Você sabe o que são os bancos de perucas?
outubro 10, 2011 por Blog da Saúde
Em: Estética, Saúde Física
Como estamos no Outubro Rosa, um mês dedicado à conscientização da sociedade para o combate ao câncer de mama, não poderíamos deixar de falar de algo tão importante para as mulheres que estão nesta luta: a autoestima.
Pois com o tratamento de quimioterapia vem a queda temporária dos cabelos, e em alguns casos as pacientes também passam pela mastectomia (retirada da mama). A junção desses fatores acaba deixando-as com baixa autoestima e até em depressão. Muitas deixam de sair de casa e perdem a alegria por se sentirem menos femininas.
Aí vem a pergunta: Por que não se sentir bonita, mesmo estando em tratamento? Para algumas mulheres esta pode ser uma questão de falta de recursos, já que uma peruca, por exemplo, não é tão barata assim.
Então, na busca de valorizar e gerar maior autoconfiança nessas guerreiras existem alguns hospitais e entidades que fazem gratuitamente empréstimos de perucas, chapéus e próteses mamárias externas.
Esses serviços estão disponíveis em diversos estados do Brasil e também pela internet. Nesses locais, perucas são disponibilizadas para empréstimo e a única coisa que é pedida às pacientes é que elas cuidem devidamente do acessório e devolvam assim que não ele deixar de ser necessário, para que outras também possam desfrutar deste benefício.
Confira alguns locais que possuem banco de perucas:
• O Imama em Porto Alegre/RS empresta tanto perucas quanto chapéus. Contato pelo e-mail: contato@imama.org.br ou pelos telefones (51) 3264-3000 / 3264-8451.
• ONG Viva Melhor em Santo André, no ABC Paulista, coloca a disposição das mulheres perucas, próteses externas, além do atendimento psicológico. Contato pelo site ou pelos telefones (11) 4425-8597/9226-107.
• Grupo Rosa e Amor em Valinhos/SP oferece o empréstimo de perucas. Contato pelo site ou pelo telefone: (19) 3869-7899.
• Instituto Neo Mama em Santos/SP disponibiliza perucas, serviços de estéticas e próteses externas de mama. E-mail: neomama@neomama.org.br (Tel. (13) 3223-5588)
• ABRAPAC no Rio de Janeiro conta com um banco de perucas e pra quem tiver interesse ele ensina a montar um. Contato pelo e-mail participe@abrapac.org.br ou pelo telefone: (21) 2223-1600.
• Grupo de Apoio à Mulher Mastectomizada da Amazônia (GAMMA), o primeiro banco de perucas do estado conta também com lenços, chapéus e próteses de mama. Contato com o GAMMA pelo e-mail gamma.amazonia@gmail.com ou pelos telefones (92) 8825-2772 e (92) 8164-4282.
Para quem morar em cidades que não contam com um banco de perucas, já é possível ter acesso a um banco online. No site da Fundação Laço Rosa é possível pedir uma peruca apenas preenchendo um formulário, enviando uma foto recente e uma com cabelo e pronto, eles enviam o acessório para você.
Todas essas instituições e entidades necessitam e recebem doações de perucas. Portanto, se você quiser doar algum acessório, entre em contato pelos sites ou telefones acima e ajude a devolver a autoestima e o sorriso a muitas mulheres.
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outubro 3, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde da Mulher, Saúde Física
Já parou para pensar quantos dias por ano dedica a você? Trabalho, marido, filhos, família, estudos e tantas outras coisas vêm como prioridade e, quando percebemos, o dia passou, a semana passou, o mês e até o ano se foi…
A Campanha Dia Rosa convida todas as mulheres a escolherem um dia por ano para dedicar à saúde, bem-estar e qualidade de vida.
A proposta é alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. A mamografia deve ser feita anualmente, a partir dos 40 anos, mas quem tiver algum caso da doença em parentes de primeiro grau – mãe, irmã ou filha – deve ficar com a atenção redobrada, pois é considerada grupo de risco.
Ainda que o autoexame seja de extrema importância, não é completamente eficaz porque não detecta nódulos pequenos, quando ainda estão no estágio inicial e quando as chances de cura são imensas.
Dia Rosa
Esse movimento internacional chama-se Outubro Rosa e surgiu na Califórnia em 1997, propagando-se mundialmente ao iluminar com holofotes cor-de-rosa monumentos como a Torre de Pisa, na Itália e o Cristo Redentor (♥) no Brasil.
O encontro especial do #outubrorosa para blogueiras aconteceu em São Paulo e contou com a presença de mulheres engajadas nessa luta, como a Dra. Maira Caleffi, Presidente da Femama e a jornalista Ana Paula Padrão.
Apesar dos avanços da medicina e de toda informação propagada, 30 mulheres morrem por dia no Brasil em decorrência da doença – 45,3% dos casos são descobertos já em estágio avançado.
Mas é para mudar esse cenário que estamos aqui. Dá uma satisfação imensa saber que essas mulheres se reuniram com o propósito de cuidar umas das outras e de levar essa informação para você cuidar de si mesma, da sua mãe ou da sua amiga. Homens não ficam de fora e podem ter um papel importante ao cobrar os exames das mulheres presentes em sua vida.
Pelo Brasil
Durante o mês de outubro acontecerão atividades em diversas cidades. Este ano, além do Cristo Redentor, o Santuário Nossa Senhora da Penha e o Congresso Nacional ficarão iluminados, nos dias 4 e 5 de outubro, respectivamente. Conheça mais sobre o Dia Rosa no site da campanha.
