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Antes da diversão, faça uma boa ação!

O IBCC – Instituto Brasileiro de Controle do Câncer informa que nos dias de Carnaval o Banco de Sangue estará aberto para receber doações de sangue e plaquetas.

A doação de sangue tem relevante papel para o paciente com câncer. Além dos pacientes que vão se submeter à cirurgia, os pacientes de transplante de medula óssea e os que estão se submetendo a quimioterapia e radioterapia, necessitam muito de sangue e de plaquetas.

As plaquetas são elementos do sangue que atuam na coagulação. Há pacientes que apresentam deficiência de plaquetas, causada por transplante de medula ou pela ação da quimioterapia. Sem o sangue, muitos procedimentos podem ser adiados. No caso do paciente que está fazendo quimioterapia, se não houver o suporte da transfusão, ele poderá não superar o tratamento. Por isso, o gesto de doar sangue ao paciente com câncer representa esperança, oportunidade e vida.

 

Requisitos para ser um Doador: http://www.servidorbrafil.com.br/servidor/ibcc/conteudo/doe_sangue.asp

 

  • Estar em boas condições de saúde;
    • Ter entre 16 e 69 anosOs candidatos com 16 e 17 anos podem doar com autorização legal dos pais, acompanhado por um adulto que se responsabilize durante a doação e mediante a assinatura do Termo de Consentimento fornecido pelo Banco de Sangue. Já os candidatos com mais de 60 anos e até 69 anos, podem doar desde que a primeira doação tenha sido feita antes dos 60 anos;

    • Pesar no mínimo 50 kg;
    • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
    • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);
    • Apresentar documento oficial e original com foto (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional, Carteira de Trabalho ou Carteira Nacional de Habilitação).

    Impedimentos temporários:
    • Quadro infeccioso com febre maior ou igual 38°C: aguardar duas semanas;
    • Resfriado: aguardar sete dias após o desaparecimento dos sintomas;
    • Gravidez: 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
    • Amamentação: se o parto ocorreu há menos de doze meses;
    • Ingestão de bebida alcoólica: Aguardar doze horas após a ingestão para doar;
    • Tatuagem: aguardar doze meses;
    • Endoscopia: aguardar seis meses após o procedimento;
    • Situações nas quais há risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar doze meses;
    • Quem esteve nos estados onde há alta prevalência de Malária, tais como: Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins: aguardar doze meses.

    Impedimentos definitivos:
    • Teve Hepatite após os 11 anos;
    • Teve Hepatites B ou C;
    • Evidência clínica/laboratorial de algumas doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: AIDS
    (vírus HIV), doenças associadas ao vírus HTLV I e II e Doenças de Chagas;
    • Uso de Drogas ilícitas injetáveis;
    • Malária.

  • Banco Sangue carnaval

Na celebração do Carnaval, o consumo de bebidas alcoólicas aumenta e a ingestão elevada pode fazer com que os foliões corram risco de sofrer desidratação.

“A quantidade de etanol existente nas bebidas alcoólicas inibe a ação do hormônio antidiurético e isso aumenta a vontade de urinar. Esse processo deixa a pessoa desidratada, um dos sintomas da ressaca”, explica Andrea Del Bianco, nutricionista.

Para manter o organismo hidratado, os foliões deverão ingerir:

  • Água;
  • Sucos naturais;
  • Água de coco;
  • Isotônicos;
  • Chás.

A boa hidratação melhora o trabalho do fígado e dos rins a eliminar os resíduos tóxicos do organismo. O consumo de frutas também ajuda a refrescar e a repor os sais minerais eliminados pelo suor.

É importante lembrar que o consumo de bebida alcoólica não combina com direção. Se for beber, não dirija. E fique longe do mito sobre o café ajudar a melhorar. “Por conta da cafeína, o indivíduo pode não perceber o grau de incapacidade em que se encontra, aumentando o risco de acidentes”, explica.

Tome cuidado e aproveite a festa!

          Para aproveitar melhor o carnaval, existe um item básico que o folião não pode esquecer: a camisinha. Além de ser o melhor método para prevenir as doenças sexualmente transmissíveis, o preservativo ainda pode evitar uma gravidez indesejada, principalmente no carnaval, quando o número de relações sexuais aumenta consideravelmente.

             De acordo com a última Pesquisa de Conhecimentos, Atitude e Práticas na População Brasileira (PCAP), de 12 mil pessoas ouvidas, 46% da população sexualmente ativa da região Sudeste não usa o preservativo em todas as relações sexuais.

            Muitas mulheres afirmam que quando não usam a camisinha, acabam recorrendo a pílula do dia seguinte depois de uma relação sexual. O problema é que tomá-la mais de uma vez, diminui a eficácia da medicação. “O uso frequente da pílula do dia seguinte faz seus efeitos colaterais aumentarem. É um método de emergência. O uso por repetidas vezes mostra um comportamento de risco e demonstra a necessidade de um acompanhamento médico e psicológico”, revela o ginecologista obstetra e diretor clínico da Clínica Mãe, Dr. Alfonso Massaguer.

