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Nota Oficial: Tipo 4 da Dengue detectado pela primeira vez em São Paulo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo identificou, pela primeira vez no Estado, a circulação do vírus do tipo 4 da dengue. O caso é de uma moradora do município de São José do Rio Preto, que já está curada. A paciente não tinha histórico de viagem recente a outros estados.

Amostras de sangue da paciente analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, ligado à Secretaria, deram positivas para dengue 4, em exames de prova e contraprova. Até hoje o Estado de São Paulo tinha registrado transmissão dos vírus do tipo 1, 2 e 3.

Com um novo tipo de vírus da dengue em circulação, há naturalmente maior número de pessoas suscetíveis a desenvolver a doença após contraí-lo. Os pacientes infectados uma vez pelos vírus 1, 2 ou 3 ficam imunes àquele vírus, mas não aos demais.

Os sintomas da dengue, entretanto, são os mesmos para os quatro tipos de vírus: febre alta, dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos e manchas vermelhas na pele, acompanhadas ou não de dores abdominais e sangramentos espontâneos.

Os pacientes com esses sintomas devem hidratar-se, não tomar remédios por conta própria e procurar imediatamente orientação médica em uma Unidade Básica de Saúde.

Todo mundo no combate

A Secretaria, por intermédio do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), está comunicando os serviços de vigilância epidemiológica municipais para que estejam atentos a possíveis novos casos suspeitos de dengue do tipo 4.

A circulação do novo vírus, entretanto, não altera a rotina do trabalho de controle de vetores (combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue) ou do manejo clínico de casos suspeitos de dengue nos serviços de saúde.

Semana estadual

A Secretaria iniciou nesta segunda-feira, 4 de abril, a Semana Estadual de Combate à Dengue. Cerca de 25 mil agentes foram mobilizados para uma série de atividades especiais que irá acontecer nos municípios paulistas até a próxima sexta-feira, com objetivo de alertar a população sobre a importância de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Por todo o Estado serão realizadas atividades de intensificação de busca e eliminação de focos do mosquito casa a casa, orientação para a população, vistoria de escolas, pedágios educativos e arrastões, entre outras ações.

Casos

Balanço preliminar da Secretaria aponta que de janeiro a março deste ano foram notificados pelos municípios paulistas 10,3 mil casos de dengue, por intermédio do Sinan (Sistema de Informações de Agravos de Notificação). O número é 94% inferior ao registrado no primeiro trimestre de 2010, quando houve 108,2 mil casos.

Houve nos três primeiros meses do ano seis óbitos por dengue no Estado, dos quais dois importados e quatro autóctones. As mortes por dengue autóctone foram de pacientes moradores das cidades de Taubaté (2), Andradina e Ribeirão Preto.

Tipo 4 da Dengue detectado pela primeira vez em São Paulo

A Nota oficial da Secretaria de Saúde de SP traz todas as informações sobre o caso.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo identificou, pela primeira vez no Estado, a circulação do vírus do tipo 4 da dengue. O caso é de uma moradora do município de São José do Rio Preto, que já está curada. A paciente não tinha histórico de viagem recente a outros estados.

Amostras de sangue da paciente analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, ligado à Secretaria, deram positivas para dengue 4, em exames de prova e contraprova. Até hoje o Estado de São Paulo tinha registrado transmissão dos vírus do tipo 1, 2 e 3.

Com um novo tipo de vírus da dengue em circulação, há naturalmente maior número de pessoas suscetíveis a desenvolver a doença após contraí-lo. Os pacientes infectados uma vez pelos vírus 1, 2 ou 3 ficam imunes àquele vírus, mas não aos demais.

Os sintomas da dengue, entretanto, são os mesmos para os quatro tipos de vírus: febre alta, dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos e manchas vermelhas na pele, acompanhadas ou não de dores abdominais e sangramentos espontâneos.

Os pacientes com esses sintomas devem hidratar-se, não tomar remédios por conta própria e procurar imediatamente orientação médica em uma Unidade Básica de Saúde.

Todo mundo no combate

A Secretaria, por intermédio do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), está comunicando os serviços de vigilância epidemiológica municipais para que estejam atentos a possíveis novos casos suspeitos de dengue do tipo 4.

A circulação do novo vírus, entretanto, não altera a rotina do trabalho de controle de vetores (combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue) ou do manejo clínico de casos suspeitos de dengue nos serviços de saúde.


Semana estadual

A Secretaria iniciou nesta segunda-feira, 4 de abril, a Semana Estadual de Combate à Dengue. Cerca de 25 mil agentes foram mobilizados para uma série de atividades especiais que irá acontecer nos municípios paulistas até a próxima sexta-feira, com objetivo de alertar a população sobre a importância de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Por todo o Estado serão realizadas atividades de intensificação de busca e eliminação de focos do mosquito casa a casa, orientação para a população, vistoria de escolas, pedágios educativos e arrastões, entre outras ações.

Casos

Balanço preliminar da Secretaria aponta que de janeiro a março deste ano foram notificados pelos municípios paulistas 10,3 mil casos de dengue, por intermédio do Sinan (Sistema de Informações de Agravos de Notificação). O número é 94% inferior ao registrado no primeiro trimestre de 2010, quando houve 108,2 mil casos.

Houve nos três primeiros meses do ano seis óbitos por dengue no Estado, dos quais dois importados e quatro autóctones. As mortes por dengue autóctone foram de pacientes moradores das cidades de Taubaté (2), Andradina e Ribeirão Preto. 

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A incidência da doença no Estado é consequência das chuvas que alastraram o nordeste neste ano.

Até agora, são 9 mortes e 18.314 casos de dengue em 2010, dados confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas.

Sem contar que outros 12 óbitos e quase 10 mil casos estão sob investigação. Maceió tem o maior número de casos confirmados – já são 160. Em 2009, foram registradas 1.871 ocorrências.

Diarreia, Leptospirose e Hepatite também são doenças que surgem com frequência após inundações.

O cuidado com a água parada tem que ser constante. Faça sua parte.

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Uma das causas sondadas do recente apagão foi a invasão do sistema energético por hackers. Embora a suposição não tenha sido confirmada, casos de crimes virtuais estão cada vez mais frequentes.

A fim de divulgar fatos já solucionados no país e alertar todos os internautas sobre os perigos da rede, alguns inimagináveis, o perito no assunto Wanderson Castilho lançará o “Manual do Detetive Virtual” na próxima segunda-feira, 23 de novembro.

Na publicação você encontrará casos de sequestros virtuais, estupro virtual, pedofilia, uso inadequado de imagens, entre outros.

No mercado há dez anos, ele trabalha em conjunto com a Polícia Federal na busca e apreensão de computadores suspeitos. Ele aborda no livro como se proteger deste tipo de crime, identificar e adquirir provas contra o criminoso e outros pontos importantes para as pessoas nos dias de hoje.

“Todas as ações virtuais têm reflexos no mundo físico. Precisamos saber os riscos aos quais estamos submetidos e os perigos que podemos causar aos outros”, explica.

E você? Já foi ou sentiu-se vítima de algum abuso “virtual”. Comente

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