Você sabia? A Lei 11.664/2008, que entrou em vigor no dia 29 de abril de 2009, garante a todas as mulheres com mais de 40 anos a mamografia gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).
Não deixe para depois. Eleja o seu dia e cuide-se.
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abril 15, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Não se trata de próteses comuns. Aliás, o recolhimento envolve um tipo muito específico de implante paras os seios composto de tungstênio e silicone utilizado para tratamento. O recall foi classificado como “aquele que envolve situações em que há probabilidade de que o uso gere graves consequências para a saúde ou mesmo a morte”.
Conhecido por Axxent FlexiShield Mini, era colocado temporariamente dentro de incisões feitas nos seios durante um procedimento médico no qual as mulheres recebiam um tratamento completo à base de radiação após terem passado por uma lumpectomia em casos de câncer de mama.
Os implantes tinham a função de ajudar a direcionar o feixe de radiação e assim proteger os tecidos saudáveis. Mas por serem falhos, fizeram com que os tecidos dos seios e os músculos peitorais ficassem repletos de partículas de tungstênio.
O que faz esse elemento tungstênio?
Não se sabe se o tungstênio é perigoso porque foram feitas poucas pesquisas sobre os efeitos a longo prazo deste elemento químico sobre a nossa saúde.
Mas essas partículas, ao aparecerem nos mamogramas, dificultaram a leitura dos resultados, além de parecerem com depósitos de cálcio – algo que pode indicar a presença de câncer. Resultado: podem ser confundidas com câncer ou ocultar um câncer real.
Para as mulheres, que tentam se curar e que temem o retorno da doença, a situação é perturbadora.
Foi o fato de o tungstênio aparecer nos mamogramas que fez com que fosse feito um recall de Classe I, o de tipo mais grave, segundo a agência reguladora americana FDA.
Até agora 29 mulheres foram afetadas. Até o momento, 16 delas fizeram mamogramas de acompanhamento seis meses após a cirurgia, e em todas elas foram encontradas partículas de tungstênio.
Algumas das mulheres cogitam submeter-se a mastectomias para livrarem-se das partículas desse elemento químico. Elas estão processando o hospital e o fabricante do implante. O dispositivo era fabricado por uma companhia chamada Xoft, que foi vendida para outra empresa, a iCad.
Histórico
O Axxent FlexiShield Mini foi liberado para uso pela FDA em junho de 2009, em um processo utilizado para produtos que são considerados equivalentes a outrosdisponíveis no mercado.
Esse processo leva menos tempo do que o procedimento utilizado para a aprovação de um novo dispositivo e geralmente não exige a realização de testes em seres humanos.
Os implantes, que foram retirados do mercado em fevereiro, eram modelados para cada paciente específico. As partículas de tungstênio escapavam após o corte de modelagem. Mas esses implantes foram projetados para serem cortados e modelados. As informações foram divulgadas no The New York Times.
EUA faz recall de implante incomum para os seios
Foi classificado como o mais urgente tipo de recall, aquele que envolve situações em que há probabilidade de que o uso gere graves consequências para a saúde ou mesmo a morte.
Não se trata de próteses comuns. Aliás, o recolhimento envolve um tipo muito específico de implante paras os seios composto de tungstênio e silicone utilizado para tratamento.
Conhecido por Axxent FlexiShield Mini, era colocado temporariamente dentro de incisões feitas nos seios durante um procedimento médico no qual as mulheres recebiam um tratamento completo à base de radiação após terem passado por uma lumpectomia em casos de câncer de mama.
Os implantes tinham a função de ajudar a direcionar o feixe de radiação e assim proteger os tecidos saudáveis. Mas por serem falhos, fizeram com que os tecidos dos seios e os músculos peitorais ficassem repletos de partículas de tungstênio.
O que faz esse elemento tungstênio?
Não se sabe se o tungstênio é perigoso porque foram feitas poucas pesquisas sobre os efeitos a longo prazo deste elemento químico sobre a nossa saúde.
Mas essas partículas, ao aparecerem nos mamogramas, dificultaram a leitura dos resultados, além de parecerem com depósitos de cálcio, algo que pode indicar a presença de câncer. Resultado: podem ser confundidas com câncer ou ocultar um câncer real.
Para as mulheres, que tentam se curar do câncer e que temem o retorno da doença, a situação é perturbadora.
Foi o fato de o tungstênio aparecer nos mamogramas que fez com que fosse feito um recall de Classe I, o de tipo mais grave, segundo a agência reguladora americana, FDA.
Até agora 29 mulheres foram afetadas: 27 no Hospital Memorial Presbiteriano Hoag, na Califórnia, e duas no Centro de Câncer Karmanos-Crittenton, em Michigan. Até o momento, 16 delas fizeram mamogramas de acompanhamento seis meses após a cirurgia, e em todas as 16 foram encontradas partículas de tungstênio.
Algumas das mulheres, temendo que o tungstênio possa ser perigoso para a saúde, estão cogitando submeter-se a mastectomias para livrarem-se das partículas desse elemento químico. Elas estão processando o hospital Hoag e o fabricante do implante.
O dispositivo era fabricado por uma companhia chamada Xoft, que foi posteriormente vendida para outra empresa, a iCad.
Histórico
O Axxent FlexiShield Mini foi liberado para uso pela FDA em junho de 2009, em um processo utilizado para dispositivos que são considerados equivalentes a produtos disponíveis no mercado.
