Palestras gratuitas sobre alimentação e automassagem em SP
janeiro 13, 2012 por Paula Sanches
Em: Calendário, Saúde Física
A Unimed Paulistana oferece três palestras para a população de São Paulo em janeiro. Os eventos acontecem em duas regiões da cidade, na Zona Norte (próximo ao Metrô Santana) e na Zona Sul (próximo ao Metrô Ana Rosa). As palestras são gratuitas e não é necessário ser cliente para participar. Também não precisa fazer inscrição prévia, basta comparecer.
No Centro de Referência em Medicina Preventiva da Vila Mariana, dia 17 de janeiro, o tema é alimentação equilibrada. Nutricionista da Unimed Paulistana vai dar dicas de como melhorar a alimentação para ter uma vida mais saudável. Já no dia 27, os participantes poderão praticar a arte do Yoga. O profissional ensinará técnicas de relaxamento do corpo e restauração do equilíbrio.
No Centro de Procedimentos e Apoio (CPA) em Santana, os participantes vão aprender, no dia 18 de janeiro, a fazer automassagem para aliviar as tensões do dia a dia.
Veja abaixo as datas, horários e os locais onde acontecerão as palestras.
Centro de Referência em Medicina Preventiva
Endereço: Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 300 – Vila Mariana, próximo ao Metrô Ana Rosa.
17/01 – Terça-feira – 15h às 16h – Inicie o ano bem: dicas da Nutricionista para uma alimentação equilibrada
27/01 – Sexta-feira – 10h às 11h – Yoga – relaxe o corpo e restaure seu equilíbrio praticando
Centro de Procedimentos e Apoio (CPA)
Endereço: Av. Água Fria, 135, próximo ao Metrô Santana
18/01 – Quarta-feira – 14h às 15h – Aprenda a fazer automassagem e alivie as tensões do dia a dia
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dezembro 22, 2011 por Stefanie
Em: Saúde Física
Algumas pessoas já começaram a se preocupar com a alimentação nas festas de final de ano. Ceias de natal podem ser muito calóricas e exagerar na alimentação pode interferir no controle dos índices de pressão arterial, glicose e colesterol.
Por isso, preparamos algumas dicas dadas pelo Dr. Frederico Marchisotti, endocrinologista do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica, para você saber como aproveitar sua ceia sem peso na consciência.
Diabéticos, fiquem atentos às bebidas alcoólicas! Elas podem causar hipoglicemia (baixa do açúcar no sangue). Também tome cuidado com as fontes de carboidrato (açúcares), como arroz e farofas variadas, pois podem levar à hiperglicemia.
Hipertensos, não exagerem no consumo de carnes temperadas, como o presunto. Elas contêm muito sal. Uma boa opção é preparar os alimentos usando o sal light, pois contêm 50% menos de sódio.
Para quem tem colesterol alto, a preferência deve ser por carnes brancas sem pele, como o frango ou peru, lembrando que as coxas e sobrecoxas são muito gordurosas. Uma solução é diminuir a gordura escaldando as carnes em água fervendo. Mesmo assim, o melhor é preferir carnes grelhadas, assadas ou cozidas. Uma boa dica é fazer o arroz integral com lentilhas ou as farofas mais sequinhas, evitando linguiças e bacon.
Para quem quer manter o peso, uma salada bem colorida e tipos de carne magra como acompanhamento é a melhor opção! Evite maionese e azeites em excesso ao temperar seu prato.
Mesmo que não pareça, castanhas, nozes e amendoins são muito calóricos. Para você ter uma noção, cada castanha possui em média 20 calorias. A mesma coisa se aplica com frutas secas, elas multiplicam as calorias da versão fresca. Ameixas, melão, pêssegos e kiwi são ótimas opções.
Quando chegarem as sobremesas, lembre-se que aquelas que possuem leite são mais calóricas, por isso optar por gelatinas com frutas, por exemplo, é uma boa alternativa. Panetones com recheio de chocolate são ainda mais calóricos do que os com recheio de frutas cristalizadas. Se possível, evite doces, licores e bombons.
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outubro 21, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
O projeto “Este Jovem Brasileiro”, desenvolvido pelo Portal Educacional, busca entender o comportamento dos adolescentes e está na 7° edição, desta vez com o tema Corpo e Mente.
Entre os jovens entrevistados, 65% têm seu IMC (índice de massa corporal) normal, quase 25% têm o peso abaixo do ideal para sua altura, 8% têm sobrepeso e 2% são obesos. Emoções, hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e questões familiares podem influenciar o IMC.
Índices mais altos do que a média foram encontrados entre os jovens que têm relação péssima em casa, que ficam tristes ou desanimados sempre, não estão satisfeitos com seu corpo, fazem apenas duas refeições diárias, comem sempre na frente da TV ou do computador.
Estes também raramente fazem atividade física, ficam mais de 8 horas por dia diante da TV ou computador, passam os finais de semana em casa, consideram ruim sua alimentação, se veem como sedentários ou muito preguiçosos, e têm pai ou mãe com problema de obesidade.
Alimentação
Mais da metade dos jovens afirma fazer cinco refeições por dia (café, lanche, almoço, lanche, jantar), o que é considerado o mais saudável pelos especialistas.
Porém mais de 20% sempre fazem suas refeições na frente da TV ou do computador, o que está longe de ser o ideal, e um quarto deles come saladas ou legumes apenas uma ou duas vezes por semana, enquanto 15% não comem esse tipo de alimentos nunca.
Sinais de descontrole em uma parcela: Ataques à geladeira ou ao armário de alimentos foram citados como comuns por 12% dos entrevistados, e cerca de 7% disseram que sentem culpa depois de se alimentar, levando-os a provocar vômito ou uso de laxantes na tentativa de aliviar essa sensação – o que pode ser um alerta para problemas mais sérios.
Atividade Física
A motivação principal para se praticar atividade física é o lazer, mas os garotos admitem que desejem ficar mais fortes, as meninas querem entrar em forma e emagrecer.
Do universo pesquisado, 71% dizem praticar atividade todos os dias ou quase todos os dias. Outros 29% fazem pouca ou não fazem nenhuma atividade com frequência. Já em relação a um esporte definido, 42% não praticam nada regularmente.
Trancado em casa?
Segundo a pesquisa, 29% dos jovens passam pelo menos 5 horas por dia diante de um computador e 10% ficam mais de 4 horas diárias assistindo TV; nos finais de semana, quase 14% ficam “internados” em casa e outros 30% ficam a maior parte do tempo em casa, saindo de vez quando.
Garotos ficam sem referência depois que deixam de ser acompanhados pelo pediatra
Quase 88% dos jovens entrevistados declararam que a saúde é uma preocupação, mas 43% não costumam ir ao médico para controles. Enquanto as garotas, em teoria, devem ir ao ginecologista uma vez ao ano, os garotos ficam sem uma referência depois que deixam de ser acompanhados pelo pediatra.
Quase 15% acham que sua saúde hoje está apenas regular ou não está boa, mais de 30% acham que estão com peso um pouco acima ou muito acima do normal, e, no outro extremo, 14% acham que seu peso está um pouco abaixo ou muito abaixo do desejável, sendo que 2% dizem que estão muito abaixo.
Pais influenciam os filhos
Além da genética, o comportamento dos pais obesos parece influenciar na relação do jovem com seu corpo, sua saúde e seu padrão de alimentação. Em relação a ter pai e mãe com obesidade, a resposta foi positiva com mais frequência entre os jovens que sempre vão a lanchonetes e redes de fast food, quase nunca fazem atividade física, avaliam sua alimentação como ruim, comem fritura, alimentos gordurosos, sanduíche e salgadinhos industrializados todos os dias e não comem frutas. Ter pai e mãe fumantes aparece com maior frequência nos grupos de estudantes que fumam e bebem quase todos os dias.
“A pesquisa revela que a maior parte dos entrevistados tem uma atitude bastante positiva em relação aos cuidados com a alimentação, com a atividade física, com a saúde física e a emocional”, diz Jairo Bouer, médico psiquiatra e coordenador da pesquisa.
- 65% dos entrevistados têm IMC normal; quase 25% têm o peso abaixo do esperado para a altura; 8% têm sobrepeso e 2% são obesos.
- Mais da metade faz cinco refeições diárias; 47% comem carne vermelha todos os dias ou de 5 a 6 vezes por semana e só 12% ingerem carne branca uma ou duas vezes por semana.
- 41% comem doces e 28% tomam refrigerantes todos os dias; 25% dizem nunca comer sanduíches.
- 71% dizem fazer atividade física todos os dias.
