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GSK lança campanha de conscientização da coqueluche

A GSK lança o segundo vídeo da campanha “Avós da Experiência”, dessa vez sobre a coqueluche, doença infecciosa aguda do trato respiratório, de alta transmissibilidade, causada pela bactéria Bordetella pertussis. Essa doença é considerada um problema de saúde pública devido à elevada morbimortalidade infantil, principalmente, nos menores de 1 ano de idade.1

No Brasil, no período entre 2010 e 2014, foram notificados 72.901 casos suspeitos de coqueluche. Destes, 31% (22.426) foram confirmados. Nesse período, a incidência de casos variou entre 0,3 e 4,0 por 100 mil hab. Em 2011, observa-se que a incidência de casos quadruplicou, quando comparada com o ano anterior (2010). O aumento do número de casos de coqueluche pode corresponder à ciclicidade da doença, que ocorre entre três a cinco anos1.

A doença afeta principalmente crianças menores de 6 meses, ainda não devidamente protegidas pela imunização contra a coqueluche1, que hoje se faz no programa público com a vacina Penta Brasil (Difteria, Tétano, Coqueluche, Hib e Hepatite B), ou nas clínicas de vacinação com a Tríplice Bacteriana (Difteria, Tétano e Coqueluche), Penta (Difteria, Tétano, Coqueluche, Hib e Pólio) ou Hexa (Difteria, Tétano, Coqueluche, Hib, Pólio e Hepatite B)2,3. Em meio aos esforços dos programas de vacinação, a ocorrência de casos de coqueluche no Brasil (que já chegou a cerca de 36 mil casos notificados por ano entre 1981 e 1991) vem sendo reduzida4.

A doença evolui em três fases sucessivas. A fase catarral inicia-se com manifestações respiratórias e sintomas leves, que podem ser confundidos com uma gripe: febre, coriza, mal-estar e tosse seca. Em seguida, há acessos de tosse seca contínua. Na fase aguda, os acessos de tosse são finalizados por inspiração forçada e prolongada, vômitos que provocam dificuldade de beber, comer e respirar. Na convalescença, os acessos de tosse desaparecem e dão lugar à tosse comum. Bebês menores de seis meses são os mais propensos a apresentar formas graves da doença, que podem causar desidratação, pneumonia, convulsões, lesão cerebral e levar à morte4.

A transmissão acontece principalmente pelo contato direto da pessoa doente com uma pessoa suscetível, não vacinada, através de gotículas de saliva expelidas por tosse, espirro ou ao falar. Também pode ser transmitida pelo contato com objetos contaminados com secreções do doente. A coqueluche é especialmente transmissível na fase catarral e em locais com aglomeração de pessoas4.

Avós da Experiência

A série de vídeos conta ainda com filmes sobre hepatite A, catapora, caxumba, meningite e sarampo, que serão lançados um a cada mês ao longo de 2016. Todos eles abordam as formas de prevenção das principais doenças que podem acometer as crianças, usando como representação um núcleo familiar, em que os jovens pais recorrem à experiência das avós na hora de tirar dúvidas e pedir conselhos.

“A campanha visa a conscientização da população em relação a sintomas, formas de contágio e prevenção de algumas das doenças que podem ocorrer desde a infância. Na série os pais sempre contam com a experiência das queridas vovós, que hoje em dia estão super antenadas, e usam e abusam da tecnologia para se informar”, conta Isabel Lopes, gerente médica de vacinas da GSK no Brasil.

Para ver o vídeo e obter mais informações sobre doenças e vacinação acesse www.casadevacinasgsk.com.br.

