causar um derrame, também conhecido como acidente vascular cerebral (AVC). As chances de um portador da doença sofrer um AVC são de cinco a sete vezes maiores do que a de uma pessoa que não tem o problema.

A doença já afeta 2,5% da população mundial, o que equivale a cerca de 175 milhões de pessoas. Estima-se que até 10% das pessoas acima de 75 anos tenham fibrilação atrial. E com o envelhecimento da população, a tendência é que mais pessoas possam vir a ter o problema no Brasil.

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostram que cerca de um em cada 10 mil jovens normais apresenta a enfermidade. Nesses indivíduos, a doença é geralmente intermitente, mas pode se tornar crônica em 25% dos casos. Esta condição pode ser provocada por estresse, álcool e fumo, mas na maioria das vezes não possui uma causa aparente.

Entre os fatores de risco para a ocorrência de fibrilação atrial estão: hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, aumento da idade, diabetes mellitus, doença arterial coronariana e anormalidades da valva mitral.

Sintomas, diagnóstico e tratamento

Os sintomas da doença incluem palpitações, falta de ar, tontura, dor no peito e cansaço, mas, atenção, porque ela também pode ser completamente assintomática.

O diagnóstico pode ser feito com a avaliação do pulso e da ausculta do coração. Após isso, se houver uma suspeita, o médico encaminhará o paciente para a realização de exames como eletrocardiograma, holter de 24 horas e monitor de eventos (loop recorder) para que a confirmação do diagnóstico possa ocorrer.

O tratamento do problema é feito com medicamentos antiarrítmicos. E  pacientes com maior risco (idade acima de 75 anos, hipertensos, diabéticos, com insuficiência cardíaca, ou que já tiveram AVC) devem fazer a prevenção do AVC também com remédios anticoagulantes.

Em alguns casos o procedimento conhecido como ablação por cateter (a introdução de cateteres pelo sistema circulatório periférico a fim de corrigir a atividade elétrica irregular) também deverá ser feito.

No dia 4 de agosto a Sobrac realizará em São Paulo a Campanha pulsAção: sentindo o ritmo do seu coração.

O evento ocorrerá no Vão Livre do MASP, das 7 às 15 horas, e contará com palestras, apresentação lúdica com percussionista, entre outras atividades com intuito de conscientizar sobre a fibrilação atrial.

Confira mais informações no hotsite da Campanha.

Serviço

PulsAção: sentindo o ritmo do seu coração
Data: 4 de agosto
Horário: das 7 às 15 horas
Local: Vão Livre do MASP – Av. Paulista, 1578 – sentido Centro/Bairro
Mais informações: (11) 5543-1824

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No Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, não podíamos deixar de unir todos os esforços para alertar sobre o problema que é a principal causa de doenças do coração, dos rins e derrame.

A hipertensão arterial e pressão alta são nomes diferentes para o mesmo problema que, hoje, no Brasil, atinge mais de 30 milhões de pessoas que precisam entender e cuidar da saúde para viver melhor.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, quem é hipertenso e não faz o controle adequado pode ter uma redução na expectativa de vida de até 16 anos e seis meses.

Ao conhecer o problema e suas principais causas, é possível perceber que a maioria delas diz respeito aos hábitos do dia a dia, como o consumo excessivo de sal.

Hipertensão: tim tim por tim tim

O coração é a “bomba” responsável por fazer o sangue circular por todo o nosso corpo. A força com a qual esse potente órgão bombeia o sangue através dos vasos é chamada de pressão arterial.

A pressão considerada normal é aquela que, na média, é igual ou inferior a 12 por 8, ou seja, máxima em 120 milímetros e mínima em 80 milímetros de mercúrio (mmHg).

A hipertensão arterial acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam 14 por 9. Valores entre 12 por 8 e 14 por 9 são considerados limítrofes, ou pré-hipertensão, e podem merecer tratamento em alguns casos, conforme recomendação médica.

Após os 55 anos, mesmo as pessoas com pressão arterial normal têm 50% de chance de desenvolver o problema.

Causas: Hereditariedade, Obesidade, Estresse, Excesso de Sal, Má Alimentação

Como Evitar: Acompanhamento médico, Atividade Física, Controle de peso, Redução de Sal, Medicamento (se prescrito), Alimentação Equilibrada

EU SOU 12 POR 8

A cada ano, 300 mil brasileiros são vitimados pelas doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão.