- 29% passam pelo menos 5 horas no computador e 10% ficam mais de 4 horas diárias diante da TV.
- Quase 88% afirmaram que a saúde é uma preocupação, mas 43% não constumam ir ao médico para controle.
- 15% acham que sua saúde hoje está apenas regular ou não está boa.
Quase 8,5 mil alunos da 7ª série ao Ensino Médio (13 a 17 anos) de 82 escolas da rede particular de ensino de todo o País responderam anonimamente a um questionário online sobre questões relacionadas à saúde, como alimentação, atividade física, relação com o corpo e emoções. O projeto “Este Jovem Brasileiro” é realizado anualmente pelo Portal Educacional.
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setembro 26, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Os brasileiros têm viajado cada vez mais em cruzeiros nos últimos anos. Em decorrência disso, para padronizar as exigências nos portos do país e prevenir surtos de doenças, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou, no ano passado, um guia de higiene e conduta para navios de cruzeiro.
A partir da próxima semana (mês de outubro) inicia-se a temporada dos cruzeiros no país. Portanto, é necessário que os viajantes saibam os cuidados que devem ser tomados para evitar problemas de saúde a bordo. Pensando nisso, a Anvisa criou um hotsite para dar dicas aos viajantes.
Confira algumas dicas da Anvisa para os viajantes:
Antes de embarcar
Se você for portador de alguma doença, consulte o seu médico. E, se estiver com alguma doença infecciosa aguda, evite viajar. Caso tome alguma medicação, não se esqueça de levar o suficiente para todo o percurso.
Outra medida essencial é estar com as vacinas em dia e tomá-las com antecedência, pois elas têm um período, que varia de 10 a seis semanas, para alcançar a proteção desejada.
A bordo
Um dos maiores problemas de saúde nos navios é a diarreia, que pode ser causada por ingestão de água ou alimentos contaminados. Então os cuidados devem ser tomados especialmente com a alimentação.
Para preveni-la é necessário ter alguns cuidados, como estar atento às condições daquilo que se vai ingerir, lavar sempre as mãos, principalmente ao entrar em áreas públicas como restaurantes, teatros e cassinos.
Além de observar a higiene das pessoas que estão servindo e lidando com os alimentos, assim como a maneira que estes estão dispostos nas bancadas. Atentar para a temperatura que os pratos são servidos é essencial, as refeições devem estar sempre bastante quentes, uma vez que essa é uma forma de prevenção de proliferação de microorganismos.
Certifique-se de que todo alimento esteja bem cozido, evite os mal passados e o consumo de frutos do mar crus. É importante também verificar se a embalagem em que a água a é condicionada está bem lacrada. Assim como evitar adicionar gelo de procedência desconhecida às bebidas.
Nas paradas que os cruzeiros fazem pelas costas dos países, seja prudente ao consumir alimentos exóticos e/ou vendidos por ambulantes.
Algumas medidas simples de higiene e atenção podem fazer do seu passeio um momento mais tranquilo, sem surpresas desagradáveis em relação à saúde.
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julho 20, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
É muito comum observar mulheres que sofrem com a recorrência de candidíase, aquela infecção vaginal que coça, arde e gera um corrimento esbranquiçado muito incômodo. Recorrem ao óvulo, pomada, pílula contra a Cândida, e logo mais, lá está ela de volta.
Esse episódio, no entanto vai se repetir inúmeras vezes, se não houver, acima de tudo, mudanças extremamente necessárias na alimentação – é o que diz a nutricionista clínica funcional, Flávia Cyfer, que esclarecerá abaixo tudo sobre o incômodo.
Ela explica que a Cândida albicans, responsável por toda essa problemática, não se localiza exclusivamente no órgão sexual feminino. É uma moradora antiga do nosso próprio corpo.
O que faz a Cândida albicans no nosso corpo
Esse fungo reside no nosso intestino e sua presença é benéfica para nós, desde que esteja sob controle, em pequena concentração. Neste caso, faz o seu papel de digerir partículas mortas e fica tudo bem.
Para que esse controle seja garantido, temos que ter no nosso intestino uma quantidade maior de bactérias probióticas, ou seja, bactérias boas. Temos na nossa mucosa intestinal, uma microflora bacteriana, composta por baterias boas e ruins, além dos fungos, que competem por espaço o tempo todo. A preponderância de bactérias boas no nosso intestino determina a saúde.
O problema aparece quando, por algum motivo, a Cândida começa a se desenvolver e a proliferar deliberadamente. Nesse caso, ela consegue ir além da mucosa intestinal, alcançando circulação, trato urinário (causa da maioria das cistites recorrentes), trato vaginal (causando candidíase vaginal) etc.
Segundo a nutricionista Flávia Cyfer, O tratamento local da candidíase com óvulos ou pomadas não vai tratar a causa (aumento de fungos no organismo), e sim a infecção na vagina. Por isso, sozinho pode não ser eficaz.
Causas
Vários fatores podem desencadear o crescimento desenfreado de fungos, sendo o uso de antibióticos o principal deles, pois mata toda a flora intestinal, dando espaço de sobra para a Cândida procriar. No entanto, o estresse, o uso de anticoncepcionais orais por longo período, anti-inflamatórios, dieta rica em açúcar, lactose e carboidratos refinados também podem levar ao problema.
As consequências vão além da candidíase vaginal ou cistite recorrente. Perda de libido, irritabilidade, fadiga, aumento de peso, compulsão por doces e carboidratos, alergias, entre outras, são uma possível realidade para a maioria das mulheres com supercrescimento fúngico (e olha que são muitas!).
Alimentação adequada
O tratamento consiste em retirar todos os alimentos que estimulam o crescimento fúngico, como açúcar, mel, melado, doces, pães refinados; alimentos fermentados como pães, cerveja, vinagre, vinho; alimentos em conserva, embutidos… A quantidade de carboidratos deve ser regulada, inclusive a quantidade de frutas, e dependendo do caso, somente frutas com pouca frutose são permitidas, recomenda a nutricionista.
Na dieta alimentar sã
o incluídos alimentos com ação antifúngica, como as sementes de abóbora (usadas como farinha salgada na comida, depois de triturada), orégano e tomilho; romã (toma-se o suco, que se prepara batendo a polpa e as sementes, onde está o composto ativo contra a Cândida); óleo de coco extravirgem (pode ser usado no suco de fruta ou no chá – basta misturar).
Suplementos fitoterápicos também são importantes nessa matança fúngica. Durante esse tratamento, a flora intestinal vai sendo restabelecida e o fígado vai sendo cuidado, pois é ele quem recebe todas as toxinas dos fungos que estão sendo exterminados. Dessa forma, a alimentação desintoxicante deve ser feita simultaneamente.
O tratamento exige força de vontade, mas como prêmio a pessoa se vê livre dessas infecções vaginais constantes e melhora a disposição, a libido, o humor, a estética e ainda evita as sérias consequências resultantes de um longo período de exposição à Cândida Albicans.
*Flávia Cyfer é nutricionista clínica funcional, Graduada em Nutrição pela Univ. Gama Filho – RJ e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pela UNIC-SUL/Valeria Paschoal Instituição de ensino. Atende em consultório particular e é Diretora e docente da Nutrindo Ideias. Ministra mensalmente Cursos de Dieta Detox e presta Consultoria Nutricional.
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junho 2, 2011 por Paula Sanches
Em: Destaque, Saúde Física
A corrida dá a sensação de liberdade e de leveza, além de ser um exercício super intenso. Por isso, algumas dicas podem ser cruciais para ter um bom desempenho e evitar qualquer tipo de lesão.
Para que seja uma atividade somente prazerosa, o Blog da Saúde entrou em contato com a Professional Fitness Lu Oliveira, que esclareceu as principais dúvidas – aquelas que as pessoas parecem saber, mas no fim, desejam um profissional por perto para tirar a limpo. Soa familiar?
A primeira verdade é que: quem quer começar a correr deve começar caminhando. A caminhada é o primeiro passo para a corrida.
Coloque metas de caminhadas. Por exemplo: caminhe por 30 minutos, depois aumente para 35 e depois para 40. Após se sentir mais condicionado, poderá introduzir leves trotes a cada 10 minutos de caminhada (caminhada 10 minutos e trote 1 minuto, até completar os 40 minutos totais de exercício).
A medida que os trotes de 1 minuto se tornarem fáceis de realizar, deve aumentar para 1 minuto e meio ou 2 minutos e assim por diante – até conseguir trotar mais rápido ou conseguir correr por períodos maiores, explica Lu Oliveira.
