Compartilhar livros é a nova função dos orelhões de NY
Em uma cidade onde existem mais de 17 milhões de celulares e menos de 14 mil orelhões, Nova York recebe do arquiteto John Locke uma nova proposta para o uso dos telefones de rua. Por que não transformar as cabines telefônicas em pequenas bibliotecas comunitárias?
A ideia surgiu considerando a extinção dos orelhões e os trouxe uma nova função: local de compartilhar livros e ser uma forma livre de educação. Também estimula a troca de informações entre vizinhos, abrindo portas para a convivência entre os cidadãos.
Os livros são deixados nas prateleiras e quem transita pela rua tem a liberdade de levá-los para casa, trocá-los com outro livro ou folheá-los ali mesmo. A estrutura das prateleiras não prejudica o uso dos telefones, mantendo sua função primária intacta.
O que você achou desta ideia?
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Stefanie
24 de fevereiro de 2012














No Brasil, em algumas estacoes de metro de São Paulo tem esses espaços para a troca de livros. Eis uma proposta interessante em um pais onde cultura tem status de artigo de luxo. Todos devem ter acesso fácil e irrestrito a leitura, pelo bem da nação.
Muito bom… Mas infelizmente estamos longe de conseguir colocar isto em prática.
Estou limpando minha biblioteca e pensei em fazer algo parecido no meu bairro. Só que vou colocar os livros numa caixinha mesmo…