Estão roubando nossas geleiras!
fevereiro 3, 2012 por Stefanie
Em: Saúde Ambiental
Sabemos que por causa do aquecimento global, as geleiras correm risco de derreter até um quilômetro por ano e existe o medo delas desaparecerem. O que não sabemos, é que um pedaço delas também pode desaparecer por ROUBO. Sim, estão roubando as geleiras.
A primeira pergunta que surge com certeza é: POR QUÊ? A real pergunta que você deve fazer é por que alguém teria preferência em gelar seu drinque com um cubo diretamente de Jorge Montt, que, a propósito, vale mais de 10 mil reais.
De acordo com o site de notícias chileno Emol, a polícia local prendeu um rapaz na Patagônia que pegou 5 toneladas de gelo para serem vendidos e utilizados na forma de cubos especiais para coquetéis em bares chiques na capital, Santiago.
Aparentemente, alguém tentou transformar isto:
Nisto:
Algumas curiosidades sobre a geleira Jorge Montt:
Ela faz parte dos 13 mil quilômetros quadrados do Campo de Gelo da Patagônia, a terceira maior massa de terra congelada do mundo depois da Antártida e da Groenlândia. (ONU)
A geleira está derretendo a uma taxa de um quilômetro por ano, se tornando um dos maiores ícones do aquecimento global. (UNISDR)
Pesquisadores do Centro de Estudos Valdívia capturaram imagens que mostram o quanto a geleireira está derretendo.
A perda de gelo registrada foi descrita por eles como um retrocesso dramático nos últimos 10 anos pelo aquecimento global.
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março 25, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Chegamos à quinta edição da Hora do Planeta, uma mobilização social em que você demonstra a sua preocupação com o aquecimento global ao apagar as luzes durante sessenta minutos, com hora marcada.
A ideia, promovida no mundo todo pela Rede WWF, é que todo mundo faça isso ao mesmo tempo neste sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30.
Apesar do ato simbólico acontecer já há 5 anos em algumas partes do mundo, o Brasil participa pela terceira vez. É que a cada ano mais governos, empresas e pessoas aderem à causa.
Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram suas luzes.
Quem participar pode enviar um relato das suas ações ou fotos tiradas durante o evento em sua cidade para o e-mail comunicacaohp@wwf.org.br com o nome, a cidade e o endereço eletrônico do remetente.
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fevereiro 9, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
O jovem arquiteto Rafael Grinberg criou um projeto em dois prédios em ruínas no centro de São Paulo com uma proposta bastante atraente.
A ideia é transformá-los em fazendas verticais, capazes de produzir alimentos orgânicos, gerar empregos e reduzir os custos com o processo de produção e transporte – de modo que a fazenda fique pertinho de nós e alie sua estrutura ao estilo das grandes cidades.
Os edifícios visados são o Mercúrio e o São Vito, que abrigariam um sistema de agricultura vertical, com estufas hidropônicas em andares. Um Centro de Educação Ambiental e um Estacionamento Funcional vinculados a um lago artificial também estão inseridos no estudo.
Histórico
Segundo o portal Ecodesenvolvimento, a proposta das Fazendas Verticais, criada inicialmente pelo professor Dickson D. Despommier, da Universidade de Columbia, busca não apenas resolver a futura escassez de alimentos, mas também frear o aquecimento global, elevar os padrões de vida no mundo em desenvolvimento e mudar a forma como a sociedade obtém seus alimentos e descarta o lixo.
Um cálculo de Despommier indica que uma fazenda vertical com um quarteirão de base e 30 andares, poderia fornecer alimentos para 10 mil pessoas.
A Organização das Nações Unidas acredita que 80% da população viverá em cidades até 2050, e que precisará de 1 bilhão de hectares de terra adicionais para acomodar o cultivo de alimentos para atender uma população de 9,15 bilhões de pessoas.
Para o arquiteto são muitas as vantagens das fazendas verticais em relação às tradicionais. A redução das más condições de trabalho, exploração e outros problemas associados ao trabalho no campo, diminuição da exposição a agrotóxicos, dos danos ao meio ambiente, como desmatamentos, perda da biodiversidade, poluição e desperdício de colheita e transporte até o consumidor final são alguns dos fatores citados pelo arquiteto.
As áreas que foram usadas antes para a agricultura horizontal podem se transformar em florestas novamente.
