Paternidade faz o homem
novembro 9, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde do Homem, Saúde Mental
Homem que se torna pai pela primeira vez, tende a afastar-se do álcool, do tabaco e até mesmo de crimes, dizem pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon.
As conclusões foram retiradas de um estudo publicado no Daily Mail, que durou 19 anos com mais de 200 meninos em situação desfavorável, com idades entre 12 e 31, através de uma análise de como o comportamento antissocial mudou ao longo do tempo.
Enquanto estudos anteriores mostraram como o casamento também pode mudar o comportamento negativo deles, este é o primeiro a isolar o impacto adicional da paternidade.
O pesquisador David Kerr afirma: “Esta pesquisa sugere que a paternidade pode ser uma experiência transformadora, mesmo para os homens que costumam ter comportamentos de alto risco.”
Os resultados, publicados no Journal of Marriage and Family também destacam como os homens que se tornam pais na faixa dos 20 e 30 anos mostraram uma maior disposição para abraçar a paternidade e revelou escolhas negativas de estilo de vida entre aqueles que tornaram-se pais na adolescência.
Este estudo ressalta períodos chave em que homens de situações desfavorecidas podem amadurecer com intervenção ou reabilitação. Para os pesquisadores, o estudo mostra uma porta aberta para a intervenção, porque novos pais podem estar especialmente dispostos e prontos para ouvir uma mensagem mais positiva, que resulte em mudanças comportamentais.
Esse tipo de mudança pode ter consequências importantes para a saúde dos mesmos e para suas famílias. Outro estudo, desta vez da Universidade de Warwick, revelou mudanças de comportamento em relação ao fumo entre os que se tornaram pais.
O estudo de 2005 com 286 pais fumantes com crianças entre 8 a 14 semanas mostrou que o nascimento de um novo bebê não foi associado com a tentativa de parar de fumar com sucesso para a maioria dos homens, mas a questão muda quando falamos de não fumar em casa.
Menos de 20% tentaram parar e apenas 4% de fato pararam de fumar desde o nascimento do bebê, mas 78% tentaram e 60% adotaram com sucesso a iniciativa de não fumar em casa.
Email This Post
agosto 18, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Você que encorajou-os a comer verduras, lutou para colocá-los na melhor escola e suou para que fizessem a lição de casa – tudo para dar-lhes o melhor começo na vida. Mas as perspectivas da saúde dos seus filhos podem ter sido determinadas muito antes de todo esse trabalho.
Um grupo crescente de pesquisadores sugere que os primeiros 1.000 dias de vida de uma criança – os nove meses no útero e os primeiros dois anos fora dele – são vitais para a saúde a longo prazo.
Esse período pode afetar permanentemente tudo, desde as chances de uma criança desenvolver diabetes ou ter um ataque cardíaco na velhice, como seu peso futuro e expectativa de vida.
A teoria foi desenvolvida depois de décadas de pesquisa pelo professor David Barker e seus colegas da Universidade de Southampton. Eles acreditam que há uma série de etapas críticas do desenvolvimento de uma criança. Se as condições não são perfeitas em cada uma, os problemas podem ocorrer mais tarde.
Muitos desses pontos de perigo são formados quando o bebê ainda está no útero. Nutrição deficiente para uma mãe afeta tanto o peso do feto como a placenta. Sem contar os males causados pelo tabagismo, estresse, drogas e álcool.
O professor Barker acredita que muitos problemas de saúde podem ser rastreados até pelo fraco crescimento no útero. Ele avaliou que quanto mais leve é um bebê no nascimento, maior sua chance de doenças cardíacas na vida adulta. Em média, um bebê com peso inferior a 2,27 kg tem duas vezes mais probabilidade de ter um ataque cardíaco durante a vida do que um nascido com 4,08 kg.
Acredita-se que quando a comida é escassa, segue canalizada para o cérebro do feto, deixando o coração enfraquecido. As sementes de diabetes também podem ser plantadas antes do nascimento, já que as células pancreáticas que produzem insulina se desenvolvem no útero.
