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Mitos e verdades sobre o câncer de mama

Apesar do alerta para realizar periodicamente o exame de toque, a mamografia e visitar o ginecologista anualmente, muitas dúvidas ainda pairam sobre este mal.

Para esclarecer as questões sobre o câncer de mama, o Governo de São Paulo e o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) lançaram uma lista de mitos sobre a doença:

O câncer de mama é sempre hereditário?

Apenas 10% dos tumores tem esta correlação. No entanto, é sempre importante ficar atento ao próprio corpo para verificar o surgimento de nódulos ou feridas que persistem por muito tempo e não existiam antes. Nestes casos, a visita ao médico não pode ser adiada.

O autoexame substitui a mamografia?

O autoexame ou o exame clínico, feito por um especialista, não são suficientes para o diagnóstico de câncer. Recomenda-se que a mamografia seja realizada regularmente.

O desodorante aerossol facilita o desenvolvimento de tumores?

A axila não tem células mamárias, portanto, o uso de qualquer tipo de desodorante não afeta as mamas.

A prótese de silicone pode dificultar o diagnóstico?

Não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas. Além disso, não há pesquisas que relacionem a cirurgia para aumento dos seios com o aparecimento de tumores.

O uso de sutiã apertado aumenta as chances de câncer de mama?

Independente do tecido ou modelo, o sutiã não favorece o desenvolvimento do câncer de mama.

A pílula anticoncepcional provoca câncer?

Não existem estudos que permitam a associação entre o uso do anticoncepcional e o aumento da incidência de câncer.

Quando o câncer aparece novamente, a doença não tem mais cura?

Cada paciente responde de uma maneira aos tratamentos, por isso, não é possível afirmar que todos os casos vão evoluir da mesma forma.

Com a chegada do verão, é preciso redobrar os cuidados com a pele. A exposição solar sem proteção e fora dos horários recomendados é a principal causa de câncer de pele não-melanoma, o mais comum na população brasileira. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

Para o biênio 2016-2017, de acordo com o Inca, são estimados 175.760 novos casos da doença. Apesar de ser o que acomete mais pessoas, o câncer de pele é o tipo com mais baixa mortalidade e altos índices de cura, podendo chegar a 90%, se diagnosticado precocemente, aliado ao tratamento adequado.

A boa notícia é que com a adoção de medidas simples no dia a dia e acompanhamento médico regular é possível prevenir o câncer de pele. Confira as dicas do médico epidemiologista e do oncologista clínico da Fundação do Câncer, Alfredo Scaff e Frederico Müller.

Horários recomendados para exposição ao sol

Deve ser antes das 10h e após as 16h. Fora desses períodos, a radiação solar é muito perigosa, pois favorece o envelhecimento precoce e aumenta os riscos de desenvolver câncer de pele. Com o banho de sol nos horários recomendados é possível garantir ainda boa absorção de vitamina D, que, entre os benefícios, fortalece os ossos.

Cuidados na praia ou piscina

Na praia, na piscina ou em qualquer outro local onde haja exposição ao sol, a proteção é sempre a melhor opção. Por isso, use sempre chapéus, bonés, roupas com proteção UV e guarda-sol (feito de algodão ou lona, evitando barracas de nylon). É essencial o uso de filtro solar com, no mínimo, FPS 30, contra radiação UVA e UVB, no corpo e nos lábios. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Eles ajudam a bloquear a ação dos raios solares. Também é importante a utilização de óculos escuros com filtro ultravioleta, que previnem lesões oculares.

Profissionais que trabalham ao ar livre

Os tumores de pele estão relacionados a alguns fatores de risco e, principalmente, à exposição aos raios ultravioletas do sol. Pessoas que trabalham sob o sol são mais vulneráveis ao câncer de pele não-melanoma. Além dos cuidados básicos de proteção, quem trabalha ao ar livre durante o dia deve usar camisas de manga longa e calças compridas e buscar abrigo na sombra. O protetor solar deve ser repassado na frequência indicada pelo profissional de saúde. Vale ressaltar que, fora do prazo, eles não oferecem proteção. Essas orientações também são válidas para quem pratica atividades físicas ao ar livre.

