Quer parar de fumar? Este aplicativo pode ajudar
fevereiro 2, 2012 por Stefanie
Em: Aplicativo da vez, Saúde Social
Não é por preguiça.
Não é por falta de vontade.
Não é por ser fraco.
Parar de fumar é uma tarefa difícil mesmo. Muitas pessoas precisam de suporte e motivação para largar o vício do cigarro.
Para os momentos cruciais onde a tentação parece ser gigantesca, o seu celular pode te ajudar a não ceder. Um aplicativo chamado NHS Quit Smoking (ou SmokeFree), pode ser baixado gratuitamente e dá apoio aos quase ex-fumantes para não desistirem de seus objetivos.
Na tela inicial, são mostrados quantos dias, horas e minutos você está sem fumar e quanto dinheiro você economizou sem comprar maços de cigarro (um belo incentivo, não?).
Diariamente, dicas de benefícios à saúde por estar livre dos cigarros são exibidas no aplicativo, além de links para histórias e vídeos de ex-fumantes que tiveram sucesso nessa luta.
Se você tem vontade de parar de fumar, talvez o NHS Quit Smoking possa ser um auxílio. Nós estaremos torcendo por vocês!
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dezembro 29, 2011 por Stefanie
Em: Saúde Social
Mais um ano chega ao fim deixando para trás uma história. Vamos revê-la pelo ponto de vista mais saudável: os avanços, as lutas e as ações relacionadas à medicina e à saúde de todos! A cada ano, esperamos mais e mais novidades beneficiárias a todos nós: que venha um 2012 cheio de boas notícias ;D
Proibição de medicamentos emagrecedores
A venda dos inibidores de apetite contendo as substâncias femproporex, mazindol e anfepramona foi proibida no Brasil, desde o dia 9 de dezembro de 2011.
A Anvisa tomou a decisão com base em estudos que mostraram mais riscos do que benefícios no uso destes medicamentos. A dispensação e venda destes produtos está vetada independentemente da data da prescrição que consta na receita médica.
E a sibutramina?
Não foi proibida, mas comprar o medicamento nas farmácias não é mais tão fácil como antigamente. Ainda bem. O médico pode prescrever ao seu paciente em Notificação de Receita do tipo B2, com validade de 30 dias, quantidade suficiente para 30 dias de tratamento e dose máxima diária de 15 mg.
Já dá para imaginar o porquê de tanta precaução. A droga era a mais usada para perder peso, mesmo em pessoas sem problemas de obesidade específicos.
Quando o assunto é emagrecimento, grande parte das pessoas esquece de que automedicação é super perigoso. Este ano, um veículo renomado publicou em matéria de capa, um remédio que dizia ser o “milagre” para perder peso, sem efeitos colaterais.
Mas pagou um grande mico: o medicamento Victoza foi aprovado pela Anvisa apenas para tratar diabetes tipo 2. Após a matéria, a procura foi tanta, que quem realmente precisava da droga ficou sem e quem não precisava poderia lidar com os possíveis efeitos colaterais não citados.
Atitudes Bizarras
Já ouviu falar em “slimming”? É uma mania assustadora difundida entre adolescentes alemãs que consiste em colocar bebida alcoólica no absorvente interno para embebedar rápido sem ficar com bafo.
Esse ano, grupos no facebook trocaram ideias sobre o assunto, divulgando vídeos de instruções e dicas de como fazer pela internet. Além de ser um absurdo, essa prática pode danificar as partes íntimas e aumentar o risco de infecção.
Muito conhecimento sobre o câncer
Muitas pessoas influentes passaram por momentos difíceis ao enfrentarem o câncer este ano e serviram para disseminar conhecimento sobre a doença, como formas de prevenção e diagnóstico precoce. Sabe quem são eles?
O ator Reynaldo Gianecchini foi diagnosticado com linfoma no começo de agosto. No momento, está em tratamento, mas com certeza serve como fonte de inspiração para muita gente. Para conscientizar as pessoas, ele entrou na campanha da ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), que resultou no vídeo abaixo.
No mês de outubro, o câncer faz de Steve Jobs uma vítima. O fundador da Apple descobriu que tinha uma forma rara de câncer no pâncreas, já havia passado por um transplante de fígado 2 anos antes.
Outro caso recente foi o diagnóstico de câncer na laringe dado ao ex-presidente Lula. Por ter sido descoberto em uma fase precoce, os médicos acreditam que há uma grande chance de cura (nós também acreditamos). Ele é ex-fumante e mantinha o hábito de fumar cigarrilhas, atitudes que favorecem ao aparecimento da doença.
Ao presenciarmos esses quadros de câncer, não dá para ficar de braços cruzados e não tomar uma atitude. A Senadora Ana Amélia levou em frente uma proposta de lei que propõe a inclusão da quimioterapia oral (tratamento sistêmico oral) na cobertura básica obrigatória dos planos de saúde.
Isso proporcionará muito mais qualidade de vida aos pacientes, além de diminuir a necessidade de internações hospitalares. Agora, é cruzar os dedos e esperar “que o Senado [...] atue com humanidade na votação deste projeto”, como disse Luciane Holtz, presidente do Instituto Oncoguia.
Cigarro não tem mais vez
A Austrália virou líder mundial na luta contra o tabagismo ao aprovar uma lei que proibia marcas de cigarro em maços, eliminando a última forma de publicidade do tabaco.
Após essa medida, o Brasil também tomou algumas providências em prol dessa luta. O Projeto de Lei de Conversão foi aprovado pelo Senado proibindo o uso de cigarro em qualquer ambiente fechado. Além disso, os avisos de alerta dos males de fumar deverão aparecer em 30% da área frontal dos maços de cigarro a partir de 2016.
A Associação de Controle ao Tabagismo – ACT, em parceria com a Fundação do Câncer, também luta para impor limites na indústria do tabaco. Petição pública para proibição de vários fatores, entre eles, vetar a adição de aromas como menta ou cravo, já que são mais atrativos para os adolescentes começarem a fumar. A equipe do Blog da Saúde já assinou.
Se você ainda não se convenceu a parar de fumar, optamos por mostrar imagens que valem mais que mil palavras. Fotos de irmãs gêmeas, em que uma delas, além de ser fumante, tomou sol ao longo da vida. Sol mais cigarro sem dúvidas resultam no envelhecimento precoce da pele.
Campanhas mais legais!
