O dilema da tampa da privada: levantada ou abaixada?
janeiro 6, 2012 por Stefanie
Em: Saúde Física
Tem mulheres que pegam no pé do marido/namorado/filho por um motivo: a tampa da privada. Elas lutam pra que sempre esteja abaixada, mas eles insistem em deixá-las levantadas. Agora, foi provado cientificamente que ELAS estavam certas! Por mais irrelevante que possa parecer, a tampa dos vasos sanitários existe por um bom motivo! Um estudo feito pelo Professor Mark Wilcox, diretor clínico de microbiologia, afirmou que dar descarga com a tampa da privada levantada permite que uma nuvem de bactérias polua o ar do seu banheiro, o que aumenta o risco de contrair vírus.
Em seus estudos, o Prof. Wilcox reparou que a descarga transporta as bactérias até 25 cm acima do assento do vaso sanitário e fica pelo ar do banheiro por até 2 horas. Quando a descarga é dada com a tampa fechada, essas bactérias não são encontradas no ambiente, apenas na tampa. O que ele recomenda é sempre dar a descarga com a tampa abaixada e depois lavar as mãos.
No vídeo abaixo, o biomédico Roberto Figueiredo mostra como as bactérias acabam ficando na superfície das escovas de dente (eca!) e nos ralos do banheiro.
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setembro 13, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Um estudo britânico, publicado no jornal Daily Mail, aponta que um de cada três pubs, restaurantes e cafés da Inglaterra estão colocando a saúde dos clientes em risco. Como? Servindo gelo sujo(!). Bactérias encontradas nas mãos, incluindo algumas associados ao ato de não lavá-las após usar o banheiro, foram descobertas pelos peritos da Health Protection Agency (Agência de Proteção à Saúde).
Detalhes foram publicados depois de um relatório recente revelar que o número de pessoas vítimas de distúrbios estomacais subiu em 50% em comparação com a década de 1990. No país, cerca de 17 milhões desses transtornos de estômago ocorrem a cada ano, causados por uma variedade de fontes, levando a 11 milhões de dias de trabalho perdidos.
Testes feitos no gelo, nas máquinas e nos utensílios, realizados em 88 estabelecimentos, constataram que 30% tinham evidências de má higiene. E o maior problema com o gelo é a limpeza inadequada das máquinas e das colheres usadas para colocá-lo nos copos.
Conforme a Agência, práticas ruins de higiene na preparação de gelo cria oportunidade para que bactérias nocivas contaminem os alimentos e bebidas. E, por causa dessas condições, em 30% das amostras pesquisadas foram encontrados níveis insatisfatórios de bactérias coliformes.
Destes, três amostras também apresentaram níveis ruins de Enterococos e uma amostra de E.coli. Essas duas bactérias habitam o trato gastrointestinal de humanos e animais e são uma indicação de que pode existir contaminação fecal.
Uma pesquisa nos EUA também descobriu que as máquinas de gelo de restaurantes fast-food e cafés que são utilizadas pelos clientes, em vez de operadas pelos funcionários, são particularmente suscetíveis a estarem contaminadas.
Como evitar a contaminação
A melhor forma de garantir que o gelo esteja apto ao consumo é assegurar que uma fonte segura de água potável seja utilizada e que todas as máquinas e utensílios sejam limpos regularmente. A água do gelo também ter que ser fresca e não deve ficar em máquinas ou baldes por muito tempo.
Os resultados são a indicação de que as empresas não estão usando as mesmas boas práticas na preparação do gelo que estão usando na de outros alimentos e bebidas.
Engano - Como o gelo é essencialmente água, alguns podem ter a ideia equivocada de que os procedimentos de limpeza não precisam ser tão rigorosos nas máquinas e equipamentos, mas este estudo mostra que não é bem assim.
Devemos tomar cuidado ao manusear tudo o que ingerimos, até o gelo. Mas será que os estabelecimentos aqui no Brasil estão nos mesmos padrões que os pesquisados neste estudo? Bem que a vigilância poderia conferir o que circula nas máquinas de gelo, e vem para os nossos copos, dos restaurantes e bares daqui.
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setembro 13, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Eu não quero falar sobre a temperatura, trânsito ou compartilhar links legais nas redes sociais. Eu quero falar sobre os meus problemas gastrointestinais.
Se você compartilha da opinião acima, pode se cadastrar ao My.Microbes. Mas a finalidade do projeto vai muito além do desabafo de um intestino preso.