Esse processo leva menos tempo do que o procedimento utilizado para a aprovação de um novo dispositivo e geralmente não exige a realização de testes em seres humanos.
Os implantes, que foram retirados do mercado em fevereiro, eram modelados para cada paciente específico. As partículas de tungstênio escapavam após o corte de modelagem. Mas esses implantes foram projetados para serem cortados e modelados.
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fevereiro 23, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A falta de informação dos homens sobre a doença faz com que o tumor seja diagnosticado em estágio bastante avançado, o que dificulta o tratamento.
O número de homens diagnosticados com câncer de mama é bastante inferior ao das mulheres, mas na maioria dos casos o tumor encontra-se bastante avançado.
A estimativa é que para cada 100 casos da doença em mulheres, exista um em homem.
“A glândula mamária masculina geralmente é atrofiada, com hormônio feminino (estrógeno) baixo em relação às mulheres, não se caracterizando o câncer de mama um problema de saúde pública como para elas”, explica Dra. Maira Caleffi, mastologista e presidente da FEMAMA, Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama.
A percepção de um caroço (tumor) no homem fica mais fácil que em mulheres. Como normalmente é indolor, o tumor pode ser confundido com outras doenças, principalmente com a ginecomastia, que consiste em um crescimento benigno das mamas nos homens, causado por uso de medicamentos ou por desequilíbrio hormonal.
“Por isso é fundamental que os homens estejam atentos e informados, pois além de um caroço pode aparecer descamação do mamilo ou mesmo erosões nessa área. Para mulheres além do auto-exame com palpação mensal recomenda-se mamografia anual a partir dos 40 anos”, afirma Caleffi.
A hereditariedade também serve para os homens?
A mãe e a tia paterna de Augusto Silva Viola Alves desenvolveram câncer de mama e estão curadas, frequentando anualmente o mastologista. Independente do histórico familiar, Augusto de preocupa com a saúde e visita o médico regularmente.
“Até hoje não encontrei nenhum tumor nas mamas, faço exames anualmente com acompanhamento de médico clínico e cardiologista desde os 18 anos e o mastologista, desde os 20 anos”, afirma Augusto, de 34 anos.
O câncer de mama no homem na sua grande maioria está ligado a um componente familiar (hereditário), com vários tipos de câncer associados.
Ao apresentar insuficiência hepática, cirrose, uso abusivo de álcool, aumento súbito de peso (circunferência abdominal), devido a um problema no metabolismo hormonal, o homem pode ficar mais suscetível a apresentar alterações na mama.
“Além disso, a ingestão do hormônio estrógeno e anabolizantes predispõe ao aumento de câncer de mama masculino. Os transexuais e usuários de medicações/suplementos em academias de musculação pertencem ao grupo de risco de desenvolver o tumor. O hormônio provoca o crescimento do botão mamário, podendo haver erro na mensagem genética, o que favorece o crescimento do tumor”, alerta Maira.
A recomendação para os homens é semelhante ao das mulheres “evitar o consumo exagerado de bebidas alcoólicas e anabolizantes, não fumar, praticar exercícios físicos e ter uma dieta balanceada com controle de peso”, explica a presidente da FEMAMA.
A maioria deles só marca consulta quando fica doente. Após os 40 anos, é preciso ir ao médico pelo menos uma vez ao ano.
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novembro 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Física
Brasil, Argentina, Chile, México e Uruguai resolveram unir forças para combater o câncer de mama. Os cinco países vão padronizar e modernizar os métodos de diagnóstico e tratamento da doença, além de estudar e traçar o perfil genético das mulheres da América Latina.
“Com esse estudo, queremos traçar o perfil molecular das mulheres latino-americanas e harmonizar procedimentos para aumentar a capacidade dos cinco países de gerar informações clínicas”, informa o coordenador do projeto e diretor do escritório para o Desenvolvimento de Programas na América Latina do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI), Jorge Gómez.
Cerca de 3 mil pacientes serão recrutadas durante três anos. Depois disso, elas passarão por um acompanhamento que terá duração de dois anos.
Definições
Para traçar as metas e definir as diretrizes do acordo, cerca de 150 médicos, epidemiologistas, patologistas, pesquisadores e coordenadores dos cinco países se reuniram na semana passada, no Rio de Janeiro, com o aval de seus ministérios da Saúde e o impulso do NCI, que está financiando o projeto, com investimento de US$ 2,5 milhões anuais.
“Concluímos os protocolos e compartilhamos procedimentos. Portanto, já estamos preparados para começar a trabalhar com entusiasmo. Sabemos que, em última instância, isso significará melhorar infraestrutura hospitalar e de tratamento”, afirmou Pilar Carvallo, da Universidade Católica do Chile e coordenadora do país no projeto.
Erros de diagnóstico
Durante o encontro, o cientista do NCI, James Robb, ressaltou que erros em diagnósticos são mais frequentes do que se acredita. Segundo ele, nunca se pode defini-lo com segurança absoluta.
“A medicina é assim. Os cientistas fazem o que podem, mas sempre há uma margem de erro, por milhares de razões, inclusive a dificuldade de analisar exames em um período de tempo suficientemente pequeno para evitar alterações”, explicou.
A isso se soma, segundo Jorge Gómez, o fato de que, “nos diversos hospitais desses países latino-americanos, usam-se diferentes técnicas e reagentes, motivo pelo qual os resultados de diagnósticos variam”.