Criação da agência curitibana The Getz, a campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto” ganhou o prêmio na categoria de solidariedade no Yahoo Big Idea Chair. A Campanha tem o objetivo de conscientizar sobre as vagas exclusivas que são, muitas vezes, desrespeitadas no nosso país. Confira o vídeo:
No Peru, a violência dos torcedores nas partidas de futebol acabou em morte. O governo tomou uma ação: proibiu a presença das torcidas no estádio. A liga de futebol peruana respondeu: sem torcida, sem futebol. E assim, o futebol peruano foi suspenso. Todos os jornais noticiaram na primeira página o acontecimento negativo.
Enquanto isso, o jornal esportivo El Bocón divulgou uma campanha de paz, deixando todas as páginas em branco. O lema era “A violência só fará com que o futebol desapareça. Cuidemos do futebol. Cuidemos da vida”. É um bom recado para nós, brasileiros, que seremos sede da copa do mundo em 2014. Veja a repercussão dessa ação pela paz esportiva:
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dezembro 7, 2011 por Paula Sanches
Em: Campanhas Interessantes, Saúde Social
A Quitters Unite é um movimento criado no Canadá para ajudar qualquer pessoa a largar o cigarro.
Eles foram às ruas de British Columbia, para ver se poderiam levar as pessoas a desistirem de seus cigarros por brindes.
Segundo informações do vídeo, um fumante canadense gasta, em média, 300 dólares por mês se fumar um maço por dia. O que seriam 3.600 dólares por ano!
Até o final do dia, 150 cigarros deixaram de ser fumados, mas o divertimento foi imensurável. Parar de fumar fica mais fácil quando todo mundo ajuda. Boa ideia para implementarem por aqui, não acham? Confiram a ação:
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outubro 14, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Cultural
Os milhares de usuários do Metrô Clínicas de São Paulo já podem conferir a exposição itinerante “O Caminho da Fumaça”, promovida pelo Hospital A. C. Camargo.
A mostra conta com painéis ilustrativos mostrando como a fumaça do cigarro circula em nosso corpo, mas de uma forma criativa e bem-humorada. Ela expõe os diferentes tipos de câncer que têm o cigarro como fator de risco, com suporte técnico-científico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Oncogenômica do A.C.Camargo (INCiTO).
Até o dia 31 de outubro quem passar pela Estação Clínicas do Metrô poderá conferir os painéis. Mas como a exposição é itinerante, ela também poderá ser vista nas estações Luz (10 a 30 de novembro) e Largo Treze (10 a 31 de dezembro).
O tabagismo
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 17,5% da população brasileira adulta é fumante e 200 mil pessoas morrem por ano no país por causa do cigarro.
Todos os dias, 10 mil pessoas morrem em decorrência do tabagismo, totalizando cerca de 4 milhões de mortes por ano no mundo. E as previsões não são nada otimistas: em 2030 o câncer de pulmão terá atingido mais de 2,2 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a OMS.
No Brasil - Ocorrem 27 mil novos casos de câncer pulmonar por ano no país, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). E calcula-se que em 2011 sejam registrados 17.800 casos de câncer de pulmão na população masculina e 9.830 na feminina.
Alguns dos problemas que o fumo pode acarretar são: doenças cardiovasculares, doença pulmonar obstrutiva crônica, problemas nos dentes e gengivas, úlcera péptica, hipertensão arterial sistêmica e osteoporose.
E em relação ao câncer, o tabagismo está relacionado ao surgimento de cerca de 30% dos tumores malignos, sendo responsável por 30% das mortes em razão da doença.
A exposição conta com apoio do Centro de Excelência em Pesquisa, Inovação e Difusão do A.C.Camargo – programa financiado pela Fapesp que propõe a aproximação entre a pesquisa na área de câncer e a sociedade.
Confira algumas das imagens da mostra:
“O Caminho da Fumaça”
Locais e datas: Estação Clínicas (10 a 31 de outubro), Estação Luz (10 a 30 de novembro) e Estação Largo Treze (10 a 31 de dezembro).
Horário: domingo a sexta das 04h40 às 00h00 e sábado das 04h40 à 01h00
Gratuito
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setembro 30, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Social
Além de termos uma audiência pública da Anvisa para propor mais rigor no controle do tabaco acontecendo na semana que vem (6/10), a Associação de Controle ao Tabagismo – ACT, em parceria com a Fundação do Câncer, mostra por que temos que impor limite a essa indústria:
1 – Porque ela ainda tem a liberdade de fazer propaganda em todos os pontos de venda.
2 – Porque esta propaganda é sua principal estratégia para vender e atrair novos fumantes. Tanto que ela investe mais e mais milhões a cada ano.
3 – Porque ela tem a liberdade de colocar seus produtos próximos às balas, doces e chocolates, o que influencia, não só seus consumidores, mas, em especial, crianças e adolescentes.
4 – Porque ela tem toda a liberdade de adicionar sabores, como canela, cravo, hortelã e baunilha, para tornar o cigarro mais agradável. E, principalmente, para quem? Crianças e adolescentes.
5 – Porque ela tem a liberdade para vender e fazer propaganda perto de escolas e universidades. Não é à toa que jovens expostos à publicidade de cigarro têm 2 vezes mais chances de começar a fumar.
6 – Porque, ao fazer isso livremente, ela ameaça a liberdade e o futuro dos jovens, que são alvo prioritário dessa indústria. (90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos).
7 – Porque ela ainda tem a cara de pau de manipular a boa-fé de seus consumidores, afirmando que a liberdade deles é um “valor inegociável”, que eles são livres para fazer o que quiserem (apesar de serem escravos da nicotina).
8 – Porque a liberdade de criar leis é da sociedade, não desta indústria.
Portanto, a ACT e Fundação do Câncer convidam a todos os cidadãos a assinarem a petição para proibir a propaganda de cigarros nos pontos de vendas e o uso de aditivos (sabores e aromas) ao cigarro: limitetabaco.org.br
#LimiteTabaco: Nós já fizemos a nossa parte. Depois de assinar, divulgue para seus amigos. Precisamos mostrar quem é que manda
.
Vale lembrar um interessante dado da Organização Mundial da Saúde. Ao ter uma dieta balanceada somada ao controle do tabagismo, dois terços das mortes mundiais poderiam ser evitadas.