Sintomas que podem indicar câncer de pele

Feridas na pele que demoram a cicatrizar (em um período maior que quatro semanas), variações na cor de sinais que já existiam, manchas que coçam ou sangram e o surgimento de pintas com bordas irregulares podem ser indicativos da doença.

Importante destacar o chamado “ABCD” da transformação de uma pinta em melanoma. Ou seja: Assimetria – uma metade diferente da outra; Bordas irregulares – contorno mal definido; Cor variável – várias cores em uma mesma lesão; Diâmetro – maior do que seis milímetros. Caso perceba algum desses sintomas em você ou alguém da sua família, procure um profissional de saúde o mais rápido possível. O diagnóstico precoce é um bom aliado no tratamento da doença. Por isso, é fundamental o acompanhamento médico periódico.

Grupos de risco na população

O câncer de pele se manifesta, na maioria dos casos, em pessoas com mais de 40 anos, de pele clara, olhos azuis ou verdes, cabelos loiros ou ruivos, pessoas albinas, histórico de câncer de pele pessoal ou na família e em forma de feridas, nódulos ou pintas em qualquer parte do corpo. A doença é relativamente rara em crianças e pessoas de pela negra, com exceção dos portadores de lesões cutâneas anteriores.

Riscos do bronzeamento artificial

As câmaras de bronzeamento artificial trazem riscos comprovados à saúde, e, em 2009, foram reclassificadas como agentes cancerígenos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no mesmo patamar do cigarro e do sol. A prática de bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumenta em 75% o risco de câncer de pele, além de acelerar o envelhecimento precoce e provocar outras dermatoses.

Até o dia 13 de setembro, o Metrô de São Paulo promoverá uma campanha sobre o câncer do colo do útero, doença que acometeu mais de 15 mil mulheres no Brasil apenas no ano passado.

Para debater com a sociedade sobre esta doença, os usuários do metrô poderão receber informações e debater com os integrantes do movimento Força Amiga nas estações Sé, Paraíso e Barra Funda.

Dividida em diferentes etapas, a campanha prevê ativação nas redes sociais, com o uso da hashtag #ForçaAmiga, engajamento de celebridades, sensibilização da sociedade por meio de conteúdo na conta de luz, em parceria com a AES Eletropaulo, com parceria com a AES Ergos, intervenções no Metrô de São Paulo e no Programa Poupatempo, além de disseminação de conhecimento entre os especialistas, jornalistas, blogueiras e influenciadores, para fomentar uma discussão integral sobre a saúde da mulher que precisa se prevenir e a que hoje já tem a doença, visto que 20% delas apresentam resposta terapêutica inadequada às tecnologias atualmente disponíveis.

O movimento é idealizado pela Roche, com parceria das seguintes entidades: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), o Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos – EVA, a Associação Brasileira de Patologia do Trato Genitário Inferior e Colposcopia (ABPTGIC), a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), o Instituto Oncoguia, o Instituto Lado a Lado pela Vida e o Movimento Todos Juntos Contra o Câncer.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) lançou portal voltado para prevenção de doenças a partir da alimentação. De acordo com o site do Instituto, “a alimentação e a nutrição inadequadas são classificadas como a segunda causa de câncer que pode ser prevenida”.

A iniciativa busca alertar a população para a importância em manter uma dieta rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, evitando alimentos ultraprocessados (já prontos para consumo). Esta atitude pode prevenir de 3 a 4 milhões de casos novos de câncer a cada ano no mundo.

As recomendações de alimentação e prevenção também poderão ser seguidas por pessoas que superaram o câncer. Estes precisam cuidar da alimentação, praticar atividade física e buscar manter o peso adequado para recuperar a saúde.