Um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes mais que aquelas devidas a acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS – para se ter uma ideia da atenção que devemos dar ao problema.

Cumprimos nosso objetivo ao fazer com que as pessoas percebam os benefícios de manter uma pressão normal e, caso descubram o problema, não abandonem o tratamento.

No Brasil, estima-se que apenas 10%, dos cerca de 30 milhões de hipertensos existentes, façam o controle adequado da hipertensão. A campanha foi criada pelo Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia. É preciso conscientizar.

O Blog da Saúde e a Victory Consulting são 12 por 8 e têm bom coração:

Vera Lucia Bejatto, diretora da Victory Consulting

Anderson Miranda

Camila Guidelli

Paula Sanches Spínola

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Pesquisadores americanos desenvolveram um exame de sangue capaz de prever o risco cardíaco em adultos que parecem ter de boa saúde.

Trata-se de uma versão avançada do teste que já realizado em salas de emergência para determinar se um paciente com dor no peito está sofrendo um ataque do coração ou algum outro problema.

Avanço

Com o novo teste, será possível avaliar o risco de morte entre pessoas com mais de 65 anos que não apresentam sintomas de problemas cardíacos.

O exame mede o nível de troponina T, um marcador do processo biológico de morte celular ligado ao ataque cardíaco. “Acreditamos que quanto maior o nível de troponina, maior é o risco do indivíduo sofrer problema cardíaco ou óbito por motivo cardiovascular nos próximos 10 a 15 anos”, explica Christopher de Filippi, da Escola de Medicina da Universidade de Maryland e principal autor do estudo.

Para a criação do exame, os pesquisadores realizaram um longo estudo, com amostras de sangue de pacientes analisadas por mais de 18 anos. O marcador apareceu em dois terços das pessoas avaliadas. Detalhe: elas não apresentavam nenhum sintoma e tinham 65 anos ou mais.

O estudo foi publicado no JAMA – Journal of the American Medical Association.

*Com informações FSP/France Press.
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Pense na situação: você sobrevive a um câncer, mas descobre que a quimioterapia causou danos ao seu coração e que eles podem ser irreversíveis?

Cerca de 10% dos pacientes oncológicos correm esse risco, mas até hoje não havia regras claras e reunidas em um só documento sobre como tratar os doentes.

Impasse

O que fazer quando um paciente precisa de uma medicação que, apesar de altamente eficiente no controle e tratamento de diversos tipos de câncer, traz uma série de riscos ao coração? Esse é o dilema que muitos médicos têm que enfrentar.

Um dos efeitos mais graves da quimioterapia é a cardiomiopatia, responsável por causar um enfraquecimento do músculo do coração, que pode levar à insuficiência cardíaca e, em última instância, à morte.

Além da cardiomiopatia, as drogas podem causar taquicardias, arritmias, insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e até a morte súbita.

Estudos internacionais mostram que os pacientes que passaram por tratamentos de câncer têm até 30% mais chances de desenvolver o problema do que a população em geral.

Normas

Por isso, para orientar os profissionais e garantir o controle do câncer com menos chances de complicações cardiovasculares, o Brasil criou as primeiras diretrizes mundiais sobre o atendimento cardíaco a pacientes oncólogicos.

As normas, que estão sendo editadas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e por oncologistas, deverão ser publicadas no início de 2011.

No documento haverá uma lista dos quimioterápicos que podem causar efeitos nocivos ao coração e as recomendações sobre como os médicos devem tratar esses pacientes. Entre os quimioterápicos cardiotóxicos estão as antraciclinas, ciclofosfamida e o trastuzumab.

De acordo com o cardiologista Ricardo Kalil Filho, um dos coordenadores das novas diretrizes, o médico será orientado a solicitar um ecocardiograma ao paciente dois meses depois do início da quimioterapia.

Se o músculo do coração apresentar deficiência, um cardiologista passa a fazer parte da equipe e, junto com o oncologista, define a mudança do remédio, a diminuição da dose ou a indicação de drogas que melhorem o músculo cardíaco.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informa que o SUS será um dos grandes usuários das diretrizes, já que é responsável pelo atendimento de 80% dos tratamentos de câncer no Brasil.

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Em primeiro lugar, se você não é um profissional, esqueça a respiração boca a boca.

