Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia
setembro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.
A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).
A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.
Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:
- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim
- manter uma boa higiene oral
- enxaguar a boca antes das refeições
- comer bala de hortelã ou menta
- pingar gotas de limão sobre a língua
- consumir alimentos de diferentes texturas
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão
*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos. O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.
Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia
Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.
A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).
A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.
Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:
- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico;
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim;
- manter uma boa higiene oral;
- enxaguar a boca antes das refeições;
- comer bala de hortelã ou menta;
- pingar gotas de limão sobre a língua;
- consumir alimentos de diferentes texturas;
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão.
*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos.
O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.
Email This Post
junho 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição.
A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que verificaram dados de 6.557 garotos e 6.126 garotas.
Os cientistas constataram ainda que, enquanto a comunidade médica, evidentemente, sabe o que significa obesidade, o público em geral, na realidade, pode não saber: 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que têm ou não o peso ideal.
Você está satisfeita com seu corpo?
No Brasil, 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase metade das alunas com peso adequado querem ser mais magras.
A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes.
47,8% das entrevistadas escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual!
A pesquisa avaliou 2.402 alunas, de diversos cursos da área da saúde, em de 37 instituições das cinco regiões do país. O estudo foi realizado por especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da UNIFESP (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).
Confusão
A obesidade, principalmente quando falamos de jovens e adolescentes, merece atenção! Padrões estipulados pela sociedade, mídia, amigos e ambiente de convivência podem confundir as pessoas quanto ao peso ideal.
A adolescência, fase de transição e indecisão devido à grande quantidade de informações recebidas, é um período fundamental para o desenvolvimento do ser humano, tanto físico como emocional.
O corpo passa por várias mudanças físicas e psicológicas . É uma fase de auto-afirmação. Por isso, a questão do peso pode ser complicada, tanto por pré-conceito , aceitação e para saúde.
Problemas como depressão, bulimia, anorexia e até obesidade em graus elevados podem gerar consequências sérias para o resto da vida.
Procure orientação médica caso você ou alguém ao seu redor está enfrentando problemas com a balança. Informação e acompanhamento profissional são importantes para evitar problemas e consequências mais sérias.
Emagrecer a qualquer custo? Atenção aos vilões da balança
* Com informações do G1.
Email This Post
abril 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Hoje, dia 26 de abril é lembrado como o Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. Um índice que pode ser controlado com hábitos e alimentação saudável e vitima milhares de pessoas mundo afora.
O InCor (Instituto do Coração) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão promovem hoje uma campanha para prevenção da pressão alta, doença responsável por 40% dos infartos e 80% dos derrames. Um evento aberto ao público vai avaliar fatores de risco como pressão e circunferência abdominal e dar orientações à população. O evento será no InCor (r. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 44, São Paulo), entre 8h30 e 17h. Serão distribuídas 500 senhas.
Como funciona nosso sistema cardíaco e o que é a Hipertensão Arterial?
O coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de cinco a seis litros de sangue por minuto para todo o corpo. Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Pressão arterial é sempre medida por dois números: as pressões sistólica e diastólica. Ambas são importantes. Geralmente o primeiro número é a pressão sistólica e o último a diastólica, como por exemplo 120/ 80 mmHg.
Hipertensão arterial ou pressão alta é quando a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias para se movimentar é muito forte, ficando acima dos valores considerados normais. Ela pode ser encarada como uma doença ou como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração pois, muitas vezes, não provoca sintomas ou estes são gerais, como dores de cabeça, tonturas, mal estar etc.
A pessoa é considerada hipertensa quando a sua pressão arterial estiver maior ou igual a 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Para essa consideração, os dados devem ser medidos várias vezes, de forma correta, com aparelhos calibrados e por profissional capacitado.
As pessoas com maior risco de se tornarem hipertensas são aquelas com excesso de peso, que não têm uma alimentação saudável, ingerem muito sal, não fazem exercícios físicos, consomem muita bebida alcoólica, são diabéticos ou têm familiares hipertensos. O risco aumenta com a idade. Após 55 anos, mesmo as pessoas com pressão arterial normal têm 90% de chances de desenvolver hipertensão.
