Bike Bus: sua bicicleta anda de ônibus
abril 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Aos ciclistas de plantão: ações estão sendo feitas para que você deixe de vez o carro em casa.
Desde o começo do mês estão sendo testados alguns ônibus em São Paulo adaptados para transportar bicicletas, mas por enquanto, o suporte anda vazio, já que a fase de teste implica em saber como o veículo se adaptará ao trânsito.
A iniciativa é da empresa de ônibus Sambaíba e o próximo passo será traçar as rotas desses ônibus alinhadas às ciclovias. Se tudo der certo (boa adaptação mais aceitação do público) a Secretaria Municipal de Transportes irá implantar a ação em todos os ônibus da cidade.
O que você acha da iniciativa? Comente.
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março 17, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Ano de eleições, ano em que geralmente tudo acontece, ou ao menos começa a acontecer. Então o Blog da Saúde dá uma sugestão. Sabe aquele percurso que você faz a pé do metrô até o ponto de ônibus? Ou do ponto de ônibus até o trabalho? Pois bem, que tal pedalar até seu destino??
Utilizada em vários lugares do mundo, a bicicleta já ganhou seu espaço no metrô de São Paulo e também nas vias urbanas com as ciclofaixas. Melhor do que isso só implantando um modelo já conhecido e utilizado em alguns países, o Bicing.
O sistema, utilizado em Barcelona é considerado o mais bem sucedido do mundo. Sua funcionalidade impressiona. Para utilizar o serviço basta enconstar o seu cartão bicing em qualquer totem na cidade, pegar sua magrela e pedalar até o destino.
O Blog GizModo foi a fundo na ideia e elencou os cinco passos fundamentais para que o projeto funcione. Nós reproduzimos o conteúdo abaixo. Confira!
1. Elas devem estar por toda parte
Cada estação consiste de uma barra de metal com furos (onde se encaixa a bicicleta, que fica bastante segura), com espaço para umas 20-40 bicicletas, e um tótem com uma interface eletrônica e um mapa das estações próximas. Basta aproximar o seu cartão ali que aparecerá na tela qual bicicleta você deve retirar – ela então ficará destravada por alguns segundos.
A idéia de tantas estações, tão próximas, é que você não apenas possa alugar uma bicicleta em basicamente qualquer lugar, mas principalmente devolvê-la em vários pontos diferentes. Isso porque no Bicing, como no Vélib, tenta-se deixar as estações a não mais que 300 ou 400 metros de outra. Se não há espaço no estacionamento, ele te dá mais 10 minutos de prazo e indica onde você precisa devolver – devolver, no caso, é engatar a bike em uma estação com vaga.
A bicicleta então é um sistema complementar: se você mora longe ou numa região mais montanhosa, pega um metrô ou ônibus, e na saída da estação, encontrará bicicletas. Você faz o quilômetro que faltaria até o destino pedalando – portanto nem fica suado com o exercício. Não vale muito a pena fazer longos trajetos, a não ser que você vá trocando de bicicletas no caminho, por causa de uma regra de ouro:
2. Você precisa devolver a bicicleta em meia hora
E isso é uma vantagem. No Bicing, como em outros sistemas, você só pode ficar com a bicicleta por 30 minutos. Se não você pagará multa (50 centavos de Euro). Se ficar mais de duas horas com a bike, a multa é mais pesada (4 Euros) e você ganha uma advertência, tudo descontado já no cartão de crédito cadastrado. Três delas e o seu cartão da Bicing é bloqueado, precisando fazer um novo cadastro (e pagar a anuidade) para recuperar o direito. Se você demorar mais de um dia para devolver a bicicleta, a multa já é de 150 Euros (R$ 364).
A ideia é que você não use a bicicleta para turismo ou uma trilha. Na parte central há uma concentração maior delas, próximas as estações de metrô ou paradas de ônibus especialmente. Na prática, é incentivado o uso da magrela para viagens curtas. E isso faz com que não sejam necessárias tantas bicicletas para atender todo mundo: estima-se que cada uma seja usada por até 10 pessoas diferentes no dia, rodando 25 km em diferentes mãos.
3. A cidade precisa ser adaptada
Não é em toda cidade que é possível instalar quilômetros de ciclovias. Barcelona era um desses casos: uma cidade que tinha calçadas e pistas. E, a bem da verdade, não foram instaladas ciclovias de fato. Na maior parte da cidade, a ciclovia é na verdade um pedaço da calçada pintado com uma faixa. E só. Por lá não há nada dessa obrigação praticamente impossível de se concretizar do Brasil, onde a bicicleta tem de andar na pista com os carros em alta velocidade.
