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Bikeboy é o novo Motoboy

As bicicletas estão cada vez mais presentes no cotidiano urbano. Tanto é que agora ganham nova função e são utilizadas como transporte de encomendas, atividade antes feita apenas com as motos.

A ideia é reduzir a emissão de gases, deixar o trânsito menos carregado e ainda ser eficiente. São Paulo e Curitiba contam com o serviço. Mas os ciclistas têm que ser muito experientes para tornarem-se bikeboys.

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Já ouviu falar de cinema Drive-in? Nas décadas de 50 e 70, era muito popular e levava muitos casais e grupos de amigos a assistirem filmes ao ar livre ou dentro de seus carros.

Agora, imagine um Drive-in sem carros e no lugar deles coloque bicicletas. O nome disso é Cycle-in Cinema, um projeto verde criado pelo Magnificent Revolution, em Londres.

O Cycle-in Cinema pode divertir muitos, mas sua principal função é educar. Toda a energia utilizada para manter a projeção funcionando é gerada pelo público que pedala e assiste ao filme ao mesmo tempo. Os espectadores aprendem sobre o consumo de energia ao acompanhar um display que mostra quanta energia eles estão produzindo e consumindo ali.

Imagem: Magnificent Revolution

Desde 2007, o Magnificent Revolution tem ajudado as pessoas a entenderem o uso da energia, o seu processo de produção e por que ela pode prejudicar o meio ambiente, causando mudanças climáticas. É um guia para a população que procura soluções positivas e um estilo de vida com menos carbono.

Além do cinema, o método também é usado em eventos de música. Para o show continuar, é preciso pedalar! Todos os microfones, instrumentos elétricos e amplificadores ficam ligados através da produção de energia 100% humana.  Além de ajudar o meio ambiente, cria um elo direto entre a audiência e a banda.

Veja como é essa experiência!

 

Esses eventos podem ocorrer em qualquer lugar: parques, coberturas, escolas, campos… Será que os brasileiros trocariam as cadeiras confortáveis do cinema e a pista de um show por um assento de bicicleta e muito esforço?

A banda brasileira CO2 Zero aderiu essa mania. Os shows são sustentados por pedaladas e o objetivo é ensinar a educação ambiental.

“As pessoas saem do nosso show sabendo que é possível ter essa geração de energia, sabendo que pode ser sustentável, sabendo que ela pode fazer alguma coisa pelo meio ambiente,” diz o guitarrista da banda, Reginaldo de Oliveira.

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O movimento Menos um Carro, a favor da mobilidade sustentável, divulgou um ranking feito por uma empresa dinamarquesa, a Copenhagenize, sobre as 20 melhores cidades do mundo para pedalar.

É certo que as cidades europeias estão bem a nossa frente neste quesito. Mas um lugar do Brasil nos deu a possibilidade de adentrar o ranking. Tem ideia da onde seja?

A análise levou em conta 13 critérios, entre eles infraestrutura (existência de ciclovias, sinalização e estacionamentos), segurança dos ciclistas, políticas envolvidas e aceitação social.

1. Amsterdam (Holanda)

A cidade foi bem em todas as categorias. Além das facilidades de infraestrutura, eles também têm políticas a favor. Este é o único lugar no planeta onde os marcadores de medo sobre o ciclismo foram inexistentes.

2. Copenhague (Dinamarca)

Ganhou pontos em grande parte pela sua cultura de bicicletas bem estabelecida, infraestrutura, instalações, e a importância da bicicleta na política de planejamento.

3. Barcelona (Espanha)

Não tinha bicicletas em Barcelona a cinco anos atrás e agora deixa as outras cidades emergentes na cultura de bike envergonhadas. A bicicleta voltou à paisagem urbana de forma positiva. Barcelona deve ser vista por outras cidades que querem progredir neste tipo de mobilidade sustentável.

4. Tóquio (Japão)

O treinamento rigoroso a que os motoristas têm que passar para tirar a carta de habilitação por lá cria uma percepção de muita de segurança nas ruas. Soluções de estacionamento, fora das estações de trem, em particular, são inovadoras e inspiradoras.

5. Berlim (Alemanha)

A bicicleta nunca realmente desapareceu de Berlim, como aconteceu em outras regiões. No tato com o ressurgimento de Berlim, a bicicleta está cumprindo o seu potencial. Existe uma quota para a prática em toda a cidade de 13%, mas em muitos bairros a porcentagem sobe para 20-25%.