            Para evitar os efeitos do uso constante da medicação (náuseas, vômitos, irregularidade menstrual, acne, diarreia, aumento de pelos e muitos outros) é necessário sempre estar protegido nas relações sexuais.

              Durante o carnaval, a maioria dos estados vai realizar a distribuição de camisinhas para a população. A ação faz parte de campanha para prevenção da AIDS que ocorre em todo o Brasil. Caso o uso da pílula do dia seguinte seja necessária, Dr. Alfonso Massaguer explica como deve ser ingerida: “A eficácia do medicamento pode variar de 80 a 96%, dependendo do ciclo menstrual, ovulação e do tempo que demorou até a mulher a ingestão da pílula – que deve ser feita até 72 horas após a relação sexual”.

Em feriados prolongados, como é o caso do Carnaval, um problema de saúde pode desencadear: a Síndrome Cardíaca de Feriado (Holiday Hearth Syndrome). Ela apresenta como sintomas:  pressão arterial elevada, palpitações e arritmias cardíacas.

Esta síndrome acontece após o consumo exagerado de álcool por muitos dias seguidos. No caso do Carnaval, o cardiologista Dr. Rogério Krakauer explica que é muito comum que as pessoas misturem bebidas alcoólicas com energético para aguentar todos os dias de folia.

Além do álcool em excesso, existem outros fatores de riscos com maior incidência durante os feriados, como a desidratação, a ingestão de alimentos com muito sódio e gordura, a privação do sono e o consumo de drogas. Todas estas ações podem provocar a Síndrome.

 Para evitar que isto aconteça, seguem algumas dicas:

  • Comer a cada 3h e evitar frituras, doces e alimentos gordurosos;
  • Beber muita água ao longo do dia;
  • Descansar bem entre uma festa e outra;
  • Não exagerar no consumo de bebidas e não usar qualquer tipo de droga.

Durante o Carnaval, muitas pessoas passam mal por inúmeros motivos: alimentação inadequada, cansaço extremo, exagero no consumo de bebidas alcoólicas e contaminação por algumas doenças.

Para evitar que este seja o seu caso durante o fim de semana de folia, o biomédico Roberto Martins Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, alerta:

Alimentação 

Cachorro quente/Salsichão 

Perigo: Presença da bactéria Listeria monocytogenes e Salmonela.

Consequências: Listeria – pode causar aborto; levar a diarreia e cólicas abdominais fortes.

Salmonela – Diarreia, vômitos e febre por uma semana.

Erros: Consumir a salsicha crua ou com maionese caseira.

Prevenção: Cozinhe bem a salsicha, deixe-a totalmente imersa na água (que deverá estar soltando vapor). A maionese consumida deve ser industrializada. O molho deve estar bem quente.

Churrasquinho 

Perigo: Presença da bactéria Escherichia coli O157:H7.

Consequências: Diarreia, cólicas abdominais fortes por 24 horas.

Erros: Consumir a carne malpassada ou deixa-la mal refrigerada.

Prevenção: Prefira o churrasquinho feito na hora e bem passado. Deve-se evitar passar o churrasquinho na farinha, que pode ter sido contaminada ao ser manipulada. A carne crua deve ficar armazenada em isopor com gelo ou refrigerada.

Milho cozido 

Perigo: Presença da bactéria Bacillus cereus.

Consequências: Diarreia e cólicas abdominais fortes por 24 horas.

Erros: Deixar o milho em uma temperatura inferior a 60°C por mais de duas horas.

Prevenção: Manter o alimento aquecido a mais de 60°C.

 

Cuidados durante os bailes e as festas 

Alguns casais se conhecem durante o carnaval, mas alguns cuidados são essenciais, “uma troca de carinho, mas também troca de bactérias. Por isso, o ideal é se preocupar com a qualidade e não quantidade de beijos”, afirma o Dr. Bactéria.

O beijo pode ocasionar a doença Candidíase Bucal (fissura no lábio). Uma outra enfermidade é a Monocleose Infecciosa, conhecida como “doença do beijo”, no qual uma pessoa pode sentir os sintomas depois de três a quatro semanas, entre eles, gripe e ínguas. Depois de curada, essa pessoa pode transmitir a bactéria por até seis meses. Por isso, todo cuidado é pouco.

 

 

Os bailes, os desfiles e os blocos de rua já estão se organizando para comemorar o carnaval. E a novidade é que tanto os pais quanto as crianças podem aproveitar esta época. Mas, como escolher o melhor bloco para levar os mini foliões na maior festa do país? O pediatra Dr. Sylvio Renan M. de Barros deu algumas dicas:

Crianças Carnaval

Local: Opte por um lugar ao ar livre, com boa ventilação.