Portanto, como deu para perceber, o processo é lento e minucioso. Não é de um dia para o outro que será possível correr 30 minutos sem parar; é preciso progredir lentamente, mesmo tendo a ilusão, quando observa os corredores, de que eles começaram ágeis.
Sobre aquecimento e alongamento, a profissional afirma que sim, é necessário aquecer as articulações do tornozelo, joelhos e quadril, para prevenir possíveis lesões. O aquecimento inicial inclui movimentos articulares e também os alongamentos de coxa, posterior de coxa, panturrilha e região lombar.
Devo procurar auxílio de um profissional de educação física? Com certeza. “Vemos em parques e ruas pessoas correndo, e até caminhando, de forma errada. Um profissional especializado dará todo o suporte quanto ao aquecimento, alongamento e ainda poderá verificar se executa a caminhada, trote ou corrida de forma correta”, afirma.
A escolha do tênis também é fator de grande relevância para poupar o impacto nas articulações. Segundo a profissional, “existem tênis específicos para cada modalidade. Os tênis de corrida geralmente vêm com amortecimento na região do calcanhar e na região anterior do pé”. São essenciais para potencializar os resultados e proporcionar conforto, completa.
Água, calorias e alimentação
Muitos iniciantes têm dúvida em relação a beber água durante a corrida. Ela diz que se recomenda pequenos goles a cada 10 minutos para que não haja desconfortos abdominais.
Mas carregar a garrafinha em uma das mãos poderá gerar dor nas costas. “Recomendo utilizar aquelas pochetes de suporte para garrafas de água.”
Em relação ao gasto calórico, isso depende da velocidade e do empenho de cada um. A Lu explica que, de modo geral, em 30 minutos de corrida constante a uma velocidade média de 8.0 km/h, podemos gastar 400 calorias.
Os músculos das coxas, posteriores de coxa e do bumbum são muito solicitados durante a corrida, por isso é uma prática que agrada a maioria das pessoas.
Por fim, o Blog da Saúde quis saber: tem alguma dica especial que você segue em relação à alimentação antes de fazer exercícios?
“Minha maior dica é que se alimente bem pelo menos 40 minutos antes de praticar qualquer atividade física. Tenho um nutricionista que me acompanha a cada troca de rotina alimentar e que ajusta minha dieta para cada fase e treinamento. Mas de modo geral, nunca fico mais de 3 horas sem me alimentar e programo meu dia para a alimentação antes e depois dos treinos.”
Ouça seu corpo para respeitá-lo. Restou alguma dúvida? Não deixe de perguntar.
Para saber mais:
- Quando corro a dor do lado aparece
- Com que tênis eu vou?
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março 11, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Dois assuntos que precisam ser tratados com urgência: dieta para minimizar os efeitos colaterais dos tratamentos oncológicos e o alto índice de pacientes desnutridos, como identificou um estudo.
O levantamento do Instituto do Câncer do Estado de SP (Icesp) apontou que cerca de 60% dos pacientes atingidos pela doença apresentam risco nutricional. O estudo revelou ainda que grande parte desses pacientes já chega para tratamento com quadro de desnutrição.
As chances de um paciente oncológico apresentar problemas com a alimentação é três vezes maior do que o observado em portadores de outras doenças. Isso acontece por vários fatores, como o estágio da enfermidade e fase do tratamento, que pode causar efeitos colaterais como a diminuição do apetite e alterações no paladar.
O Blog da Saúde já mostrou algumas dicas para minimizar os efeitos desagradáveis causados pelo tratamento quimioterápico. Mas somado a essas dicas, há o novo livro Comida que Cuida – Câncer, editado pelo laboratório Sanofi-Aventis e distribuído gratuitamente via internet.
O Icesp atende pessoas já diagnosticadas com câncer e, por isso, grande parte dos pacientes admitidos chega ao hospital em estado de desnutrição ou com risco nutricional. Nas UTIs, este índice alcança 78% dos pacientes.
Os números são semelhantes aos da unidade de pronto atendimento, que registra 72%. Nas enfermarias cirúrgicas, observou-se uma média de 20% de pacientes desnutridos, índice menor do que os 59% apresentados nas enfermarias da Oncologia-Clínica geral.
A detecção da desnutrição no início do tratamento oncológico e ação nutricional imediata estão significativamente associadas à cura da doença.
“A indicação de complementos alimentares logo no início do tratamento reduz em cerca de 10% a taxa de mortalidade, ou seja, quanto antes intervirmos, maior é a chance de cura. Porém, é fundamental que as pessoas tenham uma boa alimentação durante a vida para evitar problemas como esses”, explica Thais Cardenas, coordenadora do setor de Nutrição e Dietética do Icesp.
Comida que cuida
A ideia do livro e também a dos médicos, é desmitificar que a refeição adequada nesses casos é a sopinha de hospital.
Gengibre, menta, salmão e até gomas de mascar são alguns ingredientes apresentados na obra, que reúne dicas dietéticas fundamentais, como informou o Estado de S. Paulo.
Evitar a diminuição do peso do paciente durante o tratamento é um dos desafios para os médicos.
O desenvolvimento do câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago está associado à alimentação, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Diversos tipos da doença são ligados à alimentação, por isso mantenha o equilíbrio das porções.
O livro Comida que Cuida – Câncer, editado pelo laboratório Sanofi-Aventis, pode ser acessado gratuitamente via internet, veja aqui.
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março 2, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Recorremos a profissionais para associar folia, carnaval e diversão à pele saudável, saúde em dia e responsabilidade sexual. Confira!
Nenhuma outra comemoração do ano permite tanto que se invista nas cores e brilhos como o carnaval. Um jato de spray aqui, um pouco de purpurina ali e pronto. As colombinas, odaliscas, passistas e piratas ganham vida na maior festa popular brasileira.
Mas para curtir os quatro dias de carnaval é preciso ter alguns cuidados com a pele. Produtos como sprays, tintas, purpurinas e colas podem provocar desde reações alérgicas leves até queimaduras. Alergias com produtos que contém corantes são as mais comuns.
A dermatologista do Hospital Federal de Ipanema, Márcia Senra, alerta que a pele é um órgão de contato, então várias pessoas podem ter qualquer tipo de alergia mesmo sem nunca terem usado um determinado produto. Portanto, tudo que contém tinta ou corante pode provocar uma alguma reação desagradável.
Márcia orienta as pessoas a aplicarem o produto em áreas menores do corpo para testar se vão ter alguma reação. O ideal é escolher a região anterior do antebraço e deixar a substância agir de um dia para o outro.
Segundo a Dra. Edith Horibe, presidente da ABMAE – Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento, é possível prevenir e reverter alguns dos processos de envelhecimento, até mesmo no Carnaval.
Algumas dicas para cair na folia e que ajudam no processo Anti-aging: comer adequadamente, cuidar da hidratação e da ansiedade para não cometer todos os excessos concomitamente, aumentando os radiciais livres e acelerando o processo de envelhecimento.
Alimentação
Para a Dra Edith Horibe as bases para uma alimentação adequada incluem proporções equilibradas de proteínas, carboidratos e fibras, lipídeos (gorduras), vitaminas, minerais, e água.
O importante é evitar os fast foods, que geralmente são mais gordurosos e calóricos. No cardápio estão inclusos peixe e frango, vegetais crus ou cozidos no vapor, frutas pouco calóricas, como ameixa, frutas cítricas, maçã com casca, melão amarelo e melão cantalupo, pêra com casca, pêssego, que além de hidratar são excelentes fontes de carboidrato e grãos integrais.
Muito cuidado deve-se ter com a escolha das bebidas e ter moderação se forem alcoólicas, por isso nada melhor do que água, água de côco, sucos de frutas naturais, chá verde gelado – mas devem ser consumidos sem adoçante e sem açúcar. O açúcar é considerado alimento pró-inflamatório, rouba energia e vai deixar a pessoa cansada no meio da folia.
Para que a festa não acabe em diarreias e intoxicações, é preciso não abusar de álcool e ter cuidado com os alimentos gordurosos, como geralmente é a alimentação dos foliões.
O gastroenterologista do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, André Nazar, aconselha que a hidratação deve ser feita não só antes, mas durante e após para repor todo o líquido perdido, além de cuidados extras.
“De preferência, escolher bem o lugar que come, porque a maioria das vezes se come na rua. Alimentos quentes, com maionese exposta ao sol, devem ser evitados”. Para não ficar com fome leve sempre barra de cereais.
Outra dica de Nazar são os sorvetes, principalmente, os de fruta. Evite carnes mal passadas ou cruas, como carpaccio e comidas japonesas. Esses alimentos associados ao calor facilitam a intoxicação alimentar.