Barker afirma que muitos destes hábitos iniciais não podem ser desfeitos, e acrescenta que a chave para a saúde é assegurar que as mulheres comam bem durante toda a vida. O que temos visto é uma lacuna de oportunidade na qual poderemos formar pessoas melhores, segundo o professor.
COMO A MÃE PODE AJUDAR
- Não beber, especialmente nos três primeiros meses de gravidez.
- Não fumar (e isso vale também para o pai da criança).
- Estar no peso ideal antes de engravidar.
- Encontrar alternativas para driblar o estresse.
- Comer bem e maneirar nos alimentos com muito açúcar.
Email This Post
maio 25, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Um método para a retirada das fraldas dos bebês, difundido nos EUA, começa a ser debatido por aqui. Trata-se do “elimination communication” (comunicação da eliminação), e que consiste na observação dos sinais e sons que o bebê emite sempre que sente vontade de fazer suas necessidades.
Baseados nestes sinais, os pais conduzem o bebê (de meses) para um peniquinho para que ele faça as suas necessidades e assim se condicione a não mais fazer nas fraldas.
Embora nos EUA já até exista uma organização não governamental chamada Diaper Free Baby (Bebê livre de fralda, em inglês) que auxilia os pais na técnica, o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da MBA Pediatria, questiona bastante e diz o motivo.
Segundo o especialista, a técnica, além de ser pouco viável e prática nos dias de hoje, não condiz com o desenvolvimento dos bebês, que só começam a ter controle neurológico de suas necessidades fisiológicas a partir dos 18 meses.
O que diz a Diaper Free Baby sobre o assunto? “Com base na evidência da história humana, é improvável que a idade natural em que os bebês estão prontos para se tornarem ativamente envolvidos com a resposta às necessidades de eliminação é tão tarde como a praticada atualmente em nossa sociedade. A dependência exclusiva de fraldas durante o primeiro ano de vida de uma criança pode influenciar sua capacidade de controlar sua bexiga e intestinos.”
Para o pediatra Sylvio Renan, “esta antecipação da retirada da fralda por condicionamento tem pouca chance de dar resultado, além de poder, pela frustração dos pais frente a um provável insucesso, provocar uma obstipação de origem psicológica. Pela lógica, não são os pais que condicionam a criança, mas o bebê que condiciona os pais a levá-lo ao vaso sanitário sempre que quiser fazer cocô ou xixi”.
Outro ponto importante está relacionado ao afeto e cuidado com os pequenos. “Tudo tem um momento e hora certa para acontecer, especialmente na infância. A prática dessa técnica faria com que a criança pulasse uma fase da vida, além de perder esse momento de afeto e contato próximo com os pais proporcionado no momento da troca da fralda”, conclui.
Pais de primeira viagem
Fica a dúvida sobre qual a idade certa para a retirada da fralda e de quantas unidades, em média, são necessárias por dia. Embora algumas possam amadurecer mais cedo ou mais tarde, “a criança tem amadurecimento neurológico que lhe permite administrar o controle dos esfíncteres entre 2 e 3 anos de idade”, afirma o pediatra.
E explica que um pequeno bebê (1º semestre de vida) consome uma média de 9 fraldas por dia – que diminui progressivamente com a idade, chegando a 3 a 4 fraldas, por dia, no segundo ano de vida.
Um treinamento antes do amadurecimento da criança ou, mesmo quando a criança já está preparada para isto, se mal executado, pode levar a desvios de normalidade, como a enurese noturna (fazer xixi na cama) ou a obstipação (intestino preso).
Sylvio Renan explica que, até 5 anos de idade, é absolutamente normal fazer xixi na cama. “Acima desta idade precisamos estabelecer parâmetros para avaliação. Se a criança sempre fez xixi na cama, perde urina somente durante o sono e não apresenta outros sintomas, não devemos nos preocupar. Caso contrário, investigações devem ser feitas visando estabelecer a causa do fenômeno.”
Veja as curiosidades mostradas pelo pediatra:
• A partir dos 5 anos de idade, a cada ano 15% das crianças que fazem xixi na cama deixam de fazê-lo espontaneamente;
• Aos 5 anos, de 15 a 20% das crianças fazem xixi na cama, enquanto aos 10 anos somente 5% o fazem;
• O número cai para 1 a 2% aos 15 anos de idade.