Referências:
1.       BRASIL. Ministério da Saúde. Coqueluche no Brasil: análise da situação epidemiológica de 2010 a 2014. Boletim Epidemiológico, 46(39), 2015. 8 p. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/dezembro/08/2015-012—Coqueluche-08.12.15.pdf>. Acesso em: 22 dez. 2015.Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde − Ministério da Saúde – Brasil, Volume 46. N° 39 – 2015
2.       BRASIL. Ministério da Saúde. Programa nacional de imunizações (PNI): 40 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 236 p. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/programa_nacional_imunizacoes_pni40.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2015.
3.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Vacinas combinadas à DTPa. Disponível em: <http://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/61-vacinas-combinadas-a-dtpa>. Acesso em: 13 jul. 2016.
4.       FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Coqueluche: sintomas, transmissão e prevenção. Disponível em: <https://www.bio.fiocruz.br/index.php/coqueluche-sintomas-transmissao-e-prevencao>. Acesso em: 14 jul. 2016.

Tem início hoje (30) a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar cerca de 49,8 milhões de pessoas, conforme projeção divulgada pelo Ministério da Saúde. A vacinação nos postos de saúde seguirá até 20 de maio.

No ano passado, poucas pessoas tomaram a vacina. Isto provocou o surto de H1N1 no Brasil durante o início do ano. A situação pegou o governo e os brasileiros de surpresa. Alguns conseguiram ser vacinados antes do início da campanha, mas foram apenas integrantes de grupos de risco, pois as vacinas levam seis meses para serem produzidas e sua fabricação tem início após o inverno dos países do extremo norte, como Estados Unidos.

Quem ainda não tomou a vacina deve ser imunizado. Somente no Dia D, serão 240 mil profissionais espalhados em 65 mil postos pelo Brasil para a aplicação da vacina em grupos de maiores riscos, como idosos a partir dos 60 anos, crianças entre seis meses e até 5 anos, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não-transmissíveis.

De acordo com o Ministério da Saúde, “este ano, contando até o dia 16 de abril, foram registrados 1.635 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Desse total, 83% (1.365) por influenza A (H1N1), sendo 230 óbitos, com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país). A Região Sudeste concentra o maior número de casos (976) de H1N1, sendo 883 no Estado de São Paulo”.

As vacinas que serão aplicadas protegerão as pessoas dos grupos de riscos contra três subtipos do vírus da gripe, incluindo o vírus tipo A, causador da gripe H1N1.

Não deixe de tomar a vacina. A prevenção é a melhor forma de evitar a transmissão e a contaminação.

A campanha iniciou-se no Rio de Janeiro, no dia 18 de março, e tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade de prevenir e tratar doenças provocadas por vermes e outros parasitas. Segundo a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), coordenadora da campanha, mais de um terço da população brasileira sofre com alguma parasitose. Entre as crianças, a prevalência é de 55% no país.

Para o vice-presidente da entidade, James Marinho, os principais fatores de proliferação dos parasitas intestinais são saneamento básico precário, preparação inadequada de alimentos e falta de cuidado com a higiene pessoal.  “É fundamental ter uma boa higiene pessoal, tomar banho, andar calçado, lavar as mãos toda hora que pegar em dinheiro, ir ao banheiro ou pegar alguma coisa no chão. Quando a pessoa não tem uma água de boa qualidade, precisa ferver, adicionar hipoclorito naquela água [três gotas por litro] e esperar uma hora para poder beber. Além disso, ter cuidado com os alimentos”, explica Marinho.

Ele explica que as parasitoses podem ser assintomáticas, mas também podem provocar complicações para a saúde das pessoas e até levar à morte. Segundo ele, é preciso evitar a automedicação. Em caso de sintomas suspeitos de parasitose, como gases, desconforto, dores abdominais e diarreia (entre outros), é importante procurar um médico.

“Existe uma ideia, na cabeça da população, de que anualmente tem que se tomar antiparasitários. Mas o exame de fezes é sempre importante, porque tem remédio que serve exclusivamente para um determinado tipo de parasita, tem remédio que serve para mais de um e tem remédio para uma grande quantidade de parasitas. Mas só o médico é capaz de indicar o tratamento adequado”, disse.

Confira abaixo o calendário de atendimentos no Estado de SP: 

Praça da Sé: de 12 a 15 de abril
Endereço: Praça da Sé, s/nº – Marco zero

Osasco: de 18 a 20 de abril 
Endereço: Vão Livre da Praça Antônio Menck, s/nº
Centro de Osasco

Cidade Tiradentes: de 25 a 28 de abril
Endereço: Estrada Iguatemi, 7001
Estacionamento do Supermercado Negreiros Tiradentes

Comemora-se em 21 de março, o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida como uma alusão à trissomia do cromossomo 21. As pessoas com esta síndrome apresentam 3 cromossomos número 21 (21/3).

