Câncer de Mama – EUA mudam tempo certo para diagnóstico
Fatores como pertencer ou não a um grupo de risco e a frequência necessária para refazer exames fazem parte das mudanças na recomendação de rastreamento do câncer de mama, que, há sete anos obedecia a um ritmo estabelecido nos EUA.
O que muda?
• Dos 50 aos 74 anos os testes devem ser realizados a cada dois anos, e não anualmente;
• Mulheres que não pertencem aos grupos de risco devem começar a fazer mamografia aos 50 anos de idade e não mais aos 40;
O objetivo das mudanças é evitar que exames desnecessários sejam feitos em excesso bem como evitar também os falsos diagnósticos positivos. Por aqui especialistas como Ricardo Chagas, que é presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia afirmam que há muitas divergências sobre o assunto.
Segundo a mastologista Maira Caleffi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, “não existe nada melhor, por enquanto, do que fazer o diagnóstico precoce. Há problemas com exames em larga escala? Há. Mas nem por isso tem que deixar de fazer ou adiar a mamografia”.
Fique atenta aos sinais
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17 de novembro de 2009














