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Dicas de Yoga Integral para adolescentes em crise

“Outro dia acordei com uma amiga desesperada ao telefone. O filho dela de dezessete anos estava no meio de uma crise de estresse e ela não sabia o que fazer. Já havia levado ao psicólogo, tentado descobrir o que era, mas o rapaz não se abria. Fiquei surpresa ao saber que ele, assim como muitos jovens da mesma idade, não sabe o que fazer com tantos compromissos. Estava cansado, pressionado, estressado, e perdido com tantos afazeres”, conta Wal Nunes, professora de Yoga Integral, ao descobrir que estresse não é só para marmanjos.

A transição da infância para a vida adulta pode perturbar – e muito. Cobranças escolares, exigências familiares, pressão social, vestibular, solidão, aulas de música, arte marcial, natação, entre outras atividades, assim como o próprio desenvolvimento físico, podem desencadear o estresse, desenvolvido pela ansiedade e insegurança. As incertezas que os jovens vivenciam os fazem cada vez mais fechados, o que contribui para o desequilíbrio emocional.

Infelizmente, não aprendemos na escola a ter o controle dos nossos pensamentos e emoções. Nem que respirar profundo, e parar algumas horas para nos observar, ajuda a entender melhor e ganhar controle de qualquer situação de estresse ou perda.

Conversas constantes, psicólogo ou terapeuta podem ser soluções para este problema, mas podem levar algum tempo. Um meio fácil, rápido e prático que pode ajudar estes adolescentes é o Yoga Integral, podendo ser realizado individualmente ou em grupo.

O Yoga Integral nos ensina que quanto mais cedo aprendermos a conhecer nosso corpo e mente, mais desenvolvidos e felizes seremos na fase adulta. Pensando nisso, Wal Nunes preparou uma série de dicas para os jovens em época de vestibular, e para os pais, lidarem com a situação:

1 – Respiração

Além de liberar toxinas do corpo, ela ajuda a manter a calma e paz de espírito. Experimente por um minuto alinhar a coluna e observar sua respiração. Não faça nada. Deixe o ar entrar até o abdome e sair naturalmente. Sentiu a diferença?

Experimente também fechar uma narina e respirar só por uma, depois faça o mesmo com o lado contrário. Os exercícios de respiração, além de ajudar a controlar a ansiedade, esvaziam a mente das preocupações, auxiliando e facilitando o cérebro a memorizar.

2- Postura

A postura ajuda muito a manter o equilíbrio do corpo, da mente e emocional. Mesmo passando muito tempo sentado, mantenha sempre a coluna ereta. Quando estiver mergulhado na leitura e nos livros, procure sempre observar como o seu corpo se encontra. Mantenha sempre a coluna alinhada, pois ela é responsável por manter o eixo, dando disponibilidade e energia para encarar as provas e os desafios que estão por vir.

3- Ásanas

Excelente para quando estiver muito cansado. Sem levantar da cadeira, pode ser feito antes da prova, nas aulas ou em casa, onde quiser. Para relaxar: inspire, levante os dois ombros como se quisesse alcançar a orelha. Solte o ombro e todo ar pela boca ao expirar. Repita três vezes.

Inspire e traga os dois braços acima da cabeça. Respire, alongando a coluna de um lado para o outro, direcionando as mãos esticadas para o lado esquerdo, e depois para o direito. Procure alongar todo o braço e relaxar o ombro, trabalhando o alinhamento da coluna na postura.

Wal Nunes ensina a alongar os braços

Na hora da prova, pare entre uma prova e outra e alongue as mãos como na foto abaixo, sempre se lembrando de inspirar e expirar profundo, mantendo a coluna alinhada.

A professora ensina a alongar as mãos

Para ajudar a colocar as emoções para fora, o Ásana trabalha o ponto cardíaco, além de aliviar o peso que carregamos nos ombros, ajudando a controlar o emocional.

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Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição.

A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que verificaram dados de 6.557 garotos e 6.126 garotas.

Os cientistas constataram ainda que, enquanto a comunidade médica, evidentemente, sabe o que significa obesidade, o público em geral, na realidade, pode não saber: 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que têm ou não o peso ideal.

Você está satisfeita com seu corpo?

No Brasil, 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase metade das alunas com peso adequado querem ser mais magras.

A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes.

Reprodução da escala de silhuetas de Stunkard

47,8% das entrevistadas escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual!

A pesquisa avaliou 2.402 alunas, de diversos cursos da área da saúde, em de 37 instituições das cinco regiões do país. O estudo foi realizado por especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da UNIFESP (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).

Confusão

A obesidade, principalmente quando falamos de jovens e adolescentes, merece atenção! Padrões estipulados pela sociedade, mídia, amigos e ambiente de convivência podem confundir as pessoas quanto ao peso ideal.

A adolescência, fase de transição e indecisão devido à grande quantidade de informações recebidas, é um período fundamental para o desenvolvimento do ser humano, tanto físico como emocional.