6. Munique (Alemanha)

Munique está determinada a investir no ciclismo, e tem se esforçado para dar à bicicleta um status mais elevado entre os cidadãos. Sua infraestrutura e instalações são respeitáveis ​​e a cidade continua planejando.

7. Paris (França)

Foi um programa de bicicleta de Paris que convenceu Londres e Nova York a melhorar as condições para os ciclistas. Agora, a capital francesa está anos luz à frente de outras grandes cidades já que continuam investindo em infraestrutura e instalações. Eles recebem o máximo de pontos para seu programa de bicicletas – indiscutivelmente um dos mais eficazes do mundo.

8. Montreal (Canadá)

A cidade tem infraestrutura de bicicleta desde os meados dos anos 80, e o renascimento da cultura da bicicleta é perceptível em toda a cidade.

9. Dublin (Irlanda)

Dublin sofreu o destino de qualquer outro lugar, em dar atenção central aos carros, mas uma recuperação da cidade já está sendo feita.

10. Budapeste (Hungria)

A aceitação social da bicicleta é impressionante e os locais são favoráveis ​​à integração de bicicleta.

11. Portland (Oregon)

12. Guadalajara (México)

13. Hamburgo (Alemanha)

14. Estocolmo (Suécia)

15. Helsinski (Finlândia)

16. Londres (Inglaterra)

17. São Francisco (Califórnia)

18. RIO DE JANEIRO (Rio de Janeiro)

19. Viena (Áustria)

20. Nova Iorque (Nova Iorque)

Veja todos os dados da pesquisa aqui.

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Todo ano, no dia 22 de setembro, as pessoas de todo o mundo se reúnem nas ruas, cruzamentos e quarteirões para lembrar ao mundo que nós não podemos continuar tão dependentes do carro.

O “Dia Mundial Sem Carro” surgiu na França, em 1997. E tem como objetivo conscientizar e alertar os cidadãos para os prejuízos do uso excessivo do carro em relação aos outros meios que promovem a sustentabilidade, como a bicicleta e o transporte coletivo.

A data visa chamar a atenção também de urbanistas e políticos para que prioridades sejam dadas à bicicleta, criando mais ciclovias, por exemplo, e aos pedestres que utilizam os transportes públicos, em vez dar preferência sempre aos automóveis.

Mas não adianta nada ter apenas um dia de celebração e, em seguida, um retorno à mesma rotina insustentável. Portanto, cabe aos nossos governos, mas também a nós mesmos ajudar a criar uma mudança permanente para beneficiar os pedestres, ciclistas, as pessoas que usam o transporte público e, acima de tudo, as nossas cidades e o meio ambiente.

O Dia Mundial Sem Carro é uma vitrine de como as nossas cidades poderiam ser no restante do ano, se mais pessoas adotassem essa prática, ou melhor, abandonassem seus carros – nem que fosse por um dia na semana, ou para pegar carona, já que a grande maioria dos carros leva apenas uma pessoa(!).

Afinal, usar algumas vezes na semana o transporte público ou a bicicleta para se locomover já é um passo na direção de uma cidade menos congestionada, poluída, irritada e, por que não, sedentária.

Pois, além de ser um meio de transporte sustentável, que diminui o impacto tanto da poluição atmosférica quanto sonora, a bicicleta é uma alternativa para diminuir a irritabilidade e aproveitar o seu caminho diário para praticar uma atividade física.

Dicas para pedalar com seguranças pelas grandes cidades do MoutainBikeBh:

Escolha bem a bicicleta, é necessário ter um meio de locomoção regulado, confortável e bem cuidado. Não se esqueça de fazer a manutenção periodicamente;

Comece devagar antes de sair pedalando pelas ruas das metrópoles, com trajetos curtos, e planeje as rotas para evitar desgastes extremos. Um ciclocomputador com GPS para bicicletas pode ajudar muito nessa hora;

Mantenha-se sempre visível e seja previsível. Use acessórios que te destaquem em meio aos carros, como reflexivos e luzes. E à noite, use roupas claras, além dos refletores e farol;

Respeito no tráfego. Isso se aplica aos ciclistas e aos motoristas dos outros veículos. A falta de respeito no trânsito pode colocar muitas vidas em risco, sendo um preço muito caro a se pagar apenas por causa da falta de gentileza.

Imagem: MoutainBikeBH

É preciso lembrar que as bicicletas devem evitar trafegar nas calçadas, para não colocar em risco os pedestres. Dessa forma, o ideal é andar nas ruas, com os carros, quando não houver faixa exclusiva, mas, preferencialmente à direita, sempre pelos bordos da pista e nunca pela contra-mão.