Para abastecer a fazenda, Grinberg projetou um sistema que retira o gás metano da água poluída do Rio Tamanduateí, que cerca os edifícios, e o transforma em energia para o prédio. “O que dá vida a uma Fazenda Vertical é a água, daí a possibilidade de utilizar o Rio Tamanduateí como fonte, não só da água, mas também de energia para o edifício”.
Projeto aplicado
Até hoje nenhuma fazenda vertical foi implantada. Alguns países, como Japão, Escandinávia, Estados Unidos e Canadá já cultivam pequenas culturas, como morangos, tomates, pimentas e ervas em estufas. Mas até hoje nenhum edifício foi efetivamente construído para esse fim.
Independente do uso do projeto no Brasil, ele defende que a proposta pode ser reaplicada em qualquer cidade do planeta, especialmente nas mais populosas, além de ser utilizada como escola modelo para estudos interessados em desenvolver novos modelos de produção.
*via Ecodesenvolvimento
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novembro 23, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
O principal personagem do aquecimento global, o dióxido de carbono (CO2), continua preocupando (e muito!). Apesar de pauta constante e alvo diversas iniciativas, a emissão do CO2 não caiu como o esperado.
A conclusão é de um estudo realizado por um grupo de pesquisadores do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e França. O texto, uma atualização anual do Global Carbon Project, destaca que as emissões de dióxido de carbono não dão sinais de queda global e pior: pode atingir nível recorde em 2010.
Os autores concluíram que as emissões do poluente em 2009 foram apenas 1,3% menores do que as do ano anterior. A queda é menos da metade do que se estimava há um ano.
Relação com a crise
A previsão dos especialistas era que a crise econômica e financeira, que afetou diversos países no último ano, contribuísse com a redução do CO2. De fato, isso ocorreu. A maioria dos países industrializados apresentou diminuição da emissão do dióxido de carbono, como o Reino Unido, que registrou em 2009 queda de 8,6% em relação ao ano anterior.
Entretanto, diversas economias emergentes tiveram crescimento elevado, mesmo com a crise, o que refletiu no aumento das emissões do gás. Na China, houve, por exemplo, uma elevação de 8% e na Índia de 6,2%.
A pesquisa, publicada na revista Nature Geoscience, aponta ainda que, se o crescimento econômico continuar, as emissões globais de combustíveis fósseis aumentarão em mais de 3% em 2010, aproximando-se das elevadas taxas observadas entre 2000 e 2008.
Como cumprir as metas?
Segundo documento divulgado hoje (23) pelo Programa Ambiental da ONU (Pnuma), se tudo der certo e todos os países fizerem o máximo para conter emissões de carbono nos próximos anos, o mundo ainda estará longe de atingir a meta de limitar o aquecimento global a 2ºC.
Para cumprir o que foi prometido na última conferência do clima de Copenhague (COP-15) e evitar um possível aquecimento descontrolado da Terra, os países não apenas teriam de endurecer suas metas de corte de emissão do CO2, como ainda precisariam desligar todo o sistema de transporte do globo!
Em números: No documento, feito por nove institutos de pesquisa, os cientistas afirmam que as emissões de gases do efeito estufa deveriam ficar entre 40 e 48,3 bilhões de toneladas de CO2 até 2020, e que o valor deveria atingir seu auge entre 2015 e 2021. Para os pesquisadores, manter essa faixa e cortar as emissões globais de 48% a 72%, entre 2020 e 2050, daria ao mundo uma chance “mediana” de respeitar o limite de 2C.
No entanto, o próprio relatório documento informa que “as emissões esperadas para 2020 variam de 48,8 e 51,2 bilhões de toneladas de CO2-equivalente”. Ou seja, mesmo no melhor cenário, em que todos os países cumpram suas promessas, o total de emissões ainda estará entre 500 milhões e 8,8 bilhões de toneladas acima do que os cientistas julgam tolerável.
Resumindo: Se a humanidade quiser ter 66% de chance de manter o aquecimento global abaixo de 2ºC no fim deste século, o nível global de emissões em 2020 terá de ser de 44 bilhões de toneladas de CO2 equivalente, ou seja, a soma de todos os gases-estufa “convertidos” no potencial de aquecimento do dióxido de carbono.
