Atividades físicas melhoram a qualidade de vida de pessoas vivendo com HIV e AIDS
Um dos problemas recorrentes de quem vive com HIV/AIDS, e que pode ser minimizado com a prática de exercícios físicos, é a lipodistrofia. A síndrome é caracterizada por alterações na redistribuição da gordura corporal e por mudanças metabólicas, que pode levar à morte.
Além disso, a atividade física ajuda a fortalecer os músculos e ossos, contribui para o bom funcionamento do coração, pulmões e do sistema digestivo e permiti um melhor aproveitamento dos alimentos e medicações.
Segundo Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a prática de atividades físicas é essencial para garantir o bem-estar físico e ajudar na prevenção e controle de alterações metabólicas – como diabetes e aumento do colesterol.
“As pessoas que vivem com HIV precisam não só de medicamentos, mas também de acesso a ambiente adequado para a prática de exercícios físicos, com acompanhamento e orientação”, destaca Dirceu Greco.
O Ministério da Saúde lançou um manual que traz explicações sobre o que é HIV, orientações nutricionais e benefícios da atividade física para quem vive com o vírus, intitulado “Recomendações para a prática de atividades físicas para pessoas vivendo com HIV e aids”.
O guia orienta a prática de ao menos 30 minutos de atividade física moderada cinco vezes por semana ou 20 minutos de atividade intensa 3 vezes semanais. Segundo o manual, a prática de exercícios não apresenta riscos para os portadores do vírus da aids, desde que seja acompanhado por um profissional e que se leve em consideração o nível de aptidão física de cada indivíduo, o estágio da doença, a medicação e os efeitos colaterais.
Para mais informações, acesse o manual aqui ou confira o portal do Ministério da Saúde.
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Stefanie
5 de julho de 2012