Conheça algumas dicas do INCA, baseadas nos relatórios do Fundo Mundial para Pesquisa contra o Câncer e do Instituto Americano de Pesquisa em Câncer, entre outras pesquisas:

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Adoçantes artificiais:

Os adoçantes mais utilizados são: estévia; sorbitol; aspartame; ciclamato; sucralose e sacarina. Quando são consumidos em excesso, alguns efeitos colaterais podem ocorrer, como dor de cabeça, mal-estar, alterações de humor e diarreia.

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Alimentos e bebidas com alto teor calórico:

Hambúrgueres, pizza, salgadinhos, biscoitos, entre outros alimentos, apresentam alta quantidade de gordura e açúcar,

o que ele a concentração de calorias. O consumo destas comidas pode gerar aumento do peso corporal, resultando em sobrepeso e obesidade.

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Modo de preparo da carne:

Ao prepará-las, é indicado cozinhar no vapor, ou ensopadas, ou guisadas ou assadas. As temperaturas muito elevadas (acima de 300°C), para  fritar ou grelhar, formam compostos químicos que são cancerígenos.

Conheça mais dicas e descubra os mitos no site: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/cancer/site/prevencao-fatores-de- risco/alimentacao

Na manhã de hoje (20), foi divulgada a notícia do câncer que acometeu o ator Edson Celulari, 58 anos. O Linfoma Não-Hodgkin ocorre particularmente em pessoas com mais de 60 anos por razões desconhecidas e ataca o sistema linfático, responsável pela imunização.

Este linfoma afeta principalmente os vasos sanguíneos e diversos tipos de células, podendo se espalhar pelo corpo.

Alguns fatores de risco são conhecidos, tais como:

Sistema imune comprometido – Deficiência na imunidade graças a doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras e infecção pelo HIV apresentam maior risco.

Exposição química – Certos agentes químicos também podem prejudicar a saúde, como pesticidas, solventes, fertilizantes, herbicidas, inseticida e nitrato.

Exposição a altas doses de radiação.

Os médicos indicam manter uma alimentação rica em verduras e frutas para proteger a saúde contra esta e outras formas de câncer.

Sintomas:

  • Aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha;
  • Sudorese noturna excessiva;
  • Febre;
  • Coceira na pele;
  • Perda de peso sem explicação.

O diagnóstico ocorre por meio dos seguintes exames:

  • Biópsia;
  • Exame de imagem (tomografia, ressonância);
  • Por meio das células do corpo.

Após a realização dos exames, os médicos avaliam a extensão da doença e começam o tratamento (quimioterapia e radioterapia).

Muitos casos de leucemia podem ter sido causados por deficiência de vitamina D. Esta é a conclusão do novo estudo publicado no PLOS One.

Foram descobertos 352 mil novos casos de leucemia em 2012. No ano passado, cerca de 54 mil casos foram diagnosticados apenas nos Estados Unidos.

Enquanto os cientistas não apresentam certeza sobre as causas da leucemia, genética e fatores do ambiente, inúmeros estudos mostraram a relação da taxa de vitamina D no organismo e a leucemia.

Enquanto a vitamina D é encontrada em alguns alimentos, inclusive em peixes, queijos e ovos, mas em pequena quantidade, a melhor fonte desta vitamina ainda é o sol.

Neste último estudo sobre o assunto, o coautor Cedric Garland, professor adjunto do Departamento de Medicina Familiar e Saúde Pública da Universidade da Califórnia, e colegas analisaram dados da Agency for Cancer Research’s (IARC).

Os pesquisadores observaram o número de indivíduos com Leucemia em 172 países e a quantidade de radiação UVB que cada país recebia em média seguindo os dados do International Satellite Cloud Climatology Project.

A equipe descobriu que as pessoas que viviam em países distantes da Linha do Equador, como Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá e Irlanda, eram duas vezes mais propensas a ter leucemia do que moradores da Nigéria, Bolívia, Samoa e Madagascar.

