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O que estimula a compra? Técnica de investigação da mente procura saber

O que acontece no cérebro quando assistimos a um comercial de TV que chama nossa atenção, é um processo muito menos consciente do que se imagina. É também onde os chamados neuromarqueteiros estão querendo chegar.

Este novo grupo de pesquisadores emprega técnicas da neurociência para analisar as reações a produtos. O cérebro usa apenas 2% de sua energia em atividades conscientes, sendo o restante dedicado em grande medida a processamentos inconscientes.

O buraco é mais embaixo

Pelo menos é isso que parecem querer mostrar ao estudar nossas frequências elétricas cerebrais através de eletroencefalogramas.

Assim, acreditam os neuromarqueteiros, os métodos tradicionais de pesquisa de mercado, como pesquisas com consumidores e discussões em grupos, são imprecisos.

Afinal, os participantes nunca conseguem articular as impressões inconscientes que despertam seu interesse por determinados produtos.

Segundo A.K. Pradeep, fundador e executivo-chefe da firma de neuromarketing NeuroFocus, Califórnia, para os comerciais serem bem sucedidos, eles precisam atingir o nível de subconsciente do cérebro, que é onde os consumidores desenvolvem um interesse inicial por produtos, o desejo de adquiri-los e a fidelidade a marcas – informa ao The New York Times.

Discussão em aberto

A empresa usa sensores em voluntários para rastrear seus movimentos oculares enquanto assistem a um comercial ou navegam em um site. “Medindo ondas cerebrais, podemos medir a atenção, emoção e memória”, diz Pradeep. “Quantificamos as respostas subconscientes profundas a estímulos.”

São várias as empresas de neuromarketing: EmSense, Sands Research, MindLab, International e NeuroSense, que se especializam nas técnicas de investigação da mente.

Do outro lado, diversas grandes empresas vêm utilizando o processo para testar a opinião dos consumidores, conferindo credibilidade ao campo.

Defensores dos consumidores descrevem o neuromarketing como “brandwashing”, um neologismo que funde “branding”, ou gestão de marcas, e lavagem cerebral, como informa o The New York Times.

Jeff Chester, diretor-executivo do Centro de Democracia Digital, de Washington, acredita que a ação deveria ser regulamentada, porque se a publicidade será criada visando passar as nossas defesas racionais, o que avalia o discurso publicitário precisa ser questionado.

Quem é a favor da técnica, porém, diz que o neuromarketing não passa de um termômetro mais preciso da reação dos consumidores.

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Foi confirmado nesta quinta-feira contrato de compra e vendas de ações da Medial Saúde S.A  com a Amil Assistência Médica Internacional Ltda., controlada pela Amil participações S.A. Segundo informações veiculadas no jornal Valor Econômico, a Amil Assistência pretende fazer uma oferta pública pelas ações ordinárias da Medial Saúde de titularidade dos demais acionistas da empresa.

Para ler matéria completa clique aqui

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