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setembro 1, 2011 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Cultural
Entre as décadas de 1920 e de 1950 não havia nenhum controle sobre a publicidade do cigarro. Então, por décadas, a indústria do tabaco utilizou diversos recursos da propaganda para dizer que “fumar é bom”.
Os efeitos nocivos ocasionados pelo vício foram omitidos e era comum ver profissionais da área de saúde, estrelas de Hollywood, atletas de elite e até crianças ilustrando os anúncios de diversas marcas e enfatizando os seus supostos “benefícios”.
Atualmente, a propaganda de cigarro é proibida em vários países, inclusive no Brasil, e sabemos que o fumo causa inúmeros danos à saúde, mas houve um tempo em que fumar estava associado às melhores práticas da vida.
Ao explorar e analisar essa propaganda enganosa, professores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, organizaram uma exposição com imagens desse período, pertencentes originalmente à coleção da Smithsonian Institution de Washington, aberta em 2007 e já exibida em São Francisco, Boston, Nova York, Filadélfia e Nova Orleans.
Agora a mostra – intitulada aqui no Brasil como “Propagandas de cigarro – como a indústria do fumo enganou as pessoas” – poderá ser conferida no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), onde 90 peças estarão expostas à visitação.
O objetivo da exposição é explicitar como a indústria do tabaco manipulou informações, utilizando falsas verdades para camuflar o fato de que seus produtos provocam graves problemas de saúde, como enfisema pulmonar.
“O consumo de produtos derivados do tabaco é responsável por 30% das mortes de pacientes oncológicos. Essa realidade precisa mudar – e as mudanças só acontecem por meio da conscientização, exatamente o que propõe esta exposição”, avalia o diretor geral do Instituto, Paulo Hoff.
Tabagismo
Dados do Icesp mostram que 60% dos fumantes diagnosticados com câncer não conseguem largar o cigarro, mesmo após descobrirem a doença. Além disso, de todos os atendimentos realizados no Instituto, 35% dos pacientes, ou um em cada três, afirmam ser tabagistas no momento em que ingressam na unidade para realizar o tratamento.
O tabagismo é um sério problema de saúde pública no mundo. O hábito desencadeia diversas doenças cardiovasculares e respiratórias, sem contar que é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer.
Confira algumas das imagens que estão disponíveis no site oficial da exposição, da Stanford School of Medicine:
Crianças e temas familiares:
Celebridades de Hollywood e do esporte fizeram do cigarro um símbolo de status e saúde:
Profissionais da saúde recomendam e atestam o fumo:
E nem o Papai Noel escapou…
A mostra é gratuita, aberta ao público e ficará exposta no hall de entrada do Icesp até o dia 14 de outubro.
O Icesp fica na Av. Dr. Arnaldo, 251 – Cerqueira César – próximo ao metrô Clínicas, em São Paulo.
Agora a mostra – intitulada aqui no Brasil de “Propagandas de cigarro – como a indústria do fumo enganou as pessoas” – poderá ser conferida no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) onde 90 peças estarão expostas à visitação.
O objetivo da exposição é explicitar como a indústria do tabaco manipulou informações, utilizando falsas verdades para camuflar o fato de que seus produtos provocam graves problemas de saúde, como enfisema pulmonar e câncer.
“O consumo de produtos derivados do tabaco é responsável por 30% das mortes de pacientes oncológicos. Essa realidade precisa mudar – e as mudanças só acontecem por meio da conscientização, exatamente o que propõe esta exposição”, avalia o diretor geral do Instituto, Paulo Hoff.
Tabagismo
Dados do Icesp mostram que 60% dos fumantes diagnosticados com câncer não conseguem largar o cigarro, mesmo após descobrirem a doença. Além disso, de todos os atendimentos realizados no Icesp, 35% dos pacientes, ou um em cada três, afirmam ser tabagistas no momento em que ingressam na unidade para realizar o tratamento.
O tabagismo é um sério problema de saúde pública no mundo. O hábito desencadeia diversas doenças cardiovasculares e respiratórias, além de ser um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer.
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agosto 29, 2011 por Paula Sanches
Em: Estética, Saúde Física
Hoje, dia 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e você deve estar se perguntando: mas a data internacional voltada ao combate já não é suficiente? Não, enquanto 15% da população brasileira continuar sendo usuária do tabaco.
O dado, divulgado pela pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, mostra que houve uma queda no número de brasileiros fumantes entre 2006 e 2010, de 16,2% para 15,1%. Ainda há muito esforço a ser feito. Entre os males causados, está o comprometimento da circulação sanguínea que, visualmente, resultará na pele opaca e sem brilho, podendo ficar até acinzentada.
“São diversos prejuízos tanto para a saúde quanto para a beleza da pele. Do ponto de vista do envelhecimento, o fumo é mais nocivo do que os raios solares. Ou seja, pode trazer danos irreversíveis”, explica a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço.
Envelhecimento precoce – O fumo envelhece a pele mais do que os raios solares, isso porque suas toxinas promovem o aumento de radicais livres, destroem fibras de elastina e de colágeno e prejudicam a produção de novas fibras. “Com a perda significativa do colágeno e da elastina, a pele perde sua elasticidade natural e isso resulta no envelhecimento precoce e aparecimento acentuado de rugas. Ou seja, o fumante, em geral, parece ser muito mais velho do que realmente é”. Uma das áreas mais afetadas é a região ao redor da boca, pois o movimento de franzir os lábios para fumar, associado à perda do colágeno, leva ao aparecimento de rugas finas.
Perda da capacidade de cicatrização – O hábito de fumar promove a vasoconstrição, que é a diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos. Na pele, o resultado é a diminuição significativa da irrigação sanguínea e, consequentemente, a baixa oxigenação. “Com a circulação comprometida, menos sangue chega à pele e isso faz com que ela perca a capacidade de cicatrização. Sendo assim, pequenas feridas e até mesmo a acne podem demorar muito mais para desaparecerem nos fumantes”.
Pele opaca e sem brilho – O comprometimento na circulação sanguínea também é responsável por deixar a pele do fumante opaca e sem brilho, em alguns casos, até mesmo acinzentada. “A circulação ruim, a baixa oxigenação e a perda do colágeno faz com que a pele do fumante fique mais fina e com menor quantidade de células vivas, levando a esse aspecto envelhecido”.
