As redes Wi-Fi e as árvores não estão se dando bem
novembro 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Não vivemos sem as árvores. As redes Wi-Fi, cada vez mais presentes nas cidades, podem estar adoecendo centenas delas.
Para chegar a tal relação, cinco anos atrás, especialistas detectaram anormalidades nas plantas que não poderiam ser explicadas por nenhum tipo de infecção por vírus ou bactérias.
Foi por esse processo que os pesquisadores da Universidade Wagenigen, na Holanda, chegaram às redes. Segundo eles, a radiação emitida pela tecnologia está ligada a fatores como problemas no crescimento de árvores, morte de algumas camadas de tecidos e diversas fissuras e sangramentos nas cascas.
Resultados
Foi visto que 70% das árvores em ambientes urbanos apresentam os mesmos sintomas, 60% a mais que os indicadores de 2005.
Os pesquisadores também descobriram que as florestas densas são menos propensas a serem afetadas pelo sinal do que naquelas que possuem grande distância entre as árvores.
Outra situação que também pode prejudicá-las, são as partículas ultrafinas emitidas por carros e caminhões, já que são tão pequenas que podem penetrar nos organismos.
Serão necessários mais estudos para confirmar os resultados atuais e determinar os efeitos em longo prazo das radiações de redes sem fios em árvores.
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julho 5, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
A princípio parece uma caixa de papelão como qualquer outra. Pode ser produzida em qualquer dimensão: como caixa de pizza, de eletrônicos ou de sapatos. A diferença é que ao plantá-la você faz nascer cem árvores.
Rasgue-a, enterre os pedaços de papelão e regue. A Life Box pode ser plantada, no máximo, até dois anos após ser recebida, mas precisa mantê-la seca até decidir plantá-la. Caso contrário, as sementes podem começar a brotar antes do seu desejo.
Na composição de cada caixa foram inseridas cerca de 100 sementes de árvores com esporos de fungos que formam uma micorriza – ação mútua benéfica existente entre certos fungos e plantas. Ao serem plantadas, as sementes brotam com ajuda dos fungos.
E se apenas uma árvore das cem possíveis crescer? Em 30 anos, ela absorverá 1 tonelada de dióxido de carbono (CO2). A empresa pretende lançar outros tipos de Life Box para serem usadas no jardim, ou em locais menores.
A invenção de Paul Stamets, foi aprovada pelo Departamento de Agricultura de todos os estados americanos (menos o Havaí), mas para ser enviada ao exterior precisa da aprovação de cada país para que espécies de plantas não se espalhem fora do seu habitat natural.
As caixas ainda são produzidas em pequena escala. Imagine se alguma empresa grande resolvesse aderir a ideia e financiasse o processo? A gente espera para ver!
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janeiro 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Áreas verdes nas grandes cidades do mundo são uma raridade necessária para a natureza não se voltar contra os seres humanos, provocando desastres ambientais. As enchentes durante o verão, provocadas pelo grande volume de chuva, estão castigando os paulistanos já nesse começo de ano.
Com a urbanização das cidades como São Paulo ocorreu na virada do século XIX para o XX, por volta do ano de 1867, motivada pela produção de café e pela inauguração da primeira estrada de ferro da cidade, a São Paulo Railway. A partir daí, pessoas saíram das áreas rurais e foram para as cidades procurar emprego, assim expandindo a cidade ao longo dos anos. Prédios, casas, asfalto foram fazendo parte do cenário da cidade.
A urbanização foi acabando com as áreas verdes da cidade, o concreto e o asfalto foram tomando conta de tudo. Essa é uma das causas das constantes chuvas que afetam a cidade na época mais quente do ano.
Algumas regiões da cidade são mais afetas pela chuva, como a zona leste e o centro, que recebem grandes volumes de chuva, e sofrem mais com as enchentes.
Mas porque isso acontece?
O principal motivo está no alto grau de impermeabilidade dessas regiões, que têm um grande volume de vias asfaltadas, construções urbanas, um grande volume de veículos, e pouca área verde. A somatória desses fatores produz áreas com ilhas de calor, aumentando a temperatura da região, que quando entram em contato com um ar mais frio – como a brisa marítima – formam a tempestade, que na maioria das vezes é rápida, mas de grande intensidade.
A equipe da Folha de S. Paulo cruzou um ranking elaborado pelo CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) que tem como base as medições feitas, no ano passado, pelo pluviômetros – medidores de chuva – espalhados pela cidade, com um levantamento da Secretaria de Verde e Meio Ambiente paulista e pesquisadores da USP, que mede a taxa de impermeabilização nos distritos de São Paulo.
A partir daí, a equipe de redação da FSP descobriu que a área onde mais chove na cidade é zona leste, ela também é a área mais impermeabilizada de São Paulo. Dos dez distritos mais chuvosos, cinco estão na zona leste.
Na zona leste choveu 22% a mais do que na zona norte. A região teve o menor volume de chuva no ano passado, ela também é a região que tem mais parques e praças.
Entenda como a impermeabilização ajuda a aumentar as chuvas na cidade e provocar enchentes através do infográfico abaixo:
Como amenizar essa situação?
Pode parecer impossível amenizar a situação, mas existem maneiras de evitar a formação de ilhas de calor com pequenas iniciativas:
- Diminuir ainda mais o uso de veículos na cidade – só o rodízio não é suficiente –, incentivar o uso de bicicletas em pequenas distâncias, além de aumentar a utilização de transportes públicos como metrô, trem, e transporte coletivo;
- Plante uma árvore! Elas absorvem o CO2 deixando o ambiente menos poluído e mais fresco;
- Poderia existir mais Trianons na cidade! A construção de parques e preservação de áreas verdes também é benéfica.
“Plante uma árvore, deixe seu carro na garagem, assim você pode fugir das enchentes que te
pegam no meio do caminho da nossa querida selva de pedra”
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novembro 6, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
1 casamento = 10 árvores
1 divórcio = 25 árvores
1 carro = 20 árvores
1 casa = 10 árvores
Não entendeu esta relação? Então vamos explicar…
Se aprovado um projeto de lei em tramitação na Câmara seremos obrigados a plantar a quantidade de mudas acima cada vez que casarmos, divorciarmos, comprarmos um automóvel ou casa.
O objetivo da proposta é combater o aquecimento global. Segundo o autor do projeto, deputado Manato do PDT-ES, essas situações causam impactos negativos à preservação do meio ambiente como uma maior ocupação das cidades e aumento do consumo de água e energia.
O projeto é baseado num estudo feito pelo professor Jianguo Liu, da Universidade de Michigan, EUA e resultaria num aumento anual (na casa dos milhões) de árvores no país.
O plantio se dará através de doações de mudas pelo preço de R$1,00 ou do pagamento de uma taxa no mesmo valor.
A oposição acredita que as atitudes ecológicas não devem ser obrigatórias, mas parte de uma educação conscientizada. Além disso, alegam que há outros fatores que também contribuem para a poluição do meio ambiente, alguns já abrangidos por medidas compensatórias em lei e outros que mesmo com a nova aprovação ficariam excluídos do processo.
Qual sua opinião? Você acha que a lei é válida?
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