Tendo a opção de ciclovias ou ciclofaixas, opte por elas.

Sinalize sempre a sua intenção com o braço.

Evite vias de trânsito rápido e intenso ou muito congestionadas.

Use sempre luvas e capacete e obedeça aos sinais de trânsito.

Então, inspire-se assistindo o vídeo abaixo e amanhã, vá de ônibus, metrô, a pé ou de bike!

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Os moradores de São Paulo demoram em média 2 horas e 43 minutos para se deslocar na cidade, segundo pesquisa do Ibope 2009, e as médias mensais dos picos de congestionamento chegam a 129 quilômetros.

Motivo suficiente para você ficar de olho no que vem por aí!

Acontece em todo o mundo, no dia 22 de setembro, o Dia Mundial Sem Carro: iniciativa para você provar que pode cumprir sua rotina sem depender do automóvel e de quebra fazer bem à saúde, poluir menos e ver novas perspectivas de locomoção.

O importante é deixar o carro em casa. Pode se locomover a pé, usar o transporte público ou pedalar.

Várias atividades serão realizadas do dia 16 até chegar o dia 22, chamada em São Paulo de Semana da Mobilidade.

Este ano, as atividades irão coincidir com as comemorações na Europa, todas a fim de fazer as pessoas pensarem sobre usar menos o transporte individual e privilegiar o coletivo, além de refletir sobre acessibilidade e o respeito aos pedestres.

POR QUE PRECISAMOS MUDAR

Estudos da Faculdade de Medicina da USP apontam que morrem na cidade, em média, 12 pessoas por dia devido à poluição, encurtando a vida média dos paulistanos entre um ano e um ano e meio.

No caso dos acidentes de trânsito, morrem cerca de 4 pessoas por dia na cidade – 44% pedestres, 18% motociclistas, 9% passageiros ou motoristas de automóveis e 3% ciclistas.

O fato dos pedestres estarem entre os mais prejudicados reflete a consequência das cidades que priorizam seus espaços e fluxos para os automóveis.

Se não bastasse, estudo da FGV mostra que a cidade deixa de gerar R$ 26,8 bilhões por ano devido a perda de tempo nos congestionamentos e aos custos totais ligados aos acidentes e doenças derivadas do trânsito.

VANTAGENS DA BIKE

Considerado o melhor meio de transporte para pequenas distâncias, ao pedalar você pratica atividade física, não polui, tem um custo muito baixo e é pouco afetado pelos congestionamentos.

O número de viagens em bicicleta praticamente dobrou na cidade nos últimos 10 anos, sendo que 71% das locomoções com bicicleta nos dias úteis se deram por causa do trabalho, de acordo com pesquisa realizada em São Paulo pela CPTM.

Veja parte do Manifesto do Dia Mundial Sem Carro:

É importante lembrar que o setor de transportes é responsável por 15% dos gases que causam o aquecimento global e a mudança climática.

O diesel e a gasolina consumidos no Brasil estão entre os piores do mundo e a indústria automobilística fabrica motores menos poluentes em vários outros países e no Brasil apenas para exportação.

A inspeção veicular, obrigação dos governos estaduais e dos grandes municípios, ainda está muito longe de cumprir seu papel.

Nosso modelo de desenvolvimento urbano promove uma enorme desigualdade social que obriga milhões de pessoas a se locomover por grandes distâncias para ter acesso ao trabalho e aos serviços e equipamentos públicos.

Vivemos, cada vez mais, um modelo que oferece todos os incentivos possíveis para a locomoção por meio do automóvel.

Enquanto isso, os investimentos em transporte público coletivo continuam se arrastando lentamente, ocorrendo, em 2009, redução da frota de ônibus em circulação na cidade – segundo o Detran-SP, a frota caiu de 41.876 (jan/09) para 41.628 (jun/09).

Bilhões de reais que poderiam melhorar imediatamente o transporte público serão gastos em túneis, novas pistas e avenidas – e ampliação de antigas – que em pouco tempo estarão entupidas (800 novos carros entram por dia nas ruas de São Paulo!).

(…) Se não reagirmos, todos estaremos cada vez mais estressados, doentes, presos em novos congestionamentos e muito distantes de termos um transporte público coletivo decente, saudável e eficiente, como todas as principais cidades do mundo já o possuem há muito tempo.

HISTÓRICO

A campanha do Dia Mundial Sem Carro nasceu na França, por volta de 1998, com apenas 35 cidades participantes, mas em 2000, outros países da Europa adotaram a data e o manifesto ganhou força.