Para diminuir os sinais - Dra. Annia explica que dependendo dos danos que a pele sofreu, mesmo que a pessoa pare de fumar, há sinais que são irreversíveis. “Em alguns casos, é possível realizar alguns tratamentos, como laser, preenchimentos, uso de ácido retinóico e antioxidantes.”
Mas, se para você, uma imagem vale mais que mil palavras, veja o que a combinação de fumo mais sol pode causar à sua pele. Passe adiante.
*Annia Cordeiro Lourenço graduou-se em Medicina pela UFPR em 1995, fez residência em Dermatologia na Santa Casa de Curitiba e especialização na mesma área na Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, fez estágios em hospitais de Miami e Barcelona. Hoje atende em consultório.
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agosto 5, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
De acordo com a Medida Provisória 540, publicada nesta semana, o governo brasileiro vai definir um preço mínimo para o maço de cigarro.
Com as mudanças, a carga tributária sobre o produto poderá subir dos atuais 60% para 81% – um avanço no combate ao tabagismo no país.
Uma vez que, no Brasil, a participação do tabaco na mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis está acima da média mundial. Oito em cada dez homens que morrem por esses males são tabagistas. Entre as mulheres, são seis óbitos a cada dez.
Já a média mundial é de cinco em cada dez óbitos entre os homens e dois em cada dez entre as mulheres.
Além disso, um milhão de fumantes brasileiros, de ambos os sexos, jovens e idosos, convive com alguma doença respiratória crônica associada ao ato de fumar.
Segundo Tania Cavalcante, secretária executiva da Comissão Nacional para a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), a prevenção da iniciação ao tabagismo entre jovens é, hoje, um dos maiores desafios nacionais a serem enfrentados no âmbito da Política Nacional de Controle do Tabaco.
E, na opinião da secretária, esse esforço representa um dos passos mais importantes do governo, nesse sentido.
O hábito de fumar é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, como o câncer e as enfermidades respiratórias.
Por isso, medidas como o aumento na tributação sobre o cigarro fazem parte da proposta do Plano de Ações para Enfretamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis.
Essa é uma resposta brasileira no enfrentamento a um problema mundial, que estará em debate na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no próximo mês de setembro, em Nova Iorque (EUA).
O Plano será implantado nos próximos dez anos e prevê uma série de medidas para reduzir as internações e mortes prematuras por doenças crônicas não transmissíveis. Promoverá também ações para que os brasileiros tenham uma vida mais saudável.
No Brasil, essas doenças são a principal causa de morte, concentrando 67,3% do total de óbitos em 2007. Entre elas, as que mais matam são as doenças cardiovasculares (29,4%), o câncer (15,1%) e as doenças respiratórias crônicas (5,6%).
Os dados fazem parte da Pesquisa de Tabagismo (suplemento dedicado à Saúde dentro da PNAD 2008) e foram divulgados em estudo realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA).
O estudo revelou que os fumantes a partir dos 30 anos sofrem 40% mais com essas doenças quando comparados aos não-fumantes.
Para mais informações acesse o Portal do Ministério da Saúde.
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fevereiro 7, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Desde setembro de 2010 a medida havia sido anunciada, mas foi assinada pelo Conselho Municipal de Nova York semana passada.
Falamos da aprovação para ampliar a lei antifumo transformando-a em uma das mais duras já adotadas, publicada no jornal The New York Times.
Há 8 anos é proibido fumar em bares e restaurantes de Nova York. A novidade é que também será proibido fumar em qualquer um dos 1.700 parques públicos da cidade, nos seus 22,5 km de praias e em alguns lugares públicos, como no Times Square, em Manhattan, um dos principais pontos turísticos nova-iorquinos.
A proibição passará a valer 90 dias após ser assinada pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, e ele tem 20 dias para fazê-lo.
Quando a lei entrar em vigor, o Departamento de Parques da cidade terá o poder de impor aos fumantes multas de US$ 50. Somente atores fumando durante cenas de produções para cinema ou televisão estão livres das restrições.
“Neste verão, os cidadãos de Nova York que forem aos nossos parques e praias por ar fresco e diversão poderão respirar um ar ainda mais limpo e sentar-se em uma praia livre de bitucas de cigarro”, disse o prefeito Michael Bloomberg após a votação.
Saúde pública
Um estudo feito pelo Departamento de Saúde da cidade, publicado em 2009, mostra que 57% dos adultos não-fumantes de Nova York tinham um nível elevado de nicotina no sangue, o que indica exposição recente à fumaça do cigarro. Ao redor do mundo, o número fica em 45%.
Você gostaria que a medida entrasse em vigor na sua cidade? Comente!
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janeiro 18, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A fumaça do cigarro provoca danos genéticos após a primeira inalação. O estudo detalhou como as substâncias do tabaco danificam o DNA com ligação para o surgimento do câncer.
De novo: não são necessários nem dias para que a inalação da fumaça seja maléfica ao DNA, é questão de minutos.
Tabagismo e câncer
O câncer de pulmão mata pelo menos três mil pessoas diariamente, grande parte como consequência do uso de tabaco. Além disso, o fumo também está ligado a pelo menos outros 18 tipos de câncer.
Estudo
O tabaco possui substâncias prejudiciais conhecidas como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH). Os cientistas acrescentaram um um PAH marcado aos cigarros, o fenantreno, e acompanharam seu destino em 12 voluntários.
O fenantreno rapidamente formou uma substância tóxica no sangue, causando mutações. Os fumantes desenvolvem níveis máximos dessa substância em um período de tempo que surpreendeu os pesquisadores: de 15 a 30 minutos depois que terminaram de fumar.
O efeito é tão rápido que equivale a injetar a substância na corrente sanguínea.
A pesquisa foi publicada na revista American Chemical Society.
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novembro 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Você tem uma alimentação saudável, pratica exercícios, planta árvores, faz trabalho voluntário e respira a fumaça dos outros.
O fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas por ano, segundo um estudo com informações de 192 países colhidas em 2004. Sendo que 40% das crianças e mais de 30% dos adultos não fumantes estão expostos ao cigarro regularmente.
A estimativa é que o fumo passivo mate 379 mil pessoas por doenças cardíacas, 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão, a cada ano. Isso totaliza 1% das mortes do mundo todo.
A OMS está preocupada com as 165 mil crianças que morrem por infecções respiratórias causadas pelo cigarro a cada ano, a maioria no sudeste asiático e na África. Filhos de fumantes têm maior risco de morte súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma.
