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Dilma Rousseff para o setor de saúde


A primeira mulher presidente do Brasil chegou a afirmar durante sua campanha que o próximo presidente terá que fazer o “possível e o impossível” para transferir recursos à saúde no Brasil.

Apesar de admitir que a situação “não é confortável”, Dilma evitou defender a criação de mais um imposto para financiar o setor, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), que substituiria a extinta CPMF.

No programa de governo há propostas para melhorar a qualidade do Sistema Único da Saúde (SUS), ampliando as Unidades Básicas de Saúde (UBA) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que funcionam 24 horas.

Durante a campanha, Dilma propôs tratamento especializado para mães e crianças de até um ano, batizado de Rede Cegonha, além da criação de clínicas de prevenção ao câncer dentro dos hospitais.

Veja as principais propostas:

- Aprofundar e melhorar a qualidade do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) com 500 novas UPAS 24 horas e com a expansão do SAMU, entre outros programas.

- Criar a Rede Cegonhas com a finalidade de oferecer atendimento especializado no pré-natal, neonatal e até a criança completar 1 ano.

- Ampliar o Programa Saúde da Família por meio de uma política de saúde pública e apostar também em Unidades de Pronto-Atendimento 24 horas.

Na página virtual da nova presidente, as propostas de saúde pontuadas foram:

Aprimorar a eficácia do sistema de saúde, garantindo mais recursos para o SUS, reforçando as redes de atenção à saúde e unificando as ações entre os diferentes níveis de governo; dedicando uma atenção ainda maior aos hospitais públicos e conveniados, as novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ao SAMU e aos programas como o Saúde da Família, o Brasil Sorridente e a Farmácia Popular.

* Com informações da Saúde Business Web

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