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Nove procedimentos contra o câncer são incluídos no SUS

Nove novos tratamentos para câncer de fígado e de mama, leucemia aguda e linfoma foram incluídos no Sistema Único de Saúde – SUS.

O tratamento de câncer pelo SUS, que deve atender em 2010 a 300 mil pacientes, ganhou hoje (25) reforço de R$ 412 milhões com a assinatura de portarias de reestruturação da assistência em oncologia pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

O total de investimento do governo chegará a R$ 2 bilhões e, segundo Temporão, é a maior mudança desde 1999, quando o sistema de tratamento oncológico foi criado. “Isso permite remunerar melhor o sistema, além do uso de novas técnicas e a incorporação de novas drogas ao tratamento”, disse o ministro da Saúde.

Ele destacou que isso foi possível com a melhor gestão dos recursos do setor e negociações com laboratórios para a compra de medicamentos mais baratos. Os novos recursos serão repassados anualmente a estados e municípios.

Dos novos procedimentos incorporados ao tratamento oncológico, três são para tratamento de câncer do fígado e cinco são de quimioterapia para tratamento de câncer de mama, linfoma e leucemia aguda.

Brasil

Temporão afirmou ainda que o País é um dos poucos que têm uma rede para tratamento de câncer pelo sistema público de saúde em todas as etapas,  que conta atualmente com 266 pontos de atendimento.

Os quase 100 tipos de câncer diagnosticados atualmente constituem o segundo grupo de doenças que mais matam no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares.

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Hoje, dia 19 de maio é dia de nos conscientizarmos sobre os riscos da Hepatite. A OMS – Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 2 bilhões de pessoas sejam portadoras do vírus da Hepatite tipo B. Exames médicos periódicos são importantes para o diagnóstico. Em São Paulo, o  HCor – Hospital do Coração,através do seu serviço de check-up possibilita o diagnóstico das hepatites B e C. Separamos para você informações importantes sobre a Hepatite B. Confira:

O que é?
É transmitida pelo contato com sangue contaminado, através de seringas, transfusões, ferimentos e relação sexual. Além disso, o vírus também pode ser transmitido de mãe para filho durante a gestação, no momento do parto ou durante a amamentação.

Incidência
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2 bilhões de pessoas sejam portadoras do vírus da hepatite B. Desse total, cerca de 300 milhões evoluem para a forma crônica da doença, isto é, cirrose e câncer de fígado.
Sintomas
Normalmente não apresenta sintomas. Na hepatite aguda, quando presentes, os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças, como um simples resfriado. Em alguns casos, os pacientes podem apresentar febre, mal estar, urina escura, fezes esbranquiçadas e alteração na pele, o chamado “amarelão”. As formas crônicas tendem a evoluir mais silenciosamente. De uma forma geral, acredita-se que 5 a 10% das pessoas infectadas podem evoluir para as formas crônicas. Embora seja mais comum o aparecimento do câncer em pacientes com cirrose, na hepatite B ele pode ocorrer mesmo em pacientes não cirróticos.
Diagnóstico
A infecção pode ser diagnosticada através de exames de sangue específicos, de imagem (ultrassom, tomografia ou ressonância) ou a biópsia do fígado.
Evolução
- A hepatite B atinge 300 milhões de pacientes de forma crônica;

- Os portadores de hepatite B crônica apresentam maior risco de morte por complicações relacionadas à doença, como cirrose e câncer de fígado;

- Nem todos os portadores da hepatite B desenvolvem câncer de fígado, mas esta infecção é uma das principais causas da doença.

Fatores de Risco
Alguns fatores estão associados a um maior risco de câncer de fígado em pacientes com hepatite B, entre eles: ser descendente de asiáticos ou africanos e apresentar história familiar de câncer de fígado,ter adquirido a doença quando recém-nascido ou durante a infância.

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