Artigos Relacionados:
- Crise hipertensiva faz presidente passar mal. Você também precisa ficar atento!
Email This Post
abril 20, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A resposta é sim para gestantes que irão ter parto normal e não para aquelas que agendarem a cesariana.
Na década de 40 havia a crença de que a mulher deveria ficar em jejum, porque devido à anestesia geral, haveria maior risco de vômito e de o alimento do estômago ser aspirado pelos pulmões, o que traria problemas à futura mãe.
Em estudo publicado pela Cochrane, ao avaliar mais de 3.000 mulheres, concluiu que não há provas de que comer na hora do parto normal faz mal à saúde. Geralmente, a anestesia aplicada hoje atinge a mulher do abdômen para baixo, o que torna muito baixo o risco do alimento ir para os pulmões.
E como o tempo de espera do bebê pode durar até 16 horas, a gestante pode precisar de energia. A fome significa que há algum nível de hipoglicemia.
A comida deve ser leve e se a paciente estiver sem apetite, os níveis de glicemia podem ser mantidos com soro.
Cesariana agendada
A cirurgia exige da paciente oito horas de jejum de alimentos e seis horas de jejum para líquidos, por isso, não pode alimentar-se.
Você é mãe e alimentou-se durante o parto normal?
Conte para nós. A sua experiência pode contribuir para mulheres na mesma situação!
Email This Post
março 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Se o título do post parece pesado demais, o assunto que vamos tratar aqui não fica por menos. Batata frita, hambúrguer, sorvete…todas as delícias que formam o cardápio conhecido como “junk food” estimulam em nosso cérebro o mesmo mecanismo que provoca o vício em drogas.
Daí a compulsão por comer mais e mais alimentos gordurosos e calóricos. Os pesquisadores responsáveis pela descoberta, do Scripps Research Institute ainda afirmam que esse vício, assim como o vício em drogas é extremamente difícil de ser combatido.
A ingestão de alimentos calóricos e com altas taxas de gordura fazem com que as partes do cérebro que lidam com o prazer deteriorem-se gradativamente, à medida que o consumo aumenta.
Com isso, chega um momento em que se come cada vez mais e mais. Na experiência, feita com camundongos, quando a alimentação foi substituída por alimentos mais saudáveis, os animais se recusaram a comer e deixaram de se alimentar.
“A informação pesou em seu estômago? Então é melhor pensar duas vezes antes de pedir seu super hambúrguer com milk shake no almoço. Do contrário, o prazer imediato será saciado mas sua saúde mandará a conta.”
Email This Post
fevereiro 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Entre os benefícios oferecidos pelas empresas aos colaboradores, o vale refeição é um dos que causa mais polêmica. No ano passado o valor médio recebido pelos trabalhadores ficou em R$ 10,00 diários.
As opções de refeição para quem trabalha na rua são diversificadas, tanto em qualidade como em valor. Seja o famoso “PF – prato feito”, restaurante por quilo ou padaria vai da escolha, fome e bom senso do trabalhador escolher o que irá compor sua refeição.
Fazendo as contas
Administrar o vale refeição não é tarefa fácil, principalmente quando o almoço em equipe é realizado naquele super restaurante. Em situações como essa, como fazer “render” os dez reais diários até o final do mês?
Se você também sente dificuldades para realizar essa conta você não está sozinho. Isso porque, de acordo com pesquisa realizada pela Assert – Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador – o valor pago atualmente está cerca de 45% abaixo do preço cobrado pelos estabelecimentos.
De acordo com os dirigentes da Associação, os preços são altos para a realidade brasileira e a alimentação fora de casa foi a maior contribuição para o índice de inflação em 2009, segundo o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo.