Os novos estudos mostram que a compressão no peito é a parte mais importante da reanimação e também a ação que surte mais efeito quando a pessoa não teve nenhum treinamento sobre como fazê-la. Ou seja, não se baseie no que viu nos filmes, se você for amador.

As técnicas tradicionais estavam causando atraso significativo no início das compressões peitorais, essenciais para manter o sangue rico em oxigênio circulando pelo corpo, segundo o doutor Michael Sayre, coautor das diretrizes.

Enquanto faz as compressões, peça para alguém trazer o mais rápido possível um desfibrilador automático, hoje disponível em locais como estádios, aeroportos e shoppings.

O Blog da Saúde já mostrou que o tempo é precioso para uma vítima de infarto e que é preciso encurtá-lo ao máximo: a cada minuto a chance de sobrevivência é 10% menor.

Lembre-se desta ordem: compressão, vias respiratórias e respiração. Inicie a compressão, em seguida garanta a abertura das vias respiratórias e, então, a respiração.

No entanto, em algumas outras situações em que o indivíduo está com dificuldade de respiração – um afogamento – o boca a boca ainda é uma técnica ideal.

Vamos às instruções:

- Antes de começar, chacoalhe os ombros da vítima e grite para ver se ela responde.

- Se a vítima não estiver respirando, grite para alguém ligar para a emergência. Se você estiver sozinho, ligue você mesmo.

- Comece as compressões peitorais. Pressione forte e rapidamente no centro do peito numa média de 100 compressões por minuto.

- Pressione o peito pelo menos 5 centímetros para baixo em cada compressão, em criança, 4 centímetros. Certifique-se que ele retornou a posição original antes de começar a próxima compressão.

- Se você não tem nenhum treinamento em reanimação, continue a compressão peitoral até a ajuda chegar.

- Se você for treinado, após 30 compressões peitorais abra uma via aérea e comece a respiração boca a boca. Dê duas respiradas, então continue nas compressões peitorais. Continue com este formato de compressão e boca a boca até a ajuda chegar.

Brasil

É muito importante que a população se conscientize destas medidas, afinal 315 mil pessoas morrem de doenças cardiovasculares a cada ano, segundo o presidente da SBC, Jorge Ilha Guimarães.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) anunciou a publicação “Novas Diretrizes Mundiais das Emergências de Ressuscitação após Parada Cardíaca”, uma atualização do conhecimento médico sobre como evitar a morte de uma vítima de infarto.

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A prática de esportes interfere mais em nosso corpo do que podemos imaginar. As mudanças causadas pela atividade física no corpo dos atletas vão muito além dos músculos e do baixo percentual de gordura. O coração, por exemplo, sofre alterações para se adaptar aos exercícios.

Primeiro, entenda seu coração!

O coração é um órgão complexo, com duas bombas que “trabalham” no mesmo ritmo. Funciona como uma bomba inteligente: sua vazão é ajustável às necessidades do organismo.

O lado direito bombeia sangue venoso para os pulmões, onde ocorre a eliminação do gás carbônico e a absorção do oxigênio pelos glóbulos vermelhos. Já o lado esquerdo bombeia o sangue renovado para o restante do corpo, fornecendo oxigênio e outros nutrientes vitais para tecidos e órgãos.

Atletas de modalidades esportivas aeróbicas, como nadadores, corredores de longa distância, ciclistas, remadores e praticantes de triatlo, tendem a apresentar frequência cardíaca de repouso mais baixa que a de indivíduos sedentários.

Em pesquisas realizadas já foram encontrados maratonistas de elite com frequência cardíaca de cerca de 30 batimentos por minuto em repouso!

Comprovação

Um estudo realizado por médicos alemães e americanos, publicada na revista científica “Radiology“, mediu com precisão, por meio de ressonância magnética, o coração de 26 triatletas e mais 26 homens sadios.

As conclusões apontam que o que antes era visto como doença, hoje, os especialistas entendem que são adaptações fisiológicas do corpo aos exercícios físicos.

Resultados

Entre os triatletas, os ventrículos direito e esquerdo estavam 30% maiores se comparados com o outro grupo. A espessura das paredes do coração também aumentou. No ventrículo esquerdo, a parede ficou 15% mais grossa entre os atletas. O volume de sangue bombeado subiu quase 30%.

