28°C | Curitiba, Paraná | 05 / 02 / 2012
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Frio? Calor? Coloque a mesma jaqueta

Um novo casaco climatizado em que é possível controlar a temperatura tem ajudado soldados indianos a ficarem quentes em condições abaixo de zero na geleira de Siachen.

Mas tudo começou com um desejo simples de um estudante de graduação indiano de ter uma roupa que poderia adaptar-se tanto aos invernos frios de Boston, como aos quartos aquecidos do campus do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Imagem: Dhama Innovations

As jaquetas e outras roupas com controle de temperatura de 0°C a 100°C (isso mesmo), sem adição ou remoção de camadas poderiam ser um complemento indispensável no futuro numa época de grandes variações de temperatura.

Kranthi Kiran Vistakula, fundador e CEO da Dhama Innovations em Hyderabad, na Índia, afirma que são quatro os níveis de aquecimento e quatro níveis de refrigeração que incluem baixa, média, alta e muito alta.

A tecnologia climática aproveita o efeito que ajuda a resfriar dispositivos eletrônicos, como laptops, mas no caso das roupas, foram usados nanomateriais para criar uma versão muito leve e muito eficiente que permita suportar até oito horas de conforto quente ou frio. Você também pode recarregar a bateria até mesmo por energia solar.

O legal é que a empresa pretende utilizar a tecnologia para fins terapêuticos. Eles já criam suportes para joelho e cotovelo visando melhorar a dor nas articulações. O próximo passo seria criar uma aplicação que usaria as baixas temperaturas para controlar a dor, sangramento e inflamação durante emergências médicas.

Por enquanto, o tema fica como saúde ambiental, porque contamos que você só precisa de uma roupa para o verão e para o inverno e, por isso, não ficará tentado a comprar e a lavar mais roupas, podendo recarregá-la através da energia solar. Que tal?

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Verão, calor, praia, piscina, pescaria, acampamento, esporte ao ar livre e… mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos!!!

Todo mundo sabe que os repelentes são substâncias que inibem a aproximação dos insetos. Hoje, o mercado dispõe de uma série de produtos naturais e industrializados. Mas você sabe como esses produtos funcionam?

Fim da picada

O DEET (abreviatura de N,N-dietil-meta-toluamida ou N,N-dietil-3-metilbenzamida), é o principal composto químico presente nos repelentes industriais. Foi criado pelo exército dos Estados Unidos logo depois da 2ª Guerra Mundial. Desde então, várias teorias já foram divulgadas para explicar seu funcionamento.

A verdade, porém, é muito simples: os insetos são atraídos pelo “cheio” do ser humano, tanto o gás carbônico exalado na respiração quanto substâncias voláteis presentes no suor, como o ácido lático. O DEET mascara esse odor humano. Ele interfere nos receptores sensoriais dos insetos, desorientando-os, impedindo que pousem na pele – ainda que eles possam continuar por perto.

A substância é altamente eficaz para repelir a grande maioria dos insetos que se alimentam de sangue humano, como os pernilongos, muriçocas, borrachudos e mosquitos, incluindo os transmissores da malária e da dengue.

Em loção, gel, spray ou aerossol, é fabricado para ser aplicado diretamente na pele ou nas roupas. O uso do DEET, contudo, não é recomendado para crianças pequenas.

Segundo especialistas, os repelentes com percentual de DEET de até 10% podem ser utilizados em crianças a partir de 2 anos de idade. Já quando o percentual é acima de 11%, a aplicação deve ser feita apenas em crianças acima dos 12 anos.

*Os produtos mais eficientes, aqueles com grandes concentrações de DEET (entre 30% e 50%) não devem ser usados em crianças menores de 12 anos.

O produto também deve ser evitado por mulheres grávidas. O ideal é que a gestante procure orientação do médico antes de fazer uso de qualquer produto que contenha DEET.

Os mosquitos me adoram!

Vale ressaltar ainda que a mania de perseguição que muitos acreditam sofrer por parte dos mosquitos, não existe! Regiões pouco urbanizadas tendem a concentrar mais insetos. Mas, diferente do que parece, eles não deixam de picar as pessoas locais para avançar nos turistas. Na realidade, os mosquitos seguem atacando todo mundo, sem discriminação.

O que acontece, no entanto, é que, quando alguém é alvo frequente dos insetos, o corpo se acostuma e diminui, aos poucos, a produção de histamina, a substância que provoca a coceira na pele após uma picada. Desta forma, as picadas continuam. O que diminui é a coceira!