Senão…
Em contrapartida, se nada for feito, as emissões podem chegar a 56 bilhões de toneladas em 2020. “Isso elimina a chance dos 2ºC e pode nos colocar no caminho de 5ºC de aquecimento em 2100″, informou Suzana Kahn Ribeiro, pesquisadora da Coppe-UFRJ, uma das autoras do relatório, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
Para tentar chegar mais perto do almejado 2ºC no aquecimento global, os países precisam adotar o que o “The Emissions Gap” chama de “cumprimento estrito de metas condicionais”.
Ou seja, o cumprimento das reduções que alguns países dizem que farão se outros fizerem. Não entendeu? Vamos explicar melhor: a União Européia, por exemplo, se compromete a passar de 20% para 30% de corte em relação a 1990 se os EUA também avançarem nas suas metas.
O cálculo dos cientistas é que se isso for feito, ficaria “sobrando” na atmosfera em 2020 “apenas” 5 bilhões de toneladas para atingir os 2ºC.
O relatório do Pnuma, intitulado “The Emissions Gap” (“A Lacuna das Emissões”), será entregue à chefe da Convenção do Clima da ONU, Cristiana Figueres. Seus autores passaram seis meses avaliando 223 cenários de emissões de CO2 construídos a partir das metas voluntárias de corte de carbono propostas por vários países no Acordo de Copenhague (documento que resultou da conferência).
Há menos de uma semana para o começo da Conferência do Clima de Cancún (COP 16), no próximo dia 29, a intenção da ONU é chamar a atenção de que não é aceitável que o encontro termine apenas com fracas promessas.
*Com informações Agência FAPESP e FSP.
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novembro 3, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Um jogo britânico de computador, lançado esta semana para testes, possibilita que os usuários entendam como determinadas ações podem ajudar ou prejudicar o meio ambiente.
O “Fate of the World” cria diferentes situações para que você possa salvar o planeta dos efeitos do clima. O futuro da Terra fica nas mãos dos jogadores, responsáveis por uma organização ambiental internacional que pode salvar o mundo das consequências das emissões de gases que causam o efeito estufa.
O game poderá levar o jogador para o futuro, mostrando os resultados das suas decisões em 200 anos.
Polêmica
As soluções incluem a geoengenharia e fontes alternativas de energia.
No entanto, uma das ações para salvar o planeta disponível no jogo está gerando polêmica: para reduzir a superpopulação mundial, o jogador pode criar uma doença que causaria a morte de milhares de pessoas.
“Não estamos defendendo uma causa específica. Há diversas opções, entre as quais energia nuclear e energia renovável. Não queremos dizer que um determinado caminho seja o melhor”, explica Gobion Rowlands, fundador e presidente do conselho da Red Redemption, produtora de videogames de Oxford, no Reino Unido, que criou o “Fate of the World”.
Em teste
Durante três meses, os usuários poderão fazer testes e enviar comentários sobre o jogo. Baseado nas críticas, ele será revisado e lançado novamente em fevereiro de 2011. O game foi lançado para PCs e Apple Macs.
A diferença entre o “Fate of the World” e os videogames de ação comuns é a utilização de dados de modelos climáticos reais.
Saiba mais:
– Desenvolvimento sustentável – Brasil evolui, mas ainda há muito o que ser feito!
- Ihhh… Deu branco: A medida que promete combater o aquecimento global
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agosto 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Ambiental
A FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – faz diversas campanhas para diminuir o consumo de carne no mundo, já que atribui à indústria 20% das emissões globais de gases do efeito estufa.
A criação de vacas, porcos e ovelhas ocupa dois terços dos pastos mundiais, além da porcentagem atribuída às emissões de gases. Para mudar este cenário, uma das pretensões da ONU é reduzir a quantidade de carne na alimentação e optar por alternativas.
O truque estaria em mudar a dieta para o consumo de insetos rastejadores, como substitutos nutritivos.
Uma política de alimentação baseada nos insetos tem sido formalmente considerada pela FAO-ONU, que já debateu o tema na Tailândia em 2008 e está nos planos para o congresso mundial em 2013.
O autor da política, professor Arnold van Huis, afirma que alimentar-se deles têm vantagens. A população mundial irá crescer de seis bilhões para nove bilhões em 2050 e as pessoas estão consumindo cada vez mais carne. “Se continuarmos deste jeito, iremos precisar de outro planeta Terra” – afirma Arnold.
