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Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher: conheça os exames de rotina por faixa etária


O dia 28 de maio é marcado por representar a luta pela saúde da mulher. Na semana do Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher, instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população, nada melhor do que alertar sobre a importância dos exames preventivos.

De acordo com Dr. Carlos Ferreira, coordenador da Clínica Ginecológica do Hospital Dom Alvarenga, as mulheres, em especial, precisam ficar atentas a algumas doenças que são comuns a elas, como as de caráter hormonal e ginecológico, e os exames rotineiros e anuais têm como importância a detecção e o diagnóstico precoce de patologias. “Através dos exames é possível o diagnóstico precoce de doenças, principalmente o câncer, evitando-se com isso cirurgias mutiladoras e/ou incapacitantes”.

“Os principais exames para prevenção de doenças nas mulheres são colpocitologia oncótica (papanicolau), mamografia, ultrassom transvaginal e mamário, densitometria óssea, colposcopia com vulvoscopia, ultrassom de tireoide e para pacientes a partir dos 55 anos é realizado a pesquisa de sangue oculto nas fezes”, informa o especialista.

Dr. Carlos ressalta ainda que uma vez por ano a mulher deve ir a um ginecologista e realizar um check-up. Segundo o médico, não existe uma idade específica para se consultar com o especialista e realizar os exames de rotinas. “Recomenda consultas com ginecologista a partir do início da vida sexual ou pacientes que tenham uma incidência grande de parentes com neoplasias malignas ginecológicas ou mamárias”.

“Através do check-up conseguimos diagnosticar precocemente as doenças benignas ou malignas, orientamos nossas pacientes a respeito de contágio de doenças sexualmente transmissíveis e sobre a importância da prevenção de gravidez indesejada ou precoce, entre outras”, explica o coordenador da Clínica Ginecológica do Hospital Dom Alvarenga.

Os exames de rotina devem ser realizados da seguinte maneira:

1. Após o início das relações sexuais: Colpocitologia oncótica (Papanicolau) anualmente. Pode-se acrescentar, de acordo com a necessidade, a Colposcopia e a Vulvoscopia;

2. Ultrassonografia transvaginal ou pélvica e mamária em qualquer idade na presença de sintomas;

3. A partir dos 40 anos: Colpocitologia oncotica, Mamografia e ultrassonografia transvaginal anualmente. Ultrassonografia pélvica para as mulheres que não tiveram relação sexual;

4. A partir dos 50 anos: Os mesmos acima acrescidos, densitometria óssea, pesquisa de sangue oculto nas fezes e pesquisa de patologias da tireoide;


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