Impacto
O fumo passivo tem o maior impacto nas mulheres, causando 281 mil mortes no ano.
Entre crianças, as mortes pelo fumo passivo se concentram nos países de baixa e média renda. Entre adultos, elas se distribuem de forma mais homogênea.
No Reino Unido, a Fundação Britânica do Pulmão está pedindo que o governo proíba o fumo dentro dos carros. O argumento é de que os pais subestimam o perigo do fumo para seus filhos: eles não fariam algo perigoso como deixar as crianças no meio da rua, mas fumar na frente delas é aceitável.
O estudo da Organização Mundial da Saúde foi publicado no jornal Lancet. As 600 mil mortes por fumo passivo devem ser somadas aos 5,1 milhões de mortes de fumantes ao ano.
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setembro 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A proibição de fumar nos bares e restaurantes de Nova York será aplicada agora também em parques e praias, anunciou ontem (15) o prefeito da cidade, Michael Bloomberg.
Segundo ele, a ciência é clara sobre o tema: uma exposição passiva prolongada à fumaça de cigarro, seja no interior ou no exterior de um local, prejudica a saúde.
A nova proibição deve ainda ser aprovada pelo conselho municipal, mas isso se trata apenas de uma formalidade.
Nova York possui 22,5 km de praias e mais de 1.700 parques e áreas de lazer, incluindo o famoso Central Park.
O que você acha da medida? É contra ou a favor?
Acha que seria interessante aplicá-la também no Brasil? Opine!
- Lei antifumo – Cigarro nem dentro do carro…
*Com informações da France Presse.
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agosto 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Se a sua resposta foi cigarro, acertou. De acordo com a publicação Cannabis Policy, 32% dos que experimentaram tabaco tornam-se dependentes, contra 15% do álcool e 9% da maconha.
A nicotina permanece em primeiro lugar na frente de heroína (23%) e cocaína (17%), em pesquisa feita entre quem fumou pelo menos uma vez na vida e tornou-se dependente.
O estudo internacional ainda sugere que os usuários típicos da maconha abandonam o uso gradativamente conforme vão envelhecendo.
Discussões sobre a legalização continuam
Cientistas a favor da legalização têm a intenção de diminuir drasticamente o tráfico e utilizam a Holanda como exemplo – 87% da maconha consumida em Amsterdã é comprada em coffee shops, sem intermédio de traficantes.
Em contrapartida, o consumo da droga no país entre jovens de 18 a 20 anos subiu de 15% para 44% em 12 anos. Esse aumento significativo é um dos principais argumentos de quem está do outro lado da discussão, sem contar os males causados pela erva.
Devido à redução de atenção e coordenação motora, a maconha duplica a chance de acidentes de trânsito. O álcool aumenta mais de dez vezes o risco.
Além disso, ansiedade e insônia são relatados como sintomas de viciados que tentam abandonar a erva. Usuários também têm mais chance de ter bronquite, câncer no pulmão e duas vezes mais chances de desenvolver doenças psíquicas como esquizofrenia e depressão.
Panorama na saúde
Embora no Brasil o uso medicinal não seja aceito, na lei dos Estados Unidos a maconha, apesar de ilegal, é permitida em 14 Estados sob receita e como analgésico.
Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Maryland, Michigan, Montana, Nevada, Novo México, Oregon, Rhode Island, Vermont e Washington, além do Distrito de Columbia são os estados onde a maconha com fins medicinais é permitida.
Na Espanha, em julho deste ano, foi aprovado remédio que tem a cannabis (planta da qual se produz maconha e haxixe) como princípio ativo.
O medicamento “Sativex” é usado para o tratamento de espasmos em pacientes com esclerose múltipla, sob prescrição médica.
A ministra da Saúde espanhola, Trinidad Jiménez, explicou que o uso terapêutico da cannabis é estudado há anos, por isso existem testes clínicos de sua utilidade em determinadas doenças.
Ela descartou que o uso médico da droga se estenda para outras doenças, como câncer, e ressaltou que se trata de uma utilização muito específica para um número muito reduzido de pacientes.
Qual sua opinião a respeito da legalização? Não deixe de comentar!
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agosto 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o cigarro é a principal causa de morte evitável do mundo. É fator de risco para mais de 50 doenças e responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil.
O cigarro é um dos piores inimigos da saúde e tornou-se um problema mundial por causa de um dos seus componentes, a nicotina, causadora da dependência física e psíquica.
Seis a cada dez fumantes com câncer não conseguem parar de fumar mesmo depois de saber que estão doentes. O dado foi detectado em levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.
Que é prejudicial todo mundo sabe!
No caso do câncer, o tabagismo prejudica a função pulmonar, o que aumenta o risco de complicações durante a radioterapia. Além disso, dificulta a cicatrização, eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares.
Outro problema provocado pelo cigarro é a interferência na quimioterapia. Para quem é tabagista, o efeito de alguns remédios pode ser bem menor.
Para contornar o problema – 35% dos pacientes atendidos pelo instituto são fumantes – foi adotada a estratégia de distribuição de gomas de nicotina e adesivos.
O cigarro não só causa câncer, derrame, infarto e outras doenças, como também é um problema para as gestantes, ocasionando abortos espontâneos, bebês de baixo peso, hemorragia, partos prematuros e outras complicações devido ao monóxido de carbono e a nicotina.
No entanto, suas consequências não afetam não só os que fumam, como também os que respiram a nicotina indevidamente ao lado do fumante.
Reduz a ação de antibiótico
Estudo realizado pelo curso de Odontologia da Faculdade São Leopoldo Mandic (Campinas/SP), em parceria com a área de Farmacologia da Faculdade de Odontologia da Unicamp, reforça a lista de males causados pelo tabagismo.
Os pesquisadores comprovaram que o cigarro pode afetar de forma negativa a atuação de antibióticos e interferir na eficácia do tratamento proposto.
A pesquisa utilizou o antibiótico Metronidazol, receitado, por exemplo, no tratamento de doenças periodontais e ginecológicas.
A conclusão da pesquisa aponta que para compensar a redução do efeito do medicamento no organismo, dentistas e médicos precisariam ministrar doses maiores do remédio para os pacientes fumantes.
A nova dosagem implica, porém, no risco de potencializar também os seus efeitos colaterais, como alteração de paladar e diarréia, entre outros problemas.