Os argumentos não param por aí. Eles alegam que boa parte do mundo já se alimenta de insetos, exceto o ocidente – mas comemos camarão, que segundo consultores da FAO, é comparável aos insetos. (E agora?)
As vantagens da dieta incluindo os bichinhos estão nos altos níveis de proteína, vitamina e mineral que possuem, além de produzirem bem menos gases prejudiciais do que a tradicional pecuária.
Gafanhotos, grilos e minhocas, emitem 10 vezes menos metano, 300 vezes menos óxido nitroso (gás que também provoca o aquecimento), e muito menos amônia, um poluente produzido por suínos e através da avicultura.
Mais de 1000 insetos são consumidos por livre escolha em todo o mundo em 80% das nações.
Qual a sua opinião sobre o assunto? Comente!
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junho 16, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Um ano depois da implantação da Lei do Clima na cidade de São Paulo, as principais metas previstas pela gestão do prefeito Gilberto Kassab não saíram do papel.
A lei busca adequar a capital paulista a uma convenção da Organização das Nações Unidas para mudança do clima. Uma das metas é reduzir em 30% a emissão de dióxido de carbono em São Paulo até 2012.
O dióxido de carbono é considerado o principal gás causador do efeito estufa e, consequentemente, do aquecimento global. Apesar da importância de sua redução, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera vem aumentando consideravelmente ano após ano.
De acordo com a Lei do Clima, o que era para ter acontecido:
- Relatório anual sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde. Ainda não foi divulgado!
- Inventário para medir o real impacto das motocicletas na poluição. Ainda não foi concluído!
- A cada ano, 10% dos novos ônibus passem a ser movidos a álcool ou a biodiesel, medida eficaz para a redução de emissões do dióxido de carbono. Até agora, nenhum ônibus novo passou a usar álcool ou biodisel!
Por enquanto, para tentar cumprir a nova legislação, um diesel menos poluente está sendo utilizado nos motores dos ônibus do sistema de transporte municipal. Além de parte da frota ter sido renovada.
- Instalação de ecopontos para descarte de entulho. A lei prevê um por distrito da capital até junho de 2011. No total são 96 distritos. Só dois novos ecopontos foram criados! 38 já existiam.
- Implementação de corredores exclusivos de trólebus (ônibus elétricos). A implementação não foi iniciada!
Por enquanto, o que aconteceu:
- Criação de programa de inspeção veicular.
- Controle de emissões dos aterros sanitários.
- Criação de ciclovias.
Aprovada por 51 dos 55 vereadores, a Lei do Clima não prevê punição à prefeitura pelo atraso.
A poluição e as mudanças climáticas na capital paulista são responsáveis por cerca de 70% das internações por doenças respiratórias.
Essa é uma das conclusões do relatório “Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo”, elaborado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O estudo revela que as mudanças climáticas causadas pelo modelo de expansão da metrópole, aliadas à alterações no clima global, estão deixando a cidade cada vez mais vulnerável a desastres, como enchentes e deslizamentos, além de afetar de diversas maneiras a saúde da população.
*Com informações da FSP.
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abril 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Desde que o alerta para o aquecimento global foi dado, teorias a respeito do assunto não param de surgir. Há quem diga que o homem é o principal responsável, outros não acreditam no fenômeno, ou acreditam que seja o processo natural do Planeta Terra. E acredite, há teorias de que o mundo está esfriando.
Apesar de todas essas crenças e descrenças, uma pesquisa do Datafolha mostra que 90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global está de fato acontecendo. E 75% dizem que o homem contribui muito para as mudanças climáticas.
Que estamos conscientes de que atitudes do homem interferem e muito no Planeta ninguém dúvida. Só 5% acreditam que nossas atitudes não influenciam no aumento da temperatura, enquanto metade dos americanos tem essa opinião. Quanto maior o nível de escolaridade, maior é a crença de que o homem tem bastante influência no desenvolvimento do fenômeno.
QUERO AJUDAR O PLANETA TERRA, O QUE POSSO FAZER?
Vamos lá, podemos começar por hábitos diários. Veja pequenas atitudes:
Fechar a torneira enquanto escova os dentes
Não imprimir se não for necessário
Não lavar a calçada, apenas varrer
Separar o lixo em casa para reciclagem
Não jogar o óleo de cozinha na pia
Você toma alguma atitude para ajudar o meio-ambiente? Conte para nós e ajude mais pessoas a cuidar do Planeta!