Esta data busca que a sociedade respeite o indivíduo com Síndrome de Down e lhe dê oportunidades e que seus direitos sejam respeitados. Os portadores fazem as mesmas atividades que qualquer outra pessoa e, por isso, eles buscam que todos se conscientizem de que podem estudar, trabalhar, amar, sonhar e conquistar tudo o que desejam.

Para provocar uma reflexão, a Saatchi & Saatchi criou a campanha “How you see me?” (Como você me enxerga?), encomendada pela CoorDown. Veja a seguir:

O objetivo é quebrar preconceitos e promover discussões na sociedade para beneficiar todos os portadores da síndrome.

A nossa esperança na humanidade acontece no momento que conhecemos histórias como o de Aaron Anderson, menino de 10 anos, morador de Out Skerries, uma ilha escocesa.

Ele é o único aluno de uma escola da ilha, onde há apenas 70 habitantes, e tem como amigos cães, patos e ovelhas. Seus irmãos, assim como os alunos mais velhos da escola, foram para uma escola secundária fora da ilha. Aaron só os encontra aos fins de semana e durante as férias. A história do menino foi publicada no jornal britânico The Telegraph, onde afirmava que ele era o “menino mais solitário do Reino Unido”.

Ao ler a história de Aaron, Ross McMahon, 25 anos, organizou uma campanha para enviar postais de Natal para o garoto por meio de uma comunidade de uma rede social. O que impressionou o rapaz foi a quantidade de pessoas que desejaram participar da ação.

Todos tinham até o dia 7 de dezembro para postar o cartão de natal e chegar no dia 25 de dezembro na ilha.

Em entrevista ao jornal El País, Ross explicou que ele “sentiu-se numa posição em que poderia fazer algo a respeito”. A ideia é fazer o menino feliz e mostra-lo que ele não está sozinho.

Durante o fim de ano, as empresas elaboram campanhas natalinas que mexem com o emocional. Por meio delas, são transmitidas mensagens de fé, esperança e amor.

Neste ano, não foi diferente. A empresa alemã “Edeka” emocionou o mundo com um vídeo publicitário, onde mostra um senhor que recebe telefonemas de parentes se desculpando por não passar o Natal ao lado dele, mas prometendo que no ano seguinte todos estariam lá. Três anos se passam e ninguém aparece. No fim, todos recebem o comunicado do falecimento do idoso. Quando estão todos unidos, uma surpresa os alegra. Tudo foi um plano dele para ver a família unida.

Assista a bela campanha “É tempo de voltar para casa” :

Teve início ontem (26) a Campanha Nacional de Doação de Sangue 2015. Com o slogan “Doar sangue é compartilhar vida”, o Ministério da Saúde espera atrair mais pessoas para doarem e sensibilizarem aos doadores para que eles continuem participando ao longo do ano.

No Brasil, cerca de 2,6 milhões de pessoas doaram em 2014. Ou seja, 1,8% da população. Apesar de ser um número alto, o Ministério espera aumentar o índice este ano.

Para doar

Faixa etária: 18 a 60 anos (para os menores de idade, é necessário o consentimento dos responsáveis);

Peso: Ter no mínimo 50 Kg;

Condições: Estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, não fumar, não estar em jejum, não ser diabético, não estar amamentando.

Atenção!

Tempo para doar sangue após fazer:

Tatuagem/maquiagem definitiva – após 1 ano

Piercing – após 1 ano

A doação é 100% voluntária e beneficia qualquer pessoa independente de parentesco. É importante lembrar que o sangue é essencial para os atendimentos de urgência, realização de cirurgias eletivas de grande porte e tratamento de pessoas com doenças crônicas, como Doença Falciforme e a Talassemia, além de doenças oncológicas variadas que necessitam de transfusão frequentemente.