“Com essa parceria, os 25 hospitais envolvidos se comprometem a padronizar procedimentos para, depois, compará-los e oferecer aos governos os dados obtidos pelos médicos sobre os pacientes, para que sejam usados na elaboração de políticas de saúde”, ressaltou o diretor do escritório para o Desenvolvimento de Programas na América Latina do NCI.
De acordo com Gómez, há cinco subtipos de câncer de mama. “Para cada um, deve-se aplicar um tratamento específico. Por isso, obter um diagnóstico certo é fundamental. Com esse projeto, serão utilizados os reagentes mais modernos”, informou.
Números na América Latina
O câncer de mama é o câncer de maior incidência nas mulheres da maioria dos países latino-americanos. A doença acomete mais de 117 mil pessoas e mata cerca de 40 mil por ano na América Latina e no Caribe.
“A doença é curável, especialmente quando detectado em uma etapa inicial. Mas, na América Latina, costuma-se diagnosticar em estágios mais avançados, à exceção do Uruguai, que tem um plano nacional para diagnóstico antecipado”, apontou Gómez.
Quer saber mais?
- Câncer de mama: Verdades X Mitos
- Mamografia – Prevenção não tem idade!
*Com informações OESP/Efe.
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outubro 28, 2010 por Blog da Saúde
Em: Estética
Bom, em primeiro lugar, ninguém mais poderá referir-se a você como siliconada.
Será como trocar as gorduras extras do quadril ou barriga por seios um pouco maiores. E como ninguém tinha pensado nisso antes?
Então, tinham. Mas acontece que os especialistas, nas décadas de 80 e 90, tentaram injetar a gordura lipoaspirada diretamente em outras partes do corpo, o que fazia com que a absorvesse aos poucos, até não restar mais nada.
Em 2001, uma pós-doutoranda chamada Min Zhu fez a descoberta de que é possível fazer com que o tecido adiposo diferencie entre osso e cartilagem, músculo ou neurônio.
Houve a descoberta de células-tronco em tecido gorduroso, o que pode tornar isso mais do que uma hipótese.
Desde então um cirurgião plástico e uma fabricante de aparelhos médicos se reuniram para criar o Celution, aparelho que centrifuga células e as prepara para serem novamente injetadas no corpo em gotículas.
“Em 48 horas, os novos capilares e vasos sanguíneos se entrelaçam nas células injetadas, entregando oxigênio e nutrientes para o tecido, que se torna estável”, diz a Wired.
Mais do que estética
Tudo isso indica mais do que substituição à prótese de silicone. Isso porque justamente esta integração no corpo pode ser ideal para mulheres que já passaram por lipectomia e mastectomia (retirada da mama quando há câncer).
Risco
Os testes foram realizados com sucesso na Europa e no Japão. Agora a empresa responsável tenta convencer a agência reguladora americana FDA, a permitir os testes nos EUA.
Se tudo der certo, o procedimento poderá ajudar diversos avanços em questões regenerativas. A matéria foi publicada na Wired.
*Com informações do Gizmodo
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outubro 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Física
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira e o Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da FMUSP promovem, entre os dias 18 e 29 de outubro, um mutirão de mamografia.
A ação, gratuita e aberta à população, pretende atender cerca de 600 mulheres da capital paulista.
Para participar as mulheres precisam ter a partir de 40 anos e agendar o procedimento pelo telefone (11) 3067-2642. Também é necessário um pedido de exame feito por um médico, da rede pública ou privada, comprovante de residência e documento de identidade.
As pacientes que apresentarem alteração na mama serão notificadas e automaticamente encaminhadas ao ambulatório de Ginecologia do Hospital das Clínicas.
Já os exames que não apontarem alterações, deverão ser retirados pelas pacientes no Inrad e levados ao médico que o solicitou.
A retirada do exame poderá ser feita após 15 dias, no setor de entrega de resultados – 4°andar do prédio dos ambulatórios do Hospital das Clínicas, que fica à rua Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, das 7h às 13h, sempre mediante protocolo.
O agendamento começa a ser a partir de hoje, 18 de outubro, e vai até o dia 29. Os procedimentos também serão realizados durante esse período, sempre de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.
Importante: Mamografia deve ser feita a cada dois anos!
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) anunciou na última semana sete recomendações que mulheres e médicos devem seguir para reduzir a mortalidade por câncer de mama no Brasil.
Apesar dos avanços científicos e da expansão da rede de saúde, a doença atinge 49,2 mil brasileiras por ano, causando 11 mil mortes anuais.
O Inca recomenda:
- Toda mulher de 50 a 69 anos deve fazer o exame a cada dois anos;
- Toda mulher deve ter acesso à informação com base científica e de fácil compreensão sobre o câncer de mama;
- As mulheres devem ficar alertas para os primeiros sinais e sintomas da doença e procurar avaliação médica assim que notarem alguma alteração;
- Toda mulher com nódulo palpável na mama e outras alterações suspeitas deve ter direito a receber diagnóstico no prazo máximo de 60 dias;
- Todo serviço de mamografia precisa participar de um programa de qualidade e que a qualificação, quando obtida,deve ser exibida em local visível;
- As mulheres precisam ter consciência de que o controle do peso corporal e a ingestão de álcool, além da amamentação e da prática de atividades físicas, são formas de prevenir o câncer de mama;
- A terapia de reposição hormonal, quando indicada na pós-menopausa, deve ser feita sob rigoroso acompanhamento médico, pois aumenta o risco de câncer de mama.