O programa sem fins lucrativos convida as pessoas a terem suas bactérias do intestino sequenciadas por cerca de € 1.500. Atuando tanto como rede social e como banco de dados de DNA, o site oferece um lugar para as pessoas compartilharem dicas de dieta, histórias e problemas gastrointestinais com os outros. Em troca, os pesquisadores esperam reunir uma riqueza de dados sobre as bactérias que vivem nos intestinos das pessoas.
Segundo os pesquisadores, os micróbios vivem na gente e em torno de nós o tempo todo, contribuindo com aproximadamente 2 kg de massa corporal (sério). A maioria deles é essencial para a nossa saúde e para vivermos em equilíbrio. Porém, quebrar este equilíbrio pode ter várias consequências, como a obesidade ou doenças inflamatórias intestinais. Saber quais micróbios vivem em nós pode levar a criação de dietas personalizadas, diagnóstico precoce e tratamento de doenças.
A mesma equipe de pesquisadores mostrou no início deste ano que as pessoas caem em um dos três grupos ou “enterotypes”, quando se trata da genética de bactérias de seus intestinos. Um dos autores do projeto, o bioquímico do Laboratório Europeu de Biologia Molecular na Alemanha, Peer Bork, conta que recebe muitos e-mails de pessoas com problemas no estômago ou diarreia pedindo ajuda.
Até agora, a equipe encontrou ligações entre certos marcadores genéticos específicos do intestino, obesidade e outras doenças. E eles suspeitam que esses marcadores no intestino podem afetar como as pessoas reagem a diferentes drogas e dietas.
O grupo tem o cuidado de não fazer promessas aos participantes do projeto. A pesquisa ainda está no começo, e não há relação comprovada entre os três diferentes grupos encontrados e remédios para tratar o problema. Mas os pesquisadores esperam que o projeto ofereça uma recompensa de dados. Os participantes terão acesso a seus próprios dados, mas todos os resultados públicos serão anônimos.
Procedimento
Depois de se registrar no site, os participantes do estudo recebem um pacote de informação e um kit de amostra de fezes. Eles enviam por correio as amostras de volta para um laboratório em Paris, onde o DNA é extraído e enviado ao laboratório na Alemanha para dar sequência ao estudo.
O custo real de sequenciamento do genoma do intestino é de cerca de € 2.000 por pessoa, diz Bork. Os participantes são convidados a contribuir com pelo menos 1.451 euros do que custa, mais frete.
Cerca de 130 pessoas se registraram com interesse no projeto, embora nem todos estes tenham se comprometido com o preço salgado. Os pesquisadores estimam que será necessário cerca de 5.000 participantes para o estudo ser significativo.
Agora que você já sabe tudo, basta acessar a rede: my.microbes.eu/
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maio 5, 2011 por Paula Sanches
Em: Destaque, Saúde Física
A escolha de restaurantes por quilo, geralmente, é feita pela variedade de alimentos, pela possibilidade de escolher a quantidade que irá consumir e também porque a comida se parece com a caseira. Mas nem tanto.
A avaliação, realizada por equipes de vigilância ligadas a Proteste, mostra que no quesito higiene, os restaurantes self-service tem deixado muito a desejar. Pelo menos em São Paulo.
Foram avaliados 30 estabelecimentos de grandes shoppings da cidade, dos quais 28 foram reprovados por condições inadequadas de higiene.
A Coordenação de Vigilância em Saúde de São Paulo encontrou contaminação em arroz, saladas verdes e de maionese – todos os alimentos pesquisados.
Como foram feitos os testes
O Laboratório de Controle de Qualidade em Saúde da Prefeitura de São Paulo realizou análises laboratoriais nas amostras desses alimentos coletadas como se fossem clientes comuns.
Após adquirir os alimentos nos balcões de distribuição, as amostras foram embaladas e encaminhadas ao Laboratório Central em caixas térmicas.
Foram encontrados mais problemas nos dois tipos de saladas avaliadas do que no arroz, como é de se esperar devido ao cozimento. No entanto, mesmo após esse processo, seis das amostras foram reprovadas.
Na contaminação por coliformes fecais, os três tipos de alimentos apresentaram problemas. A salada crua apresentou mais contaminação que a salada preparada com maionese ou algum tipo de molho.
Resultados das análises: 30 amostras de cada
Arroz: Seis apresentaram resultados insatisfatórios (com um ou mais problemas). Em cinco amostras foram encontrados coliformes; em quatro a bactéria E. coli; em uma amostra presença de B. cereus; e em uma amostra houve presença de Staphylococcus.