Atualmente, 32 hemocentros coordenam os 530 serviços de coleta (hemocentros regionais e núcleos de hemoterapia) distribuídos por todo o país. No dia da doação, é imprescindível levar documento de identidade com foto.

Para saber onde doar, acesse: http://www.prosangue.sp.gov.br/doacao/Enderecos.aspx

O Poupatempo Itaquera realizará amanhã (6) ação para alertar população sobre a necessidade de prevenir-se do HIV e demais Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Profissionais do Centro de Prevenção da Cidade Líder estarão à disposição para tirar dúvidas sobre as doenças, além de distribuírem preservativos e folhetos com os locais onde são realizados exames gratuitos e orientação psicológica.

Serviço:

Poupatempo Itaquera: Av. do Contorno, 60 (ao lado da Estação Corinthians-Itaquera)

Data: 6 de agosto

Horário: 9h às 13h

Esta semana foi lançada pelo Ministério da Saúde a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno 2015. O objetivo desta ação é lembrar da importância da fase de amamentação e da doação de leite.

Segundo dados do MS, no ano passado foram doados 184 mil litros de leite materno, que beneficiaram 170 mil recém-nascidos. A meta para este ano é ampliar para 15% as doações para bebês prematuros. Apenas com um litro de leite doado, 10 bebês prematuros são beneficiados.

Toda mulher que amamenta pode doar, basta estar saudável e não ingerir medicamentos que interfiram na amamentação.

Para doar, é preciso seguir algumas regras de higiene no momento da coleta:

  • Lavar as mamas apenas com água;
  • Secá-las com uma toalha limpa;
  • Usar um pano ou uma máscara para cobrir a boca e o nariz;
  • Lavar com água e sabão as mãos e os braços, até o cotovelo.

Após a coleta, o leite deverá ser armazenado em um freezer ou congelador por até 10 dias.

Se você está amamentado e quer doar, procure o banco de leite mais próximo ou ligue para o Disque Saúde, no número 136. Atualmente, o País conta com 215 bancos de leite e 98 postos de coleta distribuídos em todos os estados brasileiros.

O outono já está quase no fim e o inverno se aproxima. Com a chegada dos meses mais frios do ano, as preocupações com a ocorrência da gripe e outras doenças respiratórias aumentam de forma considerável. A transmissão da maioria das doenças que atingem o aparelho respiratório se dá por meio de secreções liberadas pela pessoa infectada ao tossir, espirrar ou falar. Ambientes públicos, fechados e com pouca circulação de ar também são favoráveis para a transmissão das doenças.

De acordo com a coordenadora estadual de Doenças e Agravos Transmissíveis, Janaína Fonseca, apesar de ser uma forma eficaz de eliminar secreções, a tosse é um dos caminhos de transmissão de doenças entre as pessoas. Além da gripe, várias outras doenças de transmissão respiratória, causadas por todos os tipos de vírus, bactérias e fungos podem ser transmitidas por meio da tosse ou espirro.

Na hora de tossir ou espirrar, Janaína recomenda que a pessoa cubra de maneira correta as vias respiratórias. “O ideal é cobrir a boca com a parte interna do braço quando for tossir ou espirrar. Esta atitude, conhecida como a etiqueta da tosse, evita a contaminação das mãos, que é um dos principais veículos propagadores de doenças, especialmente a gripe”. Por isso, em caso de gripe, saiba como usar a etiqueta no dia a dia:

Na rua

Cubra o nariz e a boca. Para isso use a parte interna do braço, na área superior das mangas da roupa. Se não tiver lenço, procure um local para lavar as mãos. Tossir com etiqueta pode prevenir a disseminação de vírus como os da gripe e até evitar uma epidemia.

Na escola ou no trabalho

Em caso de doença febril com tosse, o melhor é evitar sair de casa, pois em escolas, creches ou no local de trabalho, o contato é bastante próximo. Mas se não for possível, respeite as regras de etiqueta da tosse. Se os sintomas agravarem, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima e consulte um médico.