A bem da verdade, imaginava-se que a convivência entre ciclistas e carros seria tranquila nas ruas de Barcelona quando o Bicing foi lançado. Mas, pelo relato das pessoas com quem conversei lá, o início do projeto foi marcado por muitos acidentes e discussões entre ciclistas e motoristas, especialmente porque Barcelona não tinha muito a cultura de bicicletas e muita gente que nunca havia arriscado pedaladas passou a andar pelas ruas. Rapidamente, a prefeitura se mobilizou: a lei foi modificada também para proteger o ciclista dos carros em caso de acidentes (eles têm preferência), assim como os pedestres dos ciclistas.
Simultaneamente, a cidade foi adaptada, pegando um pedaço da calçada e deixando faixas de travessia mais nítidas. Os estacionamentos das bicicletas que foram instalados não ocupam tanto espaço, e podem ser instalados em qualquer lugar. Onde não há calçada para o Bicing, pega-se um pedaço do estacionamento da rua.
4. Tem de ser barato – para o governo e o cidadão
O Bicing, ao contrário dos sistemas franceses, só funciona para moradores de Barcelona. Você compra um cartão (magnético, com RFID), paga uma anuidade de 30 Euros (R$ 72), associa a conta a um cartão de crédito e tem o direito a pegar quantas bicicletas quiser, desde que devolva no tempo certo. No início, para popularizar o sistema, a assinatura anual custava módicos 6 Euros.
É claro que, pelo custo de funcionamento, vê-se que o sistema não foi feito para dar lucro. Quem administra o sistema é uma gigante da publicidade outdoor na Europa, a ClearChannel, que criou o primeiro dos sistemas de aluguel de bicicleta em Rennes, na França, em 2001. O governo paga 2,13 milhões de Euros (R$ 5,14 milhões) por ano ao Clear Channel, e o dinheiro vem todo do Detran/CET local: os carros pagam multas por estacionar em lugar proibido, a grana vai para bicicletas.E R$ 5,14 milhões é pouco mais de 1% do que a CET arrecada em multas na cidade de São Paulo.
Há uma opção ainda de não pagar coisa alguma à empresa que administra o sistema das bicicletas: atualmente Barcelona considera liberar as estações e bicicletas para publicidade, podendo, ao invés de gastar dinheiro, ganhar com as bicicletas ao custo de alguma poluição visual.
5. A bicicleta precisa ser bacana
Ela não parece a minha estimada Caloi 12 que tinha quando adolescente, mas não é tão pesada (tem 13 kg). Ela é funcional, com um câmbio Shimano de 3 marchas bem definidas, cesta aberta na frente e quadro rebaixado para que você possa levar coisas maiores no meio. A altura do selim é bastante regulável, então dá para pessoas das mais variadas alturas usarem.
Há buzina, faróis dianteiro e traseiro, de LED, que ligam automaticamente quando está escuro. No geral, ela dá a impressão de ser uma bicicleta boa, não vagabunda. Cada bicicleta custa (à empresa que administra) cerca de 300 Euros (R$ 738). As mais novas têm selins com acolchoamento melhor e freios que não fazem barulho. As versões mais recentes são especialmente reforçadas e montadas para que não haja roubos ou vandalismo, um problema bem grave.
Curiosidades tecnológicas: O sistema das estações de aluguel rodam Windows CE e há programinhas para Android e iPhone que permitem você se conectar ao servidor do Bicing e ver onde é a estação mais próxima ou se há espaço para estacionar a bicicleta (ou disponíveis para alugar).
**O trecho foi reproduzido de post veiculado no Blog GizModo. Para ler a matéria completa clique aqui
Gostou da novidade? Formalize a sugestão a seu candidato e torça os dedos.Já pensou? Praticar exercícios diariamente, de graça e aumentar a qualidade de vida. Sua saúde merece!
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março 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
A ciclofaixa da Marginal Pinheiros foi inaugurada a uma semana, e, além do cheirinho nada convidativo do rio, os ciclistas que optaram por praticar esportes na tarde de sol foram surpreendidos pelo congestionamento formado na passarela da estação Vila Olímpia.
A média de tempo que os ciclistas demoraram para atravessar a passarela foi de dez minutos.
Você já foi testar a nova ciclofaixa? Concorda com apenas duas entradas? Comente.