As recomendações do Inca fazem parte da campanha mundial conhecida como Outubro Rosa, que é realizada em vários países. As orientações não têm força de lei, mas foram elaboradas para alertar as mulheres sobre a necessidade de prevenção e diagnóstico do câncer de mama.
A principal atitude da mulher para combater a doença ainda é a consulta médica regular, desde o início da adolescência. A detecção precoce da doença pode reduzir a mortalidade em até 30%, afirmam os especialistas.
Estrutura brasileira
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil conta com 3,4 mil mamógrafos, ou seja, um aparelho para cada 55,8 mil habitantes.
No entanto, o total de aparelhos é inferior ao número de municípios brasileiros, que é de 5.565. Assim, ainda há muitas cidades que não oferecem o serviço às mulheres.
Números da doença
De acordo com o Inca, os maiores índices de mortalidade por câncer de mama no País são registrados nos estados do Rio de Janeiro (16,80 por 100 mil habitantes); Rio Grande do Sul (15,54 por 100 mil); Distrito Federal (15,40 por 100 mil) e São Paulo (14,65 por 100 mil).
A explicação para os maiores índices justamente nos estados mais desenvolvidos é que a doença aumenta segundo o avanço da idade da população, que viveria mais nesses locais.
Nos próximos anos
Segundo a Estimativa, Incidência de Câncer no Brasil 2010-2011, documento produzido pelo Inca, o Brasil terá 500 mil novos casos de câncer por ano. Desses, cerca de 49 mil são relativos aos tumores de mama. A doença fará mais vítimas nos estados de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná.
- Câncer de mama: Verdades X Mitos
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setembro 22, 2010 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Talvez você esteja esquecendo de alguém importante no seu dia-a-dia: VOCÊ!
Já parou para pensar quantos dias por ano dedica a você? Trabalho, marido, filhos, família, estudos e tantas outras coisas vêm como prioridade e, quando percebemos, o dia passou, a semana passou, o mês e até o ano se foi…
Pensando nisso, a Campanha Dia Rosa convida todas as mulheres a escolher um dia por ano, apenas 1 entre os 365 (ou 366), para dedicar à própria saúde, bem-estar e qualidade de vida.
A proposta é alertar as mulheres quanto à necessidade de fazer anualmente o exame de mamografia e sobre a importância do diagnóstico precoce contra o câncer de mama.
Alguns dados…
O câncer de mama é apontado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) como a maior causa de morte entre as mulheres no Brasil, com mais de 11 mil óbitos por ano (dados de 2008).
Na maioria dos casos, a doença costuma ser diagnosticada quando já está em estágio avançado. De acordo com estimativas do Inca, em 2010, cerca de 49,4 mil mulheres devem ser diagnosticadas com câncer de mama no Brasil.
A situação é ainda mais alarmante em termos mundiais. De acordo com a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, a cada 24 segundos, uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama e, a cada 68 segundos, uma mulher morre por causa da doença.
Segundo ela, a mulher deve estar consciente do que tem que fazer para se cuidar. “Hoje, infelizmente, a gente sabe que ainda existe preconceito e desinformação. Ainda escutamos mulheres dizendo que não fazem a mamografia porque dói ou porque tem fila, ou porque o médico não pediu”, destaca a presidente do Instituto Oncoguia, um dos apoiadores da campanha em parceria com as sociedades brasileiras de Mastologia e de Oncologia Clínica.
Diagnóstico precoce
Fundamental e insubstituível, só a mamografia é capaz de detectar tumores ainda em fase inicial, isto é, quando eles são menores de 1 centímetro, pequenos demais para serem percebidos na palpação.
Vale ressaltar que quanto mais precoce é o diagnóstico, maiores são as possibilidades de cura!
Dia Rosa pelo Brasil
Desde o início de setembro, o Dia Rosa já foi lançado em algumas capitais brasileiras, como Natal/RN (09 setembro), Curitiba/PR (14 setembro) e Brasília/DF (17 setembro). Hoje, 22 de setembro, é a vez do Rio de Janeiro/RJ e no dia 30, Florianópolis/SC.
Outubro Rosa
Conscientizar a sociedade para o combate ao câncer de mama é a marca do “Outubro Rosa”, movimento que começou nos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo.
Além de ações para conscientizar a população – como a participação na Campanha Dia Rosa – é comum que um monumento famoso de cada cidade participante seja iluminado com a cor rosa para lembrar o evento.
A iluminação de monumentos públicos faz parte da campanha de marketing do projeto, que já chegou a iluminar a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.
Dentro do cronograma serão realizadas palestras durante todo o mês em universidades, escolas e diversas comunidades, panfletagens nos shoppings da cidade e várias outras mobilizações na intenção de alertar sobre a importância da mamografia periódica.
Conheça mais sobre o Dia Rosa, confira a programação no site da campanha e participe!
Você sabia? A Lei 11.664/2008, que entrou em vigor no dia 29 de abril do ano passado, garante a todas as mulheres com mais de 40 anos a mamografia gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).
Não deixe para depois. Eleja o seu dia e cuide-se. Sua saúde agradece!
Dia Rosa: o dia da sua mamografia anual!
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setembro 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Dermatologia para todos: Câncer da pele
Pinta, mancha ou sinal de alerta do corpo? A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com apoio da La Roche-Posay, promove, de 4 de setembro a 5 de dezembro, o “Tour de Prevenção contra o Câncer da Pele”.