A ingestão de bebidas alcoólicas, comidas gordurosas, longa exposição ao sol, poucas horas de sono e alto gasto energético, agridem o organismo, causam estresse físico e debilita o sistema imunológico, além de abrir portas para infecções e doenças.
Buscando sempre as melhores alternativas, a nutricionista Audrey Abe, do Natural em Casa, têm algumas dicas para curtir as festas e, ao mesmo tempo, cuidar da saúde.
“Faça, antes de sair, um lanche reforçado à base de carboidratos como pão ou arroz integral, batata ou macarrão, pois é fundamental para ter bastante energia e disposição nas horas de festa”, explica a nutricionista.
1. Prefira carnes magras, queijos magros e leite desnatado, pois estes evitam a sensação de peso no estômago e digestão lenta.
2. Consuma carboidratos de absorção rápida, como arroz integral, pão integral, batata e macarrão, para ter bastante energia.
3. Não passe mais de 4 horas sem comer. Escolha alimentos fáceis de transportar, rápidos e práticos, que irão repor as suas energias, como barra de cereais, frutas liofilizadas e sucos de frutas.
4. Após as comemorações, opte também por alimentos com propriedades antioxidantes como a vitamina A, E e C, que podem ser encontradas na cenoura, abóbora, agrião, couve, espinafre e brócolis.
Importante! As bebidas alcoólicas além de calóricas aumentam a diurese, o que pode elevar o risco de desidratação. O consumo de água proporciona a eliminação mais rápida dos metabólicos do álcool.
Atividade Física
Se você vai se divertir na avenida ou no baile de carnaval, não precisa se preocupar se faltou à academia: 60 minutos sambando pode gastar 180 calorias.
Mas se carnaval para você não é sinônimo de folia, aproveite os dias para fazer uma hora de caminhada.
Vacina em dia
No quesito saúde, estar com as vacinas em dia já é um ótimo começo. “Elas protegem de doenças de fácil transmissão pelo beijo, aperto de mão ou contato sexual, e também de outras que estão controladas no Brasil, mas que podem ser transmitidas por turistas estrangeiros, como o sarampo, por exemplo”, explica a médica Flávia Bravo, coordenadora do Centro Brasileiro de Medicina do Viajante (CBMEVi).
“É recomendado, principalmente para os jovens, tomar vacinas que protegem de doenças relacionadas ao ato sexual”, indica a médica. A vacina do HPV, por exemplo, é fundamental para evitar o contágio pelo vírus do papiloma humano. A imunização contra Hepatite B também é importante, já que a doença é transmitida por sangue contaminado e é cerca de 100 vezes mais contagiosa que a AIDS.
Como neurose não combina com Carnaval, as vacinas continuam sendo a forma mais eficaz de combater pelo menos as doenças imunopreveníveis. Veja se a sua carteira de vacinação está em dia. Nos casos em que não há esta possibilidade, vale uma boa dose de informação, bom senso e de cuidado redobrado, lançando mão de todos os recursos disponíveis.
Responsabilidade sexual
A campanha de carnaval de 2011 do Ministério da Saúde terá como público as mulheres de 15 a 24 anos, porque a infecção por HIV entre as mulheres está em constante crescimento. Apesar de haver mais casos da doença nos homens, essa diferença diminui ao longo dos anos, segundo Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan.
Ela informa que dados do Ministério da Saúde – Departamento de DST/AIDS mostram que em 1989, a relação de sexos era de cerca de 6 casos de contaminação do sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.
Maria Helena lembra que as mulheres lutaram por seus direitos sexuais, pelo direito de desenvolver uma carreira profissional e conquistar sua autonomia econômica e pessoal. Mas, quando a questão é amor e sexo, grande parte não sabe como exigir o uso de preservativo.
Vale lembrar a importância das consultas periódicas, já que o canal vaginal é um órgão interno, o que dificulta à mulher perceber qualquer alteração.
“Meninas sejam espertas e fiquem fora desta estatística da Aids”, recomenda Maria Helena. “Só se previne quem tem convicção dessa necessidade. Busque informações sobre razões para se prevenir, sexualidade, DST/Aids e métodos contraceptivos.”
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fevereiro 25, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Não faltam receitas para atenuar as náuseas que costumam aparecer na gravidez. Veja o que realmente funciona.
Uma revisão de 27 estudos, realizada pela Universidade de Dublin, na Irlanda, envolveu mais de 4 mil gestantes e mostrou que chás e terapias complementares não parecem oferecer um alívio expressivo – o sucesso dessas medidas é muito relativo.
A atenção deve ser voltada para o que e quanto comem, pois há, sim, atitudes que podem minimizar o mal-estar.
A equipe da RGNutri afirma que “as mudanças hormonais, o aumento da sensibilidade do olfato e o excesso de ácidos no estômago são fatores que contribuem para que 80% das mulheres grávidas sintam enjoo, que é chamado cientificamente de êmese gravídica”.
Especula-se que este quadro pode ser considerado um mecanismo de proteção onde a gestante tende a se afastar de alguns fatores que podem desencadear a má formação fetal, porém este fenômeno ainda não está comprovado cientificamente – explica.
Períodos da Gestação
Nas primeiras semanas de gestação, a gestante tem um aumento do sono, cansaço, diminuição das funções intestinais, diminuição do esvaziamento gástrico e maior retenção de líquido, o que pode gerar um mal estar intenso nas mulheres grávidas e intensificar os enjoos.
Segundo a equipe, estes sintomas podem diminuir após três meses de gestação, porém em alguns casos pode durar a gravidez toda. Por isso, é preciso ter uma alimentação elaborada para o bebê ter um bom desenvolvimento.
Veja as dicas da RGNutri para reduzir o enjoo durante a gravidez:
• Coma algum alimento a cada duas horas, sempre em pequenas porções – muitas horas em jejum é um dos fatores que aumentam o enjoo.
• Biscoitos salgados e torradas podem ser uma boa dica para o café da manhã – estes alimentos tem uma digestão fácil e não sobrecarregam o estômago.
• Evite comida gordurosa, odores e temperos fortes – estes alimentos têm uma digestão mais lenta podendo sobrecarregar o estômago e deixar a sensação de estômago cheio, desconfortável.
• A intolerância a leite e carnes é muito comum. Como estes alimentos são as principais fontes de proteínas, cálcio e ferro, é importante estar atenta e optar por outros alimentos fontes de proteínas: ovos, iogurte, queijos, leguminosas, peixes e frango.
• Não consuma álcool – além de prejudicar a formação do bebê, pode dificultar o trabalho do estômago.
• Não abuse do café – além de atrapalhar o sono se consumido em quantidades elevadas, pode promover mais enjoo.
• Adicionar limão na água ou em chás e beber durante o dia pode ajudar a diminuir as náuseas.
• Coma alimentos ricos em carboidratos – arroz, macarrão, batata. Além de terem uma digestão fácil, fornecem energia e ajudam a controlar o enjoo.
• Durante as refeições não beba nada, isso pode dificultar a digestão.
• Limonada sem açúcar e bebidas frias e ácidas ajudam a diminuir o mal-estar.
• Evite deitar após as refeições.
Indispensável: assistência médica durante o pré natal. Fundamental para a identificação de fatores de risco, pode controlar todos os sintomas que ocorrem durante a gestação.
A náusea e mal-estar não afetam o bebê desde que a gestante tenha uma alimentação balanceada e mantenha-se hidratada, além de visitar o médico regularmente.
A maioria das mulheres percebe logo o que faz mal, o que faz bem e a que quantidade. Sentir-se enjoada é absolutamente normal. Mas pode também não ocorrer.
O que fazer para minimizar o enjoo na gravidez
Não faltam receitas para atenuar as náuseas que costumam aparecer na gravidez. Veja o que funciona realmente.
Uma revisão de 27 estudos, realizada pela Universidade de Dublin, na Irlanda, envolveu mais de 4 mil gestantes e mostrou que chás e terapias complementares, não parecem oferecer um alívio expressivo – o sucesso dessas medidas é muito relativo.
A atenção deve ser voltada para o que e quanto comem, pois há, sim, atitudes que podem minimizar o mal-estar.
A equipe da RGNutri afirma que “as mudanças hormonais, o aumento da sensibilidade do olfato e o excesso de ácidos no estômago são fatores que contribuem para que 80% das mulheres grávidas sintam enjôo, que é chamado cientificamente de êmese gravídica”.
Especula-se que este quadro pode ser considerado um mecanismo de proteção onde a gestante tende a se afastar de alguns fatores que podem desencadear a má formação fetal, porém este fenômeno ainda não está comprovado cientificamente – explica.