À mesa

Quando a tosse aparecer, vire-se de lado, com a cabeça baixa e coloque o antebraço junto à boca. Se a tosse continuar, levante-se e deixe o local. Procure beber água e espere a crise passar.

No cinema ou teatro

Procure sentar nas poltronas laterais das fileiras. Quando tossir, utilize a etiqueta da tosse ou saia da sala até que a crise passe.

Tosse

Tossir é um reflexo natural do aparelho respiratório que surge como consequência de um processo irritativo e é um sinal de que algo não vai bem. O corpo tenta expulsar qualquer elemento que esteja causando uma possível inflamação ou irritação das vias aéreas com a função de proteger o pulmão. Ela pode ser aguda, que é passageira e dura até três semanas; e pode ser persistente, quando dura mais de três semanas. Nesse caso, é preciso procurar um médico.

A tosse também auxilia o médico a detectar doenças que vão desde uma gripe, a problemas mais sérios como pneumonia, asma, bronquite, tuberculose e câncer. Outra função é expelir o catarro, secreção que pode conter micro-organismos, tais como bactérias e vírus. Portanto, não se deve inibir a tosse, pois catarro alojado nos pulmões propicia a multiplicação de bactérias e pode transformar uma simples gripe em uma doença mais grave.

Vacina

A campanha de vacinação contra a gripe vai até o dia 22 de maio. A previsão é a de que 4,8 milhões pessoas sejam imunizadas contra a gripe nos cerca de 5.500 postos fixos e volantes do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados em Minas Gerais. No Brasil, cerca de 65 mil postos de saúde devem disponibilizar 54 milhões de doses para a imunização de 49,7 milhões de pessoas. No hotsite (www.saude.mg.gov.br/gripe), o internauta fica por dentro de todos os detalhes da campanha, além de obter esclarecimentos sobre a gripe. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a dose da vacina previne contra os três subtipos do vírus de gripe, que são A/H1N1, A/H3N2 e a influenza B. Entre o público prioritário pela campanha estão as crianças menores de cinco anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, população indígena, população privada de liberdade e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Fonte: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

Nesta sexta-feira (22), termina a Campanha de Vacinação Contra a Gripe. Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 14,5 milhões de pessoas foram imunizadas até agora. A meta da era de atingir ao menos 80% do total previsto, ou seja, 39,7 milhões.

Os grupos que necessitam ser vacinados são crianças de 6 meses a menores de 5 anos, doentes crônicos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, presos e funcionários do sistema prisional, além da população indígena.

Para tomar a vacina, é necessário apenas comparecer a um posto de saúde.

Um pequeno gesto da população pode levar força a um menino estadunidense. Seth Lane sofre de uma enfermidade autoimune conhecida como “Doença do Garoto Bolha”, onde é necessário ficar isolado de tudo e de todos.

O guerreiro de apenas 5 anos vive em um hospital há mais de 2 anos e meio, pois é o único local esterilizado o bastante que ele pode ficar.

Em janeiro, Seth passou por uma cirurgia, o transplante de medula óssea. Infelizmente, não foi bem-sucedida. Por isso, ele passará por uma nova tentativa de transplante no dia 27 de Março, sexta-feira.

Para motivar Seth a continuar batalhando, os pais fizeram um vídeo onde pedem que todos usem amarelo, cor preferida do menino, no dia da cirurgia e postem uma foto no Facebook ou Instagram com a hashtag #WearYellowForSeth. As fotos serão impressas e colocadas no quarto do hospital, para o filho ver a quantidade de pessoas que estão torcendo pelo bem dele.

O vídeo foi assistido para mais de 2 milhões de pessoas, para espanto dos pais. Assista a seguir:

Nos Estados Unidos, uma campanha criativa busca alertar a população sobre a necessidade em realizar exames preventivos anualmente para prevenir o câncer de cólon, que acomete homens e mulheres.

