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Os brasileiros são tão ansiosos assim?

No Brasil, aproximadamente 12% da população sofre de ansiedade patológica (o que quer dizer que não são meramente pessoas ansiosas, mas sofrem de transtornos de ansiedade), de acordo com dados do Instituto de Psiquiatria do HC (USP). A porcentagem representa quase 24 milhões de brasileiros.

Medicamentos usados para reduzir a ansiedade e exercer um efeito calmante, os ansiolíticos, foram as substâncias controladas mais consumidas pela população brasileira no período de 2007 e 2010.

Clonazepam, Bromazepan e Alprazolam – com o nome comercial de Rivotril, Lexotam e Frontal respectivamente – ocuparam as três primeiras posições de venda segundo o Boletim do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), lançado pela Anvisa. Só em 2010, cerca de 10 milhões de caixas do medicamento Clonazepam foram vendidas. Isso arrecada aproximadamente um investimento dos brasileiros de R$ 92,4 milhões em tratamento para a ansiedade.

As três drogas estão na lista B1 de remédios controlados, que reúne as substâncias psicotrópicas que interferem no sistema nervoso central e podem causar dependência química. Para poder obter medicamentos de tarja preta, como os citados acima, é preciso apresentar receita médica.

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“Outro dia acordei com uma amiga desesperada ao telefone. O filho dela de dezessete anos estava no meio de uma crise de estresse e ela não sabia o que fazer. Já havia levado ao psicólogo, tentado descobrir o que era, mas o rapaz não se abria. Fiquei surpresa ao saber que ele, assim como muitos jovens da mesma idade, não sabe o que fazer com tantos compromissos. Estava cansado, pressionado, estressado, e perdido com tantos afazeres”, conta Wal Nunes, professora de Yoga Integral, ao descobrir que estresse não é só para marmanjos.

A transição da infância para a vida adulta pode perturbar – e muito. Cobranças escolares, exigências familiares, pressão social, vestibular, solidão, aulas de música, arte marcial, natação, entre outras atividades, assim como o próprio desenvolvimento físico, podem desencadear o estresse, desenvolvido pela ansiedade e insegurança. As incertezas que os jovens vivenciam os fazem cada vez mais fechados, o que contribui para o desequilíbrio emocional.

Infelizmente, não aprendemos na escola a ter o controle dos nossos pensamentos e emoções. Nem que respirar profundo, e parar algumas horas para nos observar, ajuda a entender melhor e ganhar controle de qualquer situação de estresse ou perda.

Conversas constantes, psicólogo ou terapeuta podem ser soluções para este problema, mas podem levar algum tempo. Um meio fácil, rápido e prático que pode ajudar estes adolescentes é o Yoga Integral, podendo ser realizado individualmente ou em grupo.

O Yoga Integral nos ensina que quanto mais cedo aprendermos a conhecer nosso corpo e mente, mais desenvolvidos e felizes seremos na fase adulta. Pensando nisso, Wal Nunes preparou uma série de dicas para os jovens em época de vestibular, e para os pais, lidarem com a situação:

1 – Respiração

Além de liberar toxinas do corpo, ela ajuda a manter a calma e paz de espírito. Experimente por um minuto alinhar a coluna e observar sua respiração. Não faça nada. Deixe o ar entrar até o abdome e sair naturalmente. Sentiu a diferença?

Experimente também fechar uma narina e respirar só por uma, depois faça o mesmo com o lado contrário. Os exercícios de respiração, além de ajudar a controlar a ansiedade, esvaziam a mente das preocupações, auxiliando e facilitando o cérebro a memorizar.

2- Postura

A postura ajuda muito a manter o equilíbrio do corpo, da mente e emocional. Mesmo passando muito tempo sentado, mantenha sempre a coluna ereta. Quando estiver mergulhado na leitura e nos livros, procure sempre observar como o seu corpo se encontra. Mantenha sempre a coluna alinhada, pois ela é responsável por manter o eixo, dando disponibilidade e energia para encarar as provas e os desafios que estão por vir.

3- Ásanas

Excelente para quando estiver muito cansado. Sem levantar da cadeira, pode ser feito antes da prova, nas aulas ou em casa, onde quiser. Para relaxar: inspire, levante os dois ombros como se quisesse alcançar a orelha. Solte o ombro e todo ar pela boca ao expirar. Repita três vezes.

