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Manual do Arquiteto Descalço: Construir sem agredir a natureza

Você tem a casa dos seus sonhos na cabeça, mas não tem ideia de como colocar no papel? Muitos menos de como torná-la realidade? Uma boa dica para os aspirantes a arquiteto é o “Manual do Arquiteto Descalço” (editora Empório do Livro).

O livro, escrito pelo holandês Johan Van Lengen, mistura arquitetura e sustentabilidade, trazendo uma série de orientações e dicas para um homem comum construir sua casa, sem desrespeitar a natureza ou agredir o ambiente.

Muito além da casa na árvore…

Com base na bio-arquitetura, um conceito que une ecologia, arquitetura e urbanismo, o manual revela técnicas e maneiras de construção em harmonia com a natureza e os seus recursos, promovendo o equilíbrio entre o meio ambiente e o progresso.

No “Manual do Arquiteto Descalço”, o leitor encontrará instruções básicas e úteis sobre contextos climáticos, formas e materiais capazes de solucionar questões que envolvem energia, água e saneamento por meio do uso de ecotecnologias alternativas, iniciativas criadas especialmente para promover a preservação dos recursos naturais.

O livro traz a apresentação completa de uma obra, desde os primeiros esboços até tabelas com misturas de argamassa. São dez capítulos, que envolvem cerca de 500 páginas, com ilustrações e explicações detalhadas.

Como já comentamos no Blog da Saúde, a sustentabilidade deixou de ser um tema da moda, em constante discussão, para tornar-se uma necessidade quando o assunto é a preservação do meio ambiente. Faça sua parte!

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Hospital remete à saúde, certo? E o que isso tem a ver com sustentabilidade? Hoje em dia, muito! Alguns hospitais, clínicas e centros de saúde estão investindo em ações que, além de contribuir com a saúde dos pacientes e reduzir gastos, podem ajudar o meio ambiente.

Saúde e Meio Ambiente

O Hospital viValle, de São José dos Campos (SP), é um exemplo de instituição que está investindo em ações verdes e implantando uma série de iniciativas que podem ajudar à preservação ambiental. Iniciados em julho de 2009, os projetos em andamento visam à economia de energia, reutilização da água e tratamento de resíduos.

Energia

O viValle está substituindo toda sua iluminação por lâmpadas de LED. Além de durar mais tempo, as lâmpadas economizam energia. Para se ter ideia, uma lâmpada LED consome 80% menos energia se comparada a uma lâmpada incandescente.

A LED é fabricada com material semicondutor semelhante ao usado nos chips de computador. Quando percorrido por uma corrente elétrica, emite luz. O resultado é uma peça menor, que consome menos energia e tem uma durabilidade maior.

Mais algumas informações interessantes*:

- Enquanto uma lâmpada comum tem vida útil de 1.000 horas e uma fluorescente de 10.000 horas, a LED rende entre 20.000 e 100.000 horas de uso ininterrupto;

- Uma lâmpada incandescente converte em luz cerca de 5% da energia elétrica que consome, já as lâmpadas LED convertem até 40%: redução de desperdício de energia que traz benefícios evidentes ao meio ambiente.

“Apesar de ainda não ser possível mencionar em números o resultado total dessa ação, só no setor de internação, o hospital já economiza cerca de R$ 600,00 na conta mensal de energia elétrica”, informa Vinícius Muradas, supervisor de engenharia do hospital.

O viValle conta ainda com um sistema de aquecimento solar, que supre 40% da necessidade de água quente de todo o hospital. A proposta é ampliar esse sistema para atingir sua total demanda.

Água que vai…e volta!

O pavimento externo também segue a linha ecológica: ele é todo feito com bloquetes intercalados, que não impermeabilizam o solo, facilitando que a água da chuva volte para o lençol freático.

Para onde vai o lixo?

Além disso, o viValle possui um Plano de Gerenciamento de Resíduos, que engloba ações de tratamento de resíduos químicos, reciclagem, acondicionamento e destinação adequada para materiais cortantes e contaminados.

“O trabalho é todo feito pelo próprio hospital, mediante um documento redigido em conjunto com o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e Segurança do Trabalho. Temos reuniões mensais para deliberar as ações descritas em ata”, explica o engenheiro.

Novidades

Além do aprimoramento das ações em andamento, o Hospital viValle está finalizando um estudo para implantação de uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto).  “Além de toda a economia que essas ações trazem, o fator que nos impulsionou foi a responsabilidade ambiental, que está diretamente ligada à saúde”, ressalta Muradas.

O Blog da Saúde vem destacando ações e iniciativas que visam ajudar à preservação do meio ambiente. A proposta é divulgar e estimular a transformação de entidades e organizações em locais “verdes”. Você conhece algum estabelecimento que investe em ações sustentáveis? Escreva para nós!

*Dados Planeta Sustentável.
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Você já contou quantos copinhos plásticos utiliza por dia?