Quanto mais distante da Linha do Equador, menor é a exposição da população ao sol. De forma que os estudiosos acreditaram ser possível que a leucemia esteja, entre tantas razões, relacionada com o nível baixo de vitamina D.

Não é apenas no verão que o uso do protetor solar deve ocorrer. Esta deve ser uma prática diária, mesmo em dias nublados.

A falta do protetor solar por prejudicar a pele de maneira grave. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o câncer de pele não melanoma (não maligno), causado pelo sol, é o mais incidente no Brasil dentre todos os outros tipos desta doença com mais de 130.000 novos casos por ano. A proteção solar ainda não é um hábito comum dos brasileiros e o elevado índice de câncer de pele é uma prova disso.

Para verificar os hábitos de proteção dos brasileiros, uma pesquisa realizada pelo instituto IPUPO com 1278 pessoas, de ambos os sexos, entre 19 e 65 anos, nas cidades de Campinas, Porto Alegre, Recife e São Paulo, mostrou que a população ainda se expõe de maneira perigosa aos efeitos danosos da radiação solar.

Veja os resultados da pesquisa:

  • 71% da população ignora a proteção uva ao comprar o filtro solar;
  • 53% da população se expõe ao sol pela manhã por acreditar ser este o horário mais seguro;
  • 53% dos entrevistados não aplicam filtro solar diariamente;
  • 69% dos entrevistados não reaplicam filtro solar;
  • ­Somente 13% dos entrevistados recorrem ao dermatologista para indicação do melhor filtro a ser utilizado;
  • FPS 30 e 50 são os preferidos dos brasileiros;
  • 53% aplicam o filtro solar apenas no rosto;
  • 74% dos brasileiros não aplicam fotoprotetor em dias nublados;
  • Apenas 10% utilizam roupas para se proteger do sol.

“O principal objetivo da pesquisa foi coletar dados e alertar a população e a comunidade científica da necessidade de se melhorar os canais de informação da população em relação ao uso correto e escolha adequada dos fotoprotetores em função do tipo de pele”, afirma o Farmacêutico Lucas Portilho, Presidente do IPUPO.

O uso do filtro solar é, sem dúvida, uma ferramenta importantíssima, senão a mais importante e crucial, para prevenir o chamado fotoenvelhecimento, envelhecimento da pele causado e acelerado pela exposição aos diferentes tipos de radiação solar, e o câncer de pele. O uso adequado e consciente do fotoprotetor contribui para a manutenção de uma pele livre de sinais precoces do envelhecimento, como rugas, manchas e flacidez, e em casos mais avançados, da elastose solar. “Estudos científicos já demonstraram que o excesso da radiação ultravioleta emitida pelo sol é a principal responsável pelo envelhecimento precoce da pele”, afirma Portilho, que já viajou o mundo estudando novas moléculas que protegem a pele da radiação solar.  “Ninguém quer chegar aos 30 anos com rugas, manchas e flacidez. Por outro lado, é muito fácil chegar aos 50 e até aos 60 anos livre de rugas, basta usar filtro solar de modo adequado desde cedo, uma vez que os danos provocados pela radiação solar são acumulativos”, complementa.

Em 2016, medicamento capaz de reduzir os efeitos colaterais do tratamento de câncer chegará ao mercado. Há um mês ele foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Denominado Fiprima (filgrastim), ele é indicado a pacientes que apresentam o sistema imunológico comprometido pela realização de tratamento quimioterápico, restabelecendo a imunidade, de forma a evitar o surgimento de doenças infecciosas.

O remédio é fundamental para pacientes submetidos a tratamentos quimioterápicos e que apresentam contagem muito baixa de neutrófilos, glóbulos brancos que ajudam a combater infecções.

Desenvolvido pela Eurofarma e produzido pela Fiocruz, o medicamento será gratuitamente distribuído pelo Sistema único de Saúde (SUS).

Na última semana, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) divulgou uma projeção sobre os novos casos de câncer que podem ocorrer no Brasil em 2016.