Clima: Evitar o tempo prolongado no sol.

Proteção: Passar muito protetor solar, evitar o horário entre às 10h e às 16h, levar chapéu e carregar garrafinha     de água.

Fantasias: Confortáveis, pouco fechadas, menos quentes e sem muitos adereços na cabeça. Evitar maquiagens que possam causar alergias e irritações à pele.

 Blocos de rua: Sem músicas com volume excessivo e que poderão prejudicar a audição da criança.

Para curtir a folia com os pequenos, não se esqueça de fazer o check list abaixo:

  • A folia está liberada para as crianças a partir dos dois anos de idade, pois os mais novos possuem a imunidade baixa e se expostos a lugares com muitas pessoas poderão contrair infecção por algum vírus ou bactéria.
  • Não se esqueça de colocar uma pulseira de identificação nos pequenos, com nome completo dele e do responsável que esteja no local, com número do celular para contato.
  • Alimente seus filhos antes de sair de casa. Na mochila, leve bastante água e frutas frescas.
  • Opte por calçados confortáveis, como tênis.
  • Tome cuidado com espumas de carnaval que contêm álcool, pois estas podem irritar a pele da criança e também os olhos. Opte ainda por produtos não tóxicos.
  • Quando perceber qualquer sinal de cansaço, sono ou irritação já é hora de ir embora com o mini folião.

A época mais quente do ano é propícia para algumas doenças. As altas temperaturas registradas no verão, somadas a falta de condições adequadas de higiene e armazenamento de alimentos, favorecem o desenvolvimento de bactérias, parasitas ou vírus patogênicos, resultando em intoxicações alimentares. Além disso, o excesso de exposição ao sol e ao calor intenso pode causar insolação, outra doença comum dessa estação.

O carnaval está chegando e a previsão é de que a temperatura fique acima dos 30 graus. Para evitar essas doenças e não deixar que elas atrapalhem as viagens e passeios do feriado prolongado, o nutrólogo do Hospital Villa-Lobos, André Veinert, recomenda acondicionar os alimentos em locais limpos, arejados e, quando necessário, refrigerados. Além disso, folhas, leguminosas e frutas devem ser bem lavadas antes do consumo, e os alimentos, principalmente de origem animal, bem cozidos.  “Lavar as mãos antes de manipular os alimentos é outro ponto fundamental”, acrescenta o médico.

Já no caso da insolação, o especialista explica que ela pode acontecer em qualquer local, seja na praia ou cidade. Por isso, independentemente do lugar, não se deve ficar exposto ao sol por muito tempo, principalmente entre às 10 da manhã e às 4 da tarde. Tanto para quem vai aproveitar o feriadão para descansar na praia quanto quem vai ficar na cidade na folia do carnaval, o uso de chapéu, camiseta e óculos de sol, além de protetor solar, e a ingestão de líquidos deve ser frequente.  É importante ficar atento às crianças, pois como elas perdem mais líquidos do que os adultos, podem atingir um quadro mais grave com maior facilidade.

Os sintomas da intoxicação alimentar afetam, normalmente, o estômago e os intestinos, sendo que o sinal mais comum é a diarreia, que pode vir acompanhada de náuseas, vômitos, dor abdominal e febre. Em casos mais graves pode ocorrer fraqueza, dormência, confusão, formigamento na face, mãos e pés. Nesses casos, além da hidratação com reidratantes orais, como isotônicos e/ou água de coco, é necessária hidratação endovenosa e até uso de antibióticos e outras medicações para reposição da flora intestinal.

Já os principais sintomas de insolação são desidratação, queimaduras na pele, bolhas pelo corpo, mal-estar, tonturas, vômitos e falta de ar. “Beba muito líquido para repor o que foi perdido com o calor e use hidratante corporal, minimizando os sintomas. O uso de analgésicos e anti-inflamatórios deve ser feito se houver prescrição médica”, explica o especialista.

Informações da Assessoria de Imprensa do Hospital Villa-Lobos

Durante o feriado de Carnaval, os serviços do Poupatempo funcionarão nos seguintes horários:

16/02 (Segunda-feira): Fechado

17/02 (Terça-feira): Fechado

18/02 (Quarta-feira): Aberto após às 13h.

A partir do dia 19, os postos voltarão a atender em seus horários habituais.

Para mais informações, visite: www.poupatempo.sp.gov.br.Ou ligue para 0800 772 36 33.

O Ministério da Saúde lançou hoje (28) a campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis. Com o slogan “#partiuteste”, usado desde o mês passado, a ação tem como público-alvo os jovens entre 15 e 25 anos.

A campanha distribuirá 70 milhões de camisinhas em todo o país. Haverá displays instalados nos banheiros dos aeroportos do Rio de Janeiro, Salvador e Recife, principais destinos da população durante o Carnaval.