Inspire e traga os dois braços acima da cabeça. Respire, alongando a coluna de um lado para o outro, direcionando as mãos esticadas para o lado esquerdo, e depois para o direito. Procure alongar todo o braço e relaxar o ombro, trabalhando o alinhamento da coluna na postura.

Wal Nunes ensina a alongar os braços

Na hora da prova, pare entre uma prova e outra e alongue as mãos como na foto abaixo, sempre se lembrando de inspirar e expirar profundo, mantendo a coluna alinhada.

A professora ensina a alongar as mãos

Para ajudar a colocar as emoções para fora, o Ásana trabalha o ponto cardíaco, além de aliviar o peso que carregamos nos ombros, ajudando a controlar o emocional.

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As quedas são raras, é comum dar tudo certo. Mesmo assim, o medo de viajar de avião atinge grande parte da população e pode atrapalhar tanto o lazer em família como a vida profissional.

Não falamos da ansiedade normal que antecede a viagem, mas sobre aquela que impede a pessoa de ir. De qualquer forma,  é possível reverter a situação.

O psicólogo Julio Peres dá dicas de como superar o medo de voar.  “Não somos reféns de nosso cérebro emocional e podemos modificar esse estado de temor, como já evidenciamos em nossos estudos com neuroimagem (Psychological Medicine, 2007 e Journal of Psychiatric Research, 2010) que demonstraram os efeitos neurobiológicos da superação durante a psicoterapia.”

Os diálogos internos (a maneira que processamos os eventos) podem gerar a neuroquímica da saúde ou do sofrimento. O psiquismo é muito ágil, mas precisa de orientação para trabalhar a nosso favor.

1. O que diferencia o medo de voar de avião de uma fobia?
O medo de viajar de avião geralmente não impede o indivíduo de fazer suas viagens, apesar do desconforto. Contudo, o medo pode às vezes evoluir para uma fobia, considerada como um Transtorno de Ansiedade, cuja causa é multifatorial.
Fatores genéticos, neuroquímicos, socioculturais, tipo de personalidade e eventos de vida como traumas psicológicos estão envolvidos no surgimento das fobias.

2. Como essa fobia pode afetar quem a possui e atrapalhar a rotina?
Pessoas com a fobia se desgastam com sofrimento expressivo durante suas viagens de rotina abortando por vezes a prosperidade profissional. Várias pessoas buscam o tratamento da fobia de viajar de avião quando percebem que estão prejudicando a si mesmos com o uso abusivo do álcool ou de tranquilizantes, ou a família, também privada de viajar.

3. Por que apesar de números e pesquisas mostrarem que o avião é um dos veículos mais seguros, as pessoas continuam tendo tanto medo de voar?
As fobias se desenvolvem geralmente por processamentos emocionais subjetivos que não são necessariamente racionais. Todos temos a capacidade de generalizar, e sem ela não sobreviveríamos.

Já superamos inúmeros desafios na infância, adolescência e idade adulta, como dormir em quarto separado dos pais, fazer provas difíceis na escola, aprender a andar de bicicleta ou dirigir, confrontar uma situação desconhecida, etc. A faculdade da generalização permite a construção de aprendizados associativos ao longo do desenvolvimento humano (por exemplo, se consegui subir um degrau da escada, conseguirei subir o segundo, além de vencer outros desafios similares).

A mesma generalização atua nas fobias decorrentes de eventos em que o indivíduo experimentou expressivo medo, como um sistema que visa preservar a sobrevivência. Nesse sentido as emoções superpõem à razão e as áreas límbicas são mais atuantes que as áreas envolvidas em processos de racionalização.
Como já foi dito, não somos reféns de nosso cérebro emocional e podemos modificar esse estado de temor. Estudos mostraram os efeitos neurobiológicos da superação durante a psicoterapia. O psiquismo é muito ágil, mas precisa de orientação para trabalhar a nosso favor.

4. Que influência as grandes tragédias com aviões têm sobre o medo das pessoas?
A influência dos noticiários sobre as grandes tragédias com aviões pode ser expressiva porque a percepção das informações que nos chegam é imensamente projetiva, isto é: o funcionamento do cérebro nos permite ver ou perceber o que conhecemos e acreditamos ser possível, e assim tendemos a nos identificar com o que percebemos.