O caminhão equipado com dois consultórios percorrerá 10 mil quilômetros entre o litoral e cidades no interior do Brasil para oferecer atendimento gratuito e alertar sobre a importância da prevenção ao tipo mais comum de câncer no País.
O roteiro do caminhão inclui Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Goiânia, Brasília e Campinas.
Nos consultórios, equipes médicas realizarão diagnósticos a partir do exame de sinais, pintas e manchas. Apresentando suspeita da doença, os pacientes serão encaminhados para tratamento totalmente gratuito nos serviços credenciados de cada Estado.
No primeiro tour realizado em 2009, o caminhão itinerante percorreu 15 mil km e 13 cidades. Nas quase três mil consultas realizadas, foram detectados 220 casos de câncer da pele.
Datas e locais de atendimento
| LOCAL | DATA |
| Congresso Brasileiro – RJ | 4 a 7 de setembro |
| São Paulo | 11 e 12 de setembro |
| Belo Horizonte | 18 e 19 de setembro |
| Cuiabá | 25 e 26 de setembro |
| Porto Alegre | 16 e 17 de outubro |
| Florianópolis | 23 e 24 de outubro |
| Curitiba | 6 e 7 de novembro |
| Goiânia | 13 e 14 de novembro |
| Brasília | 20 e 21 de novembro |
| Rio de Janeiro | 27 e 28 de novembro |
| Campinas | 4 e 2 de dezembro |
*O atendimento é das 8h às 16h.
Clique aqui e veja o roteiro completo.
Câncer de colo do útero e mama
A UnG promove, entre os dias 20 de setembro e 07 de outubro, a IV Campanha de Prevenção do Câncer de Colo de Útero e de Mama. Serão oferecidos orientações e atendimentos gratuitos para prevenção das patologias.
Entre os serviços oferecidos, o exame clínico das mamas e o exame de papanicolau, a melhor forma de prevenir ou detectar precocemente o câncer de colo de útero.
Para a realização do papanicolau é necessário seguir as seguintes recomendações:
• Não estar menstruada. Preferencialmente aguardar o 5° dia após o término da menstruação;
• Não poderá usar creme vaginal nem se submeter a exames intravaginais (ultrassonografia) nos dias que antecedem ao exame;
• Estar em abstinência sexual de 48 horas.
As mulheres interessadas devem fazer agendamento prévio pelo telefone (11) 2464-1188. O atendimento é gratuito e acontece nos períodos da manhã (7h30 às 11h30) e noite (19h às 22h). Não é necessário ter pedido médico ou mesmo encaminhamento de outro serviço.
Clínica de Enfermagem da UnG – Prédio I da Unidade Guarulhos-Centro – Praça Tereza Cristina, 88, Centro – Guarulhos/São Paulo.
‘Ossos de vidro’
O Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP anunciou ontem (15) que está com seu ambulatório aberto para tratar casos da doença conhecida como “ossos de vidro” (ou osteogênese imperfeita).
Rara e hereditária, a doença torna seus portadores frágeis como esculturas que se quebram ao menor toque. Nos primeiros meses de vida da criança, a doença, caracterizada por fraturas frequentes, já pode ser diagnosticada.
O Ambulatório de Osteogênese Imperfeita, que atende hoje cerca de 60 pacientes, está recebendo novos pacientes de 3 a 17 anos de idade, de ambos os sexos.
O portador ou seu representante legal deve comparecer ao instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC, de 2ª a 6ª feira, das 7 às 16 horas, para agendar a consulta, com os documentos pessoais e encaminhamento médico com diagnóstico.
Mais informações: (11) 3069-6943.
IOT – Instituto de Ortopedia e Traumatologia – HCFMUSP
Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 333
Cerqueira Cesar – São Paulo – SP
Obesidade infantil
O Ambulatório de Pediatria da Unicid (Universidade da Cidade de São Paulo) está oferecendo atendimento gratuito a crianças e adolescentes, com idade entre 0 e 16 anos, que estão acima do peso.
No primeiro contato, serão realizadas entrevistas sobre os hábitos alimentares da família, a prática de atividades físicas e se há doenças associadas ao excesso de peso. Em seguida, a criança será submetida a um exame físico completo.
A equipe – composta por alunos e professores – vai elaborar um gráfico padronizado para medir o grau de obesidade, solicitar exames laboratoriais para rastrear as complicações do problema e montar um cardápio individualizado para a criança.
O serviço é realizado no campus da universidade no Tatuapé, zona leste de São Paulo (Rua. Melo Peixoto, 1.243). As consultas são realizadas de segunda a quarta-feira, das 13h30 às 16h30.
Mais informações: (11) 2178-1240.
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agosto 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Nove novos tratamentos para câncer de fígado e de mama, leucemia aguda e linfoma foram incluídos no Sistema Único de Saúde – SUS.
O tratamento de câncer pelo SUS, que deve atender em 2010 a 300 mil pacientes, ganhou hoje (25) reforço de R$ 412 milhões com a assinatura de portarias de reestruturação da assistência em oncologia pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
O total de investimento do governo chegará a R$ 2 bilhões e, segundo Temporão, é a maior mudança desde 1999, quando o sistema de tratamento oncológico foi criado. “Isso permite remunerar melhor o sistema, além do uso de novas técnicas e a incorporação de novas drogas ao tratamento”, disse o ministro da Saúde.
Ele destacou que isso foi possível com a melhor gestão dos recursos do setor e negociações com laboratórios para a compra de medicamentos mais baratos. Os novos recursos serão repassados anualmente a estados e municípios.