Não podemos esquecer que, de acordo com recentes pesquisas, cerca de 0,3% dos adultos têm enurese noturna sem causa aparente.
Numa população de aproximadamente 8 bilhões de pessoas, este número atingirá a incrível cifra de 24 milhões de adultos com enurese noturna, sem doença causadora.
Respeitar o desenvolvimento da criança é fundamental para o crescimento saudável. Restou alguma dúvida? Não deixe de comentar.
Email This Post
dezembro 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A preocupação exagerada com obesidade infantil tem estimulado algumas mulheres a obrigarem seus filhos pequenos a restrições alimentares prejudiciais, de nutrientes e calorias, por exemplo. Uma dieta inadequada, no entanto, pode levar a deficiência de ferro, desequilíbrio hormonal e baixo crescimento.
O fenômeno ainda é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas.
Pais de dieta = bebês de dieta
Segundo o pediatra, Mauro Fisberg, especialista em nutrição infantil, há dois perfis de pais que submetem os bebês a dietas por conta própria:
- O primeiro é aquele que é obeso e sofre de culpa. Assim, teme que o filho seja gordo também;
- O segundo é o ortoréxico, ou seja, que tem mania de alimentação saudável, e veta carne e doces em favor de produtos light ou naturais.
Problemas: As restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne, desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento, hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.
A obesidade infantil está crescendo mundialmente, inclusive no Brasil. Dados do IBGE mostram que um terço das crianças brasileiras de até cinco anos está acima do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.
Além de danos psicológicos envolvidos, a obesidade pode desencadear doenças como diabetes, doenças cardiovascular, lesões ortopédicas e musculares e problemas de pele. É de fato um problema e precisa de tratamento. Porém, isso não significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto!
É preciso atender as necessidades da criança e fornecer uma alimentação saudável, fundamental para seu desenvolvimento. Por isso, antes de qualquer decisão, os pais devem procurar ajuda e orientação de um profissional!
Quando é diagnosticado excesso de peso ou obesidade, é necessário iniciar um programa alimentar, sempre com o acompanhamento de um especialista. Primeiro, é preciso cuidado ao diagnosticar a obesidade infantil. Depois, a preocupação deve ser como abordar o assunto com a própria criança e sua família.
Vale lembrar que a criança é um ser em formação, tanto em relação ao seu crescimento e desenvolvimento, quanto ao seu lado emocional.
Fatores de risco
Alguns fatores podem influenciar o ganho de peso e o desenvolvimento de um quadro de obesidade infantil. Eles estão relacionados com a alimentação e o estilo de vida da criança.
A interrupção precoce do aleitamento materno é um deles, aliado à introdução de alimentos inadequados, como leite com açúcar ou achocolatado e sucos artificiais. Outro fator é a convivência com os hábitos de pais gordinhos, que acabam influenciando também na alimentação dos pequenos.
Segundo especialistas, o excesso de peso entre os 8 e 18 meses também pode ajudar. Esse é um período-chave na formação dos hábitos alimentares. Crescimento muito acima do normal até os 2 anos, mesmo quando não acompanhado de obesidade, pode ser um fator de risco.
Dicas para prevenir a obesidade
- Estenda o período de aleitamento materno ao máximo. Isso reduz o risco de obesidade por vários anos consecutivos. O sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe e, por isso, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras;
- Não force a criança a comer mais do que gostaria. Comer é um ato instintivo. A criança sabe seu limite e não vai sentir fome;
- Não ofereça doces como prêmio por um bom comportamento ou como um presente para compensar sua ausência;
- Incentive o hábito de comer frutas, legumes e verduras e a prática de exercícios. A criança pode rolar, engatinhar e, depois, andar, correr e pular;
- Dê o bom exemplo. Não adianta beber um copo de refrigerante e proibir a bebida para a criança;
- Acostume a criança a comer nas horas certas – seis refeições por dia – e mantenha a rotina;
- Ensine a noção de porções. Em vez de entregar um pacote inteiro de biscoitos à criança, ofereça três unidades. Ela precisa perceber os limites.
* Com informações da FSP e Revista Crescer.
