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Grupo Bradesco Seguros lança “Cadernos de sustentabilidade”

O Grupo Bradesco Seguros lançou o “Cadernos de sustentabilidade”. A publicação – disponível, em versão on-line, no endereço www.bradescoseguros.com.br/sustentabilidade – mapeia as iniciativas e inovações do Grupo Segurador nessa área, em um registro inédito de sua ligação com o tema.

“Cadernos de sustentabilidade” é dividido em seis capítulos – “Seguro e sustentabilidade”, “Longevidade”, “Convivência no trânsito”, “Gestão de recursos naturais”, “Inovação sustentável” e “Depoimentos”. A publicação apresenta histórias que evidenciam o papel estratégico que uma seguradora pode desempenhar em um mundo cada dia mais necessitado de segurança e proteção.

– Com esta publicação, o Grupo Bradesco Seguros reafirma a todos que a sustentabilidade está na essência do mercado segurador e que a oferta de produtos e serviços capazes de agregar eficiência e compromisso com práticas sustentáveis não é mais um diferencial, mas uma condição, pois o que está em jogo é trabalhar para assegurar o futuro comum – afirma Eugênio Velasques, diretor de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

No caderno “Seguro e sustentabilidade”, o destaque é o pioneirismo da marca como a primeira seguradora brasileira a integrar o grupo signatário dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês de Principles for Sustainable Insurance), do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira.

Em “Longevidade”, o leitor tem um resumo das iniciativas que integram a “plataforma de longevidade” do Grupo Segurador, que inclui o Fórum da Longevidade (com 11 edições realizadas), o Circuito da Longevidade (circuito de corrida e caminhada, criado em 2007, que já reuniu mais de 380 mil pessoas em várias cidades brasileiras) e o programa Porteiro Amigo do Idoso (responsável pela capacitação, desde 2010, de mais de 2.700 profissionais de portaria de 11 grandes cidades da Região Sudeste).

No capítulo intitulado “Convivência no trânsito”, a estrela é o Movimento Conviva, conjunto de ações do Grupo Segurador que visam estimular a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres, e que tem na CicloFaixa de Lazer de São Paulo – com 120 km de quilômetros de extensão e mais de 120 mil participações a cada domingo e feriado nacional –, patrocinada pela marca, uma de suas principais vitrines.

Em “Gestão de recursos naturais”, são listadas as iniciativas que revelam a contribuição do Grupo para o uso racional dos recursos, mas também com a disseminação de atitudes responsáveis entre funcionários e clientes. Entre os exemplos citados, está o edifício-sede do Grupo Bradesco Seguros em Alphaville (Barueri, SP), que recebeu a certificação internacional LEED Green Building Gold For New Construction, concedida a empreendimentos imobiliários que adotam práticas sustentáveis em todas as etapas da construção. Já o capítulo “Inovação sustentável” apresenta iniciativas premiadas, como a operação Atendimento em Situação Climatológica Severa – ou “Operação Calamidade” – que assegura aos clientes envolvidos em tragédias naturais o recebimento das indenizações no menor tempo possível.

Por fim, em “Depoimentos”, o Grupo Bradesco Seguros reuniu, em mais de 30 vídeos gravados com funcionários, entrevistas abordando desde a adoção de práticas sustentáveis no ambiente de trabalho até exemplos domésticos de coleta seletiva.

 

 Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação multilinha em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. No primeiro semestre de 2017, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ 36,4 bilhões, evolução de 12,4% sobre igual período de 2016, mantendo market share em torno de 25%. Nesse período, seus ativos financeiros somaram R$ 256 bilhões e o volume de provisões técnicas atingiu R$ 233,6 bilhões. Já o total pago em indenizações e benefícios pelo Grupo Bradesco Seguros atingiu, nos primeiros seis meses do ano, R$ 28,7 bilhões – evolução de 15,5% em relação ao primeiro trimestre de 2016 -, o que corresponde a R$ 225 milhões por dia útil. Há 15 anos consecutivos o Grupo é apontado como Top of Mind  pelo Instituto Data Folha.

Para contratação do Seguro Saúde Bradesco, acesse http://planosonline.com.br/ e faça uma cotação.

Imagem: Grammy Awards

Há 54 anos, os melhores segmentos de música se tornaram eternos no Grammy Awards – conhecido como o Oscar da música. Ultimamente, o evento vem imortalizando algumas atitudes sustentáveis.

A academia se junta com empresas como a Waste Management, Natural Resources Defense Council e Rideamigos; todas parceiras verdes que buscam minimizar os impactos ambientais.

As ações praticadas no show incluem reciclagem, energia limpa, minimização de desperdícios, reutilização de recursos e transporte coletivo para reduzir a poluição.

As ações

O tapete vermelho por onde desfilam os grandes nomes da música é feito de garrafas plásticas recicladas. A transmissão do programa é feita ao vivo utilizando energia completamente renovável.

A utilização do papel é evitada ao máximo, tanto que todos os convites e tickets para o evento foram apenas eletrônicos. O pouco de papel usado para fazer cartazes e envelopes é composto de materiais reciclados.

