Uma das mais tradicionais instituições científicas do mundo, a Royal Society, completou 350 anos e resolveu perguntar aos britânicos, entre outras questões, o que eles esperam dos cientistas.

A teoria de dois cientistas do Reino Unido é simples e segue a linha de uma tendência observada no começo do século passado.

O aparelho foi implantado atrás de uma das retinas do finlandês Mikka Terho, portador de uma rara doença hereditária chamada retinite pigmentosa. Ele começou a perder a visão na adolescência.