Risco de ataque cardíaco X Quantidade de cigarros
O tabagismo também pode aumentar em três vezes o risco de um ataque cardíaco. Não apenas o consumo, mas a quantidade de cigarros fumados por dia também influenciam!
Segundo a pesquisa Interheart, realizada com mais de 27 mil pessoas, o risco de infarto aumenta em 63% nas pessoas que fumam menos de dez cigarros diariamente. Essa chance é maior (2,6 vezes) para os fumantes que acendem entre 10 e 19 cigarros e de 4,6 vezes para aqueles que fumam mais de 20 cigarros por dia.
Fumo e pílula anticoncepcional: mistura perigosa!
A ginecologista e obstetra Denise Coimbra alerta contra os malefícios do cigarro para a mulher que toma anticoncepcional. Segundo a especialista, nenhuma pessoa deveria fumar, especialmente mulheres que tomam pílula.
É importante ressaltar que a nicotina não tira o efeito da pílula anticoncepcional, mas faz muito mal à saúde. De acordo com a ginecologista, as consequências da combinação cigarro e pílula anticoncepcional dificilmente são percebidas.
“As pacientes fumantes, que usam a pílula como método anticoncepcional, devem estar informadas sobre os riscos dessa mistura. Os anticoncepcionais e a nicotina são vasos constritores, ou seja, provocam a contração das paredes dos vasos sanguíneos. Com o passar do anos, formam uma combinação perigosa, que pode ocasionar riscos de infartos ou AVC”, explica.
Uma alternativa para as fumantes, pelo menos para evitar a combinação, é procurar outras opções de anticoncepcionais, como DIU ou implantes de progesterona, conforme orientação médica.
Preocupado com a aparência?
Cada vez mais homens e mulheres estão preocupados com a aparência, mas os que fumam se esquecem que o cigarro é o grande vilão para a saúde e beleza da pele.
A pele corresponde a 40% do peso corpóreo e, consequentemente, qualquer alteração que ocorra com o organismo, afeta-a diretamente.
Quando os pulmões respiram mal, a taxa de oxigenação da pele também diminui. Com isto, todas as funções metabólicas ficam alteradas, desencadeando o envelhecimento precoce.
“O fumo afeta diretamente a quantidade de vitamina A, C e E (antioxidantes naturais) presentes em grande quantidade na pele, os quais neutralizam as radicais hidroxilas (OH). A falta de vitaminas diminui a resistência aos radicais livres e afeta a síntese de colágeno”, informa a Dra. Edith Kawano Horibe, cirurgiã plástica e presidente da ABMAE – Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento.
Além disso, não há como ignorar os reflexos negativos do fumo em processos de cirurgia plástica. “A recuperação é mais prolongada e existe um maior índice de complicações como, formação de necroses e problemas na cicatrização”, explica a especialista.
O fumo compromete a cicatrização após as cirurgias que envolvem o desdobramento do tecido cutâneo, como a de rejuvenescimento facial e as plásticas de abdome. Isso ocorre porque há uma diminuição natural da circulação sanguínea, acabando por potencializar os efeitos negativos sobre a pele.
E os dentes amarelos?
Vale lembrar que os dentes também são prejudicados. Com o tempo, ganham um amarelado perceptível. Isso acontece porque o cigarro libera nicotina, provocando o amarelamento e manchas marrons.
Eu quero parar!
De acordo com último levantamento, realizado em 2009, da Pesquisa Especial do Tabagismo (Petab), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 24,6 milhões de brasileiros são fumantes.
A pesquisa mostra também que mais da metade dos entrevistados, 52,1%, afirmou que pretende parar de fumar. Contudo, os especialistas e os próprios fumantes apontam as dificuldades de enfrentar a dependência do tabaco.
Para se ter idéia, o tabagismo representa 16,3% dos 2,8 milhões de ligações feitas ao serviço telefônico do Ministério da Saúde. O serviço gratuito funciona como um guia para a população encontrar respostas sobre as doenças de vários tipos.
Estratégias para abandonar o vício do tabaco somaram 456.580 telefonemas, à frente de dúvidas sobre câncer, aids, rubéola e doação de órgãos (os outros temas mais acessados).
Informações
Para esclarecer dúvidas e dar dicas para parar de fumar, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) preparou uma cartilha sobre o tema (clique aqui para acessar o material).
Além disso, entre os dias 28 e 29 de agosto, a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), disponibilizará, em seu no site, um espaço para que os internautas possam enviar dúvidas sobre como parar de fumar. As questões serão respondidas pelos especialistas da associação via e-mail.
Parar de pensar em cigarro não ajuda
Assim como acontece com uma música grudenta, que não para de tocar dentro da cabeça à força, não há fórmula mágica para esquecer o cigarro.
Psicólogos ingleses publicaram na revista “Psychological Science” uma pesquisa que testou a famosa estratégia de quem tenta parar de fumar: pensar em qualquer coisa que não seja cigarro.
Conclusões: A primeira é que o bloqueio de pensamentos incômodos tem um efeito contrário. Há um sucesso temporário, mas a estratégia se revela um tiro pela culatra. O nível de estresse das pessoas que deveriam reprimir pensamentos subiu muito durante a semana em que essa tarefa lhes foi imposta.
A segunda conclusão é que a redução temporária do número de cigarros durante essa semana de supressão de pensamentos leva as pessoas a acreditar que esse método é eficaz, reforçando um comportamento que pode ser prejudicial para o objetivo.
Segundo a psicóloga Sílvia Cury Ismael, do programa de assistência integral ao fumante do HCor, a repressão não ajuda mesmo. O melhor é tentar tirar o fumante do piloto automático e ajudá-lo a avaliar os motivos que o levam a acender o cigarro.
“Usamos a técnica do adiamento. Quando ele vai pegar o cigarro, pedimos que espere mais cinco ou dez minutos, para que a vontade passe. Nisso, ele acaba demorando mais para acender o próximo e vai reduzindo a quantidade de cigarros fumados por impulso”, afirma.
Juliana Moysés, psicóloga do programa PrevFumo da Unifesp, diz que o importante é treinar o fumante para lidar com as situações em que ele recorre ao cigarro, como momentos de estresse ou quando bebe, por exemplo.
“Treinamos a habilidade para enfrentar dificuldades. Ensinamos técnicas de confronto de pensamentos, não de repressão.” Se o pensamento no cigarro emerge, a pessoa deve lembrar que por mais que ele tenha sido importante antes, seu papel é só figurativo, não resolve.