Em outras palavras, a nossa percepção do mundo busca uma reflexão no espelho de nossas memórias. Fomos condicionados a acreditar que o mundo externo é mais real que o interno. Estudos contemporâneos apontam outras perspectivas. O que acontece dentro de nós é que vai criar o que “acontece fora” em nossas relações com o mundo. As pessoas com experiências prévias de temor relacionadas à morte, e muito de nós as temos, podem condensar as informações de tragédias ao próprio repertório e agravarem o medo de morrer.

Os neurônios-espelho, descobertos recentemente pela Neurociência, participam ativamente desse processo em que experimentamos a empatia, reconhecemos os referenciais de outros indivíduos e os fundimos às nossas vivências, favorecendo a geração de comportamentos similares aos que observamos. Contudo, as grandes tragédias não influenciam a todos e o diferencial é a identificação ou não com o evento observado.

5. Existe alguma relação entre memória e medo?
A memória apresenta o curioso fenômeno de estado-dependência, isto é, podemos nos recordar de experiências com a apresentação de “dicas” alinhadas a esses aprendizados. Por isso, frequentemente durante uma refeição num restaurante, outros restaurantes e refeições são lembrados. Ao sentir um perfume específico, como o de um bolo que a avó fazia na infância, as memórias daquele período vêm à tona.

O mesmo acontece, porém de maneira mais intensa, com indivíduos traumatizados: lugares, circunstâncias, sensações etc., associados ao trauma podem disparar a memória do evento e mecanismos de alerta como se a situação traumática estivesse acontecendo ou por acontecer.

Muitas vezes, tais dicas se tornam distantes do que de fato ocorreu e, mesmo assim, com e generalização subjetiva e inconsciente, as memórias do trauma são disparadas.

Um exemplo

Durante a psicoterapia observamos que um paciente sofrera uma queda traumática do muro de sua casa aos 12 anos, com fraturas expostas e 2 meses penosos de hospitalização. Uma sensação similar de “frio na barriga” foi experimentada aos 17 anos durante um voo e inconscientemente a associação de perigo foi estabelecida com as viagens de avião.

Pedi que o paciente construísse uma nova associação com o que ele chamava de frio na barriga, agora agradável, por meio de saltos cada vez mais altos e divertidos numa cama elástica profissional.

Em seguida, o paciente brincou com sua esposa e filho em montanhas russas e pouco a pouco, o “frio na barriga” foi associado ao bem-estar e divertimento. Além de superar o seu medo de viajar de avião, hoje aos 42 anos ele se diverte em ocasiões de turbulência nos voos com “frio na barriga”. Frequentemente, pessoas fóbicas que não localizam a lembrança do evento desencadeador.

A identificação de tais processos associativos durante a psicoterapia nem sempre é imediata, especialmente quando estão envolvidas memórias complexas que abrangem outras memórias e, portanto, outras redes associativas.

6. É possível aprender a ser corajoso e superar o medo de viajar de avião?
O diálogo entre o medo e a coragem está presente em muitas expressões artísticas, como pinturas, esculturas e peças literárias, que retratam assertivamente a coexistência entre essas duas aparentes polaridades. A despeito da crença de que uma condição exclui a outra prevalecer ao senso comum, a coragem envolve vários aspectos e não é um pacote fechado, assim como o medo.

Na prática, se você tem medo, isso não significa que você não tenha coragem, ou vice-versa. Coragem tem em sua raiz o significado “ato do coração”. Considero que ser corajoso inclui responsabilidade e integridade alinhadas ao desenvolvimento e à prosperidade pessoal; envolve estar consciente das ameaças e resolver problemas usando discernimento e capacidades para atender as necessidades pessoais e também do entorno. A coragem sem o medo pode ser desastrosa e mal sucedida.

Portanto, o aprendizado e o cultivo da coragem podem ocorrer a partir do controle gradativo das variáveis temerosas, do conhecimento real das motivações pessoais e do porquê de enfrentar a adversidade. O conhecimento, a prudência, o ânimo e a paciência para o enfrentamento bem-sucedido são importantes preditivos de atos do coração, ou corajosos.