Woman trying to sleepCarnaval é época de folia e diversão. No fim da festa, porém, o corpo paga as consequências pelo consumo excessivo de bebidas alcóolicas. Para ajudar a evitar a ressaca, o médico Moacir Augusto Dias, clínico geral e gastroenterologista do SECONCI-SP (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo), dá dicas de alimentação para os foliões.

1 – Quais são os melhores alimentos para quem está de ressaca?

  • Água de coco: o álcool tem ação diurética e faz com que a pessoa perca muito potássio e sódio. Além de hidratar, água de coco repõe estes minerais.
  • Refrigerante de limão: estimula a produção da enzima ALDH, que metaboliza o álcool ingerido. Além disso, os refrigerantes são feitos à base de água e açúcar, que são essenciais para quem está com ressaca.
  • Banana e laranja: possuem potássio e sódio e diminuem as câimbras, cansaço excessivo e as dores musculares.
  • Macarrão, bolos e pães: alimentos ricos em carboidratos que, após serem digeridos, se transformam em açúcar para o corpo.
  • Ovo: o corpo produz acetaldeído, uma substância tóxica, quando detecta a presença de álcool no organismo. Em seguida, produz glutationa para evitar a intoxicação. O ovo é rico na proteína cisteína, que contém glutationa. Portanto, o ovo é aliado na cura da ressaca.
  • Tomates: são ricos em vitamina C, glutationa e potássio.
  • Espinafre: contém ácido fólico, vitamina C e enxofre, nutrientes que ajudam a eliminar os sintomas da ressaca, pois colaboram com a limpeza do fígado.
  • Atum em lata: ajuda a repor diversos minerais que o corpo perde quando se ingere álcool.
  • Grãos integrais: ricos em vitamina B e ácidos, que são aliados do processo de desintoxicação produzido pelo fígado para se livrar dos excessos cometidos.

2 – O que deve ser evitado?

  • Chás e cafés: ambos têm ação diurética e desidratam ainda mais o corpo. Evite então o famoso café sem açúcar, que supostamente é recomendado para amenizar a dor de cabeça.
  • Molho branco e vermelho, queijos amarelos, frituras, leite e carne vermelha: após a ingestão de álcool, o PH do sangue fica mais ácido, então é recomendável evitar todos os alimentos ácidos e gordurosos.

3 – Quais as principais dicas para os foliões?

Se for ingerir bebida alcoólica durante o carnaval, o folião deve ter em mente que é de suma importância alimentar-se antes. Dessa forma, protege o estômago e proporciona uma resistência maior ao álcool. Beber bastante água também é uma dica a ser seguida.

A refeição mais indicada para a quarta-feira de cinzas é um prato de massa sem molho, pão, legumes, atum e frutas de sobremesa.

 

4 – No caso de ressaca, pode-se tomar paracetamol? Por quê?

Não. No caso de ressaca, não devemos fazer uso de paracetamol. Este medicamento deve ser usado com parcimônia, uma vez que se trata de medicação hepatotóxica, que ameniza a dor de cabeça, mas piora a situação do fígado.

 

5 – É verdade que a melhor forma de curar a ressaca é ingerindo bebida alcóolica?

Não. Isso é mito. Em hospitais, a solução utilizada na pessoa alcoolizada tem como base o álcool, mas isso somente aquelas que são dependentes químicas. Essa é uma forma de reduzir os sintomas de abstinência.

 

6 – Devo tomar soro caseiro?

Sim, pois ele é rico em sódio e a glicose, que ajudam a evitar a desidratação. As pessoas podem utilizar o soro caseiro (receita abaixo). Porém, mesmo com todas as medidas, é importante procurar um médico o quanto antes e evitar a automedicação.

 

Como fazer soro caseiro

  • Diluir em 1 (um) copo d’água filtrada com 1 (uma) pitada de sal e 3 (três) pitadas de açúcar, e misturar bem;
  • O consumo deve ser diretamente proporcional ao número de evacuações.

460273823O Carnaval continua e ainda restam 3 dias de festa! Para quem já caiu na folia e começa a sentir a usuais dores nas pernas. Reunimos algumas dicas para o problema corriqueiro.

 O ideal, sempre é preparar o corpo para a extensa jornada de festas. Cuidar da saúde sempre e ter um condicionamento adequado!

O médico ortopedista Dr. Mauricio Mod, membro da regional da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) e  membro da SBJC (Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho), recomenda atenção especial aos pés, tornozelos e pernas, pois os riscos de entorses e distensões são maiores.

Para prevenir estas lesões, aponta o especialista, o folião deve ficar atento à escolha do calçado. “Nada de estrear aquele sapato novo que você comprou”, alerta. “Principalmente as mulheres, que costumam investir no salto alto”, completa.

Segundo o ortopedista, o folião deve dar preferência a calçados mais confortáveis, firmes, com solados compatíveis ao local da comemoração. “Calçados já laceados são ideias, pois o folião fica tranquilo, pois não aperta, nem machuca os pés”, ressalta.