Dos novos procedimentos incorporados ao tratamento oncológico, três são para tratamento de câncer do fígado e cinco são de quimioterapia para tratamento de câncer de mama, linfoma e leucemia aguda.
Brasil
Temporão afirmou ainda que o País é um dos poucos que têm uma rede para tratamento de câncer pelo sistema público de saúde em todas as etapas, que conta atualmente com 266 pontos de atendimento.
Os quase 100 tipos de câncer diagnosticados atualmente constituem o segundo grupo de doenças que mais matam no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares.
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agosto 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: CONARH 2010
Você sabia que deve realizar o autoexame de mama sempre depois do período menstrual?
Assim, terá maior precisão no diagnóstico. Um pouco antes e durante a menstruação há a presença de pequenas saliências (normais e não trazem problema algum) que podem dificultar o exame preciso – pode passar despercebido a presença de um nódulo.
Caso você ache um nódulo no seio, tanto o que se desloca ao empurrá-lo quanto o fixo em uma região, deve procurar seu médico imediatamente.
Isso não quer dizer que seja necessariamente um tumor maligno. Quer dizer que com o diagnóstico preciso, as chances de cura são infinitamente maiores.
Para descobrir em números a chance de cura, o Blog da Saúde conversou no CONARH 2010 com a Dra Maria do Socorro Maciel, diretora do Departamento de Mastologia do Hospital A. C. Camargo.
Veja esta e outras dicas que Socorro dividiu, exclusivamente, com a gente:
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julho 19, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
O desodorante provoca o câncer de mama? Parar de tomar leite cura a doença? As próteses de silicone aumentam o risco de desenvolver tumores?
Mentira!
O problema é que esses vários mitos sobre fatores de risco acabam atrapalhando o diagnóstico e prejudicando o tratamento.
Para ajudar a esclarecer as dúvidas sobre o câncer de mama, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado a Secretaria de Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, realizou um levantamento para descobrir quais são as principais dúvidas e questionamentos das mulheres atendidas em relação ao câncer de mama.
Os resultados foram alguns mitos que fogem muito da realidade.
Falta de informação
O diagnóstico precoce é o maior amigo da mulher quando se fala em câncer de mama.
De acordo com o mastologista do Icesp José Roberto Filassi, ainda se sabe pouco sobre os comportamentos que ajudam a ampliar ou reduzir as chances de desenvolver a doença, mas é possível reforçar ou desmistificar alguns desses questionamentos.
Uma série de informações sobre o assunto não estão fundamentadas em estudos científicos e, portanto, não correspondem à realidade.
Conversar com seu médico é sempre o melhor caminho para esclarecer todas as dúvidas!
Verdade X Mitos
- Não consumir leite de origem animal pode curar a doença;
- O uso de desodorantes pode aumentar o risco de câncer de mama;
- Quem não tem histórico familiar não desenvolverá a doença;
- Próteses de silicone podem aumentar o risco de desenvolver tumores.
- A falta de vitamina D pode aumentar as chances de surgimento do câncer;
- Emoções negativas, como estresse, mágoas e raiva, estão associadas ao câncer de mama;
- Histórico familiar é um importante fator de risco. Se o parentesco for de primeiro grau (mãe ou irmã), a atenção deve ser redobrada;
- Câncer de mama está associado à idade: quanto maior a idade, maior a chance de incidência;
- Ter a primeira menstruação precocemente (antes dos 11 anos) ou a menopausa tardia (após os 50 anos) aumenta o risco de desenvolvimento da doença;
- Gestações tardias (após os 30 anos) e a nuliparidade (não ter tido filhos) também ampliam os riscos;
- A ingestão regular de álcool, mesmo em quantidades moderadas, e o tabagismo podem elevar a chance de desenvolvimento do câncer de mama.
O câncer de mama é, atualmente, uma das doenças que mais matam em todo o mundo. No Brasil é a segunda causa de morte por tumores em mulheres.
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Mais informações sobre o câncer de mama:
- Sessão única de radioterapia pode tratar câncer de mama
- Termoterapia: um estudo pioneiro para o tratamento de câncer de mama
- Câncer de Mama – EUA mudam tempo certo para diagnóstico
- Câncer de Mama – empresas ligadas à saúde contribuem para a prevenção
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junho 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Uma única dose de radioterapia logo após a retirada do tumor é tão eficaz contra o câncer de mama quanto o tratamento convencional, que inclui 30 sessões.
A conclusão é de um estudo inglês feito com 2.232 mulheres com câncer ductal invasivo (o mais comum) submetidas à cirurgia conservadora da mama.
Elas tinham, em média, 63 anos e 86% dos tumores tinham menos de 2 cm, ou seja, estavam em estágio inicial.
De acordo com os autores do estudo, da University College London, na Inglaterra, 90% das recorrências de câncer são nos mesmos quadrantes de onde foram retirados os tumores. Por isso, uma só sessão após a cirurgia seria eficiente.
Para a realização da pesquisa, as mulheres foram divididas em dois grupos. Uma parte recebeu radioterapia intraoperatória em dose única. O outro grupo fez radioterapia externa convencional, com sessões diárias durante cinco semanas. Todas foram acompanhadas por quatro anos.
Resultado: As taxas de recorrência do tumor foram similares. Seis no primeiro grupo e cinco do segundo! Além disso, a radiação intraoperatória foi menos tóxica para as pacientes.