Agora, além da opção de substituir o copo plástico pela caneca, por exemplo, uma outra iniciativa sustentável parece eficiente para ajudar o meio ambiente: o copo descartável de papel.

O Ecopo foi criado para reduzir o uso do plástico e diminuir o volume de lixo nas empresas. É basicamente um envelope que pode ser utilizado para beber água e outros líquidos.

Ele mantém a praticidade dos copinhos plásticos, mas aumenta o nível de sustentabilidade do produto.

Feito de fibras de madeira reflorestada e uma fina camada de plástico degradável, ele se decompõe em até 18 meses e pode ser reciclado como papel comum. O Ecopo possui coloração parda, já que dispensa o uso de químicos branqueadores que podem fazer mal à saúde.

A capacidade de cada um é de 65 mililitros. No entanto, se a quantidade não for suficiente para sua sede, é possível reutilizá-los mais de uma vez!

Veja como usar o Ecopo:

Fonte: Ecopos

O inconveniente? Não é possível equilibrá-lo em uma mesa ou tomar café e chá muito quente (o papel não é isolante térmico), mas ainda assim parece uma boa opção para quem não é adepto das garrafinhas, xícaras ou copos de vidro no trabalho.

Criado com tecnologia coreana e produzido por uma empresa brasileira, o Ecocopo tem certificação para contato direto com alimentos.

A invenção já existe em países asiáticos há pelo menos 10 anos mas, só agora, está sendo  produzido no Brasil.

Só para lembrar: o plástico, responsável por boa parte da parcela do lixo que polui a natureza, é produzido, principalmente, a partir do petróleo. Além disso, se não for reciclado, pode levar até 450 anos para se decompor…

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A rede FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciência – promove, entre os dias 13 e 15 de setembro, o Simpósio Internacional Sobre Sustentabilidade na cidade de Salvador, Bahia.

Nomes dos setores empresarial, governamental e comunitário estarão presentes no evento para debater, promover, disseminar e estimular discussões sobre a sustentabilidade.

Durante os três dias, a programação conta com palestras, exposições sobre negócios sustentáveis, visitas técnicas a indústrias e empresas consideradas modelos de sustentabilidade e rodadas de negócios.

Serão apresentadas também algumas experiências empresariais de sucesso. A proposta é compartilhar práticas e soluções, além de mostrar que a sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para ser condição necessária às organizações existentes.

De acordo com Rita Agra, gerente de negócios coorporativos da FTC e organizadora geral do simpósio, hoje as empresas são fundamentais na consolidação de uma sociedade mais sustentável, acima de tudo, como educadoras.

Apesar do foco empresarial do evento, os debates terão impacto em toda a sociedade. Temas como energias renováveis e fontes de financiamento para a área de sustentabilidade serão debatidos por palestrantes de diversos setores.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail sustentabilidade@ftc.br ou pelos telefones:
- Salvador e região metropolitana 4002-3220
- Demais localidades 08002843220

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Ação Social e saúde para você e para o planeta. A educação ambiental, quando faz parte de nossas vidas desde a vivência escolar pode promover mudanças consideráveis.

Com conhecimento e boa vontade é possível cultivar e produzir frutas, legumes e verduras nas mais diversas condições. Imagine a possibilidade de cultivo em casas, apartamentos e escolas?

Alguns movimentos sociais já acontecem para que além do apoio à natureza, as hortas comunitárias sejam fonte de renda para a sociedade. De acordo com Caio Passianoto, da empresa CBC Ambiental

“Não é apenas uma fonte de renda, mas também um instrumento de transformação social, convivência e integração para o desenvolvimento local.”

Gostou da ideia? Que tal obter mais informações sobre o assunto e montar sua horta comunitária? Para começar a fazer a diferença e obter mais informações sobre o assunto clique aqui.

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Você está em busca de um empreendimento. A grana está sobrando e de repente você se depara com o anúncio:

Imagens / Divulgação

 

O atrativo de praia lotada chamou a sua atenção? Se tivesse dinheiro compraria um apartamento nesse empreendimento? O anúncio acima, assim como os da imagem abaixo foram encomendados à agência Lew’Lara\TBWA pelo Instituo Akatu, a fim de medir o nível de consciência ambiental do brasileiro.

 

 

 

Entre o discurso e a pratica o que se vê é digno de lamentação. Infelizmente nós, humanos nos deixamos levar muito facilmente pelos apelos visuais e de consumo. Esquecemos que com isso quem perde somos nós mesmos.

 

Quer saber o resultado da pesquisa e as diversas reações? Confira o vídeo abaixo.


Terminamos o post com trecho da declaração de Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu ao Blog do Planeta

“O interesse de muitos brasileiros em comprar uma unidade em um dos empreendimentos reflete o fato de vivermos em uma sociedade em que as pessoas não sabem o que está por trás do seu próprio consumo.”

Atenção às suas escolhas e atitudes. Elas refletem exatamente quem você é, independente de qualquer discurso bem ensaiado.

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