Toda sobra de comida aproveitável é distribuída para bancos de alimentos e os óleos de cozinha são posteriormente reciclados.

O evento optou pelo transporte compartilhado, aproveitando todos os assentos vazios e diminuindo o número de veículos em circulação  e consequentemente, a poluição.

Até as rolhas usadas para vedar o vinho servido no Grammy são recicladas!

Em tempos em que a sustentabilidade está sendo altamente visada, o mundo da música não poderia deixar de fazer a sua parte e influenciar sua jovem audiência a praticar o mesmo.

Via

Você tem a casa dos seus sonhos na cabeça, mas não tem ideia de como colocar no papel? Muitos menos de como torná-la realidade? Uma boa dica para os aspirantes a arquiteto é o “Manual do Arquiteto Descalço” (editora Empório do Livro).

O livro, escrito pelo holandês Johan Van Lengen, mistura arquitetura e sustentabilidade, trazendo uma série de orientações e dicas para um homem comum construir sua casa, sem desrespeitar a natureza ou agredir o ambiente.

Muito além da casa na árvore…

Com base na bio-arquitetura, um conceito que une ecologia, arquitetura e urbanismo, o manual revela técnicas e maneiras de construção em harmonia com a natureza e os seus recursos, promovendo o equilíbrio entre o meio ambiente e o progresso.

No “Manual do Arquiteto Descalço”, o leitor encontrará instruções básicas e úteis sobre contextos climáticos, formas e materiais capazes de solucionar questões que envolvem energia, água e saneamento por meio do uso de ecotecnologias alternativas, iniciativas criadas especialmente para promover a preservação dos recursos naturais.

O livro traz a apresentação completa de uma obra, desde os primeiros esboços até tabelas com misturas de argamassa. São dez capítulos, que envolvem cerca de 500 páginas, com ilustrações e explicações detalhadas.

Como já comentamos no Blog da Saúde, a sustentabilidade deixou de ser um tema da moda, em constante discussão, para tornar-se uma necessidade quando o assunto é a preservação do meio ambiente. Faça sua parte!

Hospital remete à saúde, certo? E o que isso tem a ver com sustentabilidade? Hoje em dia, muito! Alguns hospitais, clínicas e centros de saúde estão investindo em ações que, além de contribuir com a saúde dos pacientes e reduzir gastos, podem ajudar o meio ambiente.

Saúde e Meio Ambiente

O Hospital viValle, de São José dos Campos (SP), é um exemplo de instituição que está investindo em ações verdes e implantando uma série de iniciativas que podem ajudar à preservação ambiental. Iniciados em julho de 2009, os projetos em andamento visam à economia de energia, reutilização da água e tratamento de resíduos.

Energia

O viValle está substituindo toda sua iluminação por lâmpadas de LED. Além de durar mais tempo, as lâmpadas economizam energia. Para se ter ideia, uma lâmpada LED consome 80% menos energia se comparada a uma lâmpada incandescente.

A LED é fabricada com material semicondutor semelhante ao usado nos chips de computador. Quando percorrido por uma corrente elétrica, emite luz. O resultado é uma peça menor, que consome menos energia e tem uma durabilidade maior.

Mais algumas informações interessantes*:

- Enquanto uma lâmpada comum tem vida útil de 1.000 horas e uma fluorescente de 10.000 horas, a LED rende entre 20.000 e 100.000 horas de uso ininterrupto;

– Uma lâmpada incandescente converte em luz cerca de 5% da energia elétrica que consome, já as lâmpadas LED convertem até 40%: redução de desperdício de energia que traz benefícios evidentes ao meio ambiente.

“Apesar de ainda não ser possível mencionar em números o resultado total dessa ação, só no setor de internação, o hospital já economiza cerca de R$ 600,00 na conta mensal de energia elétrica”, informa Vinícius Muradas, supervisor de engenharia do hospital.

O viValle conta ainda com um sistema de aquecimento solar, que supre 40% da necessidade de água quente de todo o hospital. A proposta é ampliar esse sistema para atingir sua total demanda.

Água que vai…e volta!

O pavimento externo também segue a linha ecológica: ele é todo feito com bloquetes intercalados, que não impermeabilizam o solo, facilitando que a água da chuva volte para o lençol freático.

Para onde vai o lixo?

Além disso, o viValle possui um Plano de Gerenciamento de Resíduos, que engloba ações de tratamento de resíduos químicos, reciclagem, acondicionamento e destinação adequada para materiais cortantes e contaminados.

“O trabalho é todo feito pelo próprio hospital, mediante um documento redigido em conjunto com o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e Segurança do Trabalho. Temos reuniões mensais para deliberar as ações descritas em ata”, explica o engenheiro.

Novidades

Além do aprimoramento das ações em andamento, o Hospital viValle está finalizando um estudo para implantação de uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto).  “Além de toda a economia que essas ações trazem, o fator que nos impulsionou foi a responsabilidade ambiental, que está diretamente ligada à saúde”, ressalta Muradas.

O Blog da Saúde vem destacando ações e iniciativas que visam ajudar à preservação do meio ambiente. A proposta é divulgar e estimular a transformação de entidades e organizações em locais “verdes”. Você conhece algum estabelecimento que investe em ações sustentáveis? Escreva para nós!