Períodos da Gestação
Nas primeiras semanas de gestação, a gestante tem um aumento do sono, cansaço, diminuição das funções intestinais, diminuição do esvaziamento gástrico e maior retenção de líquido, o que pode gerar um mal estar intenso nas mulheres grávidas e intensificar os enjoos.
Segundo a equipe, estes sintomas podem diminuir após três meses de gestação, porém em alguns casos pode durar a gravidez toda. Por isso, é preciso ter uma alimentação elaborada para o bebê ter um bom desenvolvimento.
Veja as dicas da RGNutri para reduzir o enjôo durante a gravidez:
- Como algum alimento a cada duas horas, sempre em pequenas porções – muitas horas em jejum é um dos fatores que aumentam o enjoo.
- Biscoitos salgados e torradas podem ser uma boa dica para o café da manhã – estes alimentos tem uma digestão fácil e não sobrecarregam o estômago.
- Evite comida gordurosa, odores e temperos fortes – estes alimentos têm uma digestão mais lenta podendo sobrecarregar o estômago e deixar a sensação de estômago cheio, desconfortável.
- A intolerância a leite e carnes é muito comum. Como estes alimentos são as principais fontes de proteínas, cálcio e ferro, é importante estar atenta e optar por outros alimentos fontes de proteínas: ovos, iogurte, queijos, leguminosas, peixes e frango.
- Não consuma álcool – além de prejudicar a formação do bebê, pode dificultar o trabalho do estômago.
- Não abuse do café – além de atrapalhar o sono se consumido em quantidades elevadas, pode promover mais enjoo.
- Adicionar limão na água ou em chás e beber durante o dia pode ajudar a diminuir as náuseas.
- Coma alimentos ricos em carboidratos – arroz, macarrão, batata. Além de terem uma digestão fácil, fornecem energia e ajudam a controlar o enjoo.
- Durante as refeições não beba nada, isso pode dificultar a digestão.
- Limonada sem açúcar e bebidas frias e ácidas ajudam a diminuir o mal-estar.
- Evite deitar após as refeições.
Indispensável: assistência médica durante o pré natal. Fundamental para a identificação de fatores de risco, pode controlar todos os sintomas que ocorrem durante a gestação.
A náusea e mal-estar não afetam o bebê desde que a gestante tenha uma alimentação balanceada e mantenha-se hidratada, além de visitar o médico regularmente.
A maioria das mulheres percebe logo o que faz mal, o que faz bem e a que quantidade. Sentir-se enjoada é absolutamente normal. Mas pode também não ocorrer.
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fevereiro 15, 2011 por Blog da Saúde
Em: Estética
Dizem que dentes em ordem fazem parte do nosso cartão de visitas. Mas a obsessão para deixá-los brancos pode gerar o efeito inverso.
A busca por clareamento aumenta por volta de 30%, todo ano, no Brasil. Porém, sem acompanhamento do cirurgião-dentista, a busca pela solução pode ser como sair com um incômodo e voltar com dois diferentes: inflamações na gengiva e dentes sensíveis.
O Conselho Regional de Odontologia (CROSP) faz o alerta. Apesar da crescente procura nos consultórios, local adequado para o procedimento, ainda há grande aposta em métodos inapropriados, como os kits de clareamento dental, comercializados livremente. São mais práticos e acessíveis, certo, mas nem sempre oferecem a garantia necessária.
O clareamento sem orientação de um cirurgião-dentista pode gerar danos como inflamação na gengiva e hipersensibilidade dos dentes. Além desses problemas, a estética também pode sofrer influência.
Todo mundo pode fazer clareamento?
Este tipo de tratamento não é indicado para todas as pessoas. Para aquelas que têm problemas gengivais, como sangramento ou algum tipo de inflamação mais simples, por exemplo, o produto do clareamento pode exacerbar essa condição.
Além desses casos, pessoas que tenham próteses ou dentes com restaurações não devem esperar dentes clareados, já que o produto não tem efeito sobre eles, explica o conselheiro do CROSP, Caio Perrella.
Tipos de clareamento dental
O cirurgião-dentista explica que há dois tipos, o caseiro e a laser. O caseiro consiste no uso de uma moldeira e gel clareador que o paciente pode aplicar em casa. Apesar dos kits clareadores oferecerem os mesmos itens, a diferença está na dosagem indicada pelo cirurgião-dentista. Já o clareamento a laser é utilizado por quem espera um resultado em menos tempo e é feito em sessões no consultório.
Mas vale lembrar que é o cirurgião-dentista quem deve analisar se a pessoa pode ou não fazer o clareamento e qual o melhor método a ser utilizado, lembra Perrella.
Sensibilidade dentária
Se já tiver sensibilidade nos dentes o melhor é solucionar o problema. A hipersensibilidade pode ser agravada por alimentos e bebidas ácidas.
A principal causa dos dentes sensíveis é a perda da proteção do esmalte e a exposição de parte da coroa ou da raiz do dente, que pode decorrer de aumento da acidez bucal, problemas gengivais, escovação incorreta, mordida irregular, bruxismo (hábito de ranger os dentes) e uso de aparelhos ortodônticos e próteses mal-ajustadas.
O refluxo e a bulimia também podem desencadear este quadro.
A má alimentação também pode contribuir para agravar o quadro. A ingestão de refrigerantes, isotônicos e outras bebidas ácidas pode causar a erosão do esmalte ou da dentina, levando à hipersensibilidade – explica a conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Maria Lucia Zarvos Varellis.
Em relação ao tratamento, o uso de cremes dentais específicos, aplicações de dessensibilizantes fluorados, restaurações, laserterapia e outras medidas podem ser eficazes.
Cuidar corretamente da escovação e ter uma dieta balanceada ajuda a diminuir e até mesmo a prevenir a sensação de desconforto.
Aproveite também esta dica: para acabar com o mau hálito, escove a língua até retirar a camada de muco. Depois faça bochechos com própolis. “Ele funciona como um antibiótico, matando bactérias”, diz o cirurgião-dentista Mario Groisman, da Academia Brasileira de Odontologia.
Clareamento dental sem orientação não dá certo
Dizem que dentes em ordem fazem parte do nosso cartão de visitas. Mas a obsessão para deixá-los brancos pode gerar o efeito inverso.
A busca por clareamento aumenta por volta de 30%, todo ano, no Brasil. Porém, sem acompanhamento do cirurgião-dentista, a busca pela solução pode ser como sair com um incômodo e voltar com dois diferentes: inflamações na gengiva e dentes sensíveis.
O Conselho Regional de Odontologia (CROSP) faz o alerta. Apesar da crescente procura nos consultórios, local adequado para o procedimento, ainda há grande aposta em métodos inapropriados, como os kits de clareamento dental, comercializados livremente. São mais práticos e acessíveis, certo, mas nem sempre oferecem a garantia necessária.
O clareamento sem orientação de um cirurgião-dentista pode gerar danos como inflamação na gengiva e hipersensibilidade dos dentes. Além desses problemas, a estética também pode sofrer influência.
Todo mundo pode fazer clareamento?
Este tipo de tratamento não é indicado para todas as pessoas. Para aquelas que têm problemas gengivais, como sangramento ou algum tipo de inflamação mais simples, por exemplo, o produto do clareamento pode exacerbar essa condição.
Além desses casos, pessoas que tenham próteses ou dentes com restaurações não devem esperar dentes clareados, já que o produto não tem efeito sobre eles, explica o conselheiro do CROSP, Caio Perrella.
Tipos de clareamento dental
O cirurgião-dentista explica que há dois tipos, o caseiro e a laser. O caseiro consiste no uso de uma moldeira e gel clareador que o paciente pode aplicar em casa. Apesar dos kits clareadores oferecerem os mesmos itens, a diferença está na dosagem indicada pelo cirurgião-dentista. Já o clareamento a laser é utilizado por quem espera um resultado em menos tempo e é feito em sessões no consultório.
Mas vale lembrar que é o cirurgião-dentista quem deve analisar se a pessoa pode ou não fazer o clareamento e qual o melhor método a ser utilizado, lembra Perrella.
Sensibilidade dentária
A hipersensibilidade, conhecida como sensibilidade dos dentes, pode ser agravada por alimentos e bebidas ácidas.
A principal causa dos dentes sensíveis é a perda da proteção do esmalte e a exposição de parte da coroa ou da raiz do dente, que pode decorrer de aumento da acidez bucal, problemas gengivais, escovação incorreta, mordida irregular, bruxismo (hábito de ranger os dentes) e uso de aparelhos ortodônticos e próteses mal-ajustadas.