7. Quando é preciso procurar tratamento?
Deve-se recorrer à psicoterapia quando o sofrimento for expressivo a ponto de limitar a vida diária, ou provocar outros problemas de ordem familiar e/ou profissional.

8. Como a psicoterapia pode ajudar?
O temor de viajar de avião pode ter distintas origens. É preciso investigar a raiz do medo, para que o processo terapêutico seja eficaz.

A psicoterapia busca dissecar e trabalhar as associações estabelecidas entre eventos traumáticos e os respectivos sistemas de crenças que geram os comportamentos fóbicos. Os efeitos terapêuticos podem ser, em boa parte, decorrentes do “aprendizado de extinção”, que estabelece novas e saudáveis respostas mediante ao estimulo que causava medo.

A psicoterapia pode promover aprendizados e novas associações que refletem, muitas vezes, a extinção. As terapias baseadas na exposição (imaginária e in vivo) estão alinhadas aos mesmos princípios. Fernando Sabino nos ensina poeticamente o que é o aprendizado de extinção: Façamos da interrupção um caminho novo… Da queda, um passo de dança… Do medo, uma escada… Do sonho, uma ponte… Da procura, um encontro.

9. Tem alguma dica para quem tem medo, mas precisa voar?
A autoindução de relaxamento com foco na respiração tranquila apoiada por pensamentos de superação (ex: Eu me sinto tranquilo e seguro. Tudo está bem agora e assim continuará) também ajuda. A explicação é simples: quando hiperventilamos (respiração ofegante, ansiosa) provocamos alterações do oxigênio na corrente sanguínea, favorecendo progressiva confusão mental e como decorrência, exacerbação do medo.

Por outro lado, quando mantemos a respiração tranquila nos sentimos mais seguros, confiantes e com o controle preservado. Enfatizo também que nós construímos sobre o que temos e não sobre o que nos falta, e por isso, o processo terapêutico envolve o resgate das memórias de superação e autoeficácia.

Uma boa dica é resgatar o repertório de vitórias (conquistas de objetivos no campo familiar, profissional, escolar, esportivo, etc.) em outros períodos da vida. Tais lembranças podem mobilizar novas associações para o fortalecimento da autoimagem corajosa e vencedora.

Exemplo de um fortalecimento

Como um paciente superou o medo de escuro na infância e a mesma estratégia o ajudou a superar o medo de viajar de avião.

Passo 1: “Enfrentei o escuro passo a passo, acendendo e apagando a luz do meu quarto. Eu me convenci que o meu quarto continuava em ordem quando apagava a luz, até que consegui dormir no escuro sentindo que tudo estava bem”.

Passo 2: Aplicar em outras situações. O paciente fez o mesmo para superar o medo de viajar de avião. Ele enfrentou o aeroporto, voos curtos sem tranquilizantes e gradativamente foi se expondo a voos mais longos até que se convenceu que estava tudo bem.

Chamamos esse processo de Dessensibilização (retirar a sensibilidade). Esse método favorece a diminuição gradativa da hipersensibilidade existente a uma condição fóbica por meio da exposição suave e contínua, que permite ao paciente fortalecer a percepção do controle e vitória sobre si mesmo.

Por fim, a frase de Julio mais inspiradora: “Na prática, se você tem medo, isso não significa que você não tenha coragem, ou vice-versa.”

*Julio Peres é palestrante, psicólogo clínico e doutor em Neurociência pela USP
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Quando você sente que tem alguma coisa errada com seu corpo, qual a primeira ideia que vem à sua cabeça: procurar um médico ou fazer uma busca na internet para tentar descobrir do que se trata?

Hoje, muitos optam pela internet!

Conhecida como cybercondria, a obsessão em buscas na internet à procura de informações sobre saúde ou cuidados médicos para si próprio ou para pessoas próximas é motivo de preocupação para os especialistas. Isso porque, além de causar autodiagnóstico e automedicação, pode evoluir para problemas graves, como ansiedade e síndrome do pânico.

De acordo com pesquisas internas do Google, 61% dos americanos adultos buscam informações de saúde na rede mundial.

O site americano de informações de saúde WebMD, que disponibiliza uma animação do corpo humano para o autodiagnóstico, é um exemplo de fonte de consulta. O usuário clica na região onde tem dor e ele abre uma tabela com sintomas que corresponderiam à determinada área e à doença relacionada.

