Queremos a Barbie careca!
janeiro 13, 2012 por Stefanie
Em: Campanhas Interessantes, Saúde Social
A ideia de uma boneca Barbie careca foi inspirada pela história da menina de 4 anos de idade, Genesis Reyes, que perdeu todo o seu cabelo após um tratamento para câncer. Quando a menina declarou que não se sentia mais como uma princesinha por não ter seu cabelo, os pais de outra criança que também estava sendo tratada no mesmo hospital, pediram ao CEO da Mattel, um amigo pessoal, para criar uma boneca única para a Genesis.
Agora, a campanha pela “Bald and Beautiful Barbie” (Careca e Linda Barbie) espera que a Mattel comercialize bonecas como a da Genesis para trazer alegria para as crianças que precisam lidar com a perda de cabelo. Não apenas as meninas que têm câncer, mas também àquelas que têm mães, tias, avós e amigas carecas por causa da quimioterapia.
Um grupo no Facebook criado para apoiar o pedido feito para a Mattel já tem mais de 85 mil curtidas.
Algumas sugestões incluem produzir a Barbie careca e, junto da caixa da boneca, colocar acessórios como chapéus e lenços, uma forma de ensinar meninas que perderam os cabelos, as várias maneiras de enfrentar a situação.
“Adoraríamos ver uma porcentagem do lucro [da comercialização das Barbies] ser direcionada para pesquisas de câncer infantil e tratamentos”, é outra sugestão dada pelo grupo da campanha no Facebook.
Recentemente, Barbies da Katy Perry e Nicki Minaj foram fabricadas para gerar benefícios às instituições de caridade. Pedir por uma Barbie que ajude na luta contra o câncer parece ser uma ótima forma de conscientizar sobre a doença, que tem grandes chances de cura se diagnosticada precocemente.
A Mattel ainda não deu respostas a esta campanha.
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agosto 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O principal medicamento para tratar a leucemia linfóide aguda, o câncer infantil mais frequente, teve a fabricação suspensa temporariamente no Brasil. O remédio em questão é o Elspar (asparaginase), essencial no controle da doença.
De acordo com especialistas, a falta do medicamento pode comprometer tratamentos, já que seu uso é importante nas primeiras quatro semanas.
A Bagó, empresa que produz o remédio, informou que a suspensão ocorreu porque a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária não aprovou a mudança do local de fabricação do remédio.
Em comunicado à agência, a Bagó informou que nos próximos 180 dias, a venda do medicamento em estoque deverá ser racionada, período em que a empresa espera realizar as alterações exigidas pela Anvisa e retomar a fabricação.
Qual seria a solução?
“Já está faltando medicamento em todo Brasil. Vai ser um caos se a fabricação não for retomada com urgência. A leucemia não avisa quando vai chegar”, ressalta Silvia Bradalise, responsável pelo Protocolo Brasileiro de Leucemia Linfóide Aguda e presidente do Centro Infantil Boldrini (Campians/SP), entidade que atende em média dez casos novos da doença por mês.
Segunda ela, uma solução emergencial é a importação do medicamento de países como Argentina, Chile ou Estados Unidos. Como o Elspar já está em falta no mercado, já foi feito um pedido de importação para conseguir um novo lote do remédio. Nesse caso, o empecilho é mais a burocracia do que o custo.
Leucemia linfóide aguda
A leucemia aguda afeta de três a cinco crianças a cada 100 mil. É uma doença progressiva, que necessita de urgência no tratamento, cujo objetivo é destruir o maior número de células doentes (blastos). Com isso, a medula óssea recupera sua produção de células normais.
Os sintomas de leucemia linfóide aguda podem ser iguais aos de várias outras doenças ou infecções. Um diagnóstico seguro da doença só pode ser feito depois de um exame clínico minucioso seguido de exames específicos.
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