Bomba inteligente

Como as mudanças foram simétricas, os especialistas as consideraram como adaptações do corpo aos treinamentos. No triatlo, por exemplo, os treinos exigem força e resistência, o que dá um maior impulso às transformações no corpo.

O volume maior dos ventrículos e a espessura de suas paredes permite que o coração bombeie mais sangue a cada batida. Assim, o oxigênio chega de forma mais eficiente às pernas e aos braços.

Além disso, com o maior volume de sangue a cada batida, a frequência cardíaca em repouso cai até pela metade, informa Turíbio Leite de Barros, coordenador do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte da Unifesp. “Os batimentos de alguém que não é atleta e tem um coração normal vão a 70 por minuto. Atletas chegam a ter só 35″, explica.

Além do coração…

As modificações não param por aí: pernas e braços ganham mais vasos. O corpo produz mais óxido nítrico, substância vasodilatadora. Ou seja, as passagens para o sangue aumentam e ficam mais abertas.

Para receber mais oxigênio, as células dos músculos ficam com mais mitocôndrias, as estruturas que produzem energia.

O coordenador do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte da Unifesp informa que essas alterações microscópicas são as primeiras a surgir quando a pessoa entra em uma rotina intensa de exercícios. No entanto, se o atleta parar de se exercitar, elas regridem em dias.

Já as mudanças no coração levam anos e demoram mais para sumir.

O médico da Unifesp ressalta ainda que o fato de as mudanças não serem permanentes ajuda a diferenciar as adaptações no órgão causadas pelo exercício ou por doenças, como a insuficiência cardíaca, uma das principais causas de morte súbita.

* Com informações da revista Ciência Hoje e Folha SP.
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O coração é uma bomba hidráulica biológica que mantém nossa circulação e, com esse objetivo, bate regularmente em torno de 70 vezes por minuto.

“Quando este sistema de controle é afetado por alguma doença há a possibilidade de ocorrer um descontrole do ritmo do coração, que poderá bater muito lento, muito rápido ou de forma irregular. Essas alterações do ritmo do coração constituem as arritmias cardíacas”, explica a cardiologista Dra. Ana Camarozano, da Prolab Centro Diagnóstico Cardiológico/ Hospital Instituto de Medicina e Cirurgia do Paraná.

Em muitas pessoas esse distúrbio pode existir sem sintomas, porém em outras, ele pode provocar palpitações, tonturas, cansaço, dor no peito, desmaios.

“Nos casos mais graves é possível o paciente apresentar confusão mental, fraqueza, hipotensão (pressão baixa), dor no peito (angina) e até mesmo ter morte súbita”, ressalta a médica.

Entre as possíveis causas da arritmia estão: estresse, fumo, grande ingestão de álcool, exercício físico muito intenso, uso de drogas (como cocaína e anfetaminas), uso de alguns medicamentos e excesso de cafeína.

Um ataque cardíaco, ou outras condições que danificam o sistema elétrico do coração, também podem causar arritmia.

“Como tratamento, em alguns casos, o uso de medicação antiarrítmica é suficiente, podendo prevenir a ocorrência de novos episódios arrítmicos. Em outros, porém, há a necessidade de outras terapias. O ideal é, quando ocorrer algum dos sintomas, o paciente procurar um cardiologista para que uma avaliação seja realizada”, completa.

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A maioria dos conselheiros de saúde americanos concluiu que o remédio contra diabetes Avandia, do laboratório britânico  GlaxoSmithKline, não levanta preocupação sobre risco de vida quando comparado com outros medicamentos utilizados contra a doença.

Dezenove dos 33 membros do painel de peritos da FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, afirmaram que os dados disponíveis sobre o medicamento não preocupam em relação ao risco de vida associado ao uso contínuo do Avandia.

Por 12 votos contra 7, o painel não localizou nenhuma preocupação de morte em relação ao Avandia e ao Actos, medicamento, também usado no tratamento de diabetes, do laboratório japonês Takeda.

A avaliação feita pelos peritos científicos foi feita com base em opiniões conflitantes e revisão de dados e estudos sobre o caso.

A FDA convocou o painel de peritos externos para ajudar a agência a resolver um debate sobre a segurança do Avandia que já dura três anos. Ainda não é possível prever como esse diagnóstico precoce poderá afetar a votação final.

Próximas ações

O painel consultivo deverá votar agora se a droga será mantida no mercado sem advertências ou se a venda será suspensa.