Apesar dos valores abaixo da média, uma alimentação diversificada e com horários regulares é uma excelente alternativa para a boa administração do benefício. Algumas consultorias oferecem a seus funcionários e clientes o famoso e conhecido “carrinho da saúde”, outra opção super bem vinda para evitar o excesso de fome e consequentes exageros.
Dica Blog da Saúde: Independente do valor que você recebe em seu benefício refeição procure escolher alimentos leves como verduras, legumes. Não desperdice seu vale com doces e besteiras no final de semana. Assim, você foge do aperto e mantém sua saúde física e financeira em equilíbrio.
Email This Post
janeiro 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Existe diferença entre pessoas tristes e depressivas, algumas pessoas podem achar que é a mesma coisa, esse é o diagnóstico normal de alguém que não sofre com esse problema. Estar deprimido é muito diferente de estar triste. A depressão requer tratamento com um especialista, a tristeza é passageira e depende de fatos que ocorrem durante o dia de determinada pessoa.
A depressão afeta o humor da pessoa, e faz com que ela sinta uma tristeza absurda, além de não ter vontade de fazer atividades diárias normais, ter uma alteração no sono, e na alimentação.
O tratamento ideal para as pessoas que sofrem com esse mal não é a conversa com um amigo, e sim uma consulta com um especialista que vai saber analisar seu problema e medicá-lo corretamente.
As causas são várias, pode ser por conta de um fato pessoal que marcou a vida da pessoa, como a morte de alguém, fim de um relacionamento, problemas familiares; ou por fatores genéticos.
Número um, com batata. Acompanha depressão?
O título pode soar estranho, mas a brincadeira tem tudo a ver com a depressão. Uma descoberta chama atenção para a relação dos hábitos alimentares e as doenças mentais. Cientistas londrinos e franceses descobriram que a alimentação baseada em carnes processadas, gorduras trans e saturadas, que possuem corantes e conservantes, pode estar relacionada ao risco de desenvolver quadros depressivos.
O estudo foi feito com 3.500 homens, que foram observados durante cinco anos. Segundo os cientistas, ainda não é possível afirmar com certeza porque esse processo acontece, mas a hipótese é de que a ingestão de alimentos desse tipo pode causar maior risco de inflamação e de doenças cardíacas que estão relacionadas com a depressão.
Hábitos saudáveis e exclusão de ingestão de alimentos industrializados fazem bem ao corpo e são benéficos também para a saúde mental.
“Se for para escolher fast, troque o food por health”
Email This Post
janeiro 11, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
As mães sempre se preocupam com a saúde de seu bebê, principalmente quando ainda são muito pequenos, e o risco de seus filhos sofrerem com a alergia alimentar, faz com que haja um atraso na introdução de alimentos, como ovos e leite de vaca, na dieta do baby.
Cerca de 6 a 8% das crianças com menos de três anos de idade tiveram alergias alimentares, sendo que 50% das pessoas que têm alergias desse tipo, possuem histórico alérgico na família. Por isso, é preciso ficar atento a alimentação de seu filho desde cedo.
Cientistas finlandeses descobriram que quanto mais tarde a criança tem contato com os alimentos que mais causam alergias, como ovo, peixe, aveia, e carne, mais sensibilidade a criança terá a esses alimentos.
Segundo especialistas, quando a criança é muito nova, o sistema imunológico dela ainda não está tão maduro para suportar a resposta exagerada que ele dá quando fica em contato com corpos estranhos, representados por esses alimentos. Por isso, deve-se esperar o momento certo para passar do leite materno para alimentos diferentes.
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, é recomendado que o leite materno seja mantido com exclusividade na alimentação dos bebês, até os seis meses. Ovos e peixes podem ser introduzidos a partir desse período.
Os alimentos que mais causam alergias alimentares nas crianças de até 6 anos de idade são: ovos, leite de vaca, peixes, frutas cítricas e o tomate.