O corpo passa por várias mudanças físicas e psicológicas . É uma fase de auto-afirmação.  Por isso, a questão do peso pode ser complicada, tanto por pré-conceito , aceitação e para saúde.

Problemas como depressão, bulimia, anorexia e até obesidade em graus elevados podem gerar consequências sérias para o resto da vida.

Procure orientação médica caso você ou alguém ao seu redor está enfrentando problemas com a balança. Informação e acompanhamento profissional são importantes para evitar problemas e consequências mais sérias.

Emagrecer a qualquer custo? Atenção aos vilões da balança

* Com informações do G1.
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Cerca de 90% das crianças e adolescentes que vão ao médico com dor de cabeça saem do consultório com diagnóstico de enxaqueca.

Uma pesquisa recente realizada no interior de São Paulo avaliou mais de duas mil crianças e adolescentes com idade entre 5 e 13 anos.

No estudo, a prevalência maior de fortes dores de cabeça é na faixa etária dos 9 anos de idade. A pesquisa será publicada na Revista Científica Cephalagia.

Prevenir e Tratar é só começar!

Para que os pais não se desesperem sem motivo é bom lembrar que dores de cabeça nessa fase são normais. O que não diminui a importância de se fazer acompanhamento médico.

Nas meninas ela pode aparecer junto com a menstruação. Na alimentação, derivados do leite e condimentos como catchup e maionese são fortes aliados da dor.

Em 40% dos casos a enxaqueca desaparece ao longo da vida com ou sem a intervenção de medicamentos.

O importante em casos diagnosticados é manter hábitos que não favoreçam a dor e vigiar a qualidade da alimentação.

“Nada substitui o diagnóstico e tratamento médico. Se perceber que as crises de dor de cabeça são constantes não exite em procurar auxílio. Seu organismo e qualidade de vida agradecem!”

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A resistência à insulina é um estágio de pré-diabetes e deve ser vigiado pelos pais de adolescentes que estão acima do peso. Geralmente as vítimas são jovens com IMC – Índice de Massa Corporal maior ou igual a 30.

Se este é o seu caso ou o caso do seu filho nós trazemos uma boa notícia. Um tratamento multidisciplinar oferecido pela Unifesp – Universidade Federal de São Paulo foi feito com 29 jovens e conseguiu diminuir em 17% o índice de resistência à insulina após um ano de tratamento.

Aos jovens que seguiram com o tratamento até o fim a perda de peso chegou a 35 quilos. Itens como hipertensão, colesterol e triglicérides no sangue também caiu consideravelmente.

Como obter resultados positivos?

Sabemos que tudo é mais difícil na adolescência, inclusive a mudança de hábitos. O sucesso do programa, segundo Priscila Sanches – responsável pela pesquisa -  é que

“O foco é na reeducação alimentar e nos exercícios, porque o objetivo do programa é que eles mudem seu estilo de vida.”

O programa oferecido pela Unifesp contempla exercícios físicos, acompanhamento médico, nutricional e psicológico e é realizado durante uma hora, três vezes na semana.

Interessou? Então não perca tempo e aja agora em benefício à sua saúde. O projeto aceita adolescentes obesos na faixa etária de 15 a 19 anos de idade. As inscrições para o próximo grupo podem ser feitas através do telefone (11) 5572-0177. **Por enquanto há lista de espera.

*Com informações da FSP.
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Baladas, drogas, namoros, sexo, carreira… várias são as preocupações dos adolescentes do século XXI. Nos tempos da brilhantina a história era diferente…

Se pegar na mão da namoradinha era uma grande vitória dos brotos daquela época, atualmente, jovens que não têm atividade sexual ativa são considerados “vacilões” por seus amigos. Os tempos são outros, e a cabeça dos jovens mudou muito, só que os pais não conseguem compreender e acompanhar essa mudança.

As relações familiares entre pais e filhos já não existem mais, e a falta de diálogo é a principal barreira para uma relação saudável. Os jovens reclamam que os pais não entendem, e eles que os filhos não sabem respeitar.

O maior problema pode ser a falta de tempo que os pais passam com os filhos durante a sua formação. O trabalho faz com que eles deixem suas crianças com babás, na escola, ou com as avós, e a falta de convívio faz com que os valores dos pais não passem para seus filhos.

A preocupação maior dos pais é de que seus filhos sigam o caminho das drogas sendo estimulados por más amizades e também que adquiram responsabilidades incompatíveis com a sua faixa etária, como a gravidez precoce.

Em uma entrevista a Folha de S. Paulo, a psicóloga Elizabeth Monteiro afirma que um jovem que se sente valorizado, respeitado pela família, e tem contato desde cedo com as rotinas de trabalho, além de participar de ações voluntárias, tem uma autoestima elevada e dificilmente vai seguir um caminho que prejudique ele e seu próximo.

Portanto a receita para manter uma relação compatível e livrar seu filho de situações de perigo é a compreensão. Através do diálogo as duas partes entram em acordo e todos ficam satisfeitos com os resultados.

Você concorda que a base de uma relação saudável entre pais e filhos está
na compreensão dos novos valores da sociedade? Comente.

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