Email This Post
agosto 20, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Além da gostosa sensação de relaxamento e conforto, beber um copo de leite morno 15 minutos antes de ir para a cama pode ajudar a ter uma boa noite de sono.
O aminoácido triptofano, presente no leite, induz ao sono ao aumentar a quantidade de serotonina no cérebro – neurotransmissor importante no desencadeamento do sono que depende desse aminoácido para ser produzida.
É só observar os bebês. Eles mamam e depois dormem profundamente.
A temperatura do leite deve ser morna porque ao serem aquecidos, os aminoácidos são mais facilmente absorvidos pelo organismo.
“Relembrar é viver”
Outra justificativa para o bom sono após o leite, é que nos faz lembrar, inconscientemente, o tempo em que éramos bebês e dormíamos depois da mamadeira.
Amendoim, soja e carne de peru são outros alimentos ricos em triptofano.
Email This Post
junho 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Social
O uso obrigatório da cadeirinha foi adiado para primeiro de setembro – data limite para pais desprevenidos comprarem o produto.
A cadeirinha deve ser usada até os 7 anos de idade, segundo a lei. Mas médicos da SBOT, Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, afirmam que a idade não é o fator mais importante: se a criança tiver menos de 1,45 metro deve continuar a usar o equipamento.
Veja onde seu filho deve ser transportado:
- Recém-nascidos até 1 ano: devem ser transportados no bebê-conforto
- De 1 a 4 anos: devem utilizar as cadeirinhas
- De 4 a 7 anos e meio: é ideal o uso do booster, que é a elevação do assento
- De 7 a 10 anos: devem viajar somente no banco traseiro com o cinto de segurança
Os acidentes são a principal causa de morte em pessoas entre 1 e 14 anos de idade no país. Todos os anos, 2.000 crianças e adolescentes morrem em acidentes, segundo dados da SBOT.
Não marque bobeira e proteja seus filhos. Se você já comprou a cadeirinha recentemente, dê a dica para que outros leitores possam encontrar o produto! Escreva nos comentários.
Veja o valor da multa para quem não tiver o equipamento quando a lei entrar em vigor, clique aqui.
Email This Post
junho 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Dia 19 de abril o Blog da Saúde informou sobre a lei que obriga os bebês a usarem a cadeirinha no banco de trás do carro. Estava prevista para entrar em vigor amanhã, 9 de junho.
A fiscalização sobre o uso foi adiada pelo Conselho Nacional de Trânsito a pedido dos motoristas e passará a valer dia 1° de setembro. Garanta a sua.
Veja as informações da rádio CBN:
Email This Post
março 23, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Uma tendência de moda e praticidade, o chamado “sling” é feito para que você possa carregar seu bebê para lá e para cá sem problema nenhum. Opa, há problemas sim.
Quando utilizado de maneira incorreta, os slings podem ser perigosos e até matar a criança. O aviso veio no último dia 12 e causou polêmica nos EUA.
A recomendação para que você possa continuar a usar o sling sem preocupação é atentar para a possibilidade de sufocamento, principalmente aos bebês com menos de quatro meses.
Por aqui não há regulamentação para o uso do acessório, que mesmo assim é utilizado. O Ministério da Saúde não registrou até hoje nenhuma causa de morte por sufocamento diante da utilização do produto.
Abaixo algumas orientações sobre como escolher e utilizar corretamente o sling:
- Escolha um produto com tecido macio e confortável;
- O material tem que ser resistente e com largura suficiente para acomodar o bebê e ter laterais elevadas;
- Bebês com menos de um mês não devem ser transportados no sling.
A maneira correta de utilizar é manter o queixo do bebê virado para cima com o rosto bem visível, boca e nariz livres.
Super Errado
- Rosto coberto;
- Bebê muito baixo, no fundo;
- Bebê curvado, com o queixo encostado no peito;
- Rosto do bebê apertado contra o sling.
“Tenha atenção aos acessórios que utiliza para seu bebê. Afinal conforto e segurança é o que vale para que ele fique sempre próximo a você.”
*Com informações da FSP.