Restrições quanto à utilização do medicamento ou o reforço das advertências estão entre outras opções.

A votação final será realizada em breve.

Histórico

Em 2007, um painel consultivo votou (por 20 votos a 3) que o Avandia pode aumentar as chances de um ataque cardíaco em alguns pacientes, mas por 22 votos a 1 foi recomendado que a droga permanecesse no mercado.

As vendas do Avandia nos EUA representavam apenas 1,5% do faturamento da Glaxo em 2009, mas os investidores temem que a companhia poderia enfrentar mais processos judiciais se o medicamento for retirado do mercado.

Posição da Anvisa

Por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não fala em proibição. A agência decidirá sobre a manutenção do Avandia no mercado brasileiro após a resolução final da FDA.

A Anvisa acompanha de perto essa discussão e, em 2007, determinou alteração da bula do remédio no Brasil para alertar que pacientes cardíacos são contraindicados a tomá-lo.

Além disso, médicos foram orientados a informar os pacientes diabéticos sobre os possíveis riscos do medicamento de tarja vermelha.

O assunto será discutido pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), conselho que reúne pesquisadores, universidades, farmacêuticos e químicos, entre outros profissionais, para avaliar os riscos do Avandia à saúde dos usuários.

* Com informações do ESP.
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Em 1999, a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline lançou, em segredo, um estudo para descobrir se seu medicamento para diabetes, o Avandia, era mais seguro para o coração que o rival Actos, da japonesa Takeda.

O problema: os resultados!

Os dados obtidos no mesmo ano foram desastrosos. O Avandia não só não era melhor, como provocava ainda mais riscos cardíacos.

No entanto, ao invés de publicar os resultados, a empresa passou os 11 anos seguintes tentando acobertá-los, segundo documentos.

A empresa não publicou os resultados nem transmitiu aos reguladores de drogas, como determina a lei.

O assunto ficou em discussão por anos!

Como publicou o Blog da Saúde, os riscos de ataque cardíaco decorrentes do uso do Avantia ficaram comprovados com um estudo da Cleveland Clinic Foundation (EUA), divulgado este ano.

Agora, o Avandia passa por novas análises do FDA (Food and Drug Administration), agência que regula remédios e alimentos nos EUA, que deve definir se o medicamento deve ou não continuar a ser vendido.

O laboratório britânico GlaxoSmithKline teria concordado em pagar US$ 460 milhões (R$ 808 milhões) para encerrar pelo menos 10 mil dos cerca de 13 mil processos movidos por alegações de que o remédio para diabetes Avandia poderia causar ataques cardíacos e derrames.

*Com informações da FSP.
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De acordo com resultado de testes clínicos, o Avandia, medicamento utilizado contra diabetes, aumenta o risco de problemas cardiovasculares de 28% a 39% (o número não vem acompanhado de um aumento de mortes por infarto).

A conclusão é baseada na análise de 56 ensaios clínicos, realizadas até fevereiro de 2010, pelos médicos Steven Nissen e Kathy Wolsky, da Cleveland Clinic Foundation (EUA).

Os testes contaram com a participação de 35.531 pacientes. Entre eles, 19.509 haviam tomado Avandia (molécula rosiglitazona), do laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK), enquanto 16.022 foram tratados com o medicamento Actos (molécula pioglitazona), da mesma categoria que o anterior, mas do laboratório japonês Takeda.

Os resultados obtidos agora são similares aos estudos feitos em 2007 pelo fabricante do medicamento, a agência americana de medicamentos FDA (Food and Drug Administration) e pesquisadores independentes.

A FDA já anunciou que um grupo de especialistas independentes se reunirá em julho para recomendar ou não a retirada deste medicamento do mercado.

A comercialização do Avandia foi autorizada em 1999 pela agência americana de medicamentos para tratar a hiperglicemia – taxa elevada de açúcar no sangue – nos pacientes que sofrem de diabetes tipo 2.

No Brasil

A unidade brasileira da GlaxoSmithKline informa que até que tenha acesso às publicações finais não pode se pronunciar em detalhes, mas ressalta que há limitações inerentes ao tipo de estudo conduzido, que foi baseado apenas em dados estatísticos.

A empresa ressalta que “estudos clínicos feitos diretamente com pacientes de forma randomizada (aleatórias) são padrões de referência para a avaliação de questões científicas e médicas”.