29 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo!
- Crianças que fumam: a culpa é de quem?
- Como incentivar a produção de fumo e ao mesmo tempo promover ações antitabagistas?
- Vacina para parar de fumar em teste
* Com informações da FSP.
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agosto 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Paulistas devem estar lembrados que no dia 7 de agosto de 2009 as saídas noturnas para os fumantes (e para os não-fumantes também!) ficaram um pouco diferentes.
Amanhã, sábado, faz um ano que a lei antifumo entrou em vigor e tem sido super respeitada pelos estabelecimentos – a adesão foi em 99,78% deles. Mas muito se deve ao serviço da população que denunciou quem estivesse descumprindo as regras.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, no total – entre mais de 360 mil fiscalizações na capital, litoral, interior e grande SP – 822 multas foram aplicadas. Destas, 183 foram originadas a partir de denúncias recebidas por telefone ou via portal da lei.
Cerca de 500 fiscais da Vigilância Sanitária e do Procon foram especialmente treinados para fiscalizar o cumprimento da lei. Eles seguem realizando blitze diárias, em diferentes horários, incluindo madrugadas.
Benefícios à saúde pública
Em um ano de atuação, os benefícios já são mensuráveis: em cerca de 700 estabelecimentos pesquisados, como bares, restaurantes e casas noturnas, houve uma redução de até 73,5% nos níveis de monóxido de carbono no interior desses ambientes.
O estudo realizado pelo Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas mostra que a população compreendeu que a lei tinha compromisso com a saúde em público.
Multas por região
Apenas um estabelecimento chegou a ser interditado por 48 horas na cidade de Mogi das Cruzes, por ter sido flagrado três vezes descumprindo a legislação.
A região do Alto Tietê e Guarulhos liderou o índice de descumprimento da lei antifumo paulista no primeiro ano. Em segundo lugar no ranking ficou a capital paulista.
Barretos foi a terceira região do Estado com maior índice de multas sobre o total de inspeções. Já as regiões com menor percentual de multas em relação às vistorias realizadas foram Assis, com 0,01%, e Osasco, com 0,02%.
A multa pelo descumprimento da legislação é a partir de R$ 821,00, dobrando em caso de reincidência. Na terceira autuação o estabelecimento pode ser fechado por 48 horas e, na quarta, a interdição prevista é de 30 dias.
Multas na capital
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que o Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo, liderou o número total de multas por descumprimento da lei. De 7 de agosto de 2009 ao final de junho deste ano, período analisado para o estudo, foram 32 autuações na região aplicadas pelos agentes da Vigilância Sanitária Estadual e do Procon.
Em segundo lugar ficou o bairro da Liberdade, com 20 multas, seguido por Sumaré, Campo Belo e Sé/República, cada um com 19 autuações.
Entre as regiões da cidade, a zona sul lidera, com 109 multas, seguida pela região central, com 78, e a zona leste, com 74. A zona norte teve 70 multas e a zona oeste, 50.
Tipos de estabelecimento
Foram 117 estabelecimentos de naturezas diferentes autuados – 182 multas a bares, 118 à lanchonetes e 82 a restaurantes e similares. Mas outros estabelecimentos (que você nem imagina!) também receberam multas.
Houve, por exemplo, 37 multas em padarias, 31 em armazéns, mercearias e mini-mercados, 21em lojas de roupas, 14 em hotéis, 11 em postos de gasolina e 11 em clubes sociais ou desportivos. Também foram multados 10 lojas de bebidas, 9 farmácias, 8 discotecas ou danceterias e 7 peixarias.
O balanço aponta, ainda, 6 multas a condomínios, 5 a salões de cabeleireiro, 4 autuações a lojas de bijuterias, souveniers e artesanato, outras quatro a hipermercados e quatro a lojas de peças e acessórios para automóveis.
Também receberam inspeção e multas estabelecimentos como lan-houses, armarinhos, comércios de hortifrutigranjeiros, agências de viagem, escolas de idiomas, universidades, livrarias e locadoras de vídeo, dentre outros.
O que você acha da lei?
Quem quiser informar sobre o descumprimento da lei pode fazer a denúncia por meio do telefone 0800 771 3541 ou pelo site www.leiantifumo.sp.gov.br
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julho 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
A política antitabagista adotada pelo Brasil ganhou uma decisão contraditória com a aprovação de um documento para incentivar e aumentar a produção do fumo no Brasil.
Formulada pela Câmara Setorial do Tabaco (ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA), a Agenda Estratégica sugere ações que contrariam ou neutralizam o esforço para colocar em prática políticas de prevenção e redução do tabagismo.
O documento prevê a captação de recursos públicos para um programa de desenvolvimento e inovação do fumo, além da criação de linhas de crédito para o setor com taxas de juros semelhantes ao do Pronaf, voltado à agricultura familiar.
O texto sugere ainda a redução de impostos para a fabricação de charutos e o retorno de embalagens de 10 cigarros, que por ser mais barato e ter apelo junto ao público jovem esse maço está proibido desde 1998.
Contradição
A Agenda Estratégica é contrária a Convenção-Quadro do Tabaco, acordo mundial ratificado em 2005 pelo Brasil com regras deter a expansão do consumo de tabaco e seus danos à saúde.
A concessão de crédito para ampliar a área de plantação de fumo também vai no sentido inverso ao programa de apoio à diversificação produtiva de áreas com fumo.
Assinada por seis ministérios em 2005, a iniciativa tem a proposta de auxiliar fumicultores a mudar de produção. A ideia é proteger os produtores de uma redução futura do mercado e preservá-los de prejuízos.
- Plano para ajudar produtores a migrar do tabaco para outras culturas, evitando prejuízo com a redução da demanda;
- Discussões para defender na próxima Conferência das Partes, em novembro, a proibição da adição de produtos que tornem o cigarro mais atrativo, como açúcar;
- Proibição de embalagens de 10 cigarros, conhecidas como “kid packs”, porque facilitam que adolescentes experimentem;
- Reuniões de grupo interministerial para colocar em prática determinações da Convenção-Quadro do Tabaco. Na agenda, discussões sobre aumento de impostos e elevação do preço dos cigarros.