Para o próximo ano, espera-se 596.070 novos casos de câncer, onde os mais incidentes serão:

Homem

1° Pele não Malanoma

2° Próstata

3° Pulmão

4° Cólon e reto

5° Estômago

6° Cavidade oral

7° Esôfago

8° Bexiga

9° Laringe

10° Leucemia

Mulher

1° Pele não melanoma

2° Mama

3° Cólon e reto

4° Colo do útero

5° Pulmão

6° Estômago

7° Corpo do útero

8° Ovário

9° Glândula Tireoide

10° Linfoma não-Hodgkin

Os novos casos estão ligados com os fatores de risco, a qualidade da assistência prestada, qualidade da informação e envelhecimento da população. “Com o envelhecimento da população, as doenças crônicas não transmissíveis tornam-se cada vez mais comuns. Hoje, as doenças cardiovasculares e o câncer já são as principais causas de morte entre os brasileiros. O câncer destaca-se como um importante desafio à saúde pública e que demanda foco em ações de prevenção e controle da doença. Mas é importante ressaltar que, em comparação com os países desenvolvidos, o impacto do câncer no País (incidência e mortalidade) encontra-se em nível intermediário”, ressalta Marise Rebelo, gerente da Divisão de Vigilância e Análise de Situação.

Vale lembrar sobre a necessidade de consultar regularmente um médico, realizar exames periodicamente, realizar atividades físicas e se alimentar bem. Manter atitudes como essas ajuda a evitar muitas doenças e, nos casos de câncer, descobrir precocemente, de forma a realizar um tratamento.

Relatório publicado pela Agência de Normas Alimentares do Reino Unido (FSA) indica que consumo excessivo de alimentos ricos em amido preparados em temperatura alta pode estar associado ao aumento do risco de câncer e danos ao sistema nervoso e reprodutivo.

Batatas, pães, massas, biscoitos e café queimados podem liberar uma reação química que provoca a formação da substância acrilamida. Esta faz parte da lista de produtos provavelmente carcinogênicos para humanos estabelecida pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (Iarc) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os efeitos da substância foram verificados em testes realizados em animais e no laboratório. De acordo com a FSA, o efeito nos humanos depende da quantidade do produto ingerido.

Para evitar a formação da acrilamida, a Agência recomenda algumas medidas:

  • Ao fritar batatas em casa, elas devem ser retiradas do óleo quando tiverem uma cor levemente dourada;
  • Ao fazer torradas, retire-as do calor quando ainda estiverem com uma cor clara;
  • Instruções de fabricantes sobre como fritar ou aquecer alimentos devem ser seguidas com cuidado.

Evite consumir alimentos queimados. Cuide do tempo de preparo e fique de olho na cor e no aroma, para evitar um aquecimento muito maior.

 

Há várias histórias referentes a efeitos positivos que a terapia com cachorros pode causar nas crianças com câncer e seus familiares.

Uma nova pesquisa apresentou alguns dados sólidos que reportam o impacto positivo do programa de terapia com cachorros. Os resultados foram apresentados no American Academy of Pediatrics National Conference & Exhibition, nos Estados Unidos.

Muitos hospitais já apresentam a terapia com cães, que visitam os pacientes e seus familiares. E nos casos onde o melhor amigo do homem foi utilizado, notou-se uma melhora do bem-estar e da saúde mental, emocional e social.

O novo estudo utilizou dados dos pacientes, como a pressão sanguínea, a pulsação e os níveis de ansiedade, coletados antes e após a visita dos cães durante a terapia. Nas visitas, as crianças falavam com os cachorros, faziam carinho, tiravam fotos, assistiam as performances de truques e aprendiam os comandos obedecidos pelos cachorros.

Resultados preliminares mostraram que o índice da pressão sanguínea nos grupos que frequentavam a terapia com cachorros caiu. Além disso, os parentes das crianças com câncer reportaram sofrer de ansiedade e com a terapia houve uma queda.