Seis estudos deste tipo – RECORD, APPROACH, VICTORY, VADT, ACCORD e BARI-2D – foram apresentados ao FDA durante a última revisão sobre a segurança cardiovascular do Avandia. De acordo com a GlaxoSmithKline, ao serem analisados conjuntamente, estes estudos mostram que Avandia não aumenta o risco de ataques do coração. 

O estudo foi publicado na versão online do jornal Archives of Internal Medicine e saíra na versão impressa do jornal no dia 26 de julho.

*Com informações da FSP.
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Amanhã o coração dos brasileiros vai bater mais forte na estréia do Brasil na Copa do Mundo!

A adrenalina, o nervosimo e a emoção de ver a seleção brasileira entrar em campo pode ser um risco para seu coração. Ainda mais se combinado com aquela cervejinha, churrasco, pipoca e os petiscos tão conhecidos pelo torcedores!

Os comes e bebes que acompanham os jogos de futebol não ajudam quem já sofre de problemas cardiovasculares. Pratos muito salgados e bebidas alcoolicas aumentam a pressão sanguínea, elevando o risco de acidentes.

Mas o problema não para por aí! É recomendado também evitar a cafeína. E não só o café! Energéticos, chás e alguns refrigerantes ou bebidas que contenham a substância fazem o coração acelerar.

Segundo especialistas, quem corre mais risco são as pessoas que já têm problemas no coração e não costumam se cuidar.

Por isso, aqui vão algumas dicas para curtir os jogos da Copa sem riscos para seu coração:


- Comidas muito salgadas (como churrasco e pipoca!);
- Bebidas alcoólicas;
- Cafeína;
- Cigarro.

 

- Calmantes fitoterápicos, como o maracujá, por exemplo, que não precisam de prescrição médica;
- Quem já usa remédios para o coração pode consultar seu médico para saber se é possível tomar os medicamentos antes dos jogos.

Para quem leva uma vida sedentária, os riscos podem ser ainda maiores!

Coração monitorado durante a Copa

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Munique no último mundial mostrou que em dias de jogos da Alemanha na Copa houve um aumento de 30% a 40% nos atendimentos em prontos-socorros em relação a doenças cardiovasculares agudas, como arritmias, hipertensão arterial e até isquemia.

O estudo apontou que as chances de torcedores do sexo masculino terem problemas cardíacos é multiplicado por 3,26. Já entre as mulheres, a probabilidade é de 1,8 vez maior em relação ao período fora da competição.

No Brasil ainda não há números exatos registrados quanto ao perigo de problemas cardíacos durante as partidas da Copa, mas com tamanho fanátismo e paixão pelo futebol, não é difícil imaginar os índices dos brasileiros!

Para descobrir se o número se repete por aqui, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) vai monitorar o coração do torcedor durante a Copa. A pesquisa será feita em hospitais de seis cidades do país – São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Campinas, Belo Horizonte e Salvador.

A finalidade é analisar a influência de um jogo dramático sobre a saúde dos espectadores. Os principais eventos cardiovasculares analisados para elaborar uma possível relação com os jogos do Brasil são: enfarte do miocárdio, angina (pré enfarte), arritmia e derrame cerebral.

*Com infromações do G1.

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Para os amantes do vinho uma notícia deliciosa e saudável. Pesquisadores americanos descobriram que a bebida ajuda a evitar o ganho de peso.

No hall das pesquisas já feitas sobre a bebida, na Grã-Bretanha foi descoberto que a ingestão de vinho tinto potencializa um mecanismo biológico capaz de evitar o entupimento das artérias.

Uma taça de vinho também pode aumentar em até 16% a taxa do bom colesterol. Bem, agora você já sabe, uma taça de vinho ao dia não mata ninguém e ainda auxilia na manutenção do peso e na saúde do coração.

Mas atenção, qualquer bebida alcoólica deve ser consumida com moderação.
Lembre-se sempre que sua saúde deve estar em primeiro lugar.

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O Instituto Dante Pazzanese busca mulheres com mais de 60 anos e homens com mais de 55 sem doenças cardíacas, mas que tenham ao menos um fator de risco para desenvolvê-las como:

  • Má alimentação;
  • Obesidade;
  • Sedentarismo;
  • Hipertensão

A pesquisa é para participar do estudo internacional Hope-3. Inscrições podem ser feitas através do telefone (11) 5085-6353 das 07h às 17h. Para inscrições on line clique aqui

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Você acompanhou o caso do estado de saúde do presidente através do Blog da Saúde?