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abril 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro foram surpreendidos com chuvas fortes e totalmente fora de época. Para se ter ideia das mudanças climáticas, na última semana a chuva que caiu nas capitais supera, e muito, a média histórica do mês.
O normal de chuva no mês é 150 mm, e no Rio, por exemplo, só nos últimos sete dias choveu o equivalente a 223mm. A explicação científica dada por meteorologistas são as frentes frias que vêm da região polar e a umidade e ar quente vindos da Amazônia.
Um outro aspecto que merece atenção e discussão é o fator social. Especialistas ouvidos pelo jornal Folha de São Paulo alertam que uma das causas principais para as chuvas é o fato de haverem muito mais pessoas morando nas áreas urbanas do que a natureza poderia comportar.
Você concorda com esse raciocínio? Diante das manifestações explícitas da natureza, você acha que profissionais e sociedade deveriam repensar a maneira de desenhar e projetar cidades? Comente.
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março 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Na noite de sábado o mundo apagou as luzes por uma hora em protesto contra o aquecimento global. Foi a 4° edição da “Hora do Planeta”, com 3.483 cidades participantes em 125 países, um recorde de adesão comparado aos anos anteriores.
O Brasil participa pela segunda vez e contou com a mobilização de estados como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, que deixaram locais importantes no escuro: Ponte Estaiada, Congresso Nacional e a orla de Copacabana são bons exemplos deles.
A ONG WWF, organizadora do evento, acredita que as pessoas se unem em um ato simbólico que pode inspirar mudanças. Os números confirmam a audiência que foi dada à ação:
- O vídeo oficial da “Hora do Planeta 2010” é assistido uma vez a cada 4 segundos.
- A ação já atingiu 6 milhões de usuários de redes sociais virtuais.
- A Hora do Planeta é um dos 10 assuntos mais populares do Twitter.
- “Earth Hour” (nome do protesto em inglês) apareceu mais de 30 milhões de vezes em 24 horas.
Vale lembrar que há três meses aconteceu a cúpula do clima de Copenhague e dirigentes de países como Estados Unidos, China e Índia não chegaram a um acordo contra as emissões de gases que provocam o efeito estufa. A próxima cúpula será no final do ano, no México.
Você acredita que essas ações podem gerar mudanças? Comente.
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março 19, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
As mudanças acontecidas mundialmente diante do aquecimento global farão com que doenças transmitidas por mosquitos, doenças respiratórias e problemas intestinais ligados à falta de água só aumentem em todos os lugares.
Achou pessimista? As afirmações acima foram dadas por autoridades especialistas em clima e saúde na França. Por causa da poluição as crises asmáticas e demais doenças respiratórias serão mais frequentes.
Os pesquisadores ainda enfatizam que no ano de 2050 um em cada dois verões no hemisfério norte será semelhante à onda de calor ocorrida no ano de 2003 e que matou milhares de pessoas.
A escassez de água provocará febre tifóide ou cólera. Como o calor só aumenta, a incidência de raios solares também trará como consequência mais casos de câncer de pele.
O que fazer?
Mudança de atitude, mudança de pensamento, mudança de cultura! Os especialistas Franceses são assertivos ao afirmar que as mudanças climáticas não são um “risco a mais”, entre outros, e sim “uma mudança de escala do risco”, dada a quantidade de pessoas expostas.
O Blog da Saúde quer saber – Você concorda com as afirmações feitas pelos especialistas Franceses? Acha que será necessário haver uma mudança também na pro atividade e compromisso dos médicos para adaptarem as pesquisas à nova realidade? Comente.
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março 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Tsunamis, enchentes, tremores de terra nas mais altas escalas…Os desastres naturais sempre marcaram épocas ao longo da história. Porém, é de assustar pensarmos que acabamos de inaugurar o terceiro mês do ano e já temos catástrofes épicas para contar.
Se é culpa do aquecimento global ou da falta de consciência e cuidado do homem com seus recursos naturais uma coisa é certa. Como bons animais racionais que somos precisamos nos adaptar à nova realidade. Mas como?
Sobre os terremotos, uma solução pode partir das inovações da engenharia para que as construções de agora em diante sejam “à prova” de abalos sísmicos, por exemplo.
O que precisa mudar?
Confira na imagem abaixo como são as construções atuais e o que deveria ser mudado para que a resistência fosse maior.