Mas, de nada adianta o sapato ideal, se o folião não estiver preparado, fisicamente, para a maratona. De acordo com o ortopedista, é recomendado que a pessoa tenha uma boa condição cardiovascular e resistência muscular, para evitar lesões e surpresas desagradáveis no decorrer da festa. “Se este não é o seu caso, procure maneirar na comemoração. Faça intervalos de descanso e não se esqueça do alongamento, antes e depois das comemorações”, frisa Dr. Maurício.

E se, mesmo com todos esses cuidados, as temidas bolhas aparecerem nos pés, a principal recomendação do especialista é não mexer. “Se machucar a pele que protege a bolha, a ferida fica exposta à contaminação, podendo infeccionar. Cubra a bolha com curativos adesivos ou esparadrapos e procure usar outro calçado, que não aperte a região da lesão”, explica.

No final da festa, muitos foliões terminam a noite com os pés inchados, cansados e latejando. Para amenizar o desconforto, explica Dr. Maurício, procure elevar as pernas, colocando um travesseiro embaixo do colchão ou apoiando a perna na parede por alguns minutos.  “Além de elevar as pernas, o folião pode fazer uma compressa com gelo ou massagear o local com cremes de ação anti-inflamatória”.

Além dos cuidados com pés, pernas e tornozelos, o especialista ainda dá mais uma dica fundamental para os seis dias de folia. “O folião não pode esquecer-se da hidratação, consumindo muita água ou sucos e evitando o consumo excessivo de álcool”, finaliza Dr. Maurício.

carnaval_grouponO Carnaval ainda não acabou. Durante a festa, e em outros grandes eventos, é comum, principalmente os jovens esquecerem a importância da saúde bucal.   Para ajudar o folião a curtir a festa sem nenhum contratempo, Guilherme Correia, especialista em saúde bucal do Hospital CEMA, dá algumas dicas importantes.

Naturalmente, a saliva possui inúmeras bactérias que fazem parte da flora do corpo, pois elas ajudam na defesa de algumas doenças. Entretanto, ela também é um meio de transmissão de vírus e bactérias, por isso, é preciso ter cautela de na hora da folia sair beijando na boca.

“Além dos vírus e bactérias mais comuns, também é possível transmitir a hepatite B, que é uma doença que contamina por meio de secreção. Então, o sangue, suor, saliva e sêmen são as formas mais comuns de transmissão”, alerta o especialista.

Em teoria, a melhor forma de prevenção é evitar o contato, mas é óbvio que isto nem sempre é possível e, neste caso, a dica é cuidar da saúde da boca. “O ideal é ter cuidado, o risco de transmissão de doenças pela boca não é tão grande quanto por meio do contato sexual, mas manter a boca sempre limpa e ficar atento a qualquer tipo de lesão na mucosa é fundamental para evitar a contaminação do local”, recomenda o médico.

Além disso, é importante completar a limpeza da boca com uso do fio dental. No caso dos enxaguatórios bucais é necessário ter atenção, pois eles podem conter álcool e machucar a mucosa da boca. O especialista do CEMA ressalta ainda que é essencial manter-se hidratado e sempre fazer o autoexame, no espelho sem usar as mãos, e olhar o interior da boca, embaixo da língua e perto da garganta. Havendo qualquer anormalidade, procurar um especialista imediatamente.

Com todos esses cuidados em dia, só resta aproveitar a folia do carnaval!

100443834O Carnaval já começou e a festa pode ser aproveitada por todos, inclusive pelas gestantes, só é necessário tomar alguns cuidados!

A professora Gizele Monteiro, Personal Gestante e idealizadora do programa de exercícios Mais Vida Gestantes, dá algumas dicas para as futuras mamães curtirem o Carnaval. Mas lembra: sempre preservando saúde e bem-estar seu e do bebê. Assistindo aos desfiles ou pulando o carnaval, a segurança é a palavra-chave para a mamãe:

1-  Faça uma alimentação balanceada durante todos os dias, preferindo por uma alimentação leve e saudável;

2- Mantenha-se hidratada, com água potável e sucos naturais antes, durante e após a folia. Nunca se esqueça do DURANTE.

3- Evite ambientes quentes e úmidos para manter sempre a temperatura corporal ideal e agradável. Ambientes com temperaturas elevadas coloca em risco a saúde da mamãe e do bebê, principalmente no comecinho da gravidez. Se estiver muito calor esse cuidado deve ser redobrado!

4- Para as gestantes que irão participar de desfiles, o controle a intensidade é muito importante. A intensidade deve ser leve a moderada e se puder faça uso de um monitor cardíaco (frequencímetro) para controlar os batimentos cardíacos. Consulte seu médico e um profissional para entender como realizar esse controle.