O refluxo e a bulimia também podem desencadear este quadro.
A má alimentação também pode contribuir para agravar o quadro. A ingestão de refrigerantes, isotônicos e outras bebidas ácidas pode causar a erosão do esmalte ou da dentina, levando à hipersensibilidade – explica a conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Maria Lucia Zarvos Varellis.
Em relação ao tratamento, o uso de cremes dentais específicos, aplicações de dessensibilizantes fluorados, restaurações, laserterapia e outras medidas podem ser eficazes.
Cuidar corretamente da escovação e ter uma dieta balanceada ajuda a diminuir e até mesmo a prevenir a sensibilidade.
Para acabar com o mau hálito, escove a língua até retirar a camada de muco chamada saburra. Depois faça bochechos com própolis. “Ele funciona como um antibiótico, matando bactérias”, diz o cirurgião-dentista Mario Groisman, da Academia Brasileira de Odontologia.
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janeiro 28, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Procuramos esclarecer as diferenças entre gordura saturada, insaturada e trans. Uma vez informado sobre os benefícios e desvantagens de cada uma, onde estão presentes e a máxima do consumo diário, saiba como sua alimentação pode influenciar na saúde mental.
Um novo estudo trouxe à tona de que existe uma relação entre a ingestão de gorduras trans e saturadas e o aumento em até 48% de risco de sofrer depressão.
Vamos por partes: pesquisadores das universidades de Navarra e Las Palmas analisaram dieta, estilo de vida e doenças de 12.059 voluntários durante 6 anos.
Nenhum dos participantes sofria de depressão no início, mas no final foram 657 casos detectados. Dados intercalados e…
- As pessoas com elevado consumo de gorduras tipo trans (confeitaria industrial e fast foods), e saturada (presente em alguns produtos lácteos) – apresentaram quase o dobro de risco desenvolver depressão em relação àqueles que não incluíam os ingredientes na dieta.
- Há uma relação diretamente proporcional: quanto mais gorduras trans ingeridas, maior o efeito prejudicial causado nos voluntários.
- Por outro lado, as gorduras insaturadas (presentes em pescados, óleos vegetais, azeite de oliva) estão associadas a uma redução do risco de sofrer depressão.
Os especialistas advertem que nos últimos anos a incidência da depressão aumentou, atingindo 150 milhões de pessoas no mundo, tornando-se a principal causa de perda de anos de vida nos países de renda per capita média.
E acreditam que uma das principais culpadas é a dieta ocidental (já muito mal falada por aí), em que foram substituídos alguns tipos de gorduras boas – poliinsaturadas e monoinsaturadas de frutos secos, óleos vegetais, azeite de oliva e pescados – pelas saturadas e trans – de carnes, manteigas, confeitaria industrial e fast-food.
A pesquisa, publicada na revista médica PLoS ONE, foi realizada em uma população com uma ingestão baixa de gorduras trans, já que estas representavam 0,4% da energia total ingerida pelos voluntários.
Em países como os EUA, os responsáveis pelo estudo indicam que a energia procedente desses alimentos gira em torno de 2,5% – sinal de que os hábitos precisam mudar para melhor o mais rápido possível.
*Com informações da OESP
- Gorduras saturadas, insaturadas e gordura trans: não consuma sem saber
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dezembro 9, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
O ritmo de vida cada vez mais acelerado tem refletido no modo como nos alimentamos e cuidamos da nossa saúde. No entanto, manter uma alimentação saudável e equilibrada é hoje a melhor, mais segura e econômica forma de medicina preventiva. A adoção de uma dieta balanceada contribui para sua qualidade de vida e bem-estar.
Pessoas que têm uma alimentação saudável são mais resistentes a infecções, têm mais disposição e equilíbrio, além de estarem mais protegidas contra doenças, como obesidade, hipertensão, doenças cardíacas, colesterol e diabetes.
As nutricionistas Carla Yamashita e Karin Sedó Sarkis reuniram no livro “Alimentação Saudável” (Instituto Fleury/CampusElsevier) dicas para ajudá-lo a modificar seus hábitos alimentares de forma saudável.
No livro, parte da coleção Saúde em Dia, as nutricionistas explicam que uma alimentação saudável depende de muitos fatores e mostram que a maturidade é um aspecto adicional que afeta drasticamente na escolha certa dos alimentos. A publicação traz os principais nutrientes que devem compor uma boa alimentação, sem deixar de levar em conta os alimentos que estão disponíveis no dia a dia das pessoas.
O leitor descobrirá como a comida pode ajudar a aumentar a expectativa e qualidade de vida!
Tudo o que você gostaria de saber, mas esqueceu de perguntar
Também parte da coleção Saúde em Dia, o livro “Memória” (Instituto Fleury/CampusElsevier), escrito pela neuropsicóloga Gislaine Gil, explica como funciona a memória humana, quais mudanças ocorrem em cada fase de sua vida e como pode ser melhorada.
Os capítulos abrangem desde explicações sobre os vários tipos de memória existentes até técnicas eficazes para expandir a capacidade da mente de guardar e recordar acontecimentos e informações importantes.
Com o livro, o leitor irá descobrir o que pode afetar a memória, porque as pessoas se lembram do que fazem e porque as relações de afeto e as emoções ajudam na memorização.
A coleção Saúde em Dia, desenvolvida pela parceria entre o Instituto Fleury e CampusElsevier editora, reúne 10 volumes relacionados à saúde, bem-estar e qualidade de vida.
COMECE 2011 DIFERENTE E INVISTA EM SUA SAÚDE!
O Blog da Saúde e a CampusElsevier vão premiar 2 leitores com edições da coleção Saúde em Dia.
Cada um dos premiados receberá:
- 1 edição do livro “Memória” e 1 edição do livro “Alimentação Saudável”.
Para participar da promoção é simples:
1º Siga o @blogasaude no Twitter;
2º Dê um RT na frase: ” Eu sigo o @blogdasaude e estou concorrendo à coleção Saúde em Dia, da @CampusElsevier e Fleury”
*A promoção terá início em 08/12/2010 (quinta-feira) e término em 16/12/2010 (quinta-feira, 23h59, horário de Brasília). O ganhador será avisado via Direct Message (DM) do Twitter no dia 17/12/2010 (sexta-feira).
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outubro 28, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
A realização de ações em empresas para incentivar a alimentação saudável aumenta o consumo de frutas, legumes e verduras entre os funcionários.
A conclusão é de um estudo feito na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O trabalho, realizado pelo do nutricionista Daniel Bandoni e orientado da professora Patrícia Constante Jaime, envolveu cerca de 20 mil trabalhadores de 15 empresas de São Paulo/SP, cadastradas no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), do Ministério do Trabalho e Emprego, que oferecem refeições aos seus funcionários.
Para lançar a ideia
A intervenção teve início com foco nos gestores dos restaurantes, com ações para demonstrar a importância da inclusão de frutas, legumes e verduras nos cardápios. “Os preparadores de alimentos participaram de oficinas culinárias, onde aprenderam receitas e técnicas de apresentação das refeições”, explica Bandoni.
Para os funcionários, foi colocado um álbum nos refeitórios com informações sobre alimentação saudável. “Nas áreas de distribuição das refeições, marcadores indicavam as opções mais saudáveis, como saladas e frutas”, conta o nutricionista.
Além disso, a orientação sobre hábitos alimentares adequados se estendeu para outros locais, como os jornais internos, cardápio dos refeitórios e em cartazes espalhados nas dependências das empresas.
Os cardápios passaram a oferecer aproximadamente 50 gramas a mais de legumes, verduras e frutas. Também se observou mais fibras nas refeições, decorrente da maior presença de frutas e hortaliças.
“Houve ainda uma redução significativa do percentual de gordura, indicando uma possível extensão dos efeitos benéficos das intervenções a outros componentes da alimentação”, explica Daniel Bandoni.
Consumo
Antes da implantação das ações, o consumo médio de frutas, legumes e verduras entre os trabalhadores pesquisados era de 104 g por pessoa no almoço. Depois da intervenção, esse valor aumentou para 123 g.
Está bom, mas ainda falta melhorar: O consumo recomendado é de 400 g por dia!
O ambiente faz a diferença
De acordo com o nutricionista, a pesquisa comprovou que o ambiente de trabalho é um bom cenário para incentivar o estilo de vida saudável, pois é um local em que há bom acesso à informação.
“O estudo abordou a questão da alimentação, mas também é possível promover outras ações voltadas à qualidade de vida, como a promoção de atividades físicas”, ressalta Bandoni.
