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Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia


Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem ser minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados
- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico
- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim
- manter uma boa higiene oral
- enxaguar a boca antes das refeições
- comer bala de hortelã ou menta
- pingar gotas de limão sobre a língua
- consumir alimentos de diferentes texturas
- beber suco de laranja ou água com gotas de limão

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos. O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia

Um dos possíveis efeitos colaterais em pacientes que fazem tratamento quimioterápico é a alteração no paladar, o que acaba por prejudicar a alimentação.

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação das células malignas. As alterações no paladar podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto).

A duração desses efeitos é incerta. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

Os sintomas desagradáveis podem minimizados. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde, mostra algumas dicas eficazes para aliviar esse incômodo:

- evitar alimentos muito quentes ou muito gelados;

- substituir talheres de metal pelos de plásticos, caso o paciente sinta sabor residual metálico;

- utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim;

- manter uma boa higiene oral;

- enxaguar a boca antes das refeições;

- comer bala de hortelã ou menta;

- pingar gotas de limão sobre a língua;

- consumir alimentos de diferentes texturas;

- beber suco de laranja ou água com gotas de limão.

*Os pacientes do Instituto do Câncer recebem aulas de culinária gratuitas para que tenham dieta mais saborosa e balanceada em casa, além de conhecerem a maneira correta de preparar os alimentos.

O projeto oferece todo o suporte nutricional para os participantes. Uma vez por mês, tanto os pacientes quanto seus acompanhantes aprendem a cozinhar pratos diferenciados.

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Comentários

3 Respostas para “Cardápio para driblar os efeitos da quimioterapia”
  1. Rodrigo Chavecko disse:

    Muito boa a matéria, achei uma bem interessante tb no http://www.centralclinic.com.br/noticia.jsp?id=28…

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