Bem me quer, mal me quer…
Às vezes em algumas fases de nossa vida temos a impressão de que ninguém se importa verdadeiramente com a gente, ou então temos a impressão que somos excluídos de conversas, encontros…
Isso pode ser apenas uma fase, mas se essas sensações e dificuldades de relacionamento persistem é melhor ficar atento. A ciência traz uma resposta para seu consolo.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram, após avaliar mais de 100 voluntários que o responsável por essa sensação de “rejeição social” chama-se opioide.
Sua verdadeira função em nosso cérebro é reduzir a sensibilidade à dor física. Porém, diante de mutações genéticas que podem ocorrer nos receptores de opioide ficamos mais sensíveis e apresentamos reações mais intensas perante dificuldades de relacionamento.
Para que você não se “encoste” em seu cérebro e o denomine como único culpado algumas atitudes quanto tomadas diariamente podem contribuir para a modificação desse cenário. Confira!
- Não gostou da brincadeira e ficou chateado? Sente e converse. Não tenha medo de expor sua opinião e suas fragilidades. Assim você não se chateia nem perde o convívio com pessoas especiais;
- Ninguém me ama ninguém me quer? Oh vida, oh azar? Bem, antes de começar com as lamentações pare por um instante e se auto avalie.
Talvez você se importe demais com atitudes e situações que nem são tão importantes assim. Porém, se após refletir você verificar que a rejeição e a dor são verdadeiras retome sua autoestima não se culpe e siga em frente.
“A vida é muito melhor quando estamos cercados de sentimentos verdadeiros.
Lembre-se: Saber amar, é saber deixar alguém te amar.”
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Blog da Saúde
25 de fevereiro de 2010