5- Não ficar longos períodos em atividade. Antes e depois sempre tire umas horas de descanso. É muito importante dormir e se alimentar bem para auxiliar na recuperação, afinal a gravidez não é o momento de realizar loucuras.

6- Evite também ficar muito tempo em pé, pois isso pode fazer com que as pernas fiquem inchadas. Se ficarem, a solução é uma boa drenagem linfática, com profissional especializado no atendimento à gestante. Entrar em piscina também auxilia a reduzir o inchaço.

7- Se a mamãe está sedentária, não é interessante que participe de desfiles ou grandes concentrações, pois ficará muito tempo em atividade e esta pode ser de intensidade elevada. O ideal é que a mamãe já esteja ativa para participar desses eventos.

8- Nunca se esqueça de comunicar e ter a liberação do obstetra seja qual for a situação que irá participar.

“É importante lembrar que a data comemorativa tem que ser um momento de alegria e bem-estar físico e mental para as gestantes”, finaliza Gisele.

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Crianças Carnaval 2O Carnaval chegou! A festa é unanimidade entre os brasileiros e brasileirinhos. Na hora de preparar a festa da criançada, tome cuidado! A diversão dos pequenos vai muito além da escolha da fantasia. Maria da Glória Neiva, pediatra e diretora médica da Clínica da Primeira Idade (RJ), ressalta: “O número de atendimento das emergências aumenta, principalmente por conta dos casos de viroses sazonais, desidratação, intoxicação alimentar, por causa da ingestão de comida contaminada ou acidentes domésticos”.

Para curtir as matines sem preocupações o Blog da Saúde trouxe algumas dicas de especialistas para pais e filhos. Confira!

Keila Cristiuma, diretora do Sempre Materna:

• Bom senso – para não pular o Carnaval com os pequenos em lugares muito fechados, sem ventilação adequada;

• Essa dica vale também para cuidados com a poluição sonora. Os bebês de até dois anos devem ficar distantes do barulho propriamente. Já os mais crescidinhos, a partir de três anos, podem ficam mais próximos, desde que a mamãe fique atenta, pois o som alto pode prejudicar a audição da criança.

• Escolher fantasias com tecidos leves e que não irritam a pele da criança.  Escolha uma roupinha prática para hora do xixi.

• Escolher produtos e acessórios para brincar que não tenham álcool e isentos de produtos químicos ou tóxicos em sua composição.

• Os foliões mirins devem sempre ficar hidratos com muita água e sucos. Sem contar a alimentação leve e saudável, por exemplo, frutas e legumes.

Pediatra Maria da Glória Neiva, pediatra e diretora médica da Clínica da Primeira Idade:

1.    Sombra e água frescaCrianças Carnaval

A desidratação é um dos problemas mais comuns no verão entre as crianças.  A perda de líquidos e sais minerais do corpo é intensa pelo suor – principalmente durante a exposição ao sol ou quando os pequenos fazem alguma atividade física – pela urina, diarreia ou vômito. Uma garrafa de água é companhia certa para quem vai sair nos blocos de carnaval. O importante é oferecer constantemente líquidos, optar sempre por locais arejados e com sombra e vestir a meninada com fantasias leves e claras.

 2.    Abuse do filtro solar

Para as crianças é aconselhado aplicar o filtro solar 30 minutos antes de se expor aos raios solares. A insolação também é um alerta para os pais. “Ela não ocorre somente pela exposição constante e prolongada ao sol. A irradiação de calor também é muito prejudicial ao bem-estar das crianças, podendo provocar dor de cabeça, náuseas, tontura, hipertermia e falta de ar, chegando à perda de consciência”, alerta Glória. Evite que seus filhos tomem sol entre 10h e 16h, pois, além de evitar queimaduras, você previne a insolação.

 3.    Xô, coceira!

O calor e a umidade fazem de qualquer ambiente um lugar ideal para o desenvolvimento de fungos, por isso, nesta época do ano é comum o aparecimento das doenças de pele, como micoses. O cuidado serve para pracinhas e parques que, em meio a areia, podem conter fezes de cães e gatos, que também causam contaminação. Oriente para que seu filho fique sempre calçado, não coloque as mãos no chão e as leve à boca e sempre faça uma boa higienização antes de ingerir alimentos.

 4.    Eca, comida estragada!

Fique atento às condições de preparo, armazenamento e refrigeração e à data de vencimento desses alimentos que você consume com seu filho durante o carnaval. O calor intenso é favorável para a decomposição imediata. “As bactérias se desenvolvem rapidamente diante do calor excessivo. Evite consumir alimentos com maionese, molhos e frios em lugares não confiáveis. A ingestão de alimento contaminado pode causar intoxicação ou gastroenterite”, revela a pediatra.

5. Cuidado com a água

Não é só a comida que representa perigo, a água também pode prejudicar a saúde do seu filho. Por isso, opte por ingerir sempre água mineral e lave bem as garrafas que armazenam o líquido em casa.