Principais sintomas
Os sintomas aparecem na pele, através de vermelidão e placas vermelhas que coçam; no estômago; fechamento da garganta; falta de ar; tontura; inchaço dos lábios e da pálpebra. Os sintomas começam a aparecer depois de 30 minutos à 1 hora em que a pessoa ingeriu um item alergênico.
Tratamento
Não existe tratamento através de um remédio específico, o que pode ser feito é uma dieta baseada na exclusão dos alimentos que provocam essa alergia.
Email This Post
dezembro 10, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Direto do pé, junto à salada ou até mesmo verde com sal… O consumo da manga foi erroneamente associado a uma dieta com altos valores calóricos. Entretanto, esta fruta de gosto adocicado, formato acolhedor e cor alaranjada é muito benéfica do ponto de vista nutricional.
Vilã das dietas?
Cada 100g de manga corresponde em média a 65 kcal. Embora este valor não seja considerado elevado, “acontece é que uma manga grande tem em torno de 350-400g, e caso uma pessoa coma esta fruta inteira ela estará ingerindo uma grande quantidade de calorias (260kcal), o segredo esta na quantidade, o ideal é dividir a manga em 4 e comer um pouco a cada dia”, aconselha a nutricionista da Clínica Genesis, Dra. Ana Paula Mendonça P. Martins.
Segundo a especialista, a manga é recomendada para todos os tipos de dietas, pois é rica em uma série de vitaminas e minerais que garantem o bom funcionamento do organismo. Confira abaixo:
- Betacaroteno: contribui para beleza da pele, cabelo, corpo e traz benefícios para visão;
- Vitamina C: previne o aparecimento de infecções e resfriados;
- Vitaminas do Complexo B: relacionadas ao bom metabolismo de carboidratos e proteína, reduz a ansiedade, depressão e alivia os sintomas da TPM;
- Potássio: tem efeito diurético.
Apesar do sabor açucarado, a manga tem baixa carga glicêmica (menor que 10). Além disso, a manga auxilia na regularidade do intestino, purificação do sangue, combate a bronquite e a acidez estomacal e possui agentes antioxidantes, conhecidos por retardar o envelhecimento.
Dizia a minha avó… Manga com leite dá dor de barriga?
O mito é sustentado desde o período colonial. Os senhores de engenho diziam que a mistura era prejudicial à saúde para combater o hábito dos escravos de ingerir a bebida vitaminosa. Além das refeições regulares, os escravos complementavam a alimentação com manga + leite.
Hoje, é sabido que os escravos tinham razão. “A mistura do leite com manga é uma mistura benéfica do ponto de vista nutricional. O leite é uma bebida rica em proteína, cálcio e fósforo que associada à manga e suas características torna-se uma bebida completa”, explica a nutricionista.
Mais uma prova de que um alimento por si só não define uma alimentação saudável e sim uma alimentação colorida, variada e balanceada.
Email This Post
dezembro 4, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Na contramão ao aumento de pessoas que estão acima do peso e que não seguem uma alimentação saudável, a dieta vegetariana se torna cada vez mais popular. Apesar de o vegetarianismo contribuir de maneira geral para uma alimentação menos gordurosa, não é sinônimo de uma dieta perfeita.
A pratica do vegetarianismo se divide em três grupos:
- Lactovegetarianos: consomem alimentos de origem vegetal, leite e derivados, mas rejeitam carne e ovos;
- Ovolactovegetarianos: não comem nenhum tipo de carne, mas ingerem ovos, leite e derivados;
- Vegetarianos (radicais): ingerem apenas vegetais, não comem carnes, ovos, leite e derivados.
Positivo
A pessoa que segue qualquer um dos tipos de dieta acima acaba ingerindo mais fibras, vitaminas, minerais e menos gorduras ruins. De acordo com a médica nutróloga Dra. Vivian Suen, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), devido a não ingestão de carnes vermelhas, fonte de gordura saturada, a dieta vegetariana pode contribuir para o melhor controle do colesterol e assim auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares. Também contribui para uma melhora na pressão sanguínea, obesidade e diabetes.