Entenda como é feita a aplicação em dose única
Logo após a retirada do tumor, a paciente, ainda anestesiada, é direcionada para outra sala onde recebe a radioterapia. A dose única é aplicada durante 20 minutos ininterruptos de radiação. Depois da sessão, a paciente tem a mama reparada e preservada.
O procedimento dura em média 40 minutos, além da cirurgia.
Atenção! O método é restrito para mulheres com tumor único, em estágio inicial (com menos de 3 cm) e que não tenha atingido as axilas.
Se adotada em larga escala, a técnica poderia reduzir a fila para a terapia.
O tratamento padrão para mulheres com câncer de mama inclui a cirurgia para retirada do tumor com a conservação do seio e a aplicação de radioterapia em toda região durante 30 dias.
Isso exige que a mulher compareça ao centro de tratamento diariamente, durante cinco semanas, o que pode atrapalhar a adesão ao tratamento e gera uma fila de espera para radioterapia.
A dose única substitui cerca de 30 dias de radioterapia ambulatorial!
Vale ressaltar: A técnica ainda é experimental e não está disponível em larga escala no Brasil.
Os resultados do estudo foram publicados no Lancet.
Para mais informações sobre o câncer de mama, clique aqui.
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junho 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Atenção se você utiliza o medicamento Citrato de Tamoxifeno (20mg), da Eurofarma, no combate ao câncer de mama.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda dos lotes 143326, 152449 e 147407 do medicamento.
A comercialização foi suspensa porque o medicamento apresentou resultado insatisfatório nos ensaios de dissolução da substância tamoxifeno.
A agência determinou que os lotes sejam recolhidos pela fabricante.
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maio 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
A mastectomia é a remoção da mama através de uma cirurgia, geralmente feita em mulheres com câncer. São três tipos de procedimento: no método simples, apenas a mama é retirada, no radical, além da mama são retirados linfonodos regionais, músculos peitorais, tecido adiposo e pele. Por fim, existe a masectomia modificada, na qual também é retirada uma parte da musculatura.
As chances de desenvolver o tumor aumentam a partir dos 35 anos de idade, quando os exames preventivos precisam ser feitos anualmente.
Seja qual for o caso, muitas mulheres sofrem os efeitos da cirurgia ligados à sexualidade, como baixa da autoestima e perda da feminilidade.
Pensando nisso, A FACIS, Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, inicia 2 grupos gratuitos de ajuda às mulheres mastectomizadas, no próximo dia 2 de Junho.
Para fazer a inscrição, as interessadas devem ligar para o telefone (11)5085 2141.
Data: 2 de Junho
Horário: 1° grupo será das 10h30 às 12h, e o 2° das 14h15 às 15h45.
Profissional responsável: Dr. Maria de Lourdes De Paula Gomes Brunini, psicoterapeuta e idealizadora da FACIS. Viveu todo o processo, e hoje se propõe a ajudar as mulheres que passam por essa situação.
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maio 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Nosso metabolismo reage aos cuidados que temos com o nosso corpo muito rápido. A prática de ioga, pelo menos duas vezes por semana, é ótima contra insônia, necessidade de tomar remédios para dormir, cansaço e fadiga, no geral.
Os exercícios incluem posições especiais e exercícios de respiração. São chamadas de posturas restauradoras aquelas que trabalham na abertura do tórax para melhora da respiração.
O alinhamento da coluna, também praticado nas aulas, abre um espaço para readequar os órgãos e, consequentemente, melhorar a irrigação sanguinea e a oxigenação.
Estudo em pacientes com câncer
Foram 410 pacientes analisados, a maioria mulheres com câncer de mama. A qualidade das noites de sono melhorou duas vezes mais do que o grupo que não praticou, houve diminuição da quantidade de remédios para dormir e o cansaço se reduziu à metade – segundo relato dos pesquisados.
Reaprender a respirar depois de uma cirurgia na altura do tórax envolve questões físicas e psicológicas das pacientes, além do controle de ansiedade, relacionado a efeitos colaterais dos medicamentos tomados.
Outros problemas como dores na coluna, de cabeça, dores menstruais e hérnia de disco podem ser tratados com a ioga restauradora, chamada de iyengar yoga.
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maio 14, 2010 por Rodrigo
Em: Saúde Espiritual
Versículo: “Pois tu formaste o meu interior tu me teceste no seio de minha
mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso
me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe
muito bem.” Salmos 139:13-14
Pensamento: Sou feito por Deus! Você foi feito por Deus. Assim como QUALQUER
pessoa foi feita por Deus, nós também fomos feitos por Deus. Ele
nos conhecia antes de qualquer pessoa. Ele tinha planos para nós
antes de nossos pais planejarem a nossa chegada. E Ele nos fez
bem!! Como sabemos disso? Olhe tudo que Deus fez!
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março 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Uma pesquisa recente realizada na Universidade de Michigan verificou que o número de mulheres que se submetem a sessões de radioterapia após a retirada da mama – mastectomia – é pequena em relação à necessidade.
Em casos de lumpectomia – cirurgia com conservação da mama – a radioterapia é um procedimento comum. Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Clinical Oncology e os pesquisadores lembram que um número expressivo de pacientes recebe tratamento incorreto.
Outros estudos, já divulgados pelo Blog da Saúde demonstram opinião contrária a respeito da afirmação acima. Por isso o diálogo aberto com seu médico é o melhor caminho.
“Converse abertamente com seu médico e procure sempre a atualização de conteúdo sobre sua doença. Estar bem informado é um passo largo em busca da recuperação. Pense nisso.”
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