Afinal, o uso do celular aumenta o risco de câncer?
Após avaliação de cientistas, a Organização Mundial da Saúde colocou os aparelhos na lista de ‘agentes possivelmente cancerígenos’.
Este é o terceiro grupo estabelecido pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês):
Grupo 1 – inclui os agentes comprovadamente cancerígenos;
Grupo 2A - estão os agentes provavelmente cancerígenos;
Grupos 2B – agentes possivelmente cancerígenos (grupo no qual os celulares foram incluídos).
Isso significa que há uma provável relação, mas são necessários mais estudos. O problema está nos campos eletromagnéticos de radiofrequência, que podem aumentar o risco de ter um tipo maligno de câncer cerebral, associado ao uso de telefone celular em longo prazo.
Há alguns anos tem-se estudado a possibilidade dos efeitos nocivos da exposição a esses campos eletromagnéticos. Mundialmente, estima-se que há 5 bilhões de pessoas usuárias do dispositivo móvel.
Em maio, uma equipe de 31 cientistas de 14 países avaliou o potencial cancerígeno em questão envolvendo este tipo de radiação. Eles também avaliaram a exposição ocupacional ao micro-ondas e os riscos ambientais da transmissão de sinais de rádio, televisão e telecomunicações sem fio.
Resultados
As provas foram revistas e, em geral, avaliadas como sendo limitadas aos usuários de telefones celulares. As evidências relacionadas à exposição ocupacional e riscos ambientais não se comprovaram.
Os pesquisadores não quantificaram o risco, no entanto, um estudo sobre o uso de telefone celular um pouco mais antigo (2004), mostrou 40% de aumento do risco de glioma, um tipo de tumor cerebral, entre usuários que utilizaram o celular em média 30 minutos por dia, após 10 anos.
Há dificuldade para estabelecer a relação de causa e efeito sobre a radiação do aparelho celular, já que as características do risco à saúde requerem anos de exposição antes que se possa examinar as consequências.
A radiação do celular é do tipo não-ionizante, diferente da que emite uma máquina de Raio-X (ionizante), por exemplo.
Conclusões
“Dadas as consequências potenciais para a saúde pública desta classificação e os seus resultados”, disse o diretor da IARC Christopher Wild, “é importante que pesquisas adicionais sejam realizadas sobre o uso intenso de telefones celulares em longo prazo”.
Um relatório de síntese que resume as principais conclusões e as avaliações do risco carcinogênico dos campos eletromagnéticos de radiofrequência será publicado no The Lancet Oncology, na edição de 01° de julho, e em poucos dias, será disponibilizado online .
—-> O uso de fones de ouvido ou viva-voz ao usar o celular evitam os danos.
Para saber mais:
Lembra aquela história de que morar perto de uma antena de celular aumentava o risco de câncer?
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Paula Spínola
1 de junho de 2011











Olá Boa tarde.
Meu nome é Rafael, sou pesquisador sobre o câncer e suas patologias.
Há algum tempo eu tive um caso bem grave de câncer na minha família, onde foi muito complicado lidar com isso, pois um tio meu estava bastante desanimado a abatido e procurava muita força comigo, então tive sempre que estar e me mostrar bem perante ele, para nunca desanima-lo do tratamento, pois ele teve leucemia
Um dia,na internet, procurando mais sobre câncer, foi onde encontrei o site institucional do Hospital de Câncer de Barretos, onde tirei muitas dúvidas que tinha e como ajudar a meu tio com seu caso, tendo muito apoio e juda com tudo que precisei.
Quem quiser acessar e dar uma olhada:
http://www.cliquecontraocancer.com.br
Abraços a todos.
Created the greatest artielcs, you have.