Para os pesquisadores, a terapia com cachorros promove um efeito calmante nos pacientes e nos parentes. Esses resultados incentivam os hospitais a promover ainda mais a prática da terapia com cachorros.

Publicado no British Journal Dermatology, estudo realizado por pesquisadores do King’s College London, no Reino Unido, mostra que é possível conhecer a probabilidade de sofrer com câncer de pele apenas observando a quantidade de pintas no braço direito.

Para a pesquisa, um grande grupo de gêmeas foram estudadas durante oito anos, tempo que os pesquisadores usaram para coletar informações sobre a pele, como sardas e pintas. Em seguida, eles repetiram o teste com 400 homens e mulheres com melanoma (tumor maligno) e perceberam que o número de pintas no braço direito pode indicar uma chance maior da pessoa sofrer câncer de pele.

De acordo com os estudiosos, mulheres com mais de sete pintas no braço direito tiveram uma probabilidade nove vezes maior de ter mais de 50 pintas pelo corpo. Já aquelas com mais de 11 pintas no braço direito tinham uma probabilidade maior de ter 100 pintas pelo corpo, significando um maior risco de ter melanoma.

Para os envolvidos na pesquisa, as conclusões podem causar um grande impacto do sistema de saúde, ao permitir que os médicos estimem o número de pintas por meio do braço.

Saber a quantidade de pintas é um passo importante para o paciente ser encaminhado a especialista. Mas só observar as pintas do braço não adianta. É importante observar todo o corpo para notar se há alguma mudança no tamanho das pintas, na cor ou no formato com o passar do tempo.

A maior parte das pintas é inofensiva, mas quem possui um alto número delas precisa ter mais cuidado, como passar protetor solar e evitar tomar sol. Devemos ficar atentos quando nossas pintas ganham coloração e formas assimétricas, quando elas aumentam de tamanho ou quando elas ficam inflamadas, sangram, formam casquinha ou causam coceira, informa o Sistema Público de Saúde britânico.

Pesquisadores do instituto sueco Karolinska, em Estocolmo, realizaram estudos para verificar a ligação entre a altura e o risco de desenvolver câncer. O resultado mostrou que quanto mais alta for a pessoa, maior é o risco de desenvolver câncer de pele e mama, entre outros tumores.

De acordo com a pesquisa, realizada com 5,5 milhões de homens e mulheres com altura até 2,25 metros, para cada 10 centímetros de altura em um adulto, o risco do surgimento de um câncer é 18% maior em mulheres e 11% em homens.

Não se sabe ainda a razão da relação entre a altura e o câncer, mas há três possíveis explicações, dadas pela pesquisadora Emielie Benyi, responsável pelo estudo:

  • Pessoas mais altas têm mais células, por isso, a probabilidade de ocorrer mutações nelas e formar tumores é maior;
  • Há maiores chances das pessoas altas terem ingerido hormônio do crescimento durante a adolescência;
  • Por ser alta, a pessoa pode comer mais, ou seja, ingerir mais caloria, o que também tem relação com o câncer.

A primeira possível causa é a que possui maior chance de estar correta, segundo os pesquisadores.

A descoberta da real razão ajudará a melhorar o desenvolvimento de novos tratamentos. Por isso, maiores estudos sobre o assunto serão realizadas.

A fumaça do incenso pode ser mais prejudicial à saúde do que a do cigarro, indica estudo publicado no jornal Daily Mail.

De acordo com a pesquisa, ao deixar o incenso queimando em local fechado, a pessoa acaba inalando a fumaça que apresenta substâncias tóxicas que podem provocar mutações no DNA. Este dano pode gerar inflamações, câncer de pulmão, leucemia e tumores no cérebro.

As substâncias presentes na fumaça do cigarro e do incenso foram comparadas em análise realizada no organismo de hamsters. Os cientistas indicaram que o incenso contém substâncias químicas que podem alterar o material genético.