6.    Proteção contra os mosquitosCrianças Carnaval 3

O verão é caracterizado pelo forte calor durante o dia e, à tarde, pancadas de chuva. Locais que acumulam água podem se tornar criadouro de mosquitos, entre eles o da dengue. Dessa forma, sempre tenha em mãos repelentes para reforçar a proteção dos pequenos e evite o acúmulo de água em recipientes.

7.    Vacinas

 Para quem vai viajar e curtir o carnaval longe de casa é importante ficar atento à vacinação. Algumas doses são obrigatórias para os viajantes, como é o caso da febre amarela. Oriente-se com o pediatra do seu filho e caia na folia com as crianças protegidas.

8.    Pulseira de Identificação

É comum a euforia infantil nesta época do ano e para garantir a segurança das crianças, identifique-os com uma pulseira, crachá ou cartão que contenha as informações do responsável legal, como nome completo, telefone e endereço.

sangueO Carnaval é motivo de festa e também de excessos. Nesta época do ano os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores, além das demandas convencionais os hospitais lidam com o aumento do número de acidentes do período. A doação é um ato solidário, antes de cair na folia, procure um banco de sangue.

Para doar é preciso:

  • Não ter realizado vacinação contra gripe nas últimas 48 horas;
  • Ter entre 18 e 69 anos;
  • Peso superior a 50 kg;
  • Última doação há mais de 90 dias para mulheres e 60 dias para homens;
  • Três meses após o parto, não estar grávida ou amamentando;
  • Não ter tido gripe nos últimos 7 dias;
  • Não ter tido Sífilis, malária e Chagas;
  • Não ter tido Hepatite após os 11 anos de idade;
  • Não ter feito tatuagem ou maquiagem definitiva há menos de 12 meses;
  • Não ter piercing em cavidade oral ou região genital;
  • Não ter Diabetes em uso de insulina ou Epilepsia em tratamento;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;

Você pode conferir a lista completa dos postos de doação na capital,Grande São Paulo e interior, bem como as recomendações para doadores nos sites da Secretaria e da Fundação Pró Sangue.

O Hospital Israelita Albert Einstein também está realizando uma campanha de doação de sangue, confira:

Banco de Sangue do Hospital Israelita Albert Einstein

Locais: Unidade Morumbi
Av. Albert Einstein, 627 – São Paulo- SP
Banco de Sangue – 4º Andar – Bloco A (estacionamento gratuito)

Unidade Vila Mariana – Residencial Israelita Albert Einstein
Rua Madre Cabrini, 462- Vila Mariana
Banco de Sangue -2º andar – bloco D,(estacionamento gratuito)

De segunda a sexta das 8h às 21h e sábados das 8h às 17h

O vírus transmissor dessa doença é cem vezes mais contagioso que o da Aids e as complicações são responsáveis pela morte de mais de 1,5 milhão de pessoas.

Não é por acaso que a distribuição gratuita de preservativos aumenta na época de carnaval. A chance de contrair doenças sexualmente transmissíveis aumenta nesse período do ano, em que a combinação de folia e bebida pode diminuir a atenção na hora de se proteger para o sexo. São diversas as doenças que podem surgir de uma contaminação por falta de preservativo, entre elas a sífilis, a gonorreia e o herpes genital. Mas outras se manifestam de maneira mais silenciosa e grave, como a hepatite B.

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No Brasil, não existem números exatos dos portadores dessa doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 2 bilhões de pessoas já tiveram contato com esse

Muitas pessoas não dão importância, mas é preciso ficar atento à hepatite B: “Esta época do ano é um período de festa e, muitas vezes, de irresponsabilidade. Parece clichê, mas ainda é importante ressaltar o uso do preservativo, principalmente quando falamos sobre doenças que podem ser transmitidas por relações sexuais”, alerta o infectologista. O vírus transmissor dessa doença é cem vezes mais contagioso que o da Aids e as complicações são responsáveis pela morte de mais de 1,5 milhão de pessoas.vírus, das quais 240 milhões tornaram-se portadoras crônicas, sendo esse grupo mais suscetível a complicações como cirrose e câncer de fígado. Após a infecção do indivíduo, a hepatite B se cura em 95% dos casos, tendo, em princípio, portanto, um bom prognóstico. No entanto, é entre os 5% dos indivíduos infectados que não conseguem eliminar o vírus do organismo e se tornam, portanto, “portadores crônicos da hepatite B” que reside o maior problema. “Isso porque cerca de um terço desses portadores crônicos desenvolverá inflamação significativa no fígado (hepatite crônica), que vai evoluir para cirrose após alguns anos e, eventualmente, para o câncer primitivo do fígado”, afirma o infectologista Alberto Chebabo, do laboratório Sérgio Franco Medicina Diagnóstica.

