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Homens e mulheres não podem ter mesma fórmula para frequência cardíaca


Faz 40 anos que a frequência cardíaca máxima (FCM) é calculada da mesma maneira e aplicada a todas as pessoas pela conta de subtração: 220 menos a idade.

Para chegar a tal número foram feitos diversos estudos, mas quando os resultados satisfatórios foram estabelecidos, a participação das mulheres nessas antigas pesquisas era mínima. Por isso, novo estudo sugere que a fórmula não serve para elas.

A pesquisa da Universidade Northwestern, em Chicago, concluiu que a FCM da mulher é entre oito e dez batimentos/minuto menor do que a do homem da mesma idade.

A cardiologista coordenadora do novo estudo, Martha Gulat, diz que o novo padrão mudará também os diagnósticos no teste de esforço (eletrocardiograma na esteira).

A dificuldade, segundo Martha, é fazer o cálculo: 206 menos 88% da idade. Ela conta que já estão preparando um aplicativo para iPhone e internet, e para qualquer efeito, uma calculadora resolve.

Publicado no “Circulation”, da Sociedade Americana do Coração, o estudo analisou 5.500 mulheres. A Universidade estuda o coração do público feminino há 18 anos.

Com a precisão da frequência cardíaca máxima, mulheres podem atingir o objetivo nos treinos com mais rapidez e eficácia!

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