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Zumbido: alguém mais está escutando?


O barulho da cachoeira é agradável, o de uma sirene alarmante, de um apito irritante… Agora, imagine ouvir diariamente o mesmo barulho. Muito maior do que um incômodo pode ser um primeiro sinal de perda auditiva.

O “zumbido”, som que não está ao nosso redor, mas nasce dentro das vias auditivas, acomete 28 milhões de brasileiros. O problema, além de prejudicar a qualidade de vida, pode ser indício de outras doenças como labirintite, doenças reumáticas, hipertensão ou disfunção têmporo-mandibular (DTM).

Segundo a otorrinolaringologista especialista em zumbido, Dra. Tanit Ganz Sanchez, o zumbido tem cura. O tratamento é feito de acordo com cada caso, dependendo da gravidade do problema, por isso o diagnóstico junto ao médico é importante logo no início.

A intensidade do ruído é variável, desde quando não é percebido até quando se torna insuportável. O estresse é um fator agravante e o abuso na ingestão de cafeína também pode estar relacionada em algumas situações.

O zumbido que anteriormente era associado às pessoas acima dos 40 anos, agora também aparece muito entre os jovens em decorrência do volume elevado dos aparelhos de mp3, televisão, rádios, em festas e barulhos no trânsito.

Com o intuito de disponibilizar informações e conteúdos atualizados sobre o assunto, o Instituto Ganz Sanchez, criou um canal de televisão na web, a TV Zumbido. A nova mídia tem largo alcance e função otimista.

  “Pense bem antes de escutar música no último volume. Ela não irá incomodar apenas seu vizinho, mas prejudicará sua saúde auditiva”.

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