No caso da hepatite B, Chebabo lembra que ela é uma doença infecciosa causada pelo HBV, um vírus DNA, que resulta na inflamação das células hepáticas do portador. “Não está sendo divulgado, mas há muito tempo o Brasil vivencia uma epidemia de hepatite, não somente a B. A maioria das pessoas não se vacina e acaba só descobrindo a doença quando faz o exame, seja porque o médico percebeu os sintomas da doença ou porque está fazendo um check-up rotineiro”, explica o infectologista.

Mais de 2 bilhões de pessoas já tiveram contato com o vírus, das quais 240 milhões tornaram-se portadoras crônicas da doença.

A hepatite B é uma doença grave que pode ser prevenida através de vacinação. Crianças e jovens devem ser vacinados. O que preocupa é que muitos jovens, hoje na faixa etária entre 13 e 16 anos, não foram vacinados contra hepatite B e, por estarem em fase de iniciação sexual, por desconhecimento e falta de prevenção, são sérios candidatos à doença, através do beijo. Por esse motivo o médico ressalta a importância de tomar a vacina. Existem três opções: a primeira é a vacina apenas para a hepatite A; a segunda opção é a vacina somente para a hepatite B e a terceira opção é a vacina que contempla a hepatite A e B conjuntamente. “Quanto à hepatite B, além da vacina, ressalto mais uma vez, é importante o uso de camisinha para evitar a doença”, alerta Chebabo.

O infectologista reforça que hoje não existem mais grupos de risco para doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Mulheres casadas, com namorados fixos, adolescentes e homossexuais têm o mesmo risco de contrair uma DST caso não pratiquem sexo seguro, ou seja, com o uso de preservativo. “As principais DSTs são AIDS, hepatite, gonorreia, herpes, sífilis, infecção por clamídia e micoplasma. Por isso é preciso curtir de forma consciente o carnaval”, finaliza Chebabo.

Adora a folia ou queria aproveitar o feriado para descansar, mas foi escalado para trabalhar no carnaval? Como fazer, então, para não sofrer de inveja daqueles que estão curtindo os blocos por aí ou viajando para um lugar legal? Um primeiro passo é pensar que, se foi requisitado, é porque atua em uma área importante, o que, de alguma maneira, pode ajudar o profissional a se sentir valorizado nessa época do ano.

— Se você é um daqueles que gosta da folia, porém foi escalado para trabalhar, fazer plantão de suporte ou atendimento emergencial ao cliente ou paciente, perceba a possibilidade de ser reconhecido como um profissional responsável, que veste a camisa da empresa e com quem a chefia pode contar para a realização das tarefas e do gerenciamento e resolução de problemas em caso de necessidade. Algumas competências, habilidades e atitudes são muito bem vistas e muitas vezes servem como destaque para ser percebido como um profissional de talento pela gestão e equipe de trabalho — afirma a coach Betty Dabkiewicz.

A coach Waleska Farias destaca que há, realmente, algumas áreas que não conseguem escapar do trabalho no carnaval:

— Por mais que essa opção seja tentadora, não existe um botão on/off para desconectar o mundo no carnaval. Alguns precisam trabalhar para que os serviços básicos possam funcionar e, nesse contexto, algumas profissões certamente são mais exigidas. Imagine se, no período de carnaval, todos os bares, restaurante, hospitais, delegacias de policia, hotéis, serviços de transportes e outro mais decidissem decidam parar?.

Veja mais algumas dicas elaboradas pela coach Betty Dabkiewicz:

1. Verifique antecipadamente com o seu chefe quais as datas e horários de trabalho, atendimento ou plantões e programe-se para chegar na hora e no local de maneira que possa efetivamente exercer a sua função.

2. Combine com antecedência com o seu chefe se haverá possibilidade de usar roupas mais descontraídas e confortáveis nestes dias de trabalho e se os horários e trocas de plantão serão de alguma forma flexibilizados ou financeiramente compensados.

3. Caso não possa comparecer ao trabalho, lembre-se de avisar com pelo menos 72 horas de antecedência para que seja providenciado um substituto, ou proponha um profissional para ocupar o seu lugar nos horários em que não estiver disponível para cumprir o exercício de suas funções.

4. Mantenha a atitude positiva e profissional; evite ficar reclamando ou lamentando-se enquanto trabalha, afinal, ninguém gosta de ter ao lado alguém mal humorado ou infeliz.

5. Combine com seus parceiros de folia quando poderá acompanhá-los e aproveite com consciência e responsabilidade os momentos destinados ao seu divertimento, pois ninguém é de ferro!

6. Parar de acessar o Facebook e outras redes sociais, para evitar ver fotos de amigos em blocos ou viajando, pode ajudar também a não cair em tentação. Mas esse tipo de comportamento vai depender de pessoa pra pessoa. É necessário se autoconhecer para saber se essa prática pode prejudicar o desempenho do profissional.

 

Fonte: O Globo

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