Estímulo correto
Bandoni observa ainda que algumas empresas contam com máquinas que vendem refrigerantes e salgadinhos, um estímulo à alimentação inadequada, segundo o pesquisador. “O ideal seria a implantação de um refeitório para tornar a oferta de alimentos adequada”, aponta.
O nutricionista ainda ressalta que a distribuição de vale-refeição também não garante que os funcionários venham a se alimentar de forma correta.
Falando em comida no trabalho…
A empresa responsável pela franquia da rede McDonald’s foi condenada, pela 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), do Rio Grande do Sul, a
indenizar, por danos morais, um ex-gerente que engordou mais de 30 quilos durante os 12 anos em que trabalhou para a empresa.
De acordo com o processo, o ex-gerente ingressou no emprego pesando entre 70 e 75 quilos e saiu com 105 quilos. Segundo entendimento do tribunal, a empresa contribuiu para que o funcionário chegasse ao quadro de “Obesidade 2″, lhe trazendo problemas de saúde.
Por maioria de votos, os desembargadores confirmaram parcialmente a sentença do primeiro grau, reduzindo apenas o valor da indenização, de R$ 48 mil para R$ 30 mil.
Conforme o Desembargador João Ghisleni Filho, relator do acórdão, as provas indicaram que o ex-gerente era obrigado a degustar produtos da lanchonete: alimentos calóricos, como hambúrguer, batata frita, refrigerante e sorvetes. Além disso, no horário de intervalo, a empresa fornecia um lanche composto de hambúrguer, batatas fritas e refrigerante.
Fatores genéticos e um possível sedentarismo do funcionário também foram apontados como causa da obesidade, porém, não eximiram a responsabilidade da empresa.
Resposta
O McDonald’s informou, em nota, que a empresa responsável pela franquia em que o gerente trabalhava, a Kalloponi Comércio de Alimentos, “está trabalhando para avaliar as medidas jurídicas em relação ao caso, que ainda tramita em primeira instância”.
Conforme o comunicado, “a rede oferece grande variedade de opções de alimentos e cardápios balanceados para atender às necessidades diárias de seus funcionários, de acordo com a legislação brasileira.”
* Com informações da Agência USP e OESP.
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outubro 15, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Uma em cada seis pessoas no mundo passa fome e a cada cinco minutos uma criança morre por desnutrição!
Os números são alarmantes e não param por ai. Em todo o mundo, cerca de 1 bilhão de pessoas sofre de fome crônica e cerca de 800 milhões vivem em situação de insegurança alimentar, ou seja, não têm acesso à alimentação saudável, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente.
De acordo com representante da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), Hélder Muteia, até 2050, a população mundial deverá crescer dos atuais 6 bilhões para 9 bilhões de habitantes. Para que todos tenham acesso à comida, a oferta de alimentos precisa aumentar 70% nos próximos 40 anos.
Para ele, alcançar esse objetivo é um “grande desafio, mas não é impossível” e cada vez mais será exigido aumento de produção com menos investimentos.
Lembra do ditado: “A pressa é inimiga da perfeição”?
O representante da FAO alertou, no entanto, para a necessidade de um crescimento sustentado da produção de alimento, sob pena de o homem comprometer ainda mais o ecossistema.
“Com a pressa de produzir estamos degradando o meio ambiente e há uma utilização exagerada de agroquímicos, o que pode afetar a sustentabilidade ambiental. É importante ganhar dinheiro, mas é preciso pensar também nos valores, tanto em sustentabilidade social quanto ecológica”, ponderou Muteia, defendendo a regulamentação do uso de produtos químicos na agropecuária.
Segundo ele, o Brasil pode ser um grande colaborador na tarefa de erradicar a fome no mundo. “Não só por ter recursos naturais como solo e água, mas também pela sua capacidade técnica, exportando conhecimentos e experiências”, destaca.
União
A fome é um problema de saúde pública que merece atenção! Amanhã 16 de outubro é celebrado o Dia Mundial da Alimentação, data criada pela FAO, em 1945, com a proposta de unir estado, as organizações da sociedade civil e o setor privado para eliminar a fome, a pobreza e a desnutrição no mundo.
Em 2010, o tema será “Unidos Contra a Fome”. A proposta é conscientizar a humanidade sobre a difícil situação em que muitos ainda vivem e chamar a todos para participar dessa campanha.
No Brasil, todos os anos a data é celebrada pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), juntamente com parceiros, órgãos públicos e privados e entidades da sociedade civil.
De 11 a 17 de outubro, uma série de atividades devem consolidar a Semana Mundial da Alimentação. Entre os eventos, iniciativas relacionadas ao tema, como apresentações de experiências bem-sucedidas, ações educativas, palestras, debates sobre segurança alimentar e nutricional.
PENSE NISSO E FAÇA SUA PARTE!
* Com informações da Agência Brasil.
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setembro 17, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Não é porque tornou-se uma dor rotineira que não é preciso identificar os motivos que acionam a dor de cabeça – e achar o caminho para evitá-los. Vamos aos principais!
Entre 70 e 95% dos seres humanos registrarão pelo menos um episódio da dor por toda a vida, sendo que as mulheres são as mais vulneráveis devido ao estresse e oscilações hormonais.
Em crianças não há diferença entre a prevalência de enxaqueca entre meninos e meninas, sendo de 1 para 1. Mas a vulnerabilidade feminina à dor aparece com o passar dos anos, quando passa a ser de 4 para 1.
Qual a diferença entre dor de cabeça tensional e enxaqueca?
A do tipo tensional atinge os dois lados da cabeça e pode durar de 30 minutos a 7 dias. A enxaqueca, além da dor pulsante mais intensa em um lado, é acompanhada por náuseas e sensibilidade a luz e barulho. A crise dura de 4 a 72 horas.
1) O primeiro passo é prestar atenção na alimentação. Dietas rigorosas ou pessoas que ficam muito tempo sem comer alguma coisa são alvos fáceis da cefaleia. O jejum provoca a queda de concentração de glicose no sangue, o que pode repercutir no cérebro, pelo desequilíbrio gerado.
Ao falarmos sobre alimentos que podem ativar a dor, na maioria das vezes, significa que eles têm alguma substância responsável pela vasodilatação, como é o caso da tiramina presente em queijos. Quanto mais velho o queijo for, mais tiramina ele tem.
Chocolate, frios, embutidos, condimentos como maionese, catchup e molhos à base de soja são famosos por desencadear a enxaqueca.
Mas lembre-se: para culpar o alimento, ele precisa desencadear o problema de forma repetitiva.
2) O álcool é um potente vasodilatador – não confunda com a ressaca do dia seguinte, gerada pela desidratação e quebra do álcool dentro do corpo.
Isso significa que cerveja ou vodca, assim como qualquer outra bebida alcoólica, podem desencadear a dor em quem tiver predisposição. O vinho, além do álcool, é composto por moléculas com a mesma função da tiramina presente no queijo.
Já em relação ao café, existem pessoas que reclamam da dor se exageram e aquelas que sentem indisposição com a falta. O consumo não deve ultrapassar três xícaras por dia.
3) Corrigir o jeito de se sentar e de se deitar evita a sobrecarga nas regiões lombar e cervical. Ficar torto no sofá, dormir encolhido e sentar errado no computador são três situações mais comuns a causar a dor do tipo tensional.
A postura reflete nos músculos da cabeça, por isso, ao sentar-se no computador, deixe de lado as pernas cruzadas e apoie os dois pés no chão.
Não perca o próximo post! Falaremos sobre abuso de remédios, odores intensos, esforço físico, entre outros. Qual o gatilho que mais aciona a sua dor de cabeça? Comente!
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setembro 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Estética, Saúde Física
A saúde dos fios está diretamente relacionada à nossa própria saúde, assim como a pele e unhas – o corpo emite sinais indicadores o tempo todo.
A alimentação adequada é grande aliada em manter as madeixas saudáveis, mas fatores externos como sol, poluição, água quente e falta de tempo podem deixar os fios com má aparência – hidratação e tratamentos específicos, as chamadas terapias capilares, aliados aos alimentos certos garantem cabelos brilhosos e saudáveis.
Vamos por partes. A queda e fraqueza dos cabelos em razão da alimentação estão associadas à deficiência de ferro, de proteínas, por causa de dietas muito rigorosas ou por causa de uma cirurgia da obesidade, por exemplo.
Cabelo fraco é fino, sem vida, quebradiço, ressecado, e costuma crescer pouco ou parar sempre no mesmo comprimento.
Para estimular o crescimento e fortalecimento aposte em aminoácidos e proteínas presentes em carnes, leite e derivados, ovos e grãos. Nozes, castanhas e ostras também auxiliam no comprimento.
