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Direto ao ponto

A Associação de Dermatologia do Canadá optou por uma ação sem lero-lero para atingir os jovens que vivem por lá e utilizam as camas para bronzeamento artificial.

Por aqui, após uma longa discussão, o método foi proibido. A radiação ultravioleta do bronzeamento artificial não só causa o envelhecimento precoce da pele, como também aumenta o risco de câncer, incluindo melanoma, a forma mais letal de câncer de pele.

A Associação afirma que este tipo de bronzeamento antes dos 30 anos tem sido associado com um aumento significativo no risco de ter um melanoma e, recentemente, as camas de bronzeamento passaram para a categoria do que provoca o maior risco de contrair a doença, em uma lista feita pela Organização Mundial da Saúde.

Mais objetivo, impossível:


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Depois de tanta polêmica e alerta à população sobre os riscos que o bronzeamento artificial oferece à saúde, a justiça de São Paulo concedeu liminar suspendendo a resolução da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que proibiu o uso de câmaras de bronzeamento no país.

A decisão será válida para empresas e profissionais associados ao Seemples – Sindicato dos Empregadores em Empresas e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo.

Em nota, o juíz Giuzio Neto, responsável da decisão destaca:

“Sem prejuízo da aparente boa intenção da Anvisa, pretender proibir uma atividade econômica –que a rigor não se limita ao Brasil– extrapola as suas atribuições, não sendo dispensável afirmar que toda vez em que se adota como solução uma proibição, raramente ela é evitada, passando apenas para a clandestinidade.”

“Qual a sua opinião sobre o assunto? Você acha que as câmaras
de bronzeamento artificial devem ser proibidas ou não? Comente.”

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verão 1612A estação mais esperada pelos brasileiros começa dia 21 de dezembro, e as preocupações com o corpo começam a tomar conta de suas cabeças.

Para não passar vergonha no verão, pessoas que têm a pele muito clara recorrem a medidas artificiais, como o bronzeamento artificial, para chegar à praia com uma “corzinha” legal. Mas desde 11 de novembro essa medida não pode ser utilizada por clínicas de estética em todo o Brasil.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a utilização de equipamentos para bronzeamento artificial, baseado na emissão de radiação ultravioleta (UV). A agência se preocupa com os efeitos negativos que a radiação causa na pele. Segundo seus estudos, os raios UV aumentam os riscos de câncer em 75%.

Um mês se passou e três empresas de estética do sul conseguiram uma liminar, concedida pela Justiça Federal do Paraná, que as autoriza a utilizar o procedimento em suas clínicas.

Esse episódio gera uma grande discussão quanto a opção de escolha das pessoas sobre o seu próprio corpo. A população já tem informações sobre o risco que existe nesse procedimento de bronzeamento da pele, então…

Será que a Anvisa deve ficar responsável por tomar essa decisão por você? Comente.

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Resolução da Anvisa –  Agência Nacional de Vigilância Sanitária datada de 09 de novembro proíbe o uso de câmaras de bronzeamento para fins estéticos em todo o país. O Blog da Saúde já tratou sobre a polêmica do assunto aqui.

Segundo Dirceu Barbano, diretor da Agência, a decisão já está valendo e não haverá prazo de restrição. Um dos motivos que impulsionou a decisão foi a constatação de que os equipamentos não contam com a manutenção adequada e têm sido utilizados sem controle.

Barbano destaca que “não se conseguiu comprovar nenhum benefício que justificasse a manutenção no mercado de um produto que comprovadamente causa câncer”. Para ler o conteúdo da resolução na íntegra clique aqui.

“Aproveitar as delícias do verão com saúde e consciência é o que vale.
Jamais arrisque sua saúde com procedimentos não autorizados.”

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Preparar o corpo para o verão é meta de homens e mulheres preocupados com o visual. O Blog da Saúde alerta para uma revisão de estudos feita recentemente que revela que, quando nos expomos a câmaras de bronzeamento antes dos 30 anos de idade as chances de ter câncer de pele chega a 75%. O comunicado vem da Organização Mundial da Saúde – OMS. Na prática, a técnica de bronzeamento artificial emite ravios UVA, que são relacionados a um risco maior de melanoma, o tipo de tumor mais agressivo.

Se antes as câmaras eram vistas como “prováveis cancerígenas” agora, de acordo com a Agência Internacional para pesquisa do Câncer na área oncológica – Iarc -  o sinal de alerta aumentou. Para entender melhor, a causa concreta do tumor de pele pode ser comparada à relação entre o cigarro e o câncer. A relação dos estudos será publicada ainda hoje na edição on-line do “Lancet Oncology”.

A Organização Mundial da Saúde não fez nenhum anúncio oficial sobre o assunto até o momento. O médico João Duprat, responsável pelo Departamento de Oncologia Cutânea do Hospital A. C. Camargo destacou, em entrevista à Folha de São Paulo, que “mesmo em pacientes que começaram o bronzeamento nos últimos cinco anos, ou seja, com lâmpadas mais modernas, que, teoricamente, seriam mais seguras, houve aumento na incidência de melanoma. Já está muito bem demonstrado que bronzeamento em câmaras não é bom”.

As câmaras devem ser utilizadas para tratamentos dermatológicos como vitiligo, psoríase e atopia. Nesses casos, a exposição é extremamente controlada e não passa de um ou dois minutos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA não proíbe as câmaras de bronzeamento mas é responsabilidade das clínicas informar sobre os riscos e a possibilidade de câncer de pele.

 

“Qual é o limite da vaidade? Você colocaria sua saúde em risco pelo corpo ideal?”

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