Email This Post
fevereiro 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Ser mãe não é uma tarefa fácil, o seu corpo e o seu humor começam a mudar, você sente enjôos, e a sensação é de que, a cada dia que passa, você está maior. Ficar grávida também afeta nossa vaidade com o corpo, mas quando seguramos o bebê no colo tudo passa, e parece que estamos no céu.
Pela lei, a mulher só tem direito a 4 meses de licença maternidade, mas através do Programa Empresa Cidadã, a empresa pode ceder mais dois meses para a mamãe poder ficar mais perto do filho e acompanhar essa fase da vida que passa voando.
Depois que a licença acaba é hora de voltar ao batente. Mas como você vai conseguir deixar seu talismã e ir trabalhar sem sentir um peso na consciência?
Veja sempre o lado bom das coisas!
Sim, esse é o espírito! Por conta disso o Blog da Saúde divulga uma lista de coisas boas que acontecem depois que nos separamos de nossos bebês. A lista é baseada na experiência da blogueira Isabel Clemente, que escreve para o Blog Mulher 7×7:
- Quando você se separa do seu filho, começa a entender que ele não é propriedade sua e de que essa situação vai acontecer por várias vezes. É preciso deixar que outras pessoas também tomem conta dele;
- Quando você está trabalhando, o tempo que existe é só seu, e você pode fazer coisas que não estejam relacionadas exclusivamente ao seu bebê;
- Tenha de volta preocupação com a vaidade! Durante a gravidez e quando você estava cuidando do seu bebê, usar batom podia sujá-lo; o perfume provocava enjôos; com o salto alto você corria o risco de despencar com o filhote, ou inchar o pé durante a gravidez;
- Você terá mais alternativas no seu guarda-roupa. Quando você está amamentando o bebê, você precisa usar roupas mais práticas, que abram na frente para amamentar, na volta ao trabalho pode voltar a usar roupas “normais”.
- Você finalmente não vai ficar cheia de marcas de golfadas na roupa e poderá usar uma bolsa que não tenha desenhos de bichinhos;
- Se você gosta de brincos grandes, de argola, não vai precisar mais se preocupar com a mãozinha do bebê querendo puxar eles, além de arrancar seu ouvido;
- Falar ao telefone era difícil quando se tinha um bebê ao lado, ele sempre te interrompia com os choros de fome, xixi, etc. Isso não irá mais acontecer, mesmo que você esteja no telefone com a babá, que por sua vez será interrompida por ele;
- À volta ao trabalho depois do período de licença faz a gente lembrar que além de mães, somos mulheres amoras, dedicadas, vaidosas e muito ocupadas.
“A melhor coisa que existe depois de um dia cheio e corrido, é poder chegar em casa
e ver a carinha do filhote que também estava morrendo de saudades de você.”
Email This Post
novembro 11, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A chuva e o calor fazem com que o verão seja a estação do ano em que mais casos de dengue são registrados. Para combater a reprodução do mosquito, Aedes aegypti, a população é instruída a adotar uma série de medidas ligadas à higiene. Mas, como proteger os bebês das picadas que causam a doença?
De acordo com a Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação, a amamentação exclusiva com leite materno até os seis meses de vida protege os recém-nascidos contra a transmissão do vírus quando o bebê for picado por mosquitos infectados.
Mães infectadas podem amamentar normalmente sem apresentar qualquer risco ao bebê. O leite materno é rico em anticorpos, como a imunoglobulina, e a parte gordurosa possui um fator de proteção contra a dengue. Quanto mais tempo a criança tiver acesso ao leite materno, menores serão suas chances de contrair a dengue. Entretanto, a lactação não é uma vacina contra a dengue, os cuidados para evitar a proliferação da doença devem ser mantidos.
Para as mães modernas que encontram dificuldades para amamentar seus filhos devido ao trabalho, o mercado já disponibiliza de produtos que mantém a qualidade nutricional do leite materno. “Hoje existem bombas extratoras ideais para esta situação. São semelhantes às encontradas nos bancos de leite dos hospitais e podem ser adquiridas para uso doméstico de maneira segura”, afirma Renata Fernandez Araújo, proprietária da Qualyleite.
Email This Post


