Salada de Maionese: Onze apresentaram resultados insatisfatórios. Nas onze amostras foram encontrados coliformes a 45° acima do limite permitido. Em cinco amostras houve presença de E.coli.
Salada verde: Doze foram reprovadas. Nelas foram encontrados coliformes a 45° acima do limite permitido, enquanto oito amostras continham E.coli.
Em 2009, foram avaliadas a qualidade higiênico-sanitária dos utensílios (prato, talheres e bandejas) utilizados nos restaurantes a quilo dos principais shoppings de São Paulo. Resultado: irregularidades em 21 dos 30 restaurantes analisados. Nesse novo estudo, conclui-se que a origem do problema está na falta de cuidados no preparo dos alimentos.
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dezembro 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Os aparelhos sensíveis ao toque (os famosos “touch”) podem se tornar o paraíso dos micro-organismos!
Computadores do tipo tablet, caso do iPad, e outros aparelhos portáteis como o iPhone, o iPod touch, além dos vários modelos de celular com tela sensível ao toque podem facilitar a contaminação de pessoas e a transmissão de doenças infecciosas.
Basta uma tela suja para a formação de colônias de micro-organismos, que vão desde vírus transmissores da gripe até bactérias que podem provocar problemas como vômitos e diarreias.
O motivo?
A falta de hábitos de higiene das mãos e dos próprios equipamentos são um dos principais fatores para a contaminação dos aparelhos, além do compartilhamento entre os usuários.
Comprou o último lançamento “touch” e quer sair mostrando por aí? Cuidado…
Alguém que encoste em um aparelho infectado pode acabar se contaminando, principalmente se o compartilhamento se der num curto intervalo de tempo.
A possibilidade de transmissão existe, na verdade, em qualquer objeto manuseado por muita gente. No entanto, os aparelhos com tela sensível ao toque contam com um fator determinante: para que funcionem, o usuário deve tocar nele o tempo todo…
Assim, a probabilidade de contaminação é muito maior! Como já falamos no Blog da Saúde, nossas mãos são elementos de transmissão de doenças infecciosas com grande potencial!
Pesquisa
A revista britânica “Which?” fez uma analise com 30 aparelhos celulares e constatou: sete deles apresentavam altos índices de contaminação.
No mais infectado, por exemplo, havia até coliformes fecais, bactérias presentes nas fezes e que podem não ser eliminadas se a higienização das mãos não for adequada.
Você limpa a tela do seu aparelho?
Poucos se preocupam em limpar a tela do equipamento com frequência, mas saiba que a limpeza periódica é um dos principais cuidados indicados pelos especialistas. O uso de panos levemente úmidos pode ajudar.
Se você não consegue se separar do seu “touch” em nenhum momento do dia, é melhor prestar mais atenção nos seus hábitos e certificar-se de que seu aparelho não virou a moradia de centenas de micro-organismos!
*Com informações da FSP.
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dezembro 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) deu início na última semana à obra do Centro Brasileiro de Material Biológico (CBMB), em Duque de Caxias, Baixada Fluminense/RJ. A previsão é que a obra seja concluída em 2012.
O local funcionará como uma reserva técnica para orientar a indústria farmacêutica na fabricação de remédios e ajudar em pesquisas científicas. Orçado em R$ 11,5 milhões, o centro irá armazenar microrganismos (bactérias, fungos e leveduras), além de células animais, coleções de referência de outras instituições do País e estrangeiras e material para backup.
Segundo o presidente do Inmetro, João Jornada, o CBMB será um lugar confiável e seguro, com toda infraestrutura para o desenvolvimento biotecnológico brasileiro.
Em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o complexo servirá ainda para armazenar patentes de microrganismos produzidos no Brasil, facilitando o registro de propriedade e poupando tempo e dinheiro dos cientistas. Atualmente, isso é feito em bancos na Alemanha ou nos Estados Unidos.
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setembro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Pesquisadores da Universidade Purdue, em Indiana, EUA, criaram um teste com raios infravermelhos que detecta bactérias em carne moída contaminada em apenas 1 hora.
O equipamento identifica a E. coli, responsável por causar intoxicação alimentar, provocando náuseas, vômitos, diarreia, febres e dores abdominais. “Mesmo com todas as outras bactérias presentes na carne moída, ainda conseguimos detectar a E. coli e reconhecer seus diferentes tipos”, disse Lisa Mauer, pesquisadora da universidade.
