Ontem (13), a Organização Mundial da Saúde anunciou que o Oeste da África está livre da doença.

A epidemia já matou mais de 880 pessoas na África.

“Se as pessoas souberem dos crimes que Kony vem cometendo por 26 anos, elas se unirão para detê-lo,” é o que explica o Invisible Children em seu site.

É a primeira vez que um estudo mostra que a implementação desse procedimento é eficaz em nível comunitário na prevenção da Aids.

Em lugares muito pobres, como a África, Ásia e até mesmo partes remotas do Brasil, o acesso à saúde não é nem precário, e sim, inexistente.