Mobilização da SOS Mata Atlântica no Clube Esperia
Ontem, 17 de setembro, no segundo dia do evento promovido pelo Clube Esperia em favor do meio ambiente, o diretor de mobilização da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, esteve à frente da palestra “Mata Atlântica é aqui, e daí?”.
Com seu jeito “descolado” e autêntico Mantovani expôs o panorama atual da floresta que “já esteve no nosso quintal” e, hoje, se restringe a apenas 7,4% no território nacional. Ele destacou a influência da Mata Atlântica na qualidade de vida das pessoas decorrente diretamente dos impactos negativos relacionados à temperatura, solo e água. Segundo estimativa de Paulo Saldivia, oito mil mortes por ano são resultado da degradação do meio ambiente.
A questão ambiental, marginalizada na década de 80, passou a ser peça fundamental em todos os setores da atividade humana. A fim de informar a sociedade sobre a realidade natural do nosso país, a SOS foi criada em 1986. Um grupo heterogêneo combinado de cientistas, ambientalistas, comunicadores, empresários e voluntários busca ações para preservação dessa área vital para manutenção da saúde humana.
A Mata Atlântica sofre uma degradação permanente ligada a expansão urbana, agropecuária, extração de madeira, obras de infraestrutura, turismo, etc. A cada 4 minutos são destruídos o equivalente a um campo de futebol, o percentual remanescente ainda assim é tão rico que entra para a lista dos 25 “hot spots” presentes no mundo todo.
Para o palestrante, essa biodiversidade ainda pode ser usada a nosso favor, mas sofre a crise da ignorância e da depredação. Mas garante que “há diversas possibilidades para a natureza” e envolve uma cultura de massificação. Sua colaboração depende de uma conduta pessoal: participe de uma instituição, reduza o consumo de água e energia, não jogue lixo no chão, ou pelo menos, faça xixi no banho.
Escute algumas dicas do palestrante, aplicáveis no seu dia a dia, internauta do Blog da Saúde.
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18 de setembro de 2009