Problemas capilares relacionados à falta de ferro podem ser combatidos com fígado, amêndoas, passas, feijão, lentilha, gérmen de trigo e folhas escuras.
Aumentar o comprimento e reduzir a oleosidade – invista no zinco presente em carnes, gérmen de trigo, levedo de cerveja, nozes, gema de ovo e óleo de linhaça. Grãos de linhaça também ajudam a melhorar a aparência dos fios.
Por fim, para diminuir a calvície e auxiliar no tratamento de alguns tipos de anemia não deixe faltar:
Complexo B – soja, lentilha, gema de ovo, abacate, cenoura, semente de girassol e peixes
Vitamina C – acerola, goiaba, couve, brócolis, pimentão verde, espinafre, laranja e morango
Vitamina E – óleo de gérmen de trigo, óleo de girassol, nozes, amendoim
Resolvido o problema da alimentação inadequada, que tal se presentear com uma terapia capilar? Spas e clínicas de tratamento oferecem diferentes tipos para você escolher o de sua preferência.
Veja alguns dos tipos oferecidos durante o Spa Week:
Terapia Capilar Orgânica com Henna e Máscara
Após o diagnóstico do couro cabeludo, é aplicada Surya Henna Pó Incolor. Em seguida, Máscara Hidratante adequada ao tipo de cabelo, massageando os fios do comprimento até as pontas, para hidratação. Após a ação do produto, o cabelo é enxaguado e é aplicado leave-in.
Revitalização capilar Antioxidante com Óleos Essenciais e Massagem
Revitalização capilar feita com óleos essenciais para deixar os fios mais brilhantes, sedosos e hidratados. Após a revitalização é feita uma massagem na cabeça, seguida de um aplicação de laser de baixa frequência que potencializa o resultado.
Massagem e Terapia Capilar Maharani – Técnica exclusiva da terapeuta Indiana Violet Goswami
*Óleo de côco, toalha quente com alecrim, shampoo e condicionador Amazônia Preciosa. Utiliza-se também de frutas in natura para potencializar os ativos dos cosméticos. Massagem da cabeça e reflexologia nas mãos. O objetivo é buscar zonas de tensão, ativando a circulação e irrigação da pele e couro cabeludo, estimulando a regeneração celular e promovendo hidratação de dentro para fora. Inspirada no modo de vida e no cuidado com a beleza das rainhas indianas.
O Spa Week acontece de 11 a 25 de setembro, período em que serão oferecidos tratamentos variados em Spas de São Paulo, Rio de janeiro e Paraná por R$70,00, independente do valor original da sessão. Veja o guia de terapias aqui e aproveite!
A saúde dos fios está diretamente relacionada à nossa própria saúde, assim como a pele e unhas – o corpo emite sinais indicadores o tempo todo.
A alimentação adequada é grande aliada em manter as madeixas saudáveis, mas fatores externos como sol, poluição, água quente e falta de tempo podem deixar os fios com má aparência – hidratação e tratamentos específicos, as chamadas terapias capilares, aliados aos alimentos certos garantem cabelos brilhosos e saudáveis.
Vamos por partes. A queda e fraqueza dos cabelos em razão da alimentação estão associadas à deficiência de ferro, de proteínas, por causa de dietas muito rigorosas ou por causa de uma cirurgia da obesidade, por exemplo.
Cabelo fraco é fino, sem vida, quebradiço, ressecado, e costuma crescer pouco ou parar sempre no mesmo comprimento.
Para estimular o crescimento e fortalecimento aposte em aminoácidos e proteínas presentes em carnes, leite e derivados, ovos e grãos. Nozes, castanhas e ostras também auxiliam no comprimento.
Problemas capilares relacionados à falta de ferro podem ser combatidos com fígado, amêndoas, passas, feijão, lentilha, gérmen de trigo e folhas escuras.
Para estimular o crescimento dos cabelos e reduzir a oleosidade aposte no zinco presente em carnes, gérmen de trigo, levedo de cerveja, nozes, gema de ovo e óleo de linhaça. Grãos de linhaça ajudam a melhorar a aparência dos fios.
Por fim, para diminuir a calvície e auxiliar no tratamento de alguns tipos de anemia não deixe faltar:
Complexo B – soja, lentilha, gema de ovo, abacate, cenoura, semente de girassol e peixes
Vitamina C – acerola, goiaba, couve, brócolis, pimentão verde, espinafre, laranja e morango
Vitamina E – óleo de gérmen de trigo, óleo de girassol, nozes, amendoim
Resolvido o problema da alimentação inadequada, que tal se presentear com uma terapia capilar? Spas e clínicas de tratamento oferecem diferentes tipos para você escolher o de sua preferência.
Veja alguns dos tipos oferecidos durante o Spa Week. Não se esqueça de agendar o de sua preferência:
Terapia Capilar Orgânica com Henna e Máscara
Após o diagnóstico do couro cabeludo, é aplicada Surya Henna Pó Incolor. Em seguida, Máscara Hidratante adequada ao tipo de cabelo, massageando os fios do comprimento até as pontas, para hidratação. Após a ação do produto, o cabelo é enxaguado e é aplicado leave-in.
Revitalização capilar Antioxidante com Óleos Essenciais e Massagem
Revitalização capilar feita com óleos essenciais para deixar os fios mais brilhantes, sedosos e hidratados. Após a revitalização é feita uma massagem na cabeça, seguida de um aplicação de laser de baixa frequência que potencializa o resultado.
Massagem e Terapia Capilar Maharani – Técnica exclusiva da terapeuta Indiana Violet Goswami.
*Óleo de côco, toalha quente com alecrim, shampoo e condicionador Amazônia Preciosa. Utiliza-se também de frutas in natura para potencializar os ativos dos cosméticos. Massagem da cabeça e reflexologia nas mãos. O objetivo é buscar zonas de tensão, ativando a circulação e irrigação da pele e couro cabeludo, estimulando a regeneração celular e promovendo hidratação de dentro para fora. Inspirada no modo de vida e no cuidado com a beleza das rainhas indianas.
Os três tipos de terapia acima fazem parte do Spa Week: de 11 a 25 de setembro tratamentos variados nos melhores Spas de São Paulo, Rio de janeiro e Paraná serão oferecidos por R$70,00, independente do valor original da sessão. Veja o guia de terapias aqui e aproveite!
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setembro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.
A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).
A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.
Os sintomas desagradáveis podem ser minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:
- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim
- manter uma boa higiene oral
- enxaguar a boca antes das refeições
- comer bala de hortelã ou menta
- pingar gotas de limão sobre a língua
- consumir alimentos de diferentes texturas
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão
*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos. O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.
Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia
Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.
A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).
A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.
Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:
- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico;
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim;
- manter uma boa higiene oral;
- enxaguar a boca antes das refeições;
- comer bala de hortelã ou menta;
- pingar gotas de limão sobre a língua;
- consumir alimentos de diferentes texturas;
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão.
*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos.
O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.
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junho 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Mental
Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição.
A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que verificaram dados de 6.557 garotos e 6.126 garotas.
Os cientistas constataram ainda que, enquanto a comunidade médica, evidentemente, sabe o que significa obesidade, o público em geral, na realidade, pode não saber: 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que têm ou não o peso ideal.
Você está satisfeita com seu corpo?
No Brasil, 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase metade das alunas com peso adequado querem ser mais magras.
A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes.
47,8% das entrevistadas escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual!
A pesquisa avaliou 2.402 alunas, de diversos cursos da área da saúde, em de 37 instituições das cinco regiões do país. O estudo foi realizado por especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da UNIFESP (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).
Confusão
A obesidade, principalmente quando falamos de jovens e adolescentes, merece atenção! Padrões estipulados pela sociedade, mídia, amigos e ambiente de convivência podem confundir as pessoas quanto ao peso ideal.
A adolescência, fase de transição e indecisão devido à grande quantidade de informações recebidas, é um período fundamental para o desenvolvimento do ser humano, tanto físico como emocional.
O corpo passa por várias mudanças físicas e psicológicas . É uma fase de auto-afirmação. Por isso, a questão do peso pode ser complicada, tanto por pré-conceito , aceitação e para saúde.
Problemas como depressão, bulimia, anorexia e até obesidade em graus elevados podem gerar consequências sérias para o resto da vida.
Procure orientação médica caso você ou alguém ao seu redor está enfrentando problemas com a balança. Informação e acompanhamento profissional são importantes para evitar problemas e consequências mais sérias.
Emagrecer a qualquer custo? Atenção aos vilões da balança
* Com informações do G1.
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