*Dados Planeta Sustentável.

Você já contou quantos copinhos plásticos utiliza por dia?

Agora, além da opção de substituir o copo plástico pela caneca, por exemplo, uma outra iniciativa sustentável parece eficiente para ajudar o meio ambiente: o copo descartável de papel.

O Ecopo foi criado para reduzir o uso do plástico e diminuir o volume de lixo nas empresas. É basicamente um envelope que pode ser utilizado para beber água e outros líquidos.

Ele mantém a praticidade dos copinhos plásticos, mas aumenta o nível de sustentabilidade do produto.

Feito de fibras de madeira reflorestada e uma fina camada de plástico degradável, ele se decompõe em até 18 meses e pode ser reciclado como papel comum. O Ecopo possui coloração parda, já que dispensa o uso de químicos branqueadores que podem fazer mal à saúde.

A capacidade de cada um é de 65 mililitros. No entanto, se a quantidade não for suficiente para sua sede, é possível reutilizá-los mais de uma vez!

Veja como usar o Ecopo:

Fonte: Ecopos

O inconveniente? Não é possível equilibrá-lo em uma mesa ou tomar café e chá muito quente (o papel não é isolante térmico), mas ainda assim parece uma boa opção para quem não é adepto das garrafinhas, xícaras ou copos de vidro no trabalho.

Criado com tecnologia coreana e produzido por uma empresa brasileira, o Ecocopo tem certificação para contato direto com alimentos.

A invenção já existe em países asiáticos há pelo menos 10 anos mas, só agora, está sendo  produzido no Brasil.

Só para lembrar: o plástico, responsável por boa parte da parcela do lixo que polui a natureza, é produzido, principalmente, a partir do petróleo. Além disso, se não for reciclado, pode levar até 450 anos para se decompor…

A rede FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciência – promove, entre os dias 13 e 15 de setembro, o Simpósio Internacional Sobre Sustentabilidade na cidade de Salvador, Bahia.

Nomes dos setores empresarial, governamental e comunitário estarão presentes no evento para debater, promover, disseminar e estimular discussões sobre a sustentabilidade.

Durante os três dias, a programação conta com palestras, exposições sobre negócios sustentáveis, visitas técnicas a indústrias e empresas consideradas modelos de sustentabilidade e rodadas de negócios.

Serão apresentadas também algumas experiências empresariais de sucesso. A proposta é compartilhar práticas e soluções, além de mostrar que a sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para ser condição necessária às organizações existentes.

De acordo com Rita Agra, gerente de negócios coorporativos da FTC e organizadora geral do simpósio, hoje as empresas são fundamentais na consolidação de uma sociedade mais sustentável, acima de tudo, como educadoras.

Apesar do foco empresarial do evento, os debates terão impacto em toda a sociedade. Temas como energias renováveis e fontes de financiamento para a área de sustentabilidade serão debatidos por palestrantes de diversos setores.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail sustentabilidade@ftc.br ou pelos telefones:
– Salvador e região metropolitana 4002-3220
– Demais localidades 08002843220

Depois de várias pesquisas e testes, os fabricantes de garrafas de Champagne desenvolveram um recipiente que reduz as emissões de carbono envolvidas em sua cadeia produtiva.

Isso porque, em 2003, um estudo revelou que eram emitidas 200 mil toneladas de CO2 por ano só para distribuir a bebida pelo mundo!

As mudanças

As garrafas de Champagne que antes pesavam 900 gramas e possuíam três vezes mais ar comprimido do que um pneu de carro comum, pesam, agora, 65 gramas a menos. O velho design foi mantido.

Vários produtores da bebida, entre eles Moët & Chandon e Veuve Cliquot, já substituíram suas garrafas este ano ou estão planejando fazer isso em breve.

A medida diminui em 7% as emissões de CO2, já que com a embalagem em tamanho menor, é possível que cada caminhão transporte 2.400 garrafas a mais.

Essa é apenas uma das estratégias da indústria de Champagne para atingir sua meta de reduzir o carbono em 25% até o ano de 2020 e 75% até 2050.

* Com informações da Superinteressante.

Com a evidência de ações sustentáveis que se concretizem fora do papel, os bancos estão cada vez mais rigorosos ao estabelecerem critérios socioambientais para a liberação de crédito às empresas.

Até agora, e em grande parte dos casos, os critérios eram adotados apenas a valores elevados de financiamento ou a áreas de atuação específicas, como a agropecuária, por exemplo.

A preocupação das instituições financeiras vai além dos impactos ambientais e sociais que empreendimentos inadequados podem gerar.

Em primeiro lugar, agora, vem a lição de casa e a preocupação com o risco de imagem corporativa que pode ser gerada à sociedade.

O desafio atual dos bancos é enxergar e aplicar uma pratica já comum em alguns países. A de avaliar os riscos e oportunidades que estão associados ao clima em suas análises de crédito.

“Qual a sua opinião sobre o assunto? Acredita que a
preocupação institucional dos bancos ampliará a pratica do Protocolo Verde? Comente.”