Os pesquisadores indicam que o uso de incenso seja feito apenas em ambientes abertos, para evitar a inalação da fumaça.

Estudo publicado ontem (01) no Biophysical Journal indica que a toxina da vespa brasileira pode ajudar na cura do câncer.

Segundo a pesquisa, a vespa Polybia paulista produz um veneno, conhecido como MP1 (Polybia-MP1), usado para se proteger contra os predadores. Esta mesma toxina pode matar as células cancerosas sem danificar as saudáveis.

Esta descoberta pode gerar novas combinações de terapia para tratar o câncer presente em diferentes partes da célula ao mesmo tempo. Mais estudos serão realizados para poder dar sequência aos novos tratamentos.

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e a função desta data é lembrar sobre os males que o cigarro pode trazer, como câncer de pulmão, impotência sexual, gangrena em algumas partes do corpo e o câncer de bucal.

Segundo pesquisas realizadas com a população brasileira, o câncer bucal mata mais de três mil pessoas por ano e está entre os dez principais tipos de câncer mais comuns entre os brasileiros.

O cigarro possui cerca de cinco mil compostos químicos, o que o transforma no principal causador de câncer bucal, que pode afetar o lábio, a língua, as gengivas, o palato duro, a mucosa bucal e o assoalho da boca.

Os principais sintomas são as feridas na boca que não cicatrizam em uma semana, manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal e as ulcerações superficiais.

Por prejudicar a salivação e o sistema imunológico, o cigarro é o fator principal que gera este problema. Estudos revelam que o indivíduo que fuma 20 cigarros por dia tem risco dez vezes maior de desenvolver câncer bucal.

Evitar fumar e começar a diminuir a quantidade aos poucos é um caminho que levará a uma vida sem cigarro e, consequentemente, mais saudável.

Cientistas do Institute of Cancer Research descobriram que é possível identificar a reincidência do câncer por meio do exame de sangue. A pesquisa ainda está em fase experimental.

Segundo matéria publicada pela BBC, os estudiosos encontraram traços de câncer de mama em um grupo de mulheres cerca de oito meses antes do provável período que seria identificado. Isto permite que o tratamento seja realizado bem mais cedo e aumente a chance de sobrevida do paciente.

A pesquisa acompanhou 55 mulheres que já tiveram câncer, onde 15 tiveram novamente um tumor e 12 descobriram estarem novamente com um tumor por meio do novo teste.

Este novo teste analisa o DNA que sofreu mutação do tumor, a partir do exame de sangue. Após isso, traços da mutação são rastreados no sangue. Apesar do exame de sangue ser barato, a investigação do DNA de um tumor é bem caro.

Os cientistas afirmam que esta descoberta pode ajudar nos tratamentos e até mesmo na busca pela cura do câncer, no entanto, levará anos para esse exame ficar disponível para o público.

A volta do tumor pode acontecer graças a uma cirurgia que não consegue tirar todo o tumor ou que já está espalhado por outras partes do corpo.

Estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) aponta que a quimioterapia pode ser prejudicial aos pacientes com câncer terminal.

A pesquisa realizada com 300 pacientes com câncer metastático mostrou que tanto os pacientes com mobilidade limitada quanto os capazes de realizar as funções básicas tiveram piora na capacidade de locomoção, na realização de tarefas e na execução das necessidades básicas ao continuarem com as sessões de quimioterapia.

A quimioterapia trata-se de um tratamento que destrói as células cancerígenas e reduz os tumores. No entanto, apresenta efeitos colaterais, como fraqueza, náuseas, fatiga e queda de cabelo.

Holly Prigerson, do Weel Cornell Medical College e do Hospital Presbiteriano de Nova Iorque, um dos responsáveis pelo estudo, afirma que o resultado encontrado mostra a necessidade dos médicos desaconselharem a utilização da quimioterapia para os pacientes com câncer avançado em seus últimos meses de vida.

As informações são do G1.

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