Blog da Saúde
22°C | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro | 22 / 05 / 2012
Ocultar

Bem me quer, mal me quer…


Às vezes em algumas fases de nossa vida temos a impressão de que ninguém se importa verdadeiramente com a gente, ou então temos a impressão que somos excluídos de conversas, encontros…

Isso pode ser apenas uma fase, mas se essas sensações e dificuldades de relacionamento persistem é melhor ficar atento. A ciência traz uma resposta para seu consolo.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram, após avaliar mais de 100 voluntários que o responsável por essa sensação de “rejeição social” chama-se opioide.

Sua verdadeira função em nosso cérebro é reduzir a sensibilidade à dor física. Porém, diante de mutações genéticas que podem ocorrer nos receptores de opioide ficamos mais sensíveis e apresentamos reações mais intensas perante dificuldades de relacionamento.

Para que você não se “encoste” em seu cérebro e o denomine como único culpado algumas atitudes quanto tomadas diariamente podem contribuir para a modificação desse cenário. Confira!

- Não gostou da brincadeira e ficou chateado? Sente e converse. Não tenha medo de expor sua opinião e suas fragilidades. Assim você não se chateia nem perde o convívio com pessoas especiais;

- Ninguém me ama ninguém me quer? Oh vida, oh azar? Bem, antes de começar com as lamentações pare por um instante e se auto avalie.

Talvez você se importe demais com atitudes e situações que nem são tão importantes assim. Porém, se após refletir você verificar que a rejeição e a dor são verdadeiras retome sua autoestima não se culpe e siga em frente.


“A vida é muito melhor quando estamos cercados de sentimentos verdadeiros.
Lembre-se: Saber amar, é saber deixar alguém te amar.”

Related posts:

  1. Quer correr? – Comece na caminhada
  2. Quer manter a boa forma? Corra nas nuvens!
  3. Quer aprender a fazer seu dinheiro render?

 

Comentários

2 Respostas para “Bem me quer, mal me quer…”

Comente

Deixe aqui sua opinião...