Quando chegou ao Brasil, o movimento contou com a participação de 11 cidades. No ano passado, mais de duas mil cidades distribuídas em mais de 40 países participaram.

Lembre-se de fazer a sua parte dia 22 de setembro!

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O uso da bicicleta parece estar cada vez mais em alta, o que gera novas invenções (lembra da iBike?), ciclovias e ideias colocadas em prática.

Os atletas, os ciclistas, o planeta, eu e você agradecemos: à medida que as pessoas redescobrem o prazer de andar de bicicleta mais atenção é voltada para as pedaladas.

Na cidade do México foi implantado em janeiro de 2010 o “Passeio às Cegas”, que consiste em oferecer, voluntariamente, um passeio a pessoas com problemas visuais em bicicletas duplas.

Imagem Bicitekas

O passeio pode ser feito todo domingo quando as ruas do Paseo de la Reforma e parte do Centro histórico da cidade são fechadas para pedestres, patinadores e ciclistas.

Trata-se de uma iniciativa da organização Bicitekas com colaboração da Muévete por tu Ciudad e Contacto Braille.

Invenção dobrável

O jovem britânico Kevin Scott, 21 anos, teve uma ideia criativa no último ano da faculdade de Design de Produto na Universidade de Montfort na Inglaterra.

Ele criou uma bicicleta dobrável que pode ser presa em qualquer poste. Kevin afirma que apostou na segurança e usou o design a favor de objetos existentes na cidade, como os postes, por exemplo.

Segundo o jornal This is London, 52 bicicletas são roubadas em Londres diariamente – o projeto poderia mudar este cenário. Além do mais, por ser dobrável, fica mais fácil guardá-la em casa, no escritório ou mesmo levá-la em transportes públicos.

Imagem Daily Mail

Kevin faturou o Design Centre New Designer of the Year Award, prêmio voltado para as revelações do design. O jovem disse que pretende usar o dinheiro do prêmio para terceirizar a produção de mais bicicletas.

Social Bike com GPS e controle por celular

Serviço de bicicleta comunitária não é ideia nova. O que é surpreendente no sistema, a ser instalado em Nova Iorque, é que você pode deixá-la onde quiser quando estiver cansado.

A ideia é animadora, já que no modo tradicional era necessário pegá-la em um posto e deixá-la em outra estação de bicicletas. O Social Bike System oferece bicicletas com um GPS conectado ao seu celular e a um cadeado.

Com o celular você encontra a bicicleta livre mais próxima e a destrava o cadeado também usando o aparelho móvel. Quando terminar a corrida, pode prendê-la em qualquer lugar para outra pessoa.

As bases centrais das bicicletas existirão, mas a comodidade de poder deixá-las onde for conveniente incentiva o uso pela praticidade.

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A ciclofaixa da Marginal Pinheiros foi inaugurada a uma semana, e, além do cheirinho nada convidativo do rio, os ciclistas que optaram por praticar esportes na tarde de sol foram surpreendidos pelo congestionamento formado na passarela da estação Vila Olímpia.

A média de tempo que os ciclistas demoraram para atravessar a passarela foi de dez minutos.

Você já foi testar a nova ciclofaixa? Concorda com apenas duas entradas? Comente.

*Com informações da FSP.

 

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Projeto da prefeitura de São Paulo que promete a construção de pistas para bicicleta na cidade traz aspectos positivos para o trânsito, a saúde e até o entretenimento. Divididas em ciclovias e ciclofaixas as bicicletas terão 45 km de espaço exclusivo inicialmente nos extremos das zonas leste, norte e sul.

O projeto previsto para começar em dois meses será uma alternativa para aqueles que gostam de pedalar, mas vêem o perigo de se juntar a carros, motos e ônibus. Segundo a CET são 160 mil viagens de bicicleta por dia na capital e com infraestrutura adequada o número tende a dobrar.

O hábito de utilizar a bicicleta como meio de transporte não traduz os costumes brasileiros, mas a implantação dessas vias pode ser um incentivo à prática que além de não emitir poluentes e colaborar para a qualidade do ar, também é um excelente exercício físico.

Enquanto as obras não ficam prontas e o projeto se estenda para outras áreas da cidade, o paulistano já poderá contar todo domingo a partir do próximo dia 30 com uma ciclofaixa entre os parques do Povo, Ibirapuera e das Bicicletas, na zona Sul, para pedalar com a família ou se preparar para usá-las como meio de transporte no futuro.

*Com informações da Folha de S.Paulo

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