Negativo
Diferentemente do que muitos pensam a respeito da deficiência protéica neste tipo de dieta, o maior descuido do vegetarianismo consiste na falta de ferro e anemia ao organismo. “Chamo a atenção para os vegetarianos radicais ou vegans, que não ingerem nenhum alimento de origem animal, como ovos e leite, eles podem desenvolver deficiência de vitamina B12, indispensável na formação do sangue e necessária para uma boa manutenção do sistema nervoso e do metabolismo. Nesse caso, precisa ser feita uma suplementação da vitamina“.
A vitamina D também é outra fonte vitamínica em ausente na dieta vegetal. Ela é encontrada em duas formas: esgocalciferol (vitamina D2) e colecalciferol (vitamina D3). O problema é que a vitamina D3 é obtida especialmente em peixes de água salgada, fígado e gema de ovo. Para equilibrar esta carência os vegetarianos devem ficar expostos de 5 a 15 minutos diariamente ao sol.
Estilo de vida
Para a maioria dos vegetarianos, a saúde física é uma causa secundária à adoção da prática, os aspectos filosóficas e éticos vêm em primeiro plano. Entre eles estão a defesa dos direitos dos animais, compromisso com a natureza e/ou morais religiosas. Existem também vegetarianos extremistas, conhecidos como vegans, que vivem em comunidades totalmente reclusos porque não podem consumir qualquer produto de origem animal. Será possível?
Email This Post
outubro 6, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Qual a relação entre os alimentos que consumimos e nosso estado de espírito? Pesquisa recente publicada na edição de outubro do “Archives of General Psychiatry” demonstra que das pessoas submetidas a avaliação, 30% apresentaram chances mínimas de desenvolver depressão por conta da alimentação. A dieta foi baseada em nove itens: ingestão de gorduras monoinsaturadas em comparação às saturadas, consumo moderado de álcool e laticínios, baixa ingestão de carne vermelha e alto consumo de legumes, frutas, cereais, nozes, castanhas e peixes.
O que acontece no cérebro?
Quando consumimos alimentos que contém ácido graxo há maior fluidez das membranas dos neurônios, o que contribui para melhor comunicação entre eles e o decorrente equilíbrio das emoções. Entenda mais na figura ilustrativa abaixo:
Agora que você já sabe dos benefícios da boa alimentação garanta a boa forma e espante a tristeza!
Email This Post
maio 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A preocupação excessiva com o peso e a estética corporal é uma das características mais predominantes para os dois diagnósticos. Na Bulimia Nervosa ocorre a hiperfagia – hiperalimentação e, logo após a sensação de arrependimento. Essa sensação ocasiona vômitos auto induzidos e utilização de purgantes, que geram períodos de fraqueza. Já na Anorexia o que ocorre é a falta de apetite, causada por uma negação consciente aos alimentos.Em estágios avançados, quanto mais emagrecem mais se sentem gordos, a ponto deste ciclo vicioso ser fatal.
Manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas constantemente é a melhor maneira de cuidar do corpo e da mente. Sugerimos leitura de matéria sobre o perigo escondido na combinação de medicamentos veiculada na Revista Veja.
Interessou? Clique aqui e confira a matéria completa veiculada na Revista Veja
Email This Post
março 30, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física

Somos o que comemos, por essa razão devemos nos preocupar com nossa alimentação, que deve ser equilibrada, balanceada, em qualquer época de nossas vidas. O melhor remédio para se manter uma boa saúde é a alimentação, aliada a bons hábitos como, por exemplo, a prática regular de uma atividade física.
Alimentação balanceada significa compor nossa dieta com alimentos certos, nas quantidades adequadas. Isso é mais simples do que parece; quanto mais variada for a nossa dieta diária, mais supridos estaremos de todos nutrientes que nosso organismo necessita para manter nossa saúde e bem-estar. Uma dieta balanceada deve ser fonte dos macro e micronutrientes que o organismo necessita.
Email This Post