Assunto em pauta desde o acontecido, especialistas médicos e a imprensa alertam para a importância de manter a pressão arterial saudável. Antes de saber quais partes do corpo a pressão arterial alta pode prejudicar, entenda sua função em nosso organismo

Pressão Arterial
A pressão arterial é a força com que o coração bombeia o sangue através dos vasos.  Ela é medida em milímetros de mercúrio, e é dessa forma que você fica sabendo como que anda a saúde do seu coração.

Existem dois tipos de pressões arteriais que servem para saber se a sua está normal ou se você é hipertenso: a pressão sistólica, que é quando o coração se contrai para jogar o sangue para fora; e a diastólica, que é quando o coração incha, puxando o sangue para dentro.

Para ser considerada normal, a pressão sistólica deve ser deve ser menor do que 130 mmHg (milímetros de mercúrio) e a pressão diastólica tem que ser inferior a 85 mmHg. Para você entender melhor, se sua pressão estiver 12 por 10 está tudo bem.

Cuide da sua pressão e mantenha o resto do corpo saudável

O seu cérebro, rim, olhos e coração precisam que você policie sua pressão arterial. O primeiro pode sofrer com os derrames e hemorragias quando a ela está alta. O segundo pode ficar com os vasos sanguíneos mais estreitos e grossos.

A visão pode ser comprometida e você pode ficar cego, pois pode ocorrer o rompimento de vasos dos olhos. E o coração pode sofrer uma alteração nas paredes dos vasos sanguíneos, além de formar coagulações, podendo causar infarto.

“Se você não sabe se é hipertenso procure um médico, se você não é procure
cuidar sempre de sua saúde seguindo as dicas do Blog da Saúde”

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Seus rins estão em perfeita ordem? Você sabe qual é a função deles dentro do nosso corpo e como o mau funcionamento dele pode prejudicar outros órgãos?

Os rins funcionam como um grande filtro do nosso corpo, assim como os filtros que tiram as impurezas da água, o nosso depurador natural tem a função de filtrar o sangue expelindo as substâncias que podem fazer mal para o nosso organismo, além de jogar fora sais e outras substâncias que existem em excesso.

Ao longo dos anos, o nosso rim começa a ter um funcionamento menos eficaz, isso acontece a partir dos 50 anos, quando existe uma perda de 1% ao ano da função renal.

Essa perda da função renal pode provocar doenças cardíacas, é o que mostra alguns estudos realizados por Universidades americanas. Isso pode acontecer porque o sangue limpo volta ao coração por uma veia renal, e quando o rim não funciona direito, ele deixa de eliminar as substâncias que podem causar inflamações no coração.

Os pesquisadores da Universidade da Califórnia acompanharam 4.378 pacientes, e analisaram sua função renal, monitoraram também se eles desenvolviam doenças relacionadas ao coração. O resultado mostrou que as pessoas que tiveram problemas renais mais cedo, apresentaram mais riscos de ter doenças do coração do que os outros:

• 32% – Falência do coração;
• 48% – Ataque cardíaco;
• 67% – Doença arterial obstrutiva periférica.

Outro estudo, realizado por cientistas da Universidade de Johns Hopkins mostrou que pessoas que apresentam uma diminuição de 5,6%, ao ano, na função dos rins, têm 30% mais chances de sofrer com doenças cardíacas.

Essas pesquisas servem para alertar a população mundial, fazendo com que as pessoas passem a cuidar melhor do seu corpo.

“Para ajudar no bom funcionamento de seus rins, comece bebendo bastante água”

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Já não é novidade nenhuma que problemas de coração quando atingem mulheres jovens são fatais, e que para isso você precisa se alimentar melhor, praticar atividades físicas e blá blá blá…

Com a morte da atriz americana Brittany Murphy, 32, o assunto volta à tona e é bom que nós, mulheres, fiquemos atentas à nossa qualidade de vida e todos os “blás, blás, blás” tão importantes para a manutenção de nossa saúde. No caso de Murphy, suspeita-se que a parada cardíaca tenha ocorrido porque a jovem era viciada em analgésicos, que em sua maioria contém um componente chamado opioide.