“Na sua opinião você acha que apenas as adaptações são suficientes para que o homem sobreviva a essas catástrofes? O que mais podemos fazer? Comente.”
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fevereiro 11, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Anote na sua agenda! No próximo dia 27 de março (sabadão) às 20h30 desligue tudo! Fique no escuro por uma hora e reflita. Batizada de “Hora do Planeta 2010” a ação é uma iniciativa do WWF contra o aquecimento global.
Estamos no Ano Internacional da Biodiversidade e ao combater o aquecimento global automaticamente ajudamos a proteger e salvar ecossistemas e espécies em todo o planeta.
Pare e pense. Se você pode apagar as luzes durante uma hora pela preservação do planeta, quantas outras coisas você pode fazer todos os dias, durante uma hora para firmar esse compromisso com a vida?
Para saber das edições passadas da ação e obter mais informações clique aqui
“O Blog da Saúde apóia essa ação. Apague as luzes e ascenda essa ideia!”
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fevereiro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
A Amazônia reúne cerca de 33% das florestas tropicais do planeta, e quase 12% de toda a vida natural. Nesse ranking, infelizmente a preocupação com sua preservação fica em último lugar.
Com as queimadas, desmatamentos e as mudanças do clima a Amazônia está morrendo aos poucos e necessita da sua ajuda. Os desmatamentos já consumiram 17% da floresta, e se ela perder mais 3%, o aquecimento global se encarregará de acabar com o resto.
As previsões de estudos realizados pelo Banco Mundial apontam que até 2025 a Floresta Amazônica vai encolher 44%, esse é o pior cenário apontado pelos dados do IPCC – (Intergovernmental Panel on Climate Change) – painel do clima da ONU.
O leste da Amazônia perderá cerca até 74% da área total de floresta, que será substituída por uma vegetação típica do semiárido. Já o sul, sofrerá uma redução de 30% da área, que será substituída por cerrado.
Esses tipos de vegetação são menores e absorvem menos gás carbônico, o que contribui para o aquecimento global, que provocará um impacto em todo o país. No Nordeste, por exemplo, as temperaturas vão aumentar, e haverá uma expansão da caatinga. Na região sul do país, as temperaturas também aumentarão e as chuvas serão mais frequentes.
Denúncias
As queimadas ainda são presentes na região da Amazônia e podem ser observadas através do site do Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos). Você pode ajudar a salvar a Amazônia com uma simples ligação denunciando as práticas ilegais que ocorrem na floresta.
Assim que você ver algum sinal de fumaça, ou se uma motosserra estiver sendo ligada, pegue o telefone e ligue para a Linha Verde do IBAMA no número 0800-61-8080. Faça a sua parte!
“Assim como a música ‘Help’ dos Beatles a Amazônia pede: ‘Ajude, eu
preciso que alguém me ajude’, faça a sua parte e salve a esperança de nossa sobrevivência!
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janeiro 19, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
O Blog da Saúde já falou de algumas alternativas para combater o aquecimento do nosso planeta, como usar tinta branca e seqüestro de CO2. Uma nova pesquisa foi divulgada ontem, e pode ser mais uma alternativa inteligente para o combate do aquecimento global.
Cientistas conseguiram criar um mecanismo capaz de utilizar o gás Carbônico, um dos causadores do efeito estufa presente na atmosfera, para produzir um catalisador químico. Dessa forma, o que ficaria solto na atmosfera, ajudando no aquecimento global, será utilizado como um produto industrial.
A descoberta aconteceu “sem querer”. Os cientistas não sabem ao certo como conseguiram criar esse mecanismo que tem uma placa à base de cobre com o poder de aproximar as moléculas de CO2 e transformá-las em uma substância chamada oxalato de lítio, que poderá ser usada em produtos de limpeza, por exemplo.
Além de tirar o CO2 da atmosfera, a substância que será criada é reciclável, e consegue prender bem o gás, não voltando tão rápido para o meio ambiente.
Mas ainda não é possível produzir esse mecanismo em larga escala, o experimento não vai sair tão cedo dos laboratórios, por isso é preciso utilizar medidas já existentes para conter o aquecimento enquanto podemos.
Saiba como funciona esse mecanismo:
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dezembro 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
A Conferência de Compenhague (COP-15) acabou nesse sábado, 19, depois de duas semanas de reunião entre os 193 países que discutiram o futuro no nosso planeta. Mas os resultados não são muito animadores para quem esperava por um grande plano de ação em favor da vida no planeta.