Outros tipos…

Inseticida

Os inseticidas para uso doméstico têm como princípio ativo as piretrinas. Elas agem no sistema nervoso dos insetos, causando uma contração descontrolada dos neurônios e paralisando o bicho todinho. Geralmente são diluídas em água e usadas em sprays ou em aparelhos elétricos para plugar na tomada.

Naturais

Os óleos essenciais de plantas, como citronela e eucalipto, são uma boa receita de repelente – embora o DEET seja, pelo menos, mil vezes mais forte contra os insetos. Vale ressaltar que não adianta plantar mudas em volta da casa porque a quantidade de essência exalada não espanta inseto nenhum.

Vitaminas

Embora ingerir vitaminas do complexo B altere a secreção da pele humana, ainda não foi comprovado que isso afaste os insetos. Cebola, alho e álcool também mudam as secreções, mas não chegam a incomodar. Além disso, laboratórios que produzem essas vitaminas não recomendam seu uso como repelente.

Ultra-som

Repelentes ultrassônicos podem ser plugados em tomadas ou acionados por aplicativos de computador e celular. Ruídos não audíveis por humanos imitam um mosquito macho procurando uma parceira. Como só fêmeas grávidas picam – para acumular sangue -, elas fogem do som por já estarem grávidas.

- Preparativos para o verão: suco para manter o bronzeado, combate à celulite e dicas preciosas

* Com informações da revista Mundo Estranho.
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O Blog da Saúde informou ontem, 24, que as temperaturas em nove capitais brasileiras estão acima da média no mês de fevereiro. Com isso, as pessoas tendem a correr para as lojas de eletrodomésticos para adquirir um ar condicionado ou ventilador para refrescar o ambiente.

Se a chuva não chega, o tempo continua abafado e fica mais difícil para dormir a noite. Mas mesmo no calor, algumas pessoas que sentem mais frio, têm necessidade de usar o cobertor ou edredom para dormir. E geralmente, são as mulheres que brigam pelo edredom.

Daí vem a pergunta: é verdade que as mulheres sentem mais frio que os homens? Muitas pesquisas são realizadas para tirar essa dúvida, mas nenhuma indica que a diferença da sensação de calor está relacionada ao sexo.

O que se sabe é que pessoas que têm mais gordura armazenam mais calor, e por conta disso sentem menos frio. Portanto, já que os homens geralmente têm massa corpórea maior que as mulheres, o que está relacionado diretamente com o seu metabolismo, eles sentem mais calor. Mas se um casal tiver o mesmo peso e a mesma altura, por exemplo, eles sentirão a mesma necessidade de se refrescar no calor.

Enquanto esse impasse não se revolve, os casais continuarão
brigando a noite. Você já teve uma experiência como essa? Comente.

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No mês de janeiro, na região sudeste, principalmente em São Paulo, a principal preocupação era com o volume de chuvas fora do normal, provocado por um aspecto global, o El Niño. Agora a região sofre com o aumento da temperatura que é causado por um fenômeno que tem origem na Bolívia, a Alta da Bolívia.

O fenômeno da Alta da Bolívia empurra o ar de cima para baixo, que fica comprimido na superfície por conta do aquecimento do Sol, dessa forma o calor aumenta. Por conta disso o ar quente e úmido não sobe e não há formação de nuvens, responsáveis por diminuir a incidência dos raios UV, por isso a sensação de calor fica maior.

São Paulo
A capital já marca quatro graus acima da média que é de 28° C, e ontem o índice de radiação chegou ao nível mais alto, 14. Mas a partir de hoje a temperatura começa a baixar por conta de uma frente fria que vem do Sul do país.

Como você está fazendo para suportar o calor que faz na sua cidade? Comente.

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Desde dezembro, autoridades mundiais tentam resolver os problemas causados pelo aquecimento global, para muitos a conferência de Copenhague foi um fracasso que não surtiu em nenhuma solução para o meio ambiente.

Já no começo de 2010 o mundo teve várias surpresas, a mãe natureza começou a dar as caras, e o que se vê é uma alteração brusca do meio ambiente.

Já na virada do ano os brasileiros acompanharam os desastres causados pelas chuvas: deslizamentos de terra, enchentes, pessoas soterradas. Ainda no mês de janeiro, o Haiti foi surpreendido por um terremoto que devastou o país. Temperaturas abaixo do normal nos Estados Unidos, Europa e China.