O que são e o que causam?
Os opioides são grupos de substâncias naturais e sintéticas, geralmente encontrados em remédios para tratar dores, descontrole intestinal e tosse. São chamados de “Depressores do Sistema Nervoso Central”, e o abuso desse componente pode causar sonolência, diminuição da frequência cardíaca e queda da pressão arterial.

Nas mulheres alguns fatores contribuem e aumentam o risco de infarto. Confira nas informações abaixo:

  

Tabagismo - Favorece a formação de coágulos;

  

  

 

Colesterol Alto – Aumenta o risco de aterosclerose;

 

 

  

 

Diabetes - Provoca lesão nos vasos;

  

  

 

Pílula Anticoncepcional - Favorece a formação de coágulos;

 

  

  

  

Uso de drogas (principalmente cocaína) - Favorece a formação de coágulos, leva à constrição das artérias e acelera o processo a aterosclerose;

  

  

  

Abuso de opioides - Deprimem o Sistema Nervoso Central e podem causar parada respiratória e consequentemente parada cardíaca;

  

  

Anfetaminas (presentes em fórmulas para emagrecer) - São estimulantes, aumentam o consumo de oxigênio por parte do coração e podem causar taquicardia, vasoconstrição e arritmias;

  

 

Estresse - Libera adrenalina, um potente vasoconstritor.

Mantenha uma alimentação balanceada e pratique atividades físicas. Estar em dia com sua saúde evitará o uso desnecessário de medicamentos. Quantas cápsulas você poderia evitar apenas com a mudança de comportamento? Reflita.

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Pouca gente suspeita, mas assim como morrem mais pessoas de doenças cardiovasculares do que de câncer no país como a Folha Equilíbrio divulgou hoje, 26 de novembro, mais pessoas morrem de ataques cardíacos dentro de aviões do que em desastres aéreos.

As paradas do coração são muito mais freqüentes (e inesperadas) do que imaginamos, mas a boa notícia é que podem ser evitadas apenas com uma mudança de hábito mais saudável. Os danos decorrentes da parada cardíaca que pode resultar numa parada total também podem ser impedidos com pronto atendimento.

Embora pareçam medidas simples mais da metade dos brasileiros, mesmos cientes dos fatores de risco (como tabagismo, sedentarismo, colesterol alto, obesidade, estresse, etc.) não fazem nada para prevenir. Há explicação para tanto descuidado? Segundo Carlos Alberto machado da Sociedade Brasileira de Cardiologia, “não existe cultura de fazer prevenção de doença crônica, porque não dá resultado imediato e exige um esforço enorme de convencimento da população”.

As pessoas se atêm aos avanços dos recursos que permitem ver o coração com uma imagem precisa do órgão avaliando melhor os riscos e a forma de tratamento. Mas se esquecem que as paradas, popularmente chamadas de infarto, ocorrem “sem avisar”: “com o tempo, o acúmulo de gordura impede que a artéria leve sangue ao coração livremente, parte dele deixa de ser oxigenada e as células da região começam a morrer”, explica o diretor do Laboratório de Treinamento e Simulação em Emergências Cardiovasculares do InCor, Sergio Timerman.

Estes casos repentinos se não forem prontamente socorridos ou dependendo da intensidade podem comprometer o coração a tal ponto que fulmine numa parada cardíaca, com mínimas chances de sobrevivência. Um desfribilador recompõe o ritmo dos batimentos cardíacos, mas muitos locais não estão equipados com o aparelho (e a maioria dos ataques acontece fora dos hospitais).

O problema é a que a lei não obriga a presença destes aparelhos em locais com aglomerações de pessoas mais tendentes a ataques cardíacos como aviões, campos de futebol, aeroportos, shoppings, hotéis, eventos, shows e entre outros. Principalmente, nos transportes aéreos, onde não há muita escapatória, os “kits emergência” não oferecem condições necessárias para salvar uma vida e a presença do médico, na maioria das vezes, depende se há ou não um profissional da área entre os passageiros.

Segundo a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) 60% das doenças graves a bordo são ataques cardíacos. A alteração da pressão atmosférica, umidade do ar e níveis de oxigênio dentro dos aviões comprometem doentes cardíacos ou pulmonares. “Não deveria ser por imposição legal, mas, infelizmente, existe uma parte do mundo que não entende outra linguagem. A vida humana não vale um investimento para algumas empresas”, declara o escritor Célio Pezza em seu artigo.

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