Não se chegou nem mesmo a um acordo firmado entre todos os países para assinar o tratado que irá substituir o Protocolo de Kyoto, que já não contava com a participação dos EUA, um dos países que mais contribuem para o aquecimento global.
Uma notícia torna o fato ainda mais preocupante. A Folha de S. Paulo divulgou hoje, matéria sobre uma nova espécie de planta que já pode estar ameaçada de extinção.
Isso porque a espécie tem origem em uma floresta nebular, ou seja, floresta que tem presença constante de nuvens, que ameaçam a migrar para uma região ainda mais alta por conta do aquecimento global.
O nome de batismo da nova espécie é azeitoninha-das-nuvens, e seu nome científico é Symplocos atlântica. Atualmente, ela se localiza em uma região muito alta da Mata Atlântica, cerca de 1.100 metros acima do nível do mar.
Pode se dizer que a preocupação não se volta apenas para essa nova espécie, mais sim para todas as espécies que vivem no habitat na floresta nebular.
O que será que os governos mundiais farão daqui para frente? Ajudar os países mais pobres com U$$ 100 bilhões até 2020 não é o bastante para acabar com as consequências devastadoras que acontecem no mundo a cada segundo. É necessário um plano de ação eficiente que conte com a colaboração de todos os países, algo que não foi feito durante as duas semanas de conferência.
Os impactos globais estão cada vez mais devastadores.
Qual sua opinião sobre o que aconteceu na COP-15? Comente.
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dezembro 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Uma cidade com mais de três mil metros de altitude, El Alto, vizinha de La Paz, na Bolívia já sofre com as consequências do aquecimento global. As geleiras, comuns na região são as responsáveis pelo fornecimento de água e eletricidade.
Suas reservas sempre garantiram além da distribuição, o baixo custo, uma vez que nas estações chuvosas a água era guardada e liberada para uso da população e também para a geração de eletricidade nos tempos de seca.
Entre as tantas soluções previstas, que incluem em sua receita engenharia e incentivo financeiro está a construção de um reservatório, que demoraria cerca de sete anos para ficar pronto.
Conta Simples
Segundo estudiosos Bolivianos a previsão para degelo que antes era assertiva, hoje assusta.
A última estimativa para a geleira Chacaltaya, por exemplo era de que durasse até 2020. O que aconteceu? Ela desapareceu neste ano.
Agora, como esperar sete anos pela construção do reservatório? Vamos encerrar esse post com uma frase de Pablo Sólon, embaixador boliviano junto às Nações Unidas, e esperamos que as novas Conferências sobre o Clima sejam mais sérias e comprometidas com uma causa tão urgente. Afinal, vivemos um tempo em que o dinheiro já não resolve tudo.
“Temos um problema muito sério, e nem mesmo dinheiro o resolverá por completo.
O que você faz quando sua geleira desaparece ou sua ilha é submersa?”
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dezembro 17, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Ambiental
Copenhague avança para o fim e “plim”, uma brilhante ideia surge. Pode parecer ironismo, mas imaginem que foram necessários dias de negociações entre membros de peso de 193 países do mundo todo para chegar a seguinte proposta:
O financiamento para adaptação e cortes de emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa ficará a cargo de… TODOS.
O Plano apontado pelo México e pela Noruega e já aprovado por diversos países, inclusive Brasil, EUA e todos da UE, baseia-se num sistema de uso e contribuição coletiva, dependendo do tamanho da economia de cada país e de todo histórico de seus níveis de emissão.
De forma a equilibrar o orçamento de maneira justa, dois terços do dinheiro pago irá provir dos países em desenvolvimento e o restante dos subdesenvolvidos e em desenvolvimento. O Fundo Verde não funcionará como um meio de doações, mas de compromissos mútuos.
Como funcionará?
Quem emitir carbono pagará por isso como um “direito”. Os recursos acumulados servirão como créditos que serão usados tanto para os países mais pobres se adaptarem às mudanças climáticas como pelos emergentes para cortarem suas emissões.
No entanto, a arrecadação ficaria aquém do necessário, segundo a ONU, para administrar de maneira efetiva as mudanças climáticas.
“O Blog da Saúde aguarda avanços e alternativas para potencializar
o Fundo Verde e assim quem sabe combatermos o aquecimento global!”
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