*Com informações da FSP.
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fevereiro 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A cidade de São Paulo vive sob um trânsito caótico todos os dias, quando chove então… Tudo piora quando a terra da garoa é atingida pelos temporais, o metrô funciona em velocidade reduzida, o trem fica praticamente parado e o trânsito também. Para fugir disso, ou você compra uma moto ou se arrisca e vai pedalando sua bike.
As marginais do Tietê e Pinheiros são as vias mais movimentadas da cidade, além de registrarem os maiores congestionamentos. Para ajudar os “bikers”, será inaugurada nesse sábado, 27, a ciclovia Jurubatuba/Vila Olímpia, que terá 14 km de extensão.
O problema é que ela terá apenas dois acessos para os ciclistas, um na estação Jurubatuba da CPTM e outro na Vila Olímpia. Ou seja, quem mora, trabalha ou estuda entre essas estações não poderá utilizar a ciclovia.
O governo irá ampliar a ciclovia até a estação Villa-Lobos-Jaguaré, totalizando 22 km de extensão.
O que você achou dessa notícia? Você vai pegar sua bike e pedalar até o
trabalho curtindo a paisagem da Marginal Pinheiros? Comente.
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fevereiro 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Manter uma consciência verde com a utilização maior de bicicletas nas grandes cidades sempre esbarra em algum problema que depende de autoridades de alto escalão para serem resolvidas. É o que está acontecendo no caso da ciclovia da Radial Leste que ainda não foi concluída, depois de dois anos do início das obras.
A ciclovia fica ao lado da linha vermelha do metrô paulista, ela liga a estação do Tatuapé à Corinthians-Itaquera, passando por oito estações. A ciclovia serve como uma alternativa para quem mora perto do trabalho ou da faculdade, evitando a utilização do carro que emite gás carbônico, um dos responsáveis pelo efeito estufa.
A ciclovia além de ser uma iniciativa a favor da preservação do meio ambiente, serve de iniciativa para a prática de exercícios como a pedalada e até mesmo o cooper.
As obras da ciclovia chamada de “Caminho Verde” começaram em 2008, e ainda faltam 20% para serem concluídas. A sua extensão é de 12,2 km, o projeto foi anunciado nas gestões de José Serra (PMDB) e Gilberto Kassab (DEM), que pretende aumentar a quantidade de ciclovias fora dos parques até 2012. Hoje a cidade possui 13,5 km, até a data estipulada seriam 100 km.
Mesmo com a via parcialmente pronta, a quantidade de ciclistas que andam por lá durante a semana é baixa, segundo usuários, o volume é maior nos finais de semana.
Alguns ciclistas reclamam que o acesso a pista é difícil, já que eles têm que atravessar a radial, além disso, vivem em contato direto com a poluição dos carros que passam por lá, e a manutenção não é realizada.
O perigo das ruas
O deslocamento feito na cidade por bicicleta representa 0,6%, mesmo assim, o caso de acidentes com ciclistas no trânsito, em 2008, representou 6% das causas de morte no trânsito, com 85 casos.
“Tomara que a extensão das ciclovias aumente junto com a consciência do
paulistano em favor da melhoria do ar que a gente respira”
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agosto 11, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Projeto da prefeitura de São Paulo que promete a construção de pistas para bicicleta na cidade traz aspectos positivos para o trânsito, a saúde e até o entretenimento. Divididas em ciclovias e ciclofaixas as bicicletas terão 45 km de espaço exclusivo inicialmente nos extremos das zonas leste, norte e sul.
O projeto previsto para começar em dois meses será uma alternativa para aqueles que gostam de pedalar, mas vêem o perigo de se juntar a carros, motos e ônibus. Segundo a CET são 160 mil viagens de bicicleta por dia na capital e com infraestrutura adequada o número tende a dobrar.
O hábito de utilizar a bicicleta como meio de transporte não traduz os costumes brasileiros, mas a implantação dessas vias pode ser um incentivo à prática que além de não emitir poluentes e colaborar para a qualidade do ar, também é um excelente exercício físico.
Enquanto as obras não ficam prontas e o projeto se estenda para outras áreas da cidade, o paulistano já poderá contar todo domingo a partir do próximo dia 30 com uma ciclofaixa entre os parques do Povo, Ibirapuera e das Bicicletas, na zona Sul, para pedalar com a família ou se preparar para usá-las como meio de transporte no futuro.
*Com informações da Folha de S.Paulo
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