E aqui no Brasil as temperaturas em até nove capitais estão acima da média esperada para o mês de fevereiro. Os cariocas estão sofrendo mais com o aumento drástico das temperaturas. A média máxima para o segundo mês do ano é de 30° C, mas ontem os termômetros chegaram a marcar quase 41° C, com a sensação térmica de 48° C.

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Para quem estava sofrendo com o calor nesse dias de carnaval, chega uma notícia que vai deixar os paulistanos, que já voltaram ao trabalho nessa quarta-feira, mais felizes. A famosa frente fria chegou à capital hoje, e deixa o clima mais ameno.

A frente fria costuma atingir, principalmente, as regiões sul e sudeste o ano inteiro, cerca de três a cinco vezes ao mês. É ela a responsável por baixar as temperaturas, que às vezes, vem acompanhada de chuva.

Mas as temperaturas baixas não vão durar por muito tempo, segundo os meteorologistas o calor deve voltar no domingo. Amanhã, o tempo será chuvoso e as temperaturas seguirão em queda. Na sexta-feira e no sábado, o sol aparecerá entre nuvens e haverá pancadas de chuva.

Ontem a cidade de São Paulo registrou a madrugada mais quente do ano, que chegou a mais de 23°C. Além da dificuldade de pegar no sono por causa do calor, 20 capitais do país sofreram com o alto índice de radiação solar, que foi considerada “extrema”, segundo o Instituto Somar Meteorologia.

Por isso, as pessoas devem ficar atentas quanto a sua saúde. Nesse calor, além do aumento do risco de câncer de pele, é importante beber bastante água e fazer refeições leves.

“O calor deu uma trégua, mas os cuidados com a sua saúde devem continuar.
Se cuide sempre, e não deixe que o calor te derrube quando voltar”

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Divulgação NYT

Um ano novo chegou e com ele o verão que não dá trégua aos brasileiros. Quem está sofrendo mais com o calor são os cariocas da gema, que vivem em uma cidade que bateu um recorde de temperatura na última quarta-feira (11/02). Os termômetros do Rio de Janeiro chegaram a marcar 43,9°C, foi a segunda maior temperatura do mundo, perdeu só para Ada, Gana, que registrou 44,9°.

Nos fins de semanas, a sensação de mal-estar que o calor provoca pode ser amenizada pela praia e pela água de coco, mas e quando chega a segunda-feira? Voltar a usar o traje de trabalho gera incômodo, principalmente, para os homens que são obrigados a usar terno e gravata.

Nessas condições é difícil trabalhar, será que uma mudança na moda executiva mudaria essa sensação insuportável? Que tal uma bermuda ao invés da calça? Essa moda pelo visto já pegou nos EUA, mas será que pega no Brasil?

A OAB RJ está tentando, pelo menos, fazer com que não seja obrigatório usar paletó e gravata dentro dos tribunais do Estado. Será que o uso de bermuda por advogados é um abuso de autoridade?

Enquanto a moda não pega por aqui, o jeito que os homens têm é se refrescar no mar das belíssimas praias cariocas durante o almoço, e ficar debaixo do ar condicionado o resto do dia.

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O mundo está de cabeça para baixo e a natureza está mostrando sua força de devastação. O Homem não tem do que reclamar, pois as agressões ao meio ambiente não param. Ontem, o Rio de Janeiro registrou a segunda maior temperatura do mundo, enquanto os EUA vivem debaixo de neve.

As altas temperaturas além de provocar incômodos, podem levar a morte, principalmente pessoas com saúde fragilizada como é o caso dos idosos. E a desidratação é uma doença que vem com tudo nesse verão, por isso fique atento!

No começo da semana, 32 idosos morreram em Santos, litoral de São Paulo, e tudo indica que a causa foi o calor, somado com a desidratação e doenças pré existentes, como diabetes, doenças cardiovasculares e pressão alta.

Nosso peso corporal é formado por 60% de água, no caso dos idosos esse volume de água diminui para 53%, em homens, e 46%, em mulheres. Por causa disso, eles ficam mais frágeis a temperaturas altas, perdem mais água, e sofrem mais de desidratação.

Porque a desidratação pode levar a morte
Segundo especialistas, quando o organismo tem menos água a pressão arterial diminui, e faz o coração trabalhar mais, batendo mais rápido. Os rins também sofrem com isso, com a diminuição de líquido, o rim tem que se adequar para continuar o seu funcionamento. Por isso, a maioria dos idosos morreram por insuficiência renal ou cardíaca.

Confira o vídeo sobre os óbitos dos idosos na baixada santista:

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