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Nunca vi esta pessoa antes – Verdade ou Mentira?


Há quem tente fazê-lo ao reconhecer nuances da expressão, voz, olhar para cima, titubear. Às vezes basta conhecer bem a pessoa. Sem contar que mentira tem perna curta e, salvo raras exceções, não vai muito longe.

Mas há casos que provas científicas poderiam facilitar investigações policiais e acabar com a dúvida que permeia alguns casos.

Ainda que não revele a mais pura verdade em qualquer circunstância, cientistas americanos criaram um mecanismo para detectar se falam a verdade ao dizer que conhecem ou não a pessoa mostrada por uma foto.

Os cientistas da Universidade de Stanford usaram uma técnica conhecida como fMRI que observa a atividade cerebral de voluntários, no caso, ao observarem rostos desconhecidos e rostos familiares.

No primeiro caso, o cérebro ativou uma área para ‘salvar’ os novos rostos. No segundo, ativou as regiões para procurar os rostos já ‘guardados’ na memória.

Com isso, ao olhar o mapeamento cerebral, os cientistas eram capazes de adivinhar se eles estavam dizendo a verdade ou não em 95% dos casos, mas se eles ficavam muito confusos, a taxa de acerto caía para 76%. Um ponto que dificulta seria quando a pessoa tem apenas uma vaga sensação de lembrança.

Controvérsias

Aliar a tecnologia a esses casos pode ser um avanço. Mas levanta questões éticas em que o mapeamento cerebral não pode ser feito sem o consentimento da pessoa. Discussões sobre privacidade também entram em cena.

O avanço pode ajudar a otimizar investigações e acelerar decisões judiciais, mas é preciso cautela.

O que acha do procedimento? Deve ser implantado no futuro? Comente.

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