Atenção: a busca virtual pode ser perigosa e prejudicial à saúde!

É preciso ficar atento: alguns sintomas podem ser comuns a dezenas de doenças. Além disso, há sites que disponibilizam informações equivocadas na rede e podem fazer a pessoa concluir que está muito pior do que seu real estado de saúde.

Assim, mesmo que você esclareça dúvidas na internet, sempre procure orientação e acompanhamento de um médico! Só com a avaliação de um profissional você terá o diagnóstico, exames necessários, além da medicação adequada.

A automedicação pode causar problemas graves à saúde e até ocultar uma doença mais grave.

Conclusões equivocadas

Outro perigo da cybercondria: o excesso de buscas na rede virtual pode fazer com que as pessoas apresentem sintomas de doenças que elas não têm!

O psicoterapeuta e professor da PUC-SP, Antonio Carlos Pereira, explica que o corpo reage a situações criadas pelo cérebro: toda a fisiologia pode ser afetada por ideias, daí o risco de conclusões sobre doenças baseadas no dr. Google, por exemplo.

A busca excessiva de informações sobre saúde pode ainda acarretar no desenvolvimento de distúrbios como ansiedade e hipocondria.

Por isso, o Blog da Saúde recomenda: não faça o autodiagnóstico e automedicação, não tire conclusões baseadas na opinião de amigos, parentes ou alguém que já apresentou o mesmo sintoma que você. Sempre procure a orientação de um profissional da saúde!


*Com informações da FSP.
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Apesar de ser quase impossível provar o contrário, muitas vezes o desmaio não é razão para pânico. Uma em cada três pessoas desmaia pelo menos uma vez na vida, com maior incidência antes dos 35 anos ou depois dos 65.

Quando alguém desmaia, significa que houve uma redução abrupta da irrigação cerebral e então perda temporária de consciência. A causa pode ser desde um simples susto, ansiedade, tensão emocional, até um quadro encefalítico.

O mais comum, é dar os tapinhas no rosto da pessoa desmaiada com intenção de acordá-la. Mas na real, você sabe o que fazer?

Em primeiro lugar, enquanto o paciente estiver desmaiado deve ser acomodado deitado com as pernas elevadas – o que fará com que o sangue circule em maior quantidade no cérebro e nos órgãos nobres. É importante que a vítima seja colocada em um local arejado.

Não dê líquidos à pessoa logo após o desmaio, já que pode não estar com todos os reflexos recuperados.

Após aproximadamente um minuto depois da queda, o fluxo de sangue para o cérebro é novamente restabelecido e recupera-se a consciência.

Não deixe a vítima caminhar sozinha. O ideal é sentar, respirar fundo, depois dar uma volta, mas tudo de forma gradual. Se ela levantar bruscamente, pode vir a desmaiar de novo.

Problema de saúde crônico

Passamos de quem socorre para quem sofre o desmaio. Caso tenha doença cardiovascular, hipertensão, diabetes ou tiver o desmaio relacionado ao exercício físico, é necessário ir ao médico avaliar o problema.

Então o diagnóstico pode requerer exame clínico e neurológico, que podem variar desde um hemograma até uma ressonância magnética.

A visão ficou borrada…

Vá deitar-se com as pernas mais elevadas que a cabeça ou sente-se e baixe a cabeça até a altura dos joelhos, assim aumentará o fluxo de sangue.

Desmaiou na sua frente: o que fazer

Apesar de ser quase impossível provar o contrário, muitas vezes o desmaio não é razão para pânico. Uma em cada três pessoas desmaia pelo menos uma vez na vida, com maior incidência antes dos 35 anos ou depois dos 65.

Quando alguém desmaia, significa que houve uma redução abrupta da irrigação cerebral e então perda temporária de consciência. A causa pode ser desde um simples susto, ansiedade, tensão emocional, até um quadro encefalítico.

O mais comum, é dar os tapinhas no rosto da pessoa desmaiada com intenção de acordá-la. Mas na real, você sabe o que fazer?

Em primeiro lugar, enquanto o paciente estiver desmaiado deve ser acomodado deitado com as pernas elevadas – o que fará com que o sangue circule em maior quantidade no cérebro e nos órgãos nobres. É importante que a vítima seja colocada em um local arejado.


Não dê líquidos à pessoa logo após o desmaio, já que pode não estar com todos os reflexos recuperados.


Após aproximadamente um minuto depois da queda, o fluxo de sangue para o cérebro é novamente restabelecido e recupera-se a consciência.

Não deixe a vítima caminhar sozinha depois do desmaio. O ideal é sentar, respirar fundo depois dar uma volta, mas tudo de uma forma gradual. Se ela levantar bruscamente, pode vir a desmaiar de novo.

Problema de saúde crônico

Passamos de quem socorre para quem sofre o desmaio. Caso tenha doença cardiovascular, hipertensão, diabetes ou tiver o desmaio relacionado ao exercício físico, é necessário ir ao médico avaliar o problema.

Então o diagnóstico pode requerer exame clínico e neurológico, que podem variar desde um hemograma até uma ressonância magnética.

A visão ficou borrada…

Vá deitar-se com as pernas mais elevadas que a cabeça ou sente-se e baixe a cabeça até a altura dos joelhos, assim aumentará o fluxo de sangue.

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É curioso como cientistas descobrem em substâncias naturais efeitos similares aos componentes químicos produzidos pelo homem quando, na verdade, o processo natural deveria ser ao contrário.

Uma recente descoberta de pesquisadores alemães, da Universidade de Bochum, indica que o perfume do jasmim é tão eficaz para aliviar a ansiedade e induzir ao sono como as benzodiazepinas – substância responsável pela ação em medicamentos tarja preta como Lexotan, Valium ou Rivotril.

O perfume concentrado da flor age, da mesma maneira que os remédios, ao aumentar a ação de um neurotransmissor que é ativado durante o sono e inibe o sistema nervoso central.

Segundo a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o jasmim é antidepressivo, estimulante do chacra sexual, usado para ansiedade, letargia, tristeza, falta de confiança, depressão e depressão pós-parto.

Já as benzodiazepinas são psicofármacos com efeitos depressores que podem levar à dependência física e psicológica. Para saber mais, clique aqui.

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O Ministério da Saúde pretende incentivar com recursos financeiros a criação de grupos de ajuda mútua para pacientes com transtornos mentais em todo o país.

Inspirados no Alcoólicos Anônimos e em serviços dos Estados Unidos e da Europa, os grupos de apoio devem reunir os pacientes para discutir problemas do cotidiano e criar maneiras simples de driblá-los.

O plano faz parte da Reforma Psiquiátrica, iniciada em 2001, que tem como objetivo eliminar gradualmente os hospitais psiquiátricos e implementar uma rede substitutiva – com a criação de CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais.

Até agora, foram fechados 17,5 mil leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país. Ainda restam 35.426.

A proposta será votada hoje, 1º de julho, durante a 4ª Conferência Nacional de Saúde Mental, que acontece em Brasília.

Para o Ministério, esses grupos são uma ferramenta importante para a reabilitação social dos pacientes. Se for aprovado, isso será incorporado a programa nacional de saúde mental.

O número de grupos e o total da verba que será liderada ainda não foram definidos. Isso depende do interesse das cidades e associações. Hoje, há 140 entidades cadastradas no Ministério.

Um projeto piloto já está em andamento há dois anos no Rio de Janeiro (Angra) e no Piauí (Teresina).

Apesar de ser inspirado no Alcoólicos Anônimos, a dinâmica praticada é um pouco diferente. O grupo de apoio mútuo não segue a cartilha dos 12 passos para se recuperar. A proposta é de uma dinâmica mais livre.

Transtornos mentais atingem 23 milhões de pessoas no Brasil

No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais comuns estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Os problemas de saúde mentais ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil.

Investimentos

Dados do Ministério da Saúde revelam aumento de 142,2% no investimento do governo federal na Política de Saúde Mental nos últimos sete anos, passando de R$ 619,2 milhões, em 2002, para R$ 1,5 bilhão, em 2009.

O governo também ampliou de 21%, em 2002, para os atuais 63% a cobertura de Centros de Atenção Psicossocial, com o aumento de 424 para 1.541 unidades em todo o País. A meta é chegar a 100% de cobertura.

Apesar de crescente, a distribuição desses centros ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm CAPS suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

Além disso, as residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o Brasil, há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.

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Nosso metabolismo reage aos cuidados que temos com o nosso corpo muito rápido. A prática de ioga, pelo menos duas vezes por semana, é ótima contra insônia, necessidade de tomar remédios para dormir, cansaço e fadiga, no geral.

Os exercícios incluem posições especiais e exercícios de respiração. São chamadas de posturas restauradoras aquelas que trabalham na abertura do tórax para melhora da respiração.

O alinhamento da coluna, também praticado nas aulas, abre um espaço para readequar os órgãos e, consequentemente, melhorar a irrigação sanguinea e a oxigenação.

Estudo em pacientes com câncer

Foram 410 pacientes analisados, a maioria mulheres com câncer de mama. A qualidade das noites de sono melhorou duas vezes mais do que o grupo que não praticou, houve diminuição da quantidade de remédios para dormir e o cansaço se reduziu à metade – segundo relato dos pesquisados.

Reaprender a respirar depois de uma cirurgia na altura do tórax envolve questões físicas e psicológicas das pacientes, além do controle de ansiedade, relacionado a efeitos colaterais dos medicamentos tomados.

Outros problemas como dores na coluna, de cabeça, dores menstruais e hérnia de disco podem ser tratados com a ioga restauradora, chamada de iyengar yoga.

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E dói? Essa provavelmente é a primeira pergunta de quem pretende fazer o tratamento. A segunda, é para quais sintomas o tratamento é eficaz. Acertei?

A prática veio da medicina tradicional Chinesa e é usada a mais de 4000 anos. Vista como medicina complementar, o tratamento tem comprovação científica no Brasil.

São vários os sintomas tratados pela técnica (ansiedade é um dos mais conhecidos!) e muita gente não sabe que existe método que não utiliza agulhas.

Para acabar com as principais dúvidas, o spa Spaço Duo responde:

Como a acupuntura age?
A acupuntura age em meridianos energéticos do corpo, equilibrando o organismo, combatendo dores, inflamações e desconfortos diversos. Seja através da acupuntura sistêmica (com uso de agulhas) ou outras opções como laser, stiper e até mesmo a acupressão (sem o uso de agulhas). Métodos como sistemas reflexos também podem usar sementes, esferas de ouro entre outros.

Quais sintomas podem ser tratados pela acupuntura?

Ansiedade, obesidade, ciatalgia, inflamações, dores de cabeça, cólica menstrual, TPM, entre muitas outras.

Posso misturar outros tratamentos com a acupuntura?
Sim, inclusive no Spaço Duo a acupuntura pode ser associada ao shiatsu e à quiropraxia. Infelizmente não existe uma única técnica que consegue atender a tudo. Todas as técnicas têm suas limitações e a acupuntura não é diferente.

A acupuntura dói?
Depende da sensibilidade de cada paciente e do ponto em que é aplicado. Em geral a acupuntura não dói.

Há algum risco ao fazer o tratamento?
Como em toda forma terapêutica, devemos tomar certos cuidados. Por exemplo, em casos de gravidez é aconselhável evitar alguns pontos.

Acupuntura tem contraindicação?
Não tem contra-indicação, mas o terapeuta deve sempre atentar à anamnese.

*E tem mais: Desde o começo do mês, o Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo, usa a acupuntura contra os efeitos da quimioterapia e de cirurgias, como dor, náuseas, insônia, depressão, entre outros. A indicação do tratamento é sempre feita por um médico do Instituto.


Acupuntura é uma das terapias presentes no SPA Week.

Participe e conte para nós!

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O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP busca crianças e adolescentes de 7 a 17 anos e meio com sintomas como preocupações exageradas, medo anormal em ao sair de casa ou dificuldade em fazer amigos.

Agendamento de triagem: (11) 3069-6978.

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Você já teve a sensação, no meio da noite, de acordar com aquele friozinho na barriga como se estivesse caindo num abismo? Ou então acordou agitado e transpirando porque estava fugindo de algo ou alguém? Pois é, os pesadelos precisam ser monitorados e levados a sério quando são rotina.

Uma pesquisa realizada por canadenses e publicada no Journal of Sleep Research mostrou que quando submetidos a imagens perturbadoras antes de dormir, as pessoas que tiveram pesadelo demonstraram mais ansiedade e maior sensibilidade ao estresse.

Outro aspecto a ser observado é o de que o próprio sonho desagradável pode ser um indício de traumas psicológicos. Nossos sonhos e também nossos pesadelos são uma espécie de Raio-X de traumas presentes ou passados, vivenciados no cotidiano e que ficam registrados em nossa memória, tomando “vida e realidade” durante o sono.

Você já passou mal por causa de um pesadelo? Costuma ter sempre os mesmos sonhos? Acredita que eles possam estar diretamente relacionados com distúrbios psicológicos? Compartilhe suas experiências e comente.

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A doença de nome estranho que ilustra o título do post significaTranstorno de Controle do Impulso. Roer as unhas, coçar aqui e ali ou arrancar os cabelos e pêlos do corpo pode ser mais do que uma simples mania.

A doença, que refere-se especificamente à mania de arrancar cabelos e pêlos do corpo é pouco conhecida, mas atinge 3% da população mundial. No hall dos especialistas ela esta categorizada como outros transtornos de comportamento, como a cleptomania (vício a cometer pequenos furtos)  e também ouve-se dizer que é uma variação de TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo.

O ato de arrancar os cabelos e pêlos do corpo serve como uma maneira de aliviar as tensões. De acordo com o psicólogo Edson Luiz de Toledo, que é coordenador de atendimento a portadores de tricotilomania do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas

“O ato funciona como uma forma de aliviar a tensão. É recorrente e segue um ritual (sempre quando a pessoa vai dormir ou está sozinha, por exemplo), pode durar horas, resulta em perda capilar perceptível e não provoca dor, mas prazer e alívio, seguidos de culpa.”

Se não tratada, a doença pode ter consequências sérias. Existem casos em que a pessoa ingere os fios de cabelo, e o bolo formado no estômago só pode ser retirado cirurgicamente.

Como tratar?

Hoje ainda não existe um tratamento específico para a Tricotilomania. Os médicos costumam utilizar medicamentos para o controle da impulsividade e também os que já são utilizados em pacientes com TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo.

Além do controle da doença com remédios, o acompanhamento psicoterapêutico torna-se essencial para a evolução do quadro e cura do paciente.

“Esteja sempre atento à sua saúde e qualidade de vida. Faça mais por você mesmo e não se deixe blindar por maus pensamentos e pela ansiedade. Ao menor sinal de que as coisas não estão certas procure auxílio psicoterapêutico. Sua saúde mental merece esse cuidado.”

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Diante da nova lei antifumo e da divulgação cada vez mais explícita da agressão causada ao organismo pelo tabagismo, é cada vez mais difícil aos fumantes controlar a ansiedade diante da vontade de fumar.

O Blog da Saúde orienta que as famosas guloseimas como balas, chocolate e gomas de mascar sejam substituídos por uma dieta balanceada e rica em frutas. Com a chegada do verão o consumo de frutas torna-se ainda mais atraente, seja em saladas, sucos e, por que não embaladas para viagem?

Práticas e fáceis de serem encontradas, as frutas desidratadas concentram em sua composição vitaminas, fibras e sais minerais. Deu água na boca? Clique aqui e saiba mais.

**Lembramos que as frutas desidratadas não substituem refeições nem o valor nutricional da fruta em seu estado natural. Consulte sempre um nutricionista para saber mais e realizar uma dieta balanceada e saudável.

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Trânsito, compromisso, família, finanças. Seja qual for o seu motivo certamente você já passou por momentos de muita ansiedade. É importante observar e controlar esta característica que, clinicamente pode ser considerada um distúrbio. Este diagnóstico ocorre quando a ansiedade ocorre em momentos que não se justificam ou quando é tão intensa e duradoura que interfere no cotidiano do indivíduo.

Ouça uma boa música, leia um livro. Escolha atividades que te façam bem e drible esta sensação. Selecionamos artigo do Dr. Antonio Egidio Nardi que traz todas as informações sobre este distúrbio e formas de tratamento. Interessou? Clique aqui e confira o artigo “Distúrbios de Ansiedade” do Dr Antonio Egídio Nardi

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