Controle sobre o descarte de pilhas e baterias será rigoroso
Anemia, problemas neurológicos e câncer são algumas doenças que podem ter como causa a contaminação por substâncias contidas em pilhas e baterias, como mercúrio, cádmio, chumbo, zinco-manganês e alcalino-manganês.
No meio ambiente, o descarte das pilhas e baterias pode contaminar os lençóis freáticos, o solo e a alimentação.
Com tanta tecnologia, o uso dessas fontes de energia é quase incontrolável, assim como o descarte, que até então não tinha uma norma mais rÃgida para os fabricantes, importadores e empresas de reciclagem.
Mas, esse quadro pode mudar.
Uma norma fixada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) impõe uma série de regras para o descarte do material:
- Frequência do recolhimento;
- Transporte do material; e acondicionamento;
- Reciclagem.
Embalagens e manuais
Os fabricantes deverão informar sobre a adaptação às novas regras: o material deve ser descartado em coletas seletivas próprias, que podem ser encontradas em postos de vendas e em fábricas, mas jamais em lixos comuns.
Nos lixos comuns também deve ser fixado um sÃmbolo “X” para alertar sobre o descarte no recipiente impróprio.
“Na ausência de espaço fÃsico suficiente nas pilhas e baterias para se afixar as informações sobre advertências quanto aos riscos à saúde humana e ao meio ambiente; identificação do fabricante ou importador; necessidade de, após seu uso, serem devolvidos aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada; estas informações deverão constar na embalagem e no manual do produto ou manual do produto que as incorporem” – trecho publicado no Diário Oficial.
As normas podem ser encontradas neste link do Diário Oficial.
Related posts:
- Controle da dengue será ampliado para 4 mil municÃpios
- Descarte seu e-lixo no lugar certo
- Maior controle sobre a Talidomida
- FamÃlia produz apenas um saco de lixo no ano
- Dia Nacional de Controle da Asma



CecÃlia Della Flor
19 de setembro de 2012