Atualmente, a identificação da bactéria demora aproximadamente 48 horas. Além disso, empregam várias etapas e é preciso cerca de uma semana para se obter resultados finais.
Para se ter idéia, a cada ano, 70 mil americanos ficam doentes por causa da E. coli, de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças nos EUA).
Contaminações em grande escala
Segundo a pesquisa, a descoberta pode reduzir consideravelmente o tempo de investigação de surtos. Lisa Mauer afirma que os testes com carne moída dão abertura para a utilização dessa tecnologia na tentativa de encontrar outros patógenos em diferentes tipos de alimentos.
“O espectroscópio infravermelho está à disposição há décadas. É possível encontrá-lo em muitos laboratórios e departamentos de saúde estaduais”, afirmou a especialista.
A pesquisadora já havia demonstrado anteriormente que o sistema pode detectar, por exemplo, a melamina – produto tóxico que deixou cerca de 300 mil crianças doentes na China e causou a morte de pelo menos seis delas em 2008 – na fórmula de leite para bebês.
O estudo foi publicado na edição de agosto da revista científica Journal of Food Science.
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março 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Se faz muito tempo que você não ouve falar dessa doença o Blog da Saúde irá refrescar a sua memória. Coqueluche á uma doença respiratória causada pela bactéria Bordetella pertusis.
Dados da OMS – Organização Mundial da Saúde apontam crescimento considerável da doença na América Latina nos últimos anos. No Brasil, entre 2006 a 2008 o Ministério da Saúde contabilizou que o número de casos quase triplicou.
Por que isso esta acontecendo?
De acordo com especialistas, o aumentos dos casos vitima principalmente adolescentes e adultos. Isso significa que a vacina perde a validade após dez anos de sua aplicação.
A vacina contra a bactéria é aplicada em três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade.
Confira abaixo as principais características da doença e informações gerais.
- Como é transmitida?
Por contato direto de mucosas ou gotículas respiratórias.
- Quais são os sintomas?
Tosses persistentes e dificuldades para respirar. Isso causa ruídos fortes na inspiração e vômitos após as crises de tosse.
- Quando surgem os sintomas?
Entre sete e dez dias após o contágio.
- Como prevenir?
Com vacinação.
- A vacina é gratuita?
A vacina é gratuita para bebês e crianças. As três primeiras doses são dadas aos dois, quatro e seis meses de idade. Os reforços são dados aos 15 meses e entre quatro e seis anos.
- Como tratar?
O tratamento é feito com antibióticos.
- Quais são as complicações?
A complicação mais comum é a pneumonia. Bebês podem ter convulsão e parada respiratória.
“Siga corretamente a tabela de vacinação de seu filho e fique sempre atento aos menores sinais. Observação e comprometimento com a saúde fazem parte dos ensinamentos que devem passar de pais para filhos.”
*Com informações da FSP.
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dezembro 28, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Verão, praia, frango a passarinho, farofa…
O que você costuma comer nas férias de verão?
É no verão que tentamos fugir do que é comum da rotina diária quando estamos estudando ou trabalhando.
Mas é nessa época que temos que tomar mais cuidado para não adquirir doenças infecciosas no intestino, e a preocupação com o alimento que é ingerido deve aumentar. É no período do verão que essas doenças aumentam em cerca de 30%.
Bactérias, fungos e vírus costumam ficar mais evidentes durante dezembro e janeiro, pois encontram um ambiente perfeito para a proliferação com o aumento do calor e da umidade.
Alguns cuidados devem ser tomados nas férias como:
- Prestar atenção na qualidade da água em que está bebendo;
- Lavar latinhas de refrigerante e suco antes de beber, pois nunca se sabe se elas são armazenadas e se estão limpas;
- Evitar comer lanches de barracas que ficam na rua ou na praia;
- Evitar comer lanches naturais que contenham maionese;
- Algumas doenças que você pode contrair são a Hepatite A e a Salmonella que afeta mais as crianças, jovens adultos e idosos.
Algumas doenças que você pode contrair são a Hepatite A e a Salmonella que afeta mais as crianças, jovens adultos e idosos.
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maio 14, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A superlotação do Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói (RJ), causou surto de bactérias resistentes à maioria dos antibióticos. Por conta disso a unidade foi fechada. Segundo diretoria do hospital cinco pacientes foram infectados. Os pacientes deveriam estar no CTI – Centro de Terapia Intensiva e não foram internados por superlotação. Para ler matéria completa veiculada na Folha On Line clique aqui.
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