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Paleopatologia muda a história da origem da Sífilis


Você já ouviu falar das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)?

Com certeza sim, uma dessas doenças é a Sífilis, doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Treponema Pallidum Pallidum, transmitida através da relação sexual desprotegida, ou no caso de sífilis congênita, de mãe para filho.

A sífilis atinge os órgãos sexuais provocando feridas e caroços na virilha, elas não coçam, doem, ardem ou liberam pus. Esses sintomas aparecem na primeira fase da doença e depois desaparecem, por conta disso o paciente acha que já está curado.

Esse é o cenário que dificulta a realização de um diagnóstico precoce, pois mesmo que os sintomas desapareçam, a sífilis continua se espalhando pelo organismo, provocando manchas no corpo, cegueira, paralisia, danos no cérebro e doenças no coração. Se o paciente não se tratar, a doença pode levar a morte.

Através da paleopatologia, ou seja, estudo do passado das doenças, alunos de pós-graduação da USP identificaram deformações em esqueletos antigos, o que revela que a sífilis também provoca deformações no corpo.

Além disso, os estudantes descobriram que a doença está presente no mundo há mais de 4.000 anos, deixando de lado a história de que os marinheiros de Colombo foram os responsáveis por disseminar a doença na Europa depois de terem relações sexuais com as índias do continente americano no século XIV.

A história é outra, mas a doença é a mesma, portanto corra atrás do diagnóstico correto através de um exame de sangue.

“Quantas descobertas ainda serão feitas e quantos detalhes da história que conhecemos ainda
serão revelados! O Blog da Saúde apóia essas pesquisas e aguarda ansioso por novidades.”


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