Nos ônibus de Chicago, a Fundação Meredith’s Miracle Colon Cancer, que recebe doações para ajudar jovens adultos que lutam contra este mal, instalou cartazes nos bancos do veículo. O resultado ficou incrível:

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O cartaz apresenta os seguintes dizeres: “Ninguém quer ver isso, a não ser o seu médico. O câncer de cólon é o segundo que mais mata, porém, se detectado precocemente, é facilmente curável”.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que 32.600 novos casos ocorram por ano, onde 15.070 são homens e 17.530 mulheres. Apenas no Brasil, por volta de 14 mil pessoas são vítimas desta doença.

O câncer de cólon ocorre no intestino grosso e no reto. É tratável e curável na maioria dos casos, quando detectado precocemente.

Em caso de mudanças intestinais, como diarreia ou dor ao evacuar; sangramento; perda de peso sem motivo aparente; entre outros sintomas, buscar a ajuda de um coloproctologista.

Em um relatório divulgado há dois anos, a Organização das Nações Unidas (ONU) mostra dados sobre a fome no mundo. Segundo a pesquisa, 842 milhões de pessoas (adultos e crianças) sofrem de desnutrição.

Esta situação é decorrente da falta de alimento? Não. Na realidade, toneladas de alimentos são jogados no lixo. Se não houvesse o desperdício, todas as pessoas no mundo se alimentariam.

Uma campanha contra a fome realizada em 2011, nos Estados Unidos, colocou crianças em uma sala de espera, enquanto aguardavam serem chamados. Para passar o tempo, havia um lanchinho para elas. No entanto, algumas ganharam o sanduíche e outras não.

O que as crianças fizeram serve de lição para a humanidade no combate à fome.

Assista o vídeo a seguir:

Em abril do ano passado, o Hospital Amaral Carvalho, instituição que presta atendimento humanizado a pacientes carentes, lançou o urso de pelúcia chamado ELO.

O brinquedo foi criado com a finalidade de dar às crianças um companheiro, enquanto elas estão na batalha contra o câncer.

Por medidas de segurança, os pequenos não podem ter muito contato com o mundo fora do hospital. Esta é uma forma de prevenir que bactérias e vírus prejudiquem o tratamento e piorem o estado de saúde. Tal situação deixa as crianças afastadas dos colegas de escola, dos professores e familiares.

Para ajudá-los, o hospital criou o ursinho ELO, que carrega com ele mensagens de voz de amigos e parentes dos pacientes.

Esta bela ação pode ser vista no vídeo a seguir:

No próximo dia 27 de fevereiro (sexta-feira), a Estação Guaianases da CPTM promoverá um mutirão para exames e orientação sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

Técnicos de saúde, auxiliares de enfermagem e agentes de prevenção estarão uniformizados e distribuirão informativos e preservativos. Estarão disponíveis 14 mil camisinhas masculinas, 400 femininas e tubos de gel lubrificante.

Além disso, quem quiser fazer exame de sífilis, hepatite B e C e HIV, passarão por uma breve entrevista e em seguida serão encaminhados para o exame (rápido, para situação de risco, ou convencional)

Segundo informações da Assessoria de Imprensa da CPTM, o teste rápido de HIV fica pronto em apenas 30 minutos. Já os exames convencionais serão entregues no prazo de um mês no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Guaianases, localizado na rua Centralina, 168.

O objetivo desta campanha é esclarecer e mostrar a importância em prevenir-se contra DSTs e Aids.

Serviço:

Local: Estação Guaianases da CPTM

Data: 27 de fevereiro

Horário: das 13h30 às 15h30

O Ministério da Saúde lançou hoje (28) a campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis. Com o slogan “#partiuteste”, usado desde o mês passado, a ação tem como público-alvo os jovens entre 15 e 25 anos.

A campanha distribuirá 70 milhões de camisinhas em todo o país. Haverá displays instalados nos banheiros dos aeroportos do Rio de Janeiro, Salvador e Recife, principais destinos da população durante o Carnaval.

Aproveitando o clima Natalino presente nesta época do ano, uma campanha busca incentivar a gentileza. No estilo “A Corrente do Bem”, o vídeo apresenta diversas situações do cotidiano que mostram como faz bem ajudar os outros. Todos são retribuídos por uma boa ação.

Assista ao vídeo a seguir:

 

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