Acidentes de Trabalho – Como proceder?
No último sábado, 25, durante os treinos da Fórmula 1 para o GP da Hungria, o piloto brasileiro Felipe Massa foi atingindo por uma mola de metal desprendida do carro de Rubens Barrichello. A pancada que atingiu a cabeça do piloto desperta duas questões importantes à rotina dos profissionais de RH. Uma, quanto à segurança no ambiente de trabalho, e outra, quanto ao risco do acidentado não retornar a exercer suas funções rotineiras.
O uso de novas tecnologias em prol da segurança nas corridas automobilÃsticas amenizou os impactos e a gravidade do acidente de Massa. Palco de algumas tristes lembranças, a atividade nas pistas necessita de equipamentos de proteção, peritos em segurança e cuidados redobrados. Um acidente como este serve como alerta para novos estudos e medidas de prevenção.
Seja numa obra, num escritório, num hospital, um ambiente de trabalho seguro e saudável é fundamental para seus colaboradores. É responsabilidade da empresa adotar, informar e utilizar medidas coletivas e individuais para reduzir o risco de acidentes de trabalho (AT). Hoje, a maioria das empresas conta com um convênio em que há vinculado no contrato os ATs. Caso não haja, o colaborador acidentado é encaminhado para um hospital público. Nos dois casos, o primeiro atendimento consiste em ouvir a posição do médico para depois serem tomadas medidas para o tratamento e recuperação do paciente.
Segundo a Assistente Social da Victory Consulting, empresa de Consultoria na Gestão de Saúde e BenefÃcios, Elvira Carvalho, os procedimentos não são padronizados e variam de acordo com a polÃtica, o tipo e o risco de cada empresa. A profissional é responsável pelo suporte aos clientes que lidam com situações como esta. No caso Felipe Massa, houve sucesso na cirurgia para retirada de fragmentos do osso do crânio.
O piloto não corre risco de morte, mas permanece em coma induzido e ainda será submetido a uma série de exames. Ainda não se sabe se o piloto volta ou não às pistas. O retorno à vida comum e a profissão é uma grande preocupação tanto para o colaborador quanto para a empresa. O processo requer tempo e apoio conjunto por parte dos parentes, amigos, colegas de trabalho e um acompanhamento médico e psicológico.
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Blog da Saúde
28 de julho de 2009