- Captar recursos públicos para fortalecer e ampliar a cadeira produtiva do fumo, com criação de linha de crédito com taxas de juros semelhante ao do Proaf;
- Evitar a restrição sem fundamento técnico ao uso de novos ingredientes na composição do tabaco;
- Discutir mudanças na legislação que permitam o retorno de maços com 10 unidades, formato atualmente proibido;
- Reduzir o IPI de charutos de 30% para 15%, reduzindo a carga tributária para o setor.
Projeto que proíbe fumo em ambiente fechado ainda aguarda avaliação
A posição de liderança na área antitabagista, conquistada pelo Brasil nos anos 90, começa a ser questionada.
Aprovado em março na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o projeto que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados em todo o País aguarda há quase quatro meses avaliação na Comissão de Assuntos Sociais.
O relatório do projeto ainda não foi nem mesmo preparado. A senadora encarregada da tarefa, Rosalba Carlini (DEM-RN), promete a entrega para os próximos dias. Mas o Congresso vai entrar em recesso.
A hesitação sobre o fim dos fumódromos no Brasil tem provocado desgaste na imagem do país na comunidade internacional. Doze Estados têm leis proibindo o fumo em ambientes fechados.
* Com informações do ESP.
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maio 31, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Social
Qual influência os pais exercem sobre as crianças ao fumar e quais são os efeitos da fumaça sobre a saúde da criança?
Semana passada, a notícia do menino indonésio de 2 anos que fuma 40 cigarros por dia, estampou os principais veículos e sites na internet. Não era para menos: o pai de Aldi SugandaRizal, disse não ver problema, já que o menino parece estar bem saudável.
A mãe de Aldi alegou que sem fumar, ele fica enfurecido, grita e bate a cabeça na parede. A família afirma que ele começou a fumar aos 18 meses, quando o pai ofereceu-lhe uma tragada.
O fato é atípico, ainda bem. Mas a aproximação das crianças com o cigarro depende, a princípio, da influência dos pais – e neste caso, é comum ver a fumaça perto dos pequenos. O INCA, Instituto Nacional do Câncer, mostra os riscos:
Durante a gestação
Pode provocar abortos espontâneos e nascimentos prematuros. Sangramentos e complicações com a placenta são mais frequentes em grávidas fumantes.
Estudos comprovam que se a mãe fumar 10 ou mais cigarros por dia neste período, a criança sofrerá atraso em relação às outras por volta dos 7 anos: atraso de três meses para a habilidade geral, de quatro meses para a leitura e cinco meses para a matemática.
Durante a amamentação
Se a mãe fumar neste período, a nicotina será passada para o bebê através do leite materno e pode causar intoxicação (agitação, vômitos, diarreia e taquicardia)
Em recém-nascidos
Se a mãe fumar de 40 a 60 cigarros por dia, os sintomas são mais graves, como palidez, cianose, taquicardia e crises de parada respiratória, logo após mamar.
De 0 a 1 ano
Se tiver alguém fumante dentro de casa, há maior incidência de problemas respiratórios como bronquite, pneumonia e bronquiolite. Se houver mais de dois fumantes na casa, o percentual de infecções respiratórias aumenta em 50%.
Além disso, o risco de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil), aumenta 5 vezes se conviverem com a fumaça do cigarro.
O tabagismo passivo (convivência com quem fuma em ambientes fechados) é a terceira maior causa de morte que dá para evitar no mundo. A primeira é o fumante por escolha e a segunda está atribuída ao consumo de álcool.
Seja consciente ao cuidar da sua saúde e da saúde de quem não tem escolha em ter fumaça por perto. Preze pela saúde dos seus filhos.
Colocamos abaixo a matéria do programa Domingo Espetacular da Rede Record sobre a busca de tratamento para o bebê fumante… Confira!
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maio 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Ambiental, Saúde Corporativa, Saúde Física
É furada. Mesmo se o adolescente fumar uma vez por mês, aproxima-se da dependência, o que aumenta ainda mais se ele demonstrar sintomas precoces como ânsia para fumar ou irritação quando não puder.
O estudo foi publicado na Pediatrics e acompanhou 370 voluntários durante 4 anos. Do total, 62% fumavam pelo menos uma vez por mês, 52% tinham sintomas de dependência e 40% tornaram-se fumantes diários.
Durante os anos de acompanhamento, os sintomas aumentavam conforme eles aumentavam o consumo. Se antes só tinham vontade de fumar, com o passar do tempo os relatos incluíam dificuldade para se controlar, abstinência da nicotina e a frequência passou a ser diária.
Brasil
A idade média em que os jovens começam a fumar vai de 13 a 15 anos. Mas com a contribuição das campanhas antitabagismo, como a Lei Antifumo, mais e mais pessoas deixam de fumar ou têm intenção de parar.
Na Pesquisa Especial de Tabagismo realizada pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde, entre 1989 e 2008 o percentual da população brasileira fumante com 15 anos ou mais caiu de 32% para 17,2%.
Substituir o cigarro por cigarrilha e outros derivados do tabaco por achar que são menos prejudiciais, não adianta. Todos esses produtos possuem por volta de 4.700 substâncias tóxicas e mais de 40 são cancerígenas.
E se você acha que precisa de meses para ter algum benefício ao parar de fumar, se engana:
20 minutos após fumar o último cigarro
• a pressão arterial e a frequência cardíaca voltam ao normal
• a temperatura das mãos e dos pés aumenta até o nível normal
8 horas após parar
• estabilizam-se as concentrações sanguíneas de monóxido de carbono e de oxigênio
• não há mais nicotina circulando no sangue
48 horas após parar
• melhora significativa no olfato e no paladar
1 a 3 semanas após parar
• melhora da disposição física
• melhora a circulação sangüínea
• a função pulmonar aumenta em até 30%
1 a 9 meses após parar
• diminuem a tosse, a congestão nasal, a fadiga e a falta de ar
• o risco de doença coronariana fica reduzido à metade se comparado ao risco de um fumante
5 anos após parar
• em 5 a 15 anos, o risco de derrame cerebral fica reduzido ao mesmo de um não-fumante
• o risco de câncer de boca, garganta e esôfago chega à metade do risco de um fumante
10 anos após parar
• a taxa de morte por câncer de pulmão chega à metade da de um fumante
• células pré-cancerosas são substituídas por células saudáveis
Você está esperando o quê para abandonar o vício? Qualquer pessoa pode parar de fumar!
*Este artigo conta com informações do Hospital Albert Einstein
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