Anvisa proíbe venda de Ginkgo Biloba e outros produtos
fevereiro 6, 2012 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspendeu a fabricação, comércio e uso, em todo o país, dos produtos: Ginkgo Biloba com Ginseng, Sene, Chá Verde Cápsulas, Catuaba Cápsulas, Tribulus Terrestris, Cáscara Sagrada, Castanha da Índia, Garcínia, Composto Laxante, Alcachofra com Berinjela, Composto Circulatório e Hipérico, além dos demais produtos sujeitos à vigilância sanitária da empresa Naturnatus Produtos Naturais. O fabricante não possui Autorização de Funcionamento na Agência.
Os produtos Imunoflora, Salsa Caroba, Rins 500ml, Unha de Gato, Algas Flora, Zedoária, Ginkgo Biloba com Castanha da índia, Carvão Vegetal, Garra do Diabo, Erva São João, Lobélia Anti-Fumo, Fucus, Tribulus Terrestris, Ginkgo Biloba, Alcachofra com Berinjela, Dolomita, Maca, Valeriana, Colágeno, Tanaceto, Isoflavona, Anis Estrelado, Anti-Depressivo e Acerola Cápsulas também estão suspensos. Fabricados por Israel dos Santos Costa ME, não possuem registro na Anvisa, e a empresa não tem Autorização de Funcionamento.
A suspensão é definitiva e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial. As pessoas que já tiverem adquirido o produto devem interromper o uso.
Medicamento
Foram recolhidos voluntariamente pela empresa os lotes com numeração de 0011A151 a 113952051, do medicamento Nutriflex Lipid (Peri, Plus e Special), fabricado por Laboratórios Braun S/A. O produto apresentou resultado insatisfatório nos testes de microscopia para contagem de partículas.
Saneantes proibidos
O saneante Salvlimp e todos os produtos fabricados pela empresa Salvia Indústria e Comércio de Cordas Ltda. O fabricante não possui Autorização de Funcionamento, e seus produtos não possuem registro na Anvisa.
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novembro 17, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de Aloe vera estão proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e, de acordo com a Anvisa, não existe registro nem comprovação da segurança do uso do componente para esse fim.
A planta Aloe vera, conhecida popularmente como babosa, é empregada principalmente em produtos cosméticos para os cabelos, o que continua permitido.
Mas, segundo informações da Agência Brasil, também era encontrada em bebidas e alimentos, até mesmo com função de emagrecimento.
Porém, para ter permissão de ser comercializada desta maneira, a planta precisaria se submeter ao registro da Anvisa, por pertencer à categoria de “novos alimentos”.
O uso da Aloe vera é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizante de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido, de acordo com a Agência Brasil.
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outubro 20, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Estimuladas pela maior expectativa de vida, que atualmente é de mais 30 anos para o sexo feminino acima de 50 anos, as mulheres procuram com mais frequência cuidados que as ajudem a manter sua qualidade de vida.
Entretanto, o Estudo Brasileiro de Osteoporose (BRAZOS – Brazilian Osteoporosis Study) que mapeou a osteoporose no Brasil, aponta que nove entre dez mulheres consomem uma quantidade diária de cálcio inferior à recomendada.
As mudanças hormonais da menopausa, que ocorre entre os 40 e 50 anos, causam o fim da ovulação e a diminuição do estrógeno, hormônio que participa do processo de formação da massa óssea.
Segundo o Dr. Bruno Muzzi, presidente da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica, é importante fazer um controle regular da perda óssea da mulher. “Após a menopausa, a perda óssea é acelerada, podendo chegar a 5% ao ano. Esse ritmo cai após os 70 anos, quando, apesar de haver perda, ela é mais lenta”, explica.
A deficiência na ingestão de cálcio, somada às alterações hormonais, tornam essas mulheres mais vulneráveis a uma doença silenciosa que já atinge 10 milhões no país: a osteoporose.
Quanto antes ela for detectada e acompanhada, mais eficiente será o tratamento, evitando a necessidade de intervenção com medicamento e, principalmente, danos muitas vezes irreversíveis para o esqueleto.
O risco de osteoporose depende tanto da massa óssea máxima alcançada nos anos de idade adulta jovem, quanto do índice de perda da massa nas épocas posteriores. Por isso, as mulheres, principalmente na menopausa, necessitam ingerir cálcio na quantidade recomendada para manterem os ossos fortes e evitar as fraturas.
A importância da ingestão diária de cálcio
Para as mulheres acima dos 50 anos, a recomendação para a ingestão de cálcio é de 1.000 mg por dia, o que é considerado a quantidade ideal para a manutenção da saúde dos ossos, entre outras funções desempenhadas pelo nutriente no organismo.
O consumo diário de leite e derivados reduz o risco de osteoporose, pois os lácteos são as principais fontes de cálcio encontradas na alimentação, tanto em quantidade quanto em percentual de absorção pelo corpo.
O Ministério da Saúde indica, por dia, um consumo mínimo de 400 ml de leite para crianças de até 10 anos, 700 ml por dia para adolescentes de 11 a 19 anos e 600 ml por dia para adultos acima de 20 anos, incluindo os idosos.
O cálcio no organismo
O cálcio é um dos minerais mais abundantes do corpo humano, tendo diversas funções:
• auxiliar a vitamina K na coagulação sanguínea;
• atuar na transmissão dos impulsos nervosos;
• auxiliar a contração muscular, inclusive do coração.
Deve-se destacar que uma das principais funções do cálcio no organismo humano é no desenvolvimento e manutenção de ossos fortes e saudáveis.
Dia 20 de outubro, é o Dia Mundial de Combate à Osteoporose. Quer saber mais e se prevenir contra a doença? Então Seja Firme e Forte!
Confira abaixo os alimentos ricos em cálcio e procure incluí-los em sua dieta:
| TABELA BRASILEIRA DE COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS/ 2006 | |||
| ALIMENTO | PORÇÃO | PESO (g) | CÁLCIO (mg) |
| Leito enriquecido com Cálcio | 1 copo | 240 | 384 |
| Queijo Fresco | 2 pedaços | 56 | 324 |
| Leite Desnatado | 1 copo | 240 | 322 |
| Leite Integral | 1 copo | 240 | 295 |
| Sardinha Assada | 2 unidades | 50 | 219 |
| Espinafre Cozido | 1 xícara | 190 | 213 |
| Queijo Mussarela | 1 pedaço | 30 | 140 |
| Iogurte com Frutas | 1 potinho | 130 | 130 |
| Feijão Rosinha Cozido | 1 1/2 Concha | 160 | 109 |
| Requeijão Cremoso | 1 colher de sopa | 30 | 78 |
| Laranja Lima | 1 unidade | 180 | 56 |
| Tofu | 2 fatias | 56 | 45 |
| Pão de Queijo | 2 unidades médias | 40 | 41 |
| Bebida à base de Soja | 1 copo | 240 | 40 |
1ª Passeata Virtual contra a Osteoporose
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novembro 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Física
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou que 75% de toda a produção nacional de alimentos estão envolvidos no acordo pela redução de gordura trans. Com isso, segundo o ministro, cerca de 230 mil toneladas de gordura trans deixaram de ir para as prateleiras brasileiras em 2009.
O montante faz parte de um estudo divulgado pela Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), durante a assinatura de um acordo de cooperação que prorroga por mais três anos o Fórum da Alimentação Saudável, iniciativa estabelecida em 2007 entre Ministério da Saúde e a associação.
“Isso demonstra o acerto da estratégia do governo e da indústria ao estabelecer uma agenda, uma pauta onde a questão da saúde pública foi colocada à mesa. Os resultados estão aí. Grande parte das matérias-primas usadas na preparação dos alimentos já estão com o teor de gordura dentro dos padrões internacionais”, disse Temporão.
Foco nos pequenos e médios produtores
Além de priorizar e promover ações que estimulem os outros 25% que não reduziram a taxa de gordura trans em seus produtos, a ideia é investir também os pequenos e médios produtores.
“Vamos ter que fazer um grande esforço junto com a Abia, CNI (Confederação Nacional da Indústria), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e com o próprio Ministério da Saúde. Primeiro, trabalhar para que a oferta de matéria-prima para esse pequeno produtor já venha em condições adequadas – sem gordura ou com teor de gordura muito baixo. Em segundo lugar, temos que levar orientação técnica para o dono da padaria, do bar, do pequeno comércio”, acrescentou o ministro da Saúde.
Estudo da Abia
O estudo da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação revela ainda que, desde 2008, 94,6% das empresas associadas à entidade atingiram a meta que estabelece um limite de 5% de presença de gordura trans no total de gorduras em alimentos processados. No caso de óleos e margarinas, o limite é de 2%.
As metas foram estabelecidas com base em recomendações da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).
Foram avaliadas 12 categorias de alimentos que incluem snacks, massas instantâneas, sorvetes, caldos, chocolates, sopas, panetones, óleos, pratos prontos, biscoitos e bolos, além de margarinas e cremes vegetais.
Futuro
As medidas previstas no Fórum da Alimentação Saudável também incluem a redução gradual do teor de sódio em alimentos processados. A expectativa é que, até 2020, o consumo de sal em todo o país seja reduzido em 50%.
De acordo com dados do ministério, o consumo de altas taxas de gorduras trans e de sal aumenta os riscos de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e acidente vascular cerebral (AVC).
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agosto 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Você sabe qual é a quantidade de açúcar presente nos alimentos?
No dia-a-dia ingerimos comidas e bebidas sem saber ao certo a quantidade de açúcar que cada um deles contém.
O açúcar não está presente apenas no docinho da sobremesa, mas em muitos dos alimentos que comemos diariamente!
É importante ficar atento aos alimentos que escondem o ingrediente em sua fórmula!
Para se ter ideia, uma unidade pequena de pão de queijo tem 11 colheres de chá de açúcar, uma porção de lasanha, 19, um pãozinho francês, 8, e um copo de suco de laranja, 7!
O problema do açúcar, em especial o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente e em grande quantidade pode levar à obesidade, hipertensão, problemas cardiovasculares, ao diabetes e até alguns tipos de câncer.
O nosso organismo precisa de açúcar como fonte de energia. No entanto, prefira as fontes naturais, como leite, frutas, cereais.
O importante é evitar exageros! A Organização Mundial da Saúde sugere, no máximo, 10% das calorias diárias de açúcar, ou seja, em uma dieta padrão de 2 mil calorias, o consumo deve ser de até 200 calorias, o que equivale a 50 gramas de açúcar.
Para evitar excessos, o aconselhável é cautela no uso do açucareiro e moderação com os alimentos que já carregam o ingrediente. Veja tabela comparativa abaixo com a quantidade de açúcar em doces, refrigerantes, pães, massas e sucos.
Diferentes tipos de açúcar:
Mascavo
De cor caramelo ou marrom, ele é obtido das primeiras extrações da cana e por isso costuma oferecer pitadas de minerais como o fósforo e o cálcio.
Demerara
Ele é extraído do melado e tem coloração marrom. É usado como açúcar de mesa, mas empedra com facilidade. Também conta com minerais na composição.
Cristal
Graças à sua granulação, é usado para a preparação de doces e até para adoçar cafés. No quesito minerais, perde feio para as versões escuras.
Refinado
O mais comum e mais branquinho dos açúcares. Ele passa por processos físicos e químicos que alteram sua textura e coloração.
Confeiteiro
Por ser finíssimo, é perfeito para bolos e outros doces. Como pode conter amido em sua composição, não serve para cafés e sucos.
Xarope de glicose
Costuma ser obtido do amido de milho e é muito utilizado para conferir mais cor aos alimentos.
Açúcar invertido
Trata-se da modificação da estrutura molecular da sacarose. O resultado é um açúcar mais solúvel, que faz sucesso na indústria no preparo de balas e doces.
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junho 29, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Física
As propagandas de bebidas com baixo teor nutricional e de alimentos com elevadas quantidades de açúcar, de gordura saturada ou trans e de sódio vão mudar nos próximos 180 dias.
Esse é o prazo que as empresas têm para se adequar à RDC 24/2010, resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgada hoje (29), no Diário Oficial da União.
A resolução estabelece novas regras para a publicidade e a promoção comercial desses alimentos. A partir de agora, ao se divulgar ou promover alguns produtos será necessário veicular alertas sobre os riscos à saúde provocados pelo seu consumo.
O consumidor deve ser informado, por exemplo, que a ingestão de alimentos com muita gordura trans eleva as chances de doença do coração, que alimentos com quantidade elevada de sódio aumentam o risco de pressão alta e problemas cardiovasculares, assim como no caso da gordura saturada, que aumenta os riscos de diabetes.
A medida adotada pela Anvisa também vale para os refrigerantes, refrescos artificiais e bebidas ou concentrados para o preparo de bebidas à base de xarope de guaraná ou groselha e chás prontos para o consumo.
O regulamento será aplicado ainda nos caso de bebidas adicionadas de cafeína, taurina, glucoronolactona ou qualquer substância que atue como estimulante no sistema nervoso central.
Com a nova resolução, ficam proibidos os símbolos, figuras ou desenhos que possam causar interpretação falsa, erro ou confusão quanto à origem, qualidade e composição dos alimentos. Também não será permitido atribuir características superiores às que o produto possui, bem como sugerir que o alimento é nutricionalmente completo ou que seu consumo é garantia de uma boa saúde.
Os fabricantes de alimentos, anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação que não cumprirem as exigências estarão sujeitos às penalidades da lei federal 6437/77: sanções que vão de notificação a interdição e multas entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão.
A proposta da agência é coibir práticas excessivas que levem o público, em especial o infantil, a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem o direito à alimentação adequada.
Com a resolução, o consumidor fica livre para decidir o que comer, já que tem acesso às informações sobre os alimentos que irá consumir e conhece os riscos que ele pode trazer para a sua saúde.
Alimentos práticos
A alimentação inadequada está relacionada a doenças crônicas como obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares.
De acordo com dados Ministério da Saúde, o excesso de peso (sobrepeso e obesidade) já atinge mais de 46% da população brasileira.
Os números refletem a queda no consumo de alimentos saudáveis e da substituição deles por produtos industrializados e/ou refeições prontas.
Pesquisa do Ibope revela que, para 34% dos brasileiros, a questão prática vem antes de qualquer outra na hora de escolher alimentos no supermercado. Apenas 21% dos entrevistados (1.512 pessoas em nove capitais) para o levantamento preferem os alimentos saudáveis e sustentáveis.
A pesquisa revelou ainda que o rótulo dos alimentos é lido por 69% dos consumidores, ao menos de vez em quando, enquanto 30% nunca leem. Entre os que procuram as informações, 52% querem saber quantas calorias há na comida.
A gordura é foco de atenção de 39%. A preocupação se explica: 40% acreditam estar acima do peso, e 59% dos pesquisados pretendem fazer uma dieta ou reeducação alimentar para perder os quilos a mais.
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abril 14, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Você esta no supermercado fazendo suas compras e gostaria de saber, por exemplo, quais são as propriedades nutricionais do vegetal que gostaria de comprar. Não seria ótimo?
Em Brasília os consumidores já podem contar com essa informação nos supermercados. Batizado de “além do rótulo”, a ideia é que os terminais estejam disponíveis em outros ambientes públicos, além dos supermercados.
Na opinião de Luiz Cláudio Meirelles, gerente de toxicologia da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – “O serviço oferece ao consumidor uma base de informações qualificadas para que ele possa fazer escolhas mais conscientes na hora da compra de alimentos.”
O conteúdo do serviço é produzido através de uma parceria entre a Embrapa, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, Anvisa e Universidade Católica de Brasília. Para ter acesso ao projeto gráfico do serviço clique aqui.
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setembro 15, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Alimentos gordurosos, industrializados e artificiais não entram na sua dieta? A princípio eu o parabenizaria pela sua educação alimentar, mas acredite que pessoas viciadas em alimentos saudáveis podem ser vítimas de mais um distúrbio alimentar: a ortorexia.
O hábito exagerado em consumir alimentos que não prejudicam a saúde não está relacionado diretamente com o medo de engordar. Entretanto, essa preocupação pode interferir seriamente na rotina do “naturista”, deixando seu caráter benéfico e passando a ser maléfico ao organismo.
Os ortoréxicos estão suscetíveis a anemia, osteoporose, entre outros distúrbios e doenças associados à deficiência de nutrientes e vitaminas. Além disso, o acesso limitado a esse tipo de alimento, devido ao preço elevado e lugares disponíveis, restringe a ingestão de alimentos em geral e pode levar a doenças mais sérias.
Essa obsessão pode interferir também na vida social do ortoréxico devido sua repugnância em consumir pratos feitos por outras pessoas, sejam amigos ou em restaurantes, já que não confiam na procedência dos alimentos.
Vale lembrar que embora produtos naturais favoreçam sua saúde, a cada dia cientistas e médicos descobrem novas especificidades e valores dos alimentos. Perceba como essas mudanças constantes influenciam sua vida.
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março 30, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física

Somos o que comemos, por essa razão devemos nos preocupar com nossa alimentação, que deve ser equilibrada, balanceada, em qualquer época de nossas vidas. O melhor remédio para se manter uma boa saúde é a alimentação, aliada a bons hábitos como, por exemplo, a prática regular de uma atividade física.
Alimentação balanceada significa compor nossa dieta com alimentos certos, nas quantidades adequadas. Isso é mais simples do que parece; quanto mais variada for a nossa dieta diária, mais supridos estaremos de todos nutrientes que nosso organismo necessita para manter nossa saúde e bem-estar. Uma dieta balanceada deve ser fonte